quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Relacionamento entre pessoas com e sem deficiencia












Conheça Cláudia Matarazzo, a jornalista que criou um guia sobre relacionamento entre pessoas com e sem deficiência;
. O quadro Minuto AVAPE mostra os atendimentos do Centro de Convivência de Taubaté. O programa Sentidos mostra ações sociais realizadas por pessoas que trabalham a favor de um país mais justo, inclusivo e que não esperam somente por iniciativas do poder público, mas se juntam para buscar qualidade de vida e diminuir as diferenças. Produzido pelo núcleo de tv da AVAPE - Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais em parceria com o Canal Net Cidade, da operadora de TV a cabo NET, o programa Sentidos também destaca as atividades das pessoas com deficiência nas áreas de lazer, educação, cultura, saúde, esporte e trabalho.




Bom programa!


Na Tv - Canal NET Cidade (12 no ABC)
Quarta às 16:30h - Inédito
Sexta às 10h e Segunda às 18h - Reprise
Assista ao programa Sentidos pelos canais NET Cidade e sites: www.avape.org.br/tvsentidos e www.sentidos.com.br/avape/programa.asp

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Orquestra vienense fecha temporada da Cultura Artística

ESTADO DE S. PAULO

SÃO PAULO - O seu criador, o organista Martin Haselböck, já foi regente convidado de conjuntos importantes como a Gewandhaus, de Leipzig, e a Filarmônica de Dresden. Fundada por ele em 1998, a Orquestra da Wiener Akademie, especializada no resgate do repertório clássico-barroco, encerra a temporada deste ano da Sociedade de Cultura Artística, com concertos hoje e amanhã, às 21 horas, na Sala São Paulo; eles tocam também no dia 29 no Teatro Municipal de Paulínia. Juntamente com o coral Sine Nomine, fundado em 1991 por Johannes Hiemetsberger, a orquestra interpretará o Stabat Mater, de Haydn e a Missa em Sol Maior, de Schubert.


Tem sido destacado o papel exercido pela orquestra da Wiener Akademie na recuperação de importantes obras esquecidas, como os oratórios La Deposizione dalla Croce, de Johann Joseph Fux, que foi o mestre de capela da corte do imperador Leopoldo I da Áustria; ou Il Gedeone, do compositor italiano Niccola Porpora. Recentemente, o grupo gravou a série de CDs Musica Imperialis, reunindo obras de Wilhelm Friedemann Bach, de Georg Muffat e de Georg Graun, compostas para as cortes germânicas, a partir de coleções redescobertas no Arquivo Histórico de Berlim. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Orquestra da Wiener Akademie. Sala São Paulo (1.484 lug). Pça. Júlio Prestes, 16, Luz. Tel. (011) 3223-3966. Hoje e amanhã, 21 h. R$ 70/ R$180.


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Pela luz dos olhos dele


Revista Nova Escola


Pela luz dos olhos deleAo visitar uma escola, no final de 2004, o então estudante de História George Gomes de Oliveira ouviu de um aluno:
- Você não enxerga nada?
- Nada, nadinha...
- E vai dar aula pra gente no ano que vem?
- Pode ser. Por quê?
- Vixe! Já pensou se você entrar na sala e todos nós sairmos de mansinho?
- Eu não enxergo um palmo à frente do nariz.Aliás, nem o nariz eu enxergo. Mas sei dar aula direitinho!
Com esse mesmo bom humor, o professor Georges e apresentou no ano passado às 12 turmas da EE Francisco de Paula Antunes, em Brasília de Minas, a 450 quilômetros de Belo Horizonte. Ele perdeu a visão do olho direito aos 6 anos, ao cair de um cavalo. Aos 12, a retina esquerda também o deixou na mão. Desanimado, parou de estudar. O garoto voltou à escola só aos 19 anos, quando fez supletivo e aprendeu braile. Seu sonho era fazer Processamento de Dados. "Queria usar softwaresque obedecessem a comandos de voz." Aprovado na seleção, não pôde fazer o curso, pois a escola técnica não estava preparada para receber cegos. Que decepção! No Ensino Médio, conheceu um professor de História que, para driblar a gagueira, entrava na sala declamando a matéria. "Essa estratégia fantástica me fez pensar em lecionar." Um outro professor, de Física, sugeriu que ele gravasse as aulas. Um santo conselho. Hoje seu acervo tem mais de 350 fitas, incluídas as da faculdade. Passar no vestibular da Universidade Estadual de Montes Claros foi moleza. "Só percebemos que George era cego no quinto dia de aula", lembra Leandro Mendes, colega de graduação e de profissão. Professor conservador, em sua própria avaliação, George, 33 anos, decora o conteúdo por tópicos depois de ouvi-los nas fitas. Em classe, dita para uma aluna, que passa tudo no quadro - para onde ele aponta durante as explicações, como se estivesse destacando alguma informação. Só nos dias de prova Leandro vem ajudá-lo. "É para ver se ninguém está colando."

Quando não há limites para a inclusão

O POVO


Em dia de animação, projeto lembra a população da importância de acabar com o preconceito contra deficientes




Emmanuel Macêdo


Palhaços, palestras, oficinas e até música ao vivo. Um cenário perfeito para chamar a atenção de quem passava pela praça Luíza Távora, na avenida Santos Dumont, na tarde de ontem. Mas o que os organizadores realmente queriam mostrar - e combater - com o Festival Regional de Arte e Cultura para Pessoas com Deficiência é a existência do preconceito com esse tipo de público.

O tema do evento que contou, nesta quarta-feira, com a participação de instituições que atendem pessoas com deficiência na região metropolitana, é “A deficiência não é um problema. Seu preconceito, sim”. As festividades têm continuidade hoje, a partir das 16h30min, com as instituições da Capital. Ao todo, oito festivais estão programados para acontecer até novembro de 2009. Acopiara e Tauá já foram palco de apresentações artísticas e exposições gastronômicas e artesanais com o mesmo intuito.

David Valente, músico que toca teclado com os pés, não deixou ninguém parado em um cenário de muita alegria e descontração.

O evento é uma realização do Governo do Estado o Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Gabinete da primeira-dama do Estado e executado pela Associação para o Desenvolvimento dos Municípios do Estado do Ceará (APDMCE), que visa a inclusão social de crianças, jovens e adultos deficientes. Os festivais fazem parte do programa Ceará Acessível.

Célia Costa Lima, presidente da APDMCE, fala da importância do projeto para os deficientes. “É um projeto de inclusão. Os deficientes têm sua contribuição a dar e é isso que queremos mostrar”, enfatiza.

Opinião concordante com a de Iracema Pinho, presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do Eusébio. “A inclusão para eles é importante principalmente para mostrar a muitos que ainda têm preconceito que eles são capazes de realizar tarefas que muitos não imaginam", diz.

A capacidade de realizar tarefas é uma grande conquista, bem clara no sorriso de dona Luzia Pereira, mãe de uma aluna excepcional. Ela conta que todas as atividades do projeto servem de estímulo e alegria para seguir a vida. “Visitei ela em uma oficina de balé e achei maravilhoso”, conta.


Voltar a sonhar


A dor que a professora Carla Costa Kind da Silva sentiu nas costas numa noite de1994 foi tão intensa que ela desmaiou. Quando acordou, no centro de tratamento intensivo de um hospital do Rio de Janeiro, ela não mexia nem o pescoço. Segundo os médicos, uma inflamação na medula tinha deixado Carla paralisada para sempre. "Senti que era o fim de meus sonhos." Aos 23 anos, Carla estava noiva havia três meses, tinha mais um ano para se formar em Ciências Sociais e planejava fazer mestrado... Sem perspectiva de melhora, ela propôs o fim do noivado, mas o bombeiro Sérgio Sousa da Silva não quis nem ouvir seus argumentos e tomou uma decisão radical. Mudou-se para a casa dela e começou a estudar acupuntura, shiatsu, ioga, fitoterapia e fisioterapia para ajudá-la no tratamento. Tão misteriosa quanto o aparecimento da doença tem sido sua recuperação. Contra todas as previsões, em seis meses ela movimentava os braços e hoje consegue ficar em pé sobre uma das pernas. Aceitar as limitações não foi fácil. No início, ela não queria sair de casa por vergonha da cadeira de rodas, mas a família decidiu "arrastá-la". Sábia decisão. Dali em diante, sua postura mudou. Carla retomou os estudos e lutou para voltar a lecionar. Há seis anos, casou-se com Sérgio - de véu e grinalda - e teve o prazer de entrar na igreja andando, amparada pelos pais. Há dois anos, deu à luz André Luiz, deixando muita gente espantada. Assim como cuida do filho, Carla dá conta da turma de Educação Infantil do CIEP Yuri Gagarin, onde nem tudo está adaptado à sua condição. A rampa de entrada é íngreme e perigosa, mas na sala há espaço para circular com a cadeira de rodas. Hoje, aos 35 anos, ela faz valer seus direitos, exerce com prazer a profissão que escolheu e encara a vida com alegria.






Colaboração: Jenniffer Rossetto

domingo, 18 de outubro de 2009

Feira terá 2 mil vagas para deficientes

Curitiba terá nesta semana um evento voltado para pessoas com deficiências que estão buscando uma vaga no mercado de trabalho. Organizada pela prefeitura, a feira de empregos vai oferecer 2 mil oportunidades e cursos de capacitação profissional para deficientes.




Ao todo, 20 empresas de recursos humanos estarão presentes no Centro de Convenções de Curitiba para selecionar trabalhadores para as vagas disponíveis. Durante o evento, será possível entregar currículos e até ser contratado imediatamente. É preciso levar a Carteira de Trabalho e Previdência Social e a Carteira de Identidade. A entrada no evento será gratuita e não requer inscrição.



Todas as empresas com mais de 100 empregados são obrigadas por lei a empregar pessoas com deficiência. As cotas variam entre 2% e 5% do total de funcionários. Na capital, ao todo são 745 empresas com mais de 100 empregados. Juntas, elas deveriam empregar pelo menos 18.377 trabalhadores, mas apenas 6.170 postos estão preenchidos, segundo o Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS-2007).



“Concentramos no mesmo dia e local diversas agências de recursos humanos e de capacitação, para criar uma oportunidade facilitadora para empresas, que precisam cumprir as normas, e para pessoas com deficiência, que terão mais acesso ao mercado de trabalho”, afirmou o secretário municipal do Trabalho, Jorge Bernardi, de acordo com o site da prefeitura. “Com capacitação adequada e acesso ao mercado formal de trabalho, melhora a renda e a qualidade de vida dessas pessoas e suas famílias.”



Serviço



1ª Feira do Emprego e Capacitação Profissional para Pessoas com Deficiência.



Data: 22 de outubro



Horário: 8h às 17h



Local: Centro de Convenções de Curitiba, Rua Barão do Rio Branco, 370, Centro.


sábado, 17 de outubro de 2009

DF está perto da internet popular


Projeto encaminhado à Câmara Distrital, a exemplo do de São Paulo, prevê isenção de 25% do ICMS, o que barateará o custo da banda larga


Karla Mendes

Enviada Especial

São Paulo - O Distrito Federal deve ser a próxima unidade da federação a oferecer isenção de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para a oferta de banda larga para a baixa renda. O projeto de lei foi encaminhado para a Câmara Distrital na semana passada, segundo Isalci Lucas, secretário de Ciência e Tecnologia do DF. "No caso do DF, tem que passar pela Câmara. Tem que ser lei. O secretário de Fazenda já encaminhou (o projeto)", informou. A expectativa é de que o projeto, que prevê isenção dos 25% de ICMS cobrados atualmente das operadoras, seja aprovado em breve. "Como não há divergência (sobre o assunto), acho que não teremos dificuldade", observou Lucas.



O governador de São Paulo (PSDB), José Serra, assinou ontem, durante o Futurecom - evento de telecomuinicações realizado na capital paulista -, o decreto que cria o programa Banda Larga Popular no estado. A iniciativa zera a alíquota de 25% de ICMS para as operadoras que ofertarem pacotes com velocidades entre 200 kilobits por segundo (Kbps) e 1 mega, ao preço máximo de R$ 29,80. No valor estipulado, já estão embutidas taxas de instalação, fornecimento do modem e provedor de internet. Os atuais clientes que quiserem migrar para o plano popular pagarão multa no valor de R$ 100. A primeira operadora a aderir ao programa é a Telefônica, que oferecerá, a partir de 9 de novembro, pacote de 250 Kbps por R$ 29,80.



Resistência

O primeiro estado a cortar impostos para a oferta de banda larga popular foi o Pará. A regulamentação da isenção de ICMS ocorreu em abril, por meio de um decreto estadual, logo depois da autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Nenhuma empresa, porém, aderiu ao programa até hoje, segundo a Secretaria de Fazenda paraense. Fontes do mercado afirmam que as operadoras estão com muita resistência para ofertar internet rápida a baixo custo, motivo pelo qual a Oi, concessionária de telefonia fixa no estado, não teria aderido ao programa. No caso de São Paulo, a empresa informou que tem interesse de participar do projeto do estado e está preparando produtos e processos para aderir. Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi, disse que a implantação no projeto no DF e no Pará só estaria dependendo da regulamentação do governo.



A Vivo quer lançar a banda larga móvel popular até o Natal. Para isso, está analisando uma forma de baixar os custos. A Net informou que vai estudar a melhor maneira de utilizar o benefício. Claro e Tim também informaram que estão analisando a proposta.
 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/10/16/economia,i=148654/DF+ESTA+PERTO+DA+INTERNET+POPULAR.shtml

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Um BLOG voltado para acessibilidade.

BLOG “Mãos na Roda”

Veja nesse vídeo um trio que deu certo em busca da inclusão!Eduardo Camara analista de sistema, a arquiteta Gabriela Zubelli,idealizadores do BLOG “Mão na Roda” e Bianca Marota sua namorada.Juntos divulgam lugares acessíveis ,o dia a dia de cadeirantes e oportunidades para trocas de experiências que possam tornam a vida dessas pessoas mais confortáveis e felizes.

Vale a pena refletir sobre essa questão, pois a inclusão já se encontra numa equipe inclusiva, um cadeirante,um técnico em acessibilidade e uma pessoa que pode ter um olhar de fora do contexto ,preocupados com o bem de estar de uma especificidade acabando por atingir ás necessidades de todo cidadão, que é o direito de ir e vir.

O tema acessibilidade torna-se amplo e o BLOG “Mão na Roda”, no momento, tem um foco centrado para esta população.

Acessem,opinem, divulguem, enviem matérias do gênero!Vamos levar essa idéia!

sssssssssssssssssssssssssss video

domingo, 4 de outubro de 2009

Deficiência auditiva

Professor se nega a dar aula pra aluno surdo

Governo do Paraná abrirá edital para contratar tradutor.
Um professor de inglês do Colégio Estadual Helena Kolody, no bairro Jardim Monza, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, recusa-se a dar aula para uma turma da 5ª série que possui um aluno surdo.

A diretoria da escola foi comunicada pelo professor na semana passada. A Secretaria de Estado da Educação (Seed) vai publicar um edital em caráter emergencial para a contratação de um tradutor de Libras (linguagem de sinais).

O caso revoltou a mãe do estudante de 11 anos. Segundo ela, até o ano passado o filho estudava em uma escola especial. Neste ano, quando ele ingressou na 5ª série, a opção foi por matriculá-lo em uma escola regular.


Fonte: G1

 Jeniffer Rossetto

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Na ultima edição da Folha Estudantil


Na ultima edição da Folha Estudantil abordamos o assunto de acessibilidade, não achei obra em Curitiba. Mas me chamou atenção uma situação que ocorreu na cidade de Londrina confira a seguir !!!


Abraço!!



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ENGENHEIROS E ARQUITETOS TESTAM CALÇADAS DE LONDRINA (PR)

Eles usaram cadeiras de rodas, bengalas e máscaras nos olhos para sentir na pele o drama dos portadores de deficiências

Às vezes, para entender um problema, é preciso se colocar no lugar de quem sofre com ele. Foi o que fizeram engenheiros e técnicos do Paraná. Em cadeiras de rodas e de olhos vendados, descobriram que as calçadas precisam urgentemente de uma reforma.

É pau, é pedra, é buraco. É quase o fim do caminho. Uma carona no verso para descrever a bagunça das nossas calçadas. Andar sem atropelo só é possível, na média, em quatro de cada dez calçadas.

Em Londrina, o Ministério Público pisou mais firme e recomendou à prefeitura que tome providências para melhorar o acesso às calçadas. Um desafio ainda maior para quem não anda ou não enxerga.

Em um curso em Londrina, engenheiros e arquitetos sentaram em cadeiras de rodas, usaram bengalas, máscaras nos olhos. Por um instante, fizeram papel de incapacitados para sentir na pele o drama dos portadores de deficiências. Primeiro, aula básica para dominar os equipamentos. E mãos à obra.

Nas calçadas sem guias que orientam cegos, passos medidos, perigos imaginários. “Quem está de fora, não tem a mínima noção”, comenta um homem.

Um suplício também para a turma da cadeira. Portas apertadas. O pequeno desnível que vira uma imensa barreira. Na rampa mal projetada, uma sequência de sustos - para frente e para trás. “É uma ilusão de acessibilidade”, aponta um estudante.

Foram alguns minutos de experiência, mudanças para a vida inteira.

Fontes Bom Dia Brasil/Globo