quinta-feira, 30 de maio de 2013

BRINCAR PRA QUÊ?



Neste mês, o movimento Resgatando a Infância acompanha as orientações da rede Aliança pela Infância, do qual é representante oficial em BH, realizando o dia do BRINCAR. Outras manifestações foram realizadas na cidade sobre o tema, o que o torna tão importante e passível de uma reflexão psicanalítica e psicopedagógica.

O brincar, além de um direito da criança previsto em Lei, é uma condição essencial para o seu desenvolvimento psíquico. Através do brincar, ela pode desenvolver capacidades importantes como a atenção, a memória, a imitação e a imaginação. Ao brincar, as crianças exploram e refletem sobre a realidade e a cultura na qual estão inseridas, interiorizando-as e, ao mesmo tempo, questionando regras e papéis sociais.

O brincar potencializa o desenvolvimento, já que assim se aprende a conhecer, a fazer, a conviver e, sobretudo, a ser. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, o brincar proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração e da atenção. Esse desenvolvimento promovido a partir da brincadeira se dá desde os primeiros anos de vida, quando a criança está no berço e explora o mundo através dos brinquedinhos.

A partir de 1 ano, quando uma criança brinca de tirar e colocar brinquedos em uma caixa, ela está exercitando a sua liberdade de escolha, se organizando quando escolhe o que tira e o que coloca, desenvolvendo os movimentos, o corpo, a linguagem e a forma de pensar. Aos 2 anos, inicia-se a fase do imaginário, quando a criança começa a imitar a ação dos outros e, com isso, passa a interagir com o mundo à sua volta, ou seja, com a sua cultura. 

A partir dos 3 anos, os brinquedos são uma ferramenta essencial para que as crianças possam falar aquilo que pensam, através do faz de conta. Nessa fase, brinquedos que imitam o seu dia-a-dia, como bonecas, casinhas e carrinhos, são essenciais para esse domínio e amadurecimento da comunicação, da representação e do seu amadurecimento psíquico. Os jogos, regras e normas, são altamente importantes para a criança, que aprende a partilhar situações de ganhar e de perder, aprendendo a conviver com as suas próprias frustrações, além de desenvolver habilidades como estratégias, flexibilidade, criatividade, inventividade, capacidade de escolha e desenvolvimento do raciocínio. 

 Nesse raciocínio, inclui-se o matemático, do uso da linguagem e do domínio espacial. Ou seja: a brincadeira é importante para todas as áreas do conhecimento porque é brincando que a criança aprende a pensar. É na brincadeira que a criança consegue vencer seus limites e passa a vivenciar experiências que vão além de sua idade e realidade, fazendo com que ela desenvolva sua consciência. 

Dessa forma, é na brincadeira que se pode propor à criança desafios e questões que a façam refletir, propor soluções e resolver problemas. Brincando, elas podem desenvolver sua imaginação, além de criar e respeitar regras de organização e convivência, que serão, no futuro, utilizadas para a compreensão da realidade. A brincadeira permite também o desenvolvimento do autoconhecimento, elevando a autoestima, propiciando o desenvolvimento físico-motor, bem como os do raciocínio e da inteligência. Mas o brincar é aprendido. 

A criança precisa ter estímulo, tempo e espaço para brincar. É importante que a família e a escola proporcionem um ambiente rico para a brincadeira e estimulem a atividade lúdica nesses ambientes, fazendo com que elas explorem as diferentes linguagens que a brincadeira possibilita (musical, corporal, gestual, escrita). Quando os pais brincam com os filhos podem ensiná-los a perder medos e a lidar com frustrações. 

A aproximação entre pais e filhos é fundamental para o futuro das crianças. É a melhor forma de ajudá-los a desafiar a vida e a vencer alguns obstáculos. Eles se sentem mais confiantes, pois têm a pessoa amada ao seu lado. As famílias modernas acabaram deixando a brincadeira de lado. Não há tempo. Geralmente, os pais saem de casa para o trabalho antes de seus filhos acordarem e voltam quando eles já estão dormindo. 

Assim, para preencher o espaço deixado por eles, há os DVDs, os jogos eletrônicos, ou mesmo a TV. Por isso, estamos hoje fazendo essa reflexão, na verdade um apelo para que os adultos compreendam a importância do BRINCAR. Para as crianças o BRINCAR É A REALIDADE, conforme defendeu o pediatra e psicanalista infantil DW Winnicott, através de sua Teoria do Amadurecimento Humano.

 Fica a dica!

Artigo publicado no site "BH da Meninada". http://www.bhdameninada.com.br/?#!brincar-pra-que/cb9h

quarta-feira, 29 de maio de 2013

LIMITES?JAMAIS!INCLUSÃO SEMPRE...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Protagonistas do filme Colegas estão no elenco de Chiquititas

FAMOSIDADES
AgNews
FAMOSIDADES
Por FAMOSIDADES
SÃO PAULO – Parece que o longa “Colegas” abriu mesmo portas para Ariel Goldenberg e Rita Pokk, ambos atores portadores da síndrome de Down. Prova disso é o fato de que os dois estão no elenco da novela infantil “Chiquititas”, do SBT.
“Vamos fazer ‘Chiquititas’ e ficaremos a novela toda, mas ainda não sabemos os personagens que vamos fazer”, contou Ariel ao jornal “O Dia”.
Já Rita não escondeu a ansiedade: “Estou louca para começar a gravar com as crianças”.
O longa “Colegas” fez tanto sucesso que foi o grande ganhador do último festival de Gramado, no Rio Grande do Sul. Vale lembrar que, graças ao filme, Ariel conseguiu realizar o sonho de conhecer o ídolo internacional Sean Penn

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pesquisa para melhorar acessibilidade de aviões



Reclamações em aeroportos sobre acessibilidade são constantes, falta ambulift para retirar a pessoa com deficiência de maneira segura entre outros. Uma pesquisa em parceria com o Departamento de Engenharia de produção, da Universidade de São Carlos, e a Embraer para saber quais são as necessidades de passageiros com deficiência, idosos e obesos. Descobrindo quais são as principais dificuldades que este público têm quando utilizam o transporte aéreo, os engenheiros podem pensar em soluções na construção de novas aeronaves.
“Para a realização do projeto estamos contando com a participação de todos que queiram contribuir: pessoas com necessidade de assistência especial ou seus acompanhantes, entidades e centros de atendimentos aos grupos mencionados ou ainda colaboradores do transporte aéreo”, explica o site da pesquisa.       Quem tiver interesse em responder a pesquisa pode entrar no site: http://www.cabineuniversal.dep.ufscar.br/pesquisa/.
Seria bom se os aeroportos fizessem a mesma coisa para tentar melhorar a acessibilidade para pessoa com deficiência.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Ballet de Cegos

Siga seus sonhos até onde eles forem e 

a vida lhe ensinará a viver. — com Marina Guimarães.

https://www.facebook.com/BalletdeCegos




O sonho é a satisfação de que o desejo se realize.

A alegria de fazer o bem é a única 

felicidade verdadeira.


Revista Bianchini (Sorocaba)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ser Surda - História de uma vida para muitas vidas Autor(es): Sílvia Andreis-Witkoski, Rosani Suzin Santos Editora: Juruá Editora


Descrição
Revelar a história de vida de Rosani - que certamente repete a de milhares de surdos, e que por longos anos teve amputado o direito de ser surda - tem como propósito desnudar os prejuízos da abordagem patológica da surdez, que subtrai o direito dos surdos de constituir uma linguagem, ainda em tenra idade, impossibilitando-os de entender e de se relacionar com o mundo, mantendo-os aprisionados, sem identidade própria, induzindo-os a imenso sofrimento.
A importância e a responsabilidade familiar, diante do filho surdo, também são discutidas neste trabalho, de modo a levar os pais a conhecer o mundo do surdo, aprender a Língua de Sinais e, por meio desta, comunicar-se fluentemente com o seu filho ou filha, gozando das imensas alegrias e dificuldades que ser pai e mãe proporciona, independentemente do fato do(a) filho(a) ser surdo(a) ou ouvinte.
A leitura do presente livro é fundamental, não apenas para professores, ouvintes e surdos, como fulcral também para os pais de crianças surdas, como um instrumento que os auxilie a perceber a importância de reconhecer seus filhos como tal, e de adentrar na riqueza singular de tê-los justamente por serem surdos, buscando o encontro das diferenças. Também se entende que a leitura será profícua para os próprios surdos, como uma forma de reconhecer-se e ter orgulho da própria historicidade: marcada por luta e resiliência. Para o leitor que nunca teve contato com estes indivíduos, ou apenas teve um convívio superficial, certamente este livro vai se constituir em uma fonte reveladora, para que conheça outro parâmetro de existência para além de seu próprio universo ouvinte.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

As altas habilidades dos humanos


Pesquisadores trabalham as potencialidades das futuras gerações
Há crianças com habilidades para se tornarem gêniosHá crianças com habilidades para se tornarem gêniosHá quem defenda que o Brasil desperdiça entre 10 e 20% de todo o talento e potencialidades que se manifestam logo na infância, nos primeiros anos da escola. Meninos e meninas, boa parte de famílias carentes, que não têm a chance nem lugar para desenvolverem suas habilidades e se tornarem grandes “gênios”. Mas, nem tudo está perdido e a equipe do TV é Ciência descobriu um grupo de pesquisadores e educadores que vêm trabalhando as altas habilidades e potencialidades das futuras gerações.



 
TV É Ciência é uma parceria da TVE do Espírito Santo com a Secretaria Estadual de Ciência,Tecnologia e Inovação do Espírito Santo (Sectti).

domingo, 19 de maio de 2013

Diagnosticado com autismo aos 2 anos de idade, jovem pode ter QI maior que o de Albert Einstein Leia mais em: http://www.techmestre.com/diagnosticado-com-autismo-aos-2-anos-de-idade-jovem-pode-ter-qi-maior-que-o-de-albert-einstein.html#ixzz2TnJtCC4I


Adolescente que tem hoje 14 anos faz mestrado e pretende conseguir PhD em física quântica.


O jovem gênio Jacob Barnett, de 14 anos de idade, está chamando a atenção por conta de sua inteligência. O estudante, que faz mestrado e pretende conseguir um PhD em física quântica, foi diagnosticado com autismo quando tinha apenas dois anos de idades.

Os médicos diziam que Barnett jamais conseguiria amarrar os cadarços de seus tênis sozinho, alertando ainda que ele teria grandes dificuldades para falar ou ler. Mas tudo não passou de um grande engano.

O adolescente atualmente é cotado para um dia ganhar o prêmio Nobel, mesmo porque ele possui QI de 170 pontos. Mas sua trajetória já é surpreendente faz tempo. Com apenas 10 anos de idade o jovem se matriculou em uma universidade, chamando a atenção de todos os professores.

Em 2011 ele foi comparado a Albert Einstein, e algumas pessoas chegaram a dizer que o adolescente poderia até mesmo refutar a Teoria da Relatividade. Mas o garoto também é fonte de inspiração. A mãe de Jacob, Kristine Barnett, lançou no mês passado o livro “The Spark: A Mother's Story of Nurturing Genius”, onde fala sobre a experiência de ter um filho com autismo na família. Vamos esperar para sabermos o que este gênio pode trazer de grandioso para a humanidade.

Jacob Barnett futuro albert einstein
Fonte: BBC


Leia mais em: http://www.techmestre.com/diagnosticado-com-autismo-aos-2-anos-de-idade-jovem-pode-ter-qi-maior-que-o-de-albert-einstein.html#ixzz2TnKFkvR4

sábado, 18 de maio de 2013

“De uma hora pra outra, me vi impossibilitada de fazer uma das coisas que as mulheres mais amam: comprar sapatos!”



Eu sempre vivi minha vida com intensidade. Encarei todos os dias que me foram dados como um novo presente dado por Deus. E este Deus, que me cuida, ampara e protege, me fez uma surpresa que, hoje, após tantas inquietudes, aprendi a ser grata: levou metade das minhas duas pernas em um acidente automobilístico. Não vi nada do que aconteceu, passaram-se dias e mais dias do coma e, quando acordei, a ficha não caiu, não tendo ideia da dimensão do que havia acontecido comigo.
Fui apercebendo-me aos poucos, das minhas condições, de algumas limitações e por diversas vezes pensei nos motivos de tudo isso acontecer justamente comigo. Muitas vezes, mesmo com meu coração apertado diante de minha nova vida, não me entristeci por completo a ponto de perder o gosto pela vida. Hoje posso ver ao meu redor o maravilhoso milagre do amor, de minha família, amigos, que sempre estiveram ao meu lado.
Emociono-me, também, pois conheci gente que jamais imaginei conhecer, que lutou e colocou-me em suas orações, torcendo e pedindo por minha vida. Esse é o verdadeiro amor, feito de atitudes e palavras de bem querer, afeto, dedicação diária. Todas essas pessoas me deram uma nova vida. Agora que estou numa cadeira de rodas, quando se faz necessário, carregam-me no colo.
Pensando em tudo o que me aconteceu, notei que, até então, eu não havia percebido o quanto nós, cadeirantes, precisamos ser carregados, literalmente, tamanha a falta de condições e de atenção que a sociedade nos dá. Sofremos muito com a falta de acessibilidade. Precisamos ser vistos como pessoas normais, porque somos. Percebemos os olhares diferenciados, como se nós não fôssemos consumidores, como se não tivéssemos vontades, desejos, projetos e futuro. É doloroso ser encarado como alguém que não atua na vida apenas por se locomover em uma cadeira de rodas.



Queda na entrada da loja
Outro dia, pela falta de acesso em uma loja, levei um tombo. A atendente, que devia ter sido prestativa, teve o desplante de dizer-me de forma irônica que, até então, nunca havia recebido um cadeirante na loja. Como se minha presença fosse algo extraordinário e desagradável. Naquele dia, se eu tivesse minhas pernas, sairia correndo, de revolta, vergonha, medo. Tamanha falta de sensibilidade e despreparo em lidar com pessoas como nós, com alguma deficiência. É bastante constrangedor entrar numa loja e não conseguir ter acesso a um provador.
Mas continuo, dia após dia, planejando o que vestir. Tem dias que nem sempre sou muito vaidosa, vestindo-me de acordo com meu humor, mas sempre amei jeans colado, salto alto e de uma hora pra outra me vi impossibilitada de fazer uma das coisas que as mulheres mais amam: comprar sapatos!
Hoje, já preciso pensar no que vestir, e quero fazê-lo bem, como sempre fiz. Antes era feito de forma automática e agora é preciso mais atenção. As peças não podem ter apliques ou pregas atrás, têm que ser de algodão, lycra, suficientemente confortáveis para não causar incômodo, optando por um número maior do meu manequim, para facilitar o vestir e despir. Nem sempre é possível provar a peça antes, pelo fato de a cadeira, normalmente, não entrar no provador. Mas tudo é uma questão de adaptabilidade com minha nova condição.
Posso estar sem as pernas, mas continuo sendo mulher, com minhas vaidades, planos, esperanças e sonhos. A essência da minha vida não mudou, pois minha família e amigos me tratam da mesma forma, assim como meus talentos, aptidões profissionais e habilidades não desapareceram por mágica após o acidente. No entanto, minha condição de vida hoje é diferente. É simples, por mais que pareça complicado. Procuro e procurarei viver o melhor que posso com aquilo tenho, como sempre vivi. E, dessa vez, mais motivada, pois estou descobrindo em mim, a cada dia que passa, a capacidade de realizar tarefas que antes eu não sabia ser capaz ou até que não dava o valor necessário.
Não sou a única nessa situação. Existem várias pessoas que andam de cadeiras de rodas. Algumas nasceram assim e outras, como eu, tiveram que se adaptar a essa nova situação. Que minhas palavras possam mudar a visão em relação a nós, cadeirantes. Deixei de andar com as pernas, mas não de viver, tampouco de caminhar a estrada da vida, galgando degraus, vencendo obstáculos, dando outros tipos de passos, aqueles que formam minha jornada e escrevem minha história. Eu amo minha vida!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Campanha de conscientização popular alerta sobre cegueira sem cura por glaucoma

Mara Gabrilli 

Dupla de personagens “Olho e Colírio” interagem com a população da cidade de 20 a 24 de maio para alertar sobre cegueira sem cura pelo glaucoma; sala sensorial no vão livre do Masp tem objetivo de fazer população conhecer as limitações das pessoas que perderam a visão
Você sabia que 1/3 dos brasileiros com mais de 16 anos de idade nunca foi ao oftalmologista? Preocupada com esse dado e suas consequências, a Sociedade Brasileira de Glaucoma promoverá várias atividades na cidade de São Paulo na Semana Nacional de Combate à Cegueira pelo Glaucoma(20 a 24 de maio). Uma dupla de atores caracterizados como “Olho e Colírio” percorrerá os principais pontos da metrópole fazendo esquetes divertidas e esclarecedoras para alertar as pessoas para a principal causa de cegueira sem cura do mundo. No dia 23, a dupla vai parar a principal avenida da cidade, a Paulista. 
Entre 9h e 16h, quem passar pelo vão livre do MASP será convidado pela dupla de personagens “Olho e Colírio” a entrar em uma sala sensorial totalmente escura e a descobrir quais são alguns objetos expostos por meio do tato já que estará com os olhos vendados. Voluntários deficientes visuais  da Fundação Dorina Nowill guiarão as pessoas nessa descoberta. Após, poderá tirar e levar para casa fotos com os personagens da campanha cujo slogan desse ano é “VEJA TODOS OS DIAS”. Todas as cenas clicadas na data serão expostas em um mural especial no site da iniciativa: www.cuidadocomoglacoma.com.br. “Lutar contra o glaucoma é um grande desafio. A doença não tem cura, mas pode ser tratada e evitar a perda da visão desde que seja descoberta o quanto antes.”, afirma Dr. Vital Paulino Costa, presidente da SBG e Chefe do Setor de Glaucoma da Unicamp.
Segundo o oftalmologista, a preocupação da sociedade médica aumentou ainda mais a partir dos resultados de uma pesquisa IBOPE encomendada por ela. Os dados apontaram que a maioria dos brasileiros nunca foi ao oftalmologista e, como consequência, há um grande desconhecimento sobre o glaucoma. “Essa é uma doença silenciosa e não apresenta sintomas. Os pacientes só percebem que estão com problemas na visão quando ela já está em estágio avançado”.
As ações contam com o apoio da Associação Brasileira dos Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma (Abrag) e fazem parte da campanha nacional de conscientização popular “Cuidado com o Glaucoma”, iniciativa da entidade. Com apoio do Ministério da Saúde, a Campanha visa alertar as pessoas para o diagnóstico e tratamento precoce da doença que se não tratada corretamente, evolui para perda total da visão de forma gradativa.
O glaucoma atinge hoje 2% dos brasileiros acima dos 40 anos (cerca de 1 milhão de pessoas), chegando a triplicar após os 70 anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a cada ano são registrados 2,4 milhões de novos casos no mundo. O mais preocupante é que a maioria dos indivíduos não apresentam sintomas e nem sabe que tem a doença. Por isso, além da performance e da interação com as pessoas, a dupla “Olho e Colírio” distribuirá cartilhas educativas e simulará a importância do colírio para a visão no tratamento da doença.
SERVIÇO:
Semana de Combate à Cegueira por Glaucoma
Campanha de Conscientização Popular “Cuidado com o Glaucoma”
Interação Dupla Olho e Colírio na Avenida Paulista
De 20 a 23 de maio: vários locais ao longo da avenida
Sala Sensorial no Vão Livre do MASP
Dia 23 de maio, quinta-feira
Horário: das 9h às 16h
Local: vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo)
Av. Paulista, 1578 - Bela Vista  São Paulo
Sobre o glaucoma
O glaucoma atinge mais de 1 milhão de brasileiros e mais de 60 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). É uma doença ocular hereditária e progressiva causada pelo aumento da pressão intraocular e que causa lesão no nervo óptico. Silencioso, costuma apresentar sintomas quando já está em estágio avançado ou quando ocorre perda do campo visual. Em 80% dos casos, se não tratada, a doença evolui para perda total da visão de forma gradativa.
Alguns grupos de pacientes merecem atenção especial devido a maior predisposição: o risco de glaucoma aumenta com a idade e é mais frequente em pessoas acima dos 40 anos. Parentes de pacientes com glaucoma também apresentam maior risco. Indivíduos de etnia negra ou afrodescendentes estão na zona de alerta, pois a incidência da doença é quatro vezes maior do que em relação aos demais. Além destes, pacientes míopes que utilizam lentes acima de seis graus, diabéticos, que já tiveram doenças intraoculares ou trauma ocular também fazem parte do grupo de risco.
Sobre a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG)
A Sociedade Brasileira de Glaucoma foi fundada em 1981 pela iniciativa de um grupo de oftalmologistas que, durante uma conversa informal, decidiu organizar uma entidade que tivesse como objetivo principal difundir informações atualizadas a respeito da doença. É formada por médicos oftalmologistas especialistas em glaucoma e se reúne periodicamente para discutir o glaucoma na população brasileira. Além disso, promove reuniões científicas com o intuito de promover a educação continuada dos oftalmologistas do país a respeito do glaucoma.
Mais informações: http://www.sbglaucoma.com.br 
Sobre ABRAG
A Associação Brasileira dos Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma foi criada no primeiro semestre de 2000. Ela nasceu a partir da conscientização de médicos especialistas e familiares de pacientes sobre a necessidade de oferecer apoio, educação e informação para familiares e portadores do glaucoma.
A ABRAG conta com o suporte de escolas superiores de Medicina, do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, da Sociedade Brasileira de Glaucoma e de médicos especialistas. A entidade visa também a conscientização dos grupos de risco e a troca de experiências entre as pessoas envolvidas.
Mais informações: www.abrag.org.br

Caminhada Viva o Centro a Pé, em Porto Alegre, será dirigida também a pessoas com deficiência


O roteiro será pelo centro baixo e terá início às 10h, com saída do totem do Caminho dos Antiquários, na rua Demétrio Ribeiro, em frente à Praça Daltro Filho. Após subir a rua Marechal Floriano, o passeio seguirá pela avenida Borges de Medeiros (por baixo do Viaduto Otávio Rocha) e rua da Praia até a Praça da Alfândega.

Diversos símbolos que representam pessoas com deficiência
As caminhadas promovidas pelo programa Viva o Centro a Pé, de Porto Alegre (RS)Site externo., são orientadas por professores universitários, estudiosos em história, arquitetura e artes que narram a história de edificações e espaços públicos do Centro da cidade. São oferecidas duas vezes por mês, sempre aos sábados, com ponto de saída junto ao totem do Caminho dos Antiquários, na Praça Daltro Filho. A iniciativa busca sensibilizar moradores e turistas quanto aos espaços de importância histórica e cultural do município.
A caminhada orientada Viva o Centro a Pé do próximo sábado, 18, será dirigida também a pessoas com deficiência visual e auditiva, já que contará com a participação de profissionais de mediação em Libras e especialista em audiodescrição.
O roteiro será pelo centro baixo e terá início às 10h, com saída do totem do Caminho dos Antiquários, na rua Demétrio Ribeiro, em frente à Praça Daltro Filho. Após subir a rua Marechal Floriano, o passeio seguirá pela avenida Borges de Medeiros (por baixo do Viaduto Otávio Rocha) e rua da Praia até a Praça da Alfândega.
A caminhada será orientada pelo professor de história da UfrgsSite externo., Renato Holmer Fiore, além da interpretação em Libras de Simone Dornelles, audiodescrição de César Fraga. A duração é de aproximadamente duas horas. Em caso de chuva, o evento será cancelado.
No sábado acessível, pessoas com deficiência visual necessitam de voluntários para conduzi-las na caminhada. Solicitamos às pessoas que se disponibilizarem a atuar como guias que se apresentem à organização do evento 20 minutos antes da caminhada.
Os interessados devem solicitar inscrição pelo e-mail vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. Para participar é necessário doar alimentos não perecíveis. Outra opção é a doação de ração para cães e gatos, que será destinada aos animais, por meio da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda). Existem caixas para o recolhimento no ponto de saída das caminhadas.
A realização é da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) - Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo - e do Programa Viva o Centro, com apoio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).

Fonte: http://www.blogdaaudiodescricao.com.brSite externo.

Lei garante início de tratamento de câncer em 60 dias



São Paulo - A partir da quinta-feira (23) pacientes com diagnóstico de câncer deverão ter assegurado o início do tratamento em até sessenta dias. O direito está previsto em lei editada ano passado e que entra em vigor na próxima semana.
O tempo começa a ser contado a partir do registro do prontuário do paciente. Caso o prazo não seja respeitado, pacientes devem procurar secretarias de saúde de suas cidades. De acordo com a norma, início do tratamento pode ser quimioterapia ou radioterapia ou cirurgia.
Serviços que não atenderem o prazo estarão sujeitos a punições administrativas. As exceções para a regra são casos em que o tratamento não é indicado, câncer de pele que não seja melanoma e câncer de tireoide sem fatores clínicos. De acordo com o Ministério da Saúde, no entanto, não será preciso muito esforço adequação à regra. Levantamento feito pela pasta com registros dos últimos cinco anos mostra que 78% dos casos de câncer em estágio inicial iniciam o tratamento neste prazo.
Entre pacientes que tiveram diagnóstico da doença em estágio avançado, 79% tiveram início também antes dos 60 dias. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que números mais confiáveis sobre a espera para o início do tratamento serão obtidos a partir dos próximos meses, quando entrar em funcionamento um Sistema de Informação de Câncer, um software oferecido pela pasta gratuitamente para secretarias, a partir desta semana. De acordo com Padilha, até agosto todos os registros de novos casos da doença terão de ser feitos por esse sistema.
O ministro anunciou nesta quinta-feira, 16, a edição de uma portaria para regulamentar a dedução fiscal de empresas que contribuam com doações para medidas de combate ao câncer e reabilitação de pessoas com deficiências. A partir de amanhã, com a publicação da regra, entidades sem fins lucrativos poderão se credenciar no Ministério da Saúde. Depois do credenciamento, elas devem apresentar projetos candidatos à doação. "Eles serão tanto na área de assistência, quanto de pesquisa ou para aquisição de insumos", disse o ministro.
Aprovado, empresas poderão sair em busca de parceiros. Empresas e pessoas físicas que fizerem doações poderão abater do seu imposto de renda as contribuições.
Dados do Instituto Nacional do Câncer indicam que este ano deverão ser registrados 518 mil novos casos da doença no País. Não há levantamento no ministério sobre quantos pacientes têm o diagnóstico da doença já em estágio avançado. O câncer é responsável por cerca de 15% das mortes do País.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Fifa autoriza jogador austríaco a jogar profissionalmente com prótese


Martin Hofbauer, jogador da segunda divisão da Áustria, perdeu a perna direita com um câncer

Por Redação PLACAR 13/05/2013, às 17h10
Martin Hofbauer será primeiro jogador de futebol profissional a jogar com uma prótese
Maauer será primeiro jogador de futebol profissional a jogar com uma prótese / Crédito: 
Reprodução

Martin Hofbauer tem 20 anos, joga pelo UFC Miesenbach, da segunda divisão da Áustria, e teve a perna direita amputada devido a um câncer. No entanto, ele não desistiu de seu sonho e tornou-se o primeiro jogador a disputar partidas oficiais com uma prótese.
A Fifa tomou uma decisão inédita, autorizou o pedido da Federação Austríaca de Futebol e disse que sua comissão médica permitiu que o atleta atuasse profissionalmente.
"Sempre acredita nisto porque eu não conheço a dúvida, sempre penso de forma positiva", disse Hofbauer ao jornal Graz Kleine Zeitung. "Estou feliz por abrir uma brecha em favor de todos os jogadores de futebol deficientes".

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Acessibilidade Como criar uma página da web acessível a pessoas com deficiência

http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/acessibilidade/1

Acessibilidade é palavra que aponta para a qualidade, a prática e a extensão do acesso. Em geral, aparece no contexto de conceitos, técnicos ou práticos, associados a pessoas com deficiência.
Tanto melhor será a acessibilidade quanto mais pessoas atingir, seja no mundo físico e palpável, seja no mundo virtual. Para pessoas com deficiência, a par da quebra de barreiras físicas, com planejamento, arquitetura e equipamentos adequados, há todo um trabalho para romper obstáculos virtuais, tornando a informática acessível.
Nesse campo, há ferramentas que promovem o acesso e possibilitam o usufruto da tecnologia por pessoas com deficiência. São leitores de tela para deficientes visuais, teclados virtuais para quem tem deficiência motora ou dificuldades de coordenação e sintetizadores de voz para pessoas com deficiência auditiva e consequentes problemas de fala.
São situações que devem ser levadas em conta na montagem de páginas para a web. Há recomendações para nortear condutas adequadas a esse respeito, no W3C (Consórcio para a web) e na WAI (Iniciativa para a acessibilidade na rede). Apontam desde o tipo de fonte a ser usado, seu tamanho e cor, até recomendações relativas ao código (HTML – Hypertext Markup Language, referente à estrutura - e CSS – Cascading Style Sheets - para o layout, a “cara” da página na web).
Ao montar uma página na internet, leve em conta a acessibilidade. Procure responder a estas demandas, para incluir o maior número de pessoas:
1.    Incapacidade para ver, ouvir ou deslocar-se e dificuldade para interpretar certos tipos de informação;
2.    Dificuldade visual para ler ou compreender textos;
3.    Incapacidade para usar o teclado ou o mouse;
4.    Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou ligação muito lenta à internet;
5.    Dificuldade para falar ou compreender a língua em que o documento foi produzido;
6.    Desatualização – navegador com versão muito antiga ou diferente dos habituais.
Ao ser projetada de modo a preencher as necessidades de vários grupos de incapacidade ou deficiência, a página da web potencializará a acessibilidade. Será exemplo de elemento inclusivo e com responsabilidade social.

terça-feira, 14 de maio de 2013

A vez dos deficientes na sociedade




"Esse mundo também é meu!", agora podem dizer diversos deficientes físicos, auditivos e visuais, que lutam para possuírem maior autonomia e também maior auto-estima. Graças a diversos programas de computadores, que auxiliam e os deficientes nas dificuldades do dia a dia, eles podem ter lugar no meio dessa sociedade tão caótica.

Desde 2005, inúmeros softwares foram desenvolvidos para melhorar a inclusão desses cidadãos em empresas, e assim, conquistando seu espaço e sua independência.



Tecnologia Assistiva: deficiente físico é incluído
no mercado de trabalho com ajuda de novos softwares.
Softwares de leituras para navegar à internet, mouses virtuais que funcionam com movimentos do rosto e da boca, leituras de tela, para pessoas com deficiência visual terem acesso às suas contas de banco, sem falar de caixas eletrônicas que foram adaptadas com identificador de voz e pela palma da mão, entre diversos outros recursos


Muitos outros recursos estão sendo aprimorados e maiores pesquisas estão sendo desenvolvidas. Em breve, muitos outros estarão disponíveis no mercado para dar suporte no ambiente de trabalho e na vida cotidiana de diversos deficientes no mundo.










Turma: P321 
Alex Gaspareto de Araújo - 61311351
Bruna Cristina Costa de Assis - 61221910
Daniella Patrícia de Lima Reis - 61220365
Flávia Amaral da Silva - 61220711
Pâmella Silva Neves de Souza - 61220354
Percília Gomes do Couto - 61220675


Lançada a 3ª Edição da Revista DI

A  terceira edição da Revista DI – Revista da Deficiência Intelectual traz como destaque os temas relacionados ao ensino de pessoas com Deficiência Intelectual  no  formato de  artigos  científicos.
Em um  formato de publicação especial, a terceira edição da  Revista DI apresenta os resultados da parceria do Instituto APAE DE SÃO PAULO com o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE) da Universidade Federal de São Carlos.
Os interessados em adquirir um exemplar devem escrever para instituto@apaesp.org.br.

​​Clique na imagem abaixo e conheça a 3.ª edição da revista DI do Instituto APAE DE SÃO PAULO:

UFRJ cria programas para que cegos e tetraplégicos usem o computador




Jornal Inclusão Brasil
Página de comunidade sobre Inclusão de Pessoas com Deficiência



Desde 1993, um grupo do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ se dedica a desenvolver programas voltados para pessoas com deficiências físicas. O projeto completa 20 anos e rendeu a criação de vários softwares, dentre eles o Dosvox, voltado para pessoas cegas, e o Motrix, para usuários com deficiências motoras graves. Todos são gratuitos e compatíveis com Windows

O Dosvox já é um programa conhecido e seus usuários realizam, inclusive, encontros anuais. O software tem cada vez mais aplicativos, com funções como agenda, calculadora, editor e leitor de textos, formatador para Braille, jogos, programas multimídia, utilitários de internet e outros. As aplicações são acessadas por meio de teclas específicas do teclado. O Dosvox, então, faz perguntas e confirma as ações tomadas por quem o utiliza.

A aluna de comunicação da UERJ Daniela Tavares é usuária do programa e trabalha com comunicação nos projetos de acessibilidade da UFRJ. Com um tipo de degeneração na retina, a estudante usa o aplicativo principalmente para ler textos da faculdade e anotar telefones e compromissos na agenda. “O editor de texto, similar ao Word, também ajuda”, explica.

Já o Motrix começou a ser desenvolvido em 2002, para permitir que pessoas com deficiências motoras graves tivessem acesso a computadores. “Lenira, uma médica tetraplégica há muitos anos, nos procurou com a ideia de criar uma forma de acionar o computador com a voz”, conta o professor José Antônio Borges, coordenador do projeto do NCE/UFRJ.

O programa cumpre exatamente esta função. Ao pronunciar determinados comandos em inglês em um microfone, a pessoa é capaz de exercer funções simples no aparelho, como mexer o cursor do mouse e acionar aplicações do Windows. O usuário consegue ainda soletrar para o computador, mas o processo é lento, de letra por letra.

Por mais que já existam muitas alternativas de reconhecimento de voz no mercado, Borges afirma que o software ainda não conseguiu se tornar mais completo porque essas tecnologias são caras. “Nosso programa tem que ser gratuito para ser acessível a todos e, por isso, acaba sendo mais precário”, explicou.

Dicas de Convivência: Campanha Contra o Preconceito, produzido pelo Instituto Mara Gabrilli

Se você enxerga, ouve, não tem restrição de mobilidade, tem a cognição preservada, e, principalmente, não tem contato próximo com pessoas com deficiência, assista este vídeo e desfaça os seus mitos.

O Instituto Mara Gabrilli (IMG) é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e executa projetos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência. Fundado em 1997, por Mara Gabrilli, atua no apoio a pesquisas cientificas para cura de paralisias, apoio a atletas do esporte paraolimpico, na orientação para desenvolvimento social de pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social. Além disso, o IMG colabora com o apoio a diversos eventos e projetos de inclusão com o intuito de gerar um impacto na sociedade, tornando-a mais justa e acessível para todos.