segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Juliana Oliveira entrevista Daniel Gonçalves

Programa Especial

Conheça o primeiro tetraplégico a saltar de paraquedas!!!

Um salto de paraquedas muito diferente. Luiz Sabiá levou o tetraplégico Fábio Fernandes para voar pelos céus de Cabo Frio. Pela primeira vez na história um cadeirante faz este tipo de salto. Para isso acontecer houve toda uma preparação, principalmente em relação as pernas. Fábio teve que fazer muita musculação.
A altura do salto era de 4500 metros. A adrenalina foi muito grande e a preocupação redobrada para nada dar errado. Enquanto assistia a matéria, Fábio emocionado dizia que os profissionais que ali estavam eram maravilhosos.
Durante a reportagem um depoimento bastante emocionante. O ex-baterista da banda O Rappa Marcelo Yuka falou sobre a superação deste problema. Ele sofreu um assalto, foi baleado e ficou paraplégico.
Depois de 45 segundos no ar Fábio chega à água e é recebido pela equipe de terra. “O cara me pegou ali na água me deu um abraço, muito feliz.”
No fim o agradecimento para todos que participaram deste projeto. “Obrigado gente por realizar esse sonho, muito obrigado mesmo”.
E para quem está em casa fica o recado dele. “Nossa vida serve de instrumento para abrilhantar e ajudar outras pessoas. Não existe limite para o ser humano e se existe, nós podemos quebr


Fontes: Globo

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Trailer de O SOM DO CORAÇÃO - Nos Cinemas

A música incluindo na exclusão da vida !

Este filme mostra-nos de como a música está, realmente, em todo o lado. Lyla Novaceck é uma excelente violoncelista e Louis é vocalista de uma banda de Rock. Aqui, a música clássica e o rock do clube irlandês barulhento atraem-se, juntam-se e combinam.

Lyla e Louis apaixonam-se e têm um filho, mas devido ao pai de Lyla (uma figura extremamente rígida e autoritário, apenas preocupado na carreira da filha) esta família nunca chega a unir-se: Após uma discussão com o pai, Lyla é atropelada ficando internada no hospital, e desde então, convencida pelo seu pai que o seu filho tinha morrido.

Na verdade, Evan tinha sido dado para a adopção, onde sempre o tentaram convencer de que não tinha pais e que nunca os ia conhecer. No entanto, Evan ouve-os. A música encontra Evan e este segue-a. É, de fato um meio de contacto entre ele e os pais.
Muitos reconhecem que este rapaz tem um dom e uma relação muito invulgar com a música e, assim, uns aproveitam-no como fonte de rendimento, como é o caso de wizard, e outros ensinam-no, permitindo-o chegar/comunicar com a música através dos verdadeiros instrumentos musicais, como é o caso de um Reverendo que o entrega à escola Juilliard (uma das melhores escolas de artes do mundo).

Evan, cresce com a música e conquista os seus sonhos através dela.

Um filme com uma história de vida extraordinária. A música como nunca a viste ...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Simon Birch

"Pequeno Milagre"


Filme conta a história de um garoto que acredita piamente que Deus lhe incumbiu de uma missão, que fará dele um grande herói.
Por Carlos Gutemberg


O filme “Pequeno milagre” conta a história de um garoto, Simon Birch, que aos 12 anos tenta descobrir o porquê de ele ter vindo ao mundo. Ele foi o menor bebê a nascer em sua cidade e, devido a alguns problemas de crescimento, não conseguiu se desenvolver fisicamente, como os outros garotos de sua idade. Por essa razão, é visto como uma aberração por algumas pessoas, incluindo seus próprios pais.
Apesar das adversidades, Simon acredita piamente que Deus lhe incumbiu de uma missão, que fará dele um grande herói. Ele divide suas fantasias e altas aspirações com o seu melhor amigo, Joe, filho de uma simpática mãe solteira que guarda consigo a verdadeira identidade do pai do garoto.
Juntos, os dois amigos vivem aventuras e também dividem suas frustrações e tristezas. Entre altos e baixos da vida, a amizade deles vai amadurecendo, transformando-se em uma forte ligação, que inspira e eleva a todos que estão em volta.
Enquanto espera que Deus o transforme na figura heróica e grandiosa que almeja ser, Simon procura discutir aspectos da fé com uma intransigente professora e com o pastor de sua igreja.
Contudo, uma situação trágica acaba mudando para sempre o destino do garoto e do seu amigo Joe. Esse fato, no entanto, o ajuda a descobrir o desígnio divino para o qual foi criado.
Disponível em DVD, o filme conta com uma participação especial do ator Jim Carrey, famoso por interpretar diversas comédias.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CUIDADOS COM BLOG E FOTOLOGS

Fonte: Site Infowester.

Manter um blog é uma forma bacana de se expressar na internet, mas também é um meio onde você pode falar demais sobre si. Por isso, nos blogs evite:

- Deixar claro os lugares que você visita com freqüência;
- Deixar clara sua situação financeira;
- Informar o local onde você mora ou estuda;
- Informar a empresa em que você trabalha, seu cargo ou setor;
- Informar número de telefone.

No Brasil, também é muito popular o uso de fotologs, serviços onde o internauta divulga fotos e recebe comentários relacionados. Nesse tipo de site, evite:
- Tirar fotos que mostrem a entrada de sua casa ou que exiba qualquer característica que permita identificá-la;
- Tirar fotos de carros que pertençam a você ou à sua família. Se inevitável, evite mostrar a placa do veículo;
- Tirar fotos de parentes, principalmente pai ou mãe quando estes ocupam cargos profissionais importantes;
- Tirar fotos excessivamente eróticas, para evitar que elas parem em sites do tipo;
- Tirar fotos que permitam identificar onde fica o local em que você estuda ou trabalha.
Poderá também gostar de:


Fraude Book de Fotos


Fraude Fotos Íntimas Amadoras


Redes sociais: 12 dicas para garantir sua segurança digital


LinkWithin
Quer ver mais acesse http://infoaux-security.blogspot.com/2009/01/cuidados-com-blogs-e-fotologs.html

Apae de Paranavaí precisa de ajuda para manter projeto social

A Apae de Paranavaí mantém um projeto que ajuda no desenvolvimento de crianças com necessidades especiais. É a equoterapia. Mas, para continuar com esse trabalho, a Apae precisa da ajuda da população. O telefone para contato é: (44) 3423-1682.

Clique Aqui para ver o video!!

Fontes: RPC/GLOBO

ÉTICA NA INTERNET

Leia os Dez Mandamentos da Ética na Internet

Não use o computador para prejudicar as pessoas.
Não interfira no trabalho de outras pessoas.
Não altere arquivos alheios.
Não use o computador para roubar.
Não use o computador para obter falsos testemunhos.
Não use nem copie softwares pelos quais você não pagou.
Não use os recursos de computadores alheios sem pedir permissão.
Não se aproprie de idéias que não são suas.
Pense nas conseqüências sociais causadas pelo que você escreve.

Use o computador de modo que demonstre consideração e respeito. E concluindo nosso papo, acredito que poderíamos refletir de novo.

Afinal, o que é ética?ÉTICA. é algo que todos precisam ter.Alguns dizem que têm.Poucos levam a sério.Mas temos que nos conscientizar de que ela é essencial para nossa sobrevivência social.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Como trabalhar com blogs na Educação?

Trabalhando com blogs na educação

Os blogs começaram como um diário online e, hoje, são ferramentas indispensáveis como fonte de informação e entretenimento. O que era visto com certa desconfiança pelos meios de comunicação virou até referência para sugestões de reportagem.
A linguagem utilizada pelos blogueiros foge da rigidez da praticada nos meios de comunicação deixa o leitor mais próximo do assunto, além da possibilidade do diálogo entre comunicador e audiência. Grande portais de notícias veiculam com frequência informações de blog e dão crédito ao jornalista. Muitos sites oferecem gratuitamente serviço de hospedagem de blog com ferramentas que ajudam na configuração da página na web. No Brasil, o blogspot é um dos serviços mais utilizados, porém, há muitos outros.
Mas é necessário afirmar que trabalhar com blogs na educação não é algo mais inovador, já que, muitos profissionais do ensino de diversas áreas, estão utilizando a ferramenta para realizar atividades, porém, não deixa de ser, ainda, uma novidade para muitos e uma descrição da metodologia utilizada e seus problemas pode ser lida aqui.

fonte:http://www.educacaoeciberespaco.net/blog/?p=2188

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Blog da escola: por que vale a pena ter um??

Ferramenta do mundo virtual, o blog é um recurso simples de criar e eficaz para compartilhar as ações pedagógicas


POR: Cinthia Rodrigues
FONTES: Nova Escola

Blog, posts, comentários, links... Para quem não é familiarizado com o assunto, esses termos podem soar estranhos. É verdade que eles se tornaram populares há menos de dez anos, mas basta fazer uma pesquisa rápida na internet - digite em sites de busca as palavras "blog" e "escola" - para constatar que a lista de resultados é enorme.

Essa ferramenta do mundo virtual pode ser muito útil para a equipe gestora divulgar o projeto político-pedagógico, ampliar a discussão de conteúdos trabalhados em sala de aula e valorizar, para a comunidade, a produção dos alunos. Além do mais, ela permite interagir com outras instituições (veja nas últimas páginas exemplos de blogs de escolas, com a descrição dos principais recursos usados para compor a página e como eles são utilizados).

Atividade de sala de aula recebe comentários na internet

"Reunir a equipe gestora e os professores para pensar em como aproveitar esse recurso, tanto no ensino das disciplinas como na divulgação dos projetos institucionais, pode ser o pontapé inicial para envolver todos com o universo online", diz Maria Izabel Leão, pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP) e assessora do programa Nas Ondas do Rádio, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Na EM Maria Josefina Azteca, localizada em Embu, na região metropolitana de São Paulo, um projeto sobre valores e ética começou na sala de aula e ganhou popularidade quando foi publicado no blog da escola. Após lerem com a professora um texto sobre covardia, os alunos do 3º ano C destacaram os principais aspectos discutidos: "Não podemos abandonar os amigos", "Respeitar as mulheres", "Devemos ajudar um ao outro". Em seguida, postaram essas conclusões no blog, juntamente com um cartaz com figuras que, para a turma, representam a covardia. O post foi finalizado perguntando ao leitor qual sua opinião sobre o tema.

O assunto repercutiu bem: recebeu mais de 260 comentários de alunos e professores da escola, em apenas dois meses - redigidos no laboratório de informática ou enviados de casa. "O melhor é que, enquanto fazem o que gostam, as crianças aprendem um conteúdo novo e praticam a escrita", afirma Ana Paula Vasques Espangiari, coordenadora pedagógica da EM Maria Josefina Azteca.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Pensamento:Tagore

"Adormeci e sonhei que a vida era alegria; despertei e vi que a vida era serviço; servi e vi que o serviço era alegria. "

Patch Adams - O amor é contagioso

O amor é contagioso!!!


Sinopse

Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina. Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Movimento AVAPE pelo respeito

domingo, 13 de fevereiro de 2011

1ª Marcha Nacional pela Igualdade



Blogue Tetraplégicos13 de Fevereiro de 2011 às 21:49Assunto: ConviteBoa tarde,
Faço parte da organização da 1ª Marcha Nacional pela Igualdade, que se realizará na Av. da Liberdade em Lisboa, no dia 11 de Junho, às 14h00.Gostaria muito de contar com a vossa ajuda, partecipando e divulgando.
Excluídos não podemos mais continuar. Nós estamos em todo o lugar e ninguém nos vê. Porquê? Porque se recusam a olhar. Estamos impedidos de entrar num hospital, clínica, restaurante, escola. Afastados do emprego, educação, transportes públicos, impedidos de ter uma simples cadeira de rodas, cegos de atravessar uma passadeira sem ajuda, surdos privados das notícias dos telejornais... Como não agirmos e nos unirmos?!
Vamos também mostrar a todos os outros que estão acamados, totalmente dependentes e seus familiares, que não estão sós. Vemo-nos neles.
Desejamos e precisamos muito da vossa colaboração e participação. Vamos provar que estão errados os que dizem que não somos unidos e incapazes de nos mobilizar. Vamos juntos caminhar por uma sociedade que se deve assumir responsável e inclusiva, em que sejam respeitados os direitos e proporcionadas oportunidades a todos por IGUAL!!
Site: http://www.facebook.com/l/b707c6Hjo67XGw5i8o_7O0Akg9g;www.marchapelaigualdade.org/da_marcha/ Sigam-nos no Facebook: Marcha pela Igualdade e Twitter
Obrigado

Mensagem de um Idoso

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Eta, seres difíceis!!!



Amizade, amor são sentimentos maravilhosos, mas basta conviver com qualquer ser humano por algum tempo para estragar tudo! Seja lá quem for amigo, parente, ou namorado. Há não ser, que se saiba contornar a situação. Afinal! Ninguém consegue viver totalmente só, pois, essas experiências são necessárias para o nosso crescimento em todos os aspectos da vida.

Realmente estamos aqui com o propósito de evoluirmos e assim voltarmos mais leves na bagagem da vida, procurando acertar, aquilo que erramos, e é claro o fundamental que é amar a si mesmo e ao próximo!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Terapia Ocupacional na Integração Sensorial

7Senses - 2.º Congresso Europeu Integração Sensorial

Integração Sensorial!!

INTEGRAÇÂO SENSORIAL
Teoria de Integração Sensorial descreve como o indivíduo desenvolve a capacidade de perceber, aprender e organizar sensações recebidas do seu corpo e do meio para executar atividades voluntárias e significativas. Um importante componente desta teoria é a explicação de Ayres sobre como a criança desenvolve a capacidade de organizar inputs sensoriais. (Ayres, 1972, 1979).
Ela coloca que, inicialmente, a criança recém nascida experimenta sensações mas não é capaz de dar significado a elas.Durante o caminho da criança para ampliar a percepção de seu corpo do mundo, e durante suas continuadas experiências interativas, a criança começa a dar significado às sensações que ela percebe. Enquanto a criança continua a experimentar vários graus, tipos e combinações de informação sensorial no meio, ela responde produzindo respostas adaptativas: uma resposta com objetivo e intencional que provoca com sucesso uma mudança no meio.
Cada vez que a criança responde de maneira adaptativa seu sistema nervoso armazena a percepção e o conhecimento adquirido a partir desta experiência, utilizando-o para guiar organizações futuras ou diferentes experiências sensoriais e demandas do meio. Quando a criança é capaz de enfrentar com sucesso os desafios de seu meio há um aumento na habilidade do cérebro em organizar sensações para produzir complexas respostas adaptativas. Este processo é chamado Integração Sensorial.Portanto a Integração Sensorial refere-se ao processo neural através do qual o cérebro recebe, registra e organiza o input sensorial para uso na generalização das respostas adaptativas do corpo ao meio circundante, começando durante o desenvolvimento pré-natal.Os inputs vestibular e somatosensoriais têm um papel vital na criação de modelos precisos do corpo para o controle postural necessário à orientação corporal em relação à gravidade e ao meio.
O processo de feedback sensorial produzido pelo movimento permite adaptação de ações motoras às mudanças das demandas do meio e das tarefas e facilita a aprendizagem motora, assim como componentes de aprendizagem perceptual e cognitiva.Ayres propôs que uma adequada integração sensorial não é apenas a base da aprendizagem mas também a base da aprendizagem e do desenvolvimento emocional. Ela coloca que esta emoção é uma função do sistema nervoso, e que processar e integrar sensações para produzir respostas é básico para o crescimento emocional.Portanto, integração saudável e respostas aos inputs sensoriais foram também associados ao desenvolvimento e organização da ligação entre pais e criança, desenvolvimento social, autoconceito e auto-regulação.
Guiados pelo trabalho pioneiro de A. Jean Ayres, terapeutas ocupacionais desenvolveram contribuições e estratégias de tratamento para trabalhar com disfunções da integração sensorial em crianças de idade escolar desde o início dos anos 70. No entanto, com o aumento do conhecimento dos terapeutas sobre os sinais de problemas integrativos e com as novas contribuições que foram desenvolvidas que esclarecem os componentes do processo sensorial e da organização motora, a identificação de desordens da integração sensorial em idades muito precoces tornou-se possível.
Muito foi aprendido sobre os sinais precoces de problemas nos processos sensoriais entrevistando as famílias de crianças mais velhas com desordens de integração sensorial acerca do seu desenvolvimento. Muitas dessas famílias contam que eles observavam que estes problemas estavam presentes desde o nascimento. Por exemplo, seus recém-nascidos tinham dificuldades com as demandas motoras orais e experiências corporais básicas, tais como subir numa cadeira ou descer uma escada após tê-la subido de joelhos. Além disso, a criança pode não ser capaz de formular sinais corporais apropriados ou gesticular para comunicar desejos de carinho, comida ou brinquedo favorito. Aos 2 ou 3 anos de idade a criança pode apresentar problemas de evacuação ou dificuldades em adquirir habilidades simples de cuidado diário, tais como se vestir peças de roupa, sapatos e casacos. Preensão inadequada de brinquedos ou outros objetos ou o uso contínuo e repetitivo de comportamentos imaturos de brincar podem ser observados.Em uma criança pouco ativa, o comportamento de "espectador da brincadeira" pode começar a aparecer, com a criança (que se aproxima da idade pré-escolar) evitando os jogos de manipulação de brinquedos ou jogos motores, preferindo atividades mais sedentários, tais como ver televisão ou olhar livros.
Crianças brilhantes podem esconder inadequações de planejamento motor através de jogos de faz-de-conta e ênfase na imaginação e interação social sobre jogos de manipulação de objetos e coordenação global.Um bebê ou criança pequena com disfunção integrativa-sensorial tem sintomas que se imaginam refletir uma desordem no processo neural central de input sensorial.Assim como uma desordem pode conduzir a interações desorganizadas e não adaptativas com o meio do qual o feedback sensorial e os modelos de ação interna são produzidos, também pode perpetuar o problema.
O quadro clínico, no entanto, pode variar muito de criança para criança. As diferenças podem ocorrer tanto pela severidade da desordem como pela configuração dos fatores que compõem o quadro individual de cada criança. O processo sensorial disfuncional em algumas crianças pode, em última instância, resultar em dificuldades de aprendizagem, que podem conduzir ao fracasso escolar; em outras crianças, ele pode ser refletido em frustrantes movimentos globais desajeitados ou em constante dificuldade em adquirir habilidades ocupacionais que outras crianças adquirem com facilidade.Desordens funcionais na habilidade para modular as sensações recebidas são também observadas em muitos casos nos quais a criança parece ter hipersensibilidade às experiências sensoriais simples, tais como andar na grama ou descer por um escorregador.
Do mesmo modo, a criança pode falhar em se orientar na presença de inputs sensoriais desconhecidos, tais como um golpe de ar atrás do pescoço, a presença de um novo e colorido brinquedo ou uma nova pessoa entrando na sala.
2.1 - CONCEITOS BÁSICOS Ayres enfatiza a importância dos sistemas tátil e vestibular-proprioceptivo como sistema de unificação, cuja operação eficiente promove o desenvolvimento geral de comportamentos. Duas desordens de modulação sensorial comumente mencionadas, a insegurança gravitacional e a hipersensibilidade tátil, parecem ter conseqüências emocionais.Segurança gravitacional é vital para a segurança emocional . A criança precisa desenvolver a "crença de que está firmemente conectada à terra e que ela terá sempre um lugar seguro para estar em pé" para que possa, de certa forma, mover-se no mundo (Apud. Ayres, 1979, p.76). Para este fim, a criança é levada a uma "viagem interna" para explorar e dominar a gravidade e ela internaliza esta habilidade motora. Crianças que têm insegurança gravitacional, que é definida como uma intensa ansiedade e angústia em resposta a movimento ou à mudança de posição da cabeça, experimentam uma sensação de ameaça quando são solicitadas a se mover. A criança prefere estar em contato físico com uma base segura a entrar em brincadeiras que envolvam movimento.
Outro exemplo de hipersensibilidade ao input sensorial que pode ter implicações sócio-emocionais é a "defesa tátil", que é definida como uma reação aversiva ao toque. Experiências sensoriomotoras naturais que ocorrem na vida de uma criança pequena, tais como cócegas e batidas, podem assumir significados negativos ao invés dos significados afetivos positivos que seriam esperados.Como os sistemas somatosensorial , vestibular-proprioceptivos e praxia trabalhando juntos e efetivamente, a criança aprende que é um indivíduo distinto e único, podendo começar a tomar o comando emocional de sua vida. A percepção das sensações do corpo permitem à criança se mover livre e efetivamente, sem associações afetivas negativas durante sua interação com o mundo.
2.1.1 - SISTEMA VESTIBULAR-PROPRIOCEPTIVO
As funções do sistema vestibular :- Dá consciência e apreciação da posição da cabeça no espaço guiando o inter-relacionamento com o mundo externo.
- Equilíbrio - o equilíbrio é uma função combinada dos sistemas visual, tátil, proprioceptivo e vestibular através dos tratos vestibuloespinhal e cerebelar.- Direciona o olhar através de movimentos compensatórios dos olhos em resposta à movimentação da cabeça; preserva um plano constante de visão através do controle da posição dos olhos.- Postura - existem muitas conexões entre os mecanismos vestibulares e os tratos eferentes para facilitação do tônus extensor.
- Contribui para a base neurológica do desenvolvimento da movimentação, orientação e controle e extremidade superior.
- Através de extensivas conexões com a formação reticular e sistema límbico, dá a base para o controle de alerta, atenção e regulação emocional.- Base hipotética do desenvolvimento da coordenação motora bilateral e de funções relacionadas ao planejamento motor ou praxia.- Juntamente com os receptores articulares e musculares, provê a base interna requerida para os mecanismos de "feedforward" do controle motor.
As funções da propriocepção:- Fuso muscular, receptores dos tendões, vestibular contribuem mais para propriocepção consciente.
- Propriocepção é uma função das terminações aferentes dos músculos e tendões que sentem com quanta força os músculos estão tracionando e a rapidez com que o músculo esta sendo estirado
- propriocepção responde mais à movimentação ativa.
- Esta informação é usada para regular atividade motora em andamento e guiar a execução de outras tarefas motoras no futuro
- Modelos neuranais -
memória motora
- esquema corporal.
- Receptores são essenciais para a noção de posição dos membros, essencial no controle da movimentação fina.
- Propriocepção faz a conexão entre o impulso límbico e a execução motora.
2.1.2 - SISTEMA SOMATOSENSORIAL
A percepção somatosensorial envolve tanto exterocepção quanto a propriocepção.Exterocepção envolve sensação de tato, pressão, dor e temperatura através dos receptores da pele.Propriocepção
- sensação de posição e movimento via receptores dos músculos, tendões e articulações.Contribuição para o controle motor:
- Todas as ações motoras, tanto automáticas quanto voluntárias, dependem de processamento somatosensorial adequado.
- Tônus muscular adequado e coordenação motora dependem de estímulo proprioceptivo.- Estímulo somatonsorial contribui para o desenvolvimento do esquema corporal.
- Processamento somatosensorial contribui para o desenvolvimento das praxias.
2.1.3 - PRAXI
A habilidade humana que requer esforço consciente, envolvendo a capacidade do cérebro para conceituar, organizar, e dirigir interações com sentido no meio ambiente. (Apud. Ayres, Mailloux & Wendler, 1987).2.1.4
- CONCEPÇÕES BÁSICAS DA ORGANIZAÇÃO DO SNC NA INTEGRAÇÃO SENSORIAL
Esta teoria coloca que o tronco cerebral é a primeira área de integração e mais tarde, continua tendo o papel principal na integração sensorial.As estruturas de principal interesse no tronco cerebral incluem o tálamo (grande integrador do cérebro), o núcleo vestibular e suas conexões e a formação reticular.
O cerebelo tem um papel importante na integração sensorial porque processa os estímulos relativos à gravidade e movimento. A importância de outras estruturas do sistema nervoso central é reconhecida. O sistema límbico foi identificado pela sua associação com a excitação simpática, que resulta na resposta de sobrevivência geralmente vista em pessoas que apresentam defensibilidade sensorial.
O córtex cerebral é também importante para a base teórica da integração sensorial por causa de sua contribuição com a práxis, principalmente na áreas de planejamento ou da compreensão que a pessoa tem sobre a necessidade do movimento. O sistema nervoso central (SNC) como um todo e a integração entre todos os seus sistemas são considerados no quadro de referência da integração sensorial.São 6 concepções básicas da organização do SNC na integração sensorial:1. O sistema nervoso central é hierarquicamente organizado. O processo cortical depende da adequada organização dos estímulos recebidos pelas áreas inferiores do cérebro. Filogeneticamente, conforme o cérebro se desenvolve, as estruturas mais novas e mais altas, como o córtex cerebral, permanecem interconectadas e dependem do adequado funcionamento das estruturas mais antigas e mais baixas do cérebro. As integrações do estímulo sensoriais proveniente dos centros inferiores do cérebro atingem os centros superiores ou corticais para processar a informação mais completa e especializada.
2. Um registro significativo do estímulo deve ocorrer antes que o SNC possa dar uma resposta a ele e, ainda, permite que uma função mais alta ocorra. O registro do estímulo sensorial precisa ocorrer para sinalizar na direção de uma mudança no meio, e deve ser significativo para alertar a pessoa.
3. O cérebro é organizado, de maneira inata, a fim de programar a pessoa para selecionar a estimulação que é organizadora ou benéfica para ele. Dar uma resposta adaptativa reforça a integração nos sistemas sensoriais. As crianças naturalmente selecionam ou se envolvem em atividades que promovem a integração sensorial. Isso é referido como o caminho natural da integração sensorial. Por exemplo, pular, subir e cair, atividades verificadas em crianças de dois anos estão relacionadas ao entendimento inicial da gravidade. Nesta idade a criança tem necessidade de experimentar sua habilidade de mover-se contra a gravidade. Mesmo adultos selecionam atividades que lhe dêem uma "dieta sensorial" balanceada. Se trabalhamos numa mesa, podemos escolher esquiar, correr ou fazer aeróbica para nos fazer "sentir melhor"
.4. O estímulo de um sistema sensorial pode facilitar ou inibir a condição de todo o organismo. Estímulo de qualquer sistema influencia todos os demais, assim tendo o organismo como um todo. Em outras palavras, facilitação e inibição de um sistema específico não têm como ocorrer com um sistema isolado, mas também pode ser alcançado através da influência da inibição e facilitação de outros sistemas sensoriais. Esta poderosa afirmação dá a base para o terapeuta ocupacional tratar a disfunção de um sistema sensorial através da intervenção em outro sistema. Também demonstra a vasta conecção entre função e estrutura do SNC.
5. Há plasticidade no Sistema Nervoso Central. O processo e a estrutura do cérebro podem ser modificados para melhorar a função. Utilizando a teoria da integração sensorial, a intervenção é dirigida aos sistemas sensoriais e níveis de suporte funcional para facilitar mudanças na habilidade da criança em produzir uma resposta adaptativa. Em muitos casos, esta mudança é permanente e reflete uma diferença de processo que não pode ser atribuída exclusivamente à aprendizagem. Embora crianças tenham maior plasticidade neural, a experiência mostrou que mudanças podem ocorrer também na vida adulta
.6. O desenvolvimento humano normal acontece seqüencialmente. A teoria da integração sensorial é baseada no entendimento da seqüência do desenvolvimento humano e no entendimento das respostas adaptativas que a criança é capaz de dar a cada nível etário. Se a modulação do sistema sensorial e as capacidades de suporte funcional não estão integradas, então as respostas adaptativas não atingirão um nível ótimo. Habilidades isoladas desenvolvidas a partir de uma necessidade específica tendem a não se generalizar para outras situações. A teoria da integração sensorial se volta para o desenvolvimento de integração, não para o ensino de habilidades isoladas.Funções integrativas sensoriaisOs cinco sistemas sensoriais (auditivo, visual, vestibular, proprioceptivo e táctil) dão as bases para o desenvolvimento das capacidades funcionais básicas que permitirão o desenvolvimento de habilidades mais complexas.Modulação do sistema sensoria
lA forma como os sistemas sensoriais processam o estímulo afetam a qualidade da capacidade da criança responder de maneira adaptativa.No Sistema Nervoso Autônomo (SNA) uma excitação moderada resulta em uma resposta adaptativa ótima, enquanto que uma excitação alta resulta em desorganização do comportamento e, eventualmente, ansiedade e resposta emocionais negativas. O ponto chave, geralmente percebido pelos profissionais de saúde é que a excitação inicia uma resposta simpática ("lute ou paralise"). Esta reação é a resposta primária de sobrevivência do organismo.
Quando a excitação se torna muito alta, o corpo responde com uma ação forte de sobrevivência. Se não é possível lutar o paralisar, a excitação não se dissipa facilmente, causando stress, ansiedade e dificuldade em completar outras respostas adaptativas.Pessoas que têm problemas de modulação do sistema sensorial têm mais alterações na excitação ou níveis de reações maiores do que o normal. Isto resulta em problemas com a resposta adaptativa porque os sistemas ficam instáveis.A modulação do sistema sensorial é influenciada pela dieta sensorial da criança. A dieta sensorial é a necessidade essencial, mas mutável, de todos os seres humanos de terem uma ótima quantidade de sensações organizadoras e integrativas sendo registradas pelo Sistema Nervoso Central durante todo o tempo. A dieta sensorial é a acumulação de total de estímulos sensoriais da criança e seus efeitos. Em crianças normais a dieta sensorial age como a única força moduladora externa que o sistema nervoso precisa em circunstâncias normais . Normalmente a criança seleciona uma variedade de estímulos sensoriais para manter os níveis normais de produção.Geralmente a modulação do Sistema Sensorial flutua dentro de uma variação normal. Crianças que têm problemas de modulação do sistema sensorial apresentam uma variação de resposta muito maior que o normal.
Algumas crianças podem reagir de maneira perigosa, de uma superexcitação para um "apagar" psicológico.O "apagar" parece ser uma resposta do SNA que pode resultar em irregularidades respiratórias e cardíacas e alterações da pressão do sangue que podem produzir queda da consciência e choque. "Apagar" resulta de severas superexcitações as quais o sistema nervoso não pode responder de modo normal. Outras crianças podem experimentar uma variação perigosa no tipo de reação, que também é pouco adaptativa e ir rapidamente de hiperexcitação para hipoexcitação, mas não "apagar". Acredita-se que esse seja um mecanismo de proteção contra sérias descargas sensoriais.Respostas psicológicas severas são pouco freqüentes mas foram documentadas em pelo menos dois casos. É mais comum uma pessoa severamente sobrecarregada sensorialmente "desligar" os estímulos e parecer hipoexcitada.Quando o tratamento é iniciado com um criança ela pode rapidamente ir para uma hiperexcitação. Como as estratégias de tratamento são diferentes para crianças hipo e hiperexcitáveis, esta variação precisa ser prevista.
Alterações na modulação sensorial geralmente resultam em habilidades insuficientes para usar a informação.Algumas alterações decorrentes de problemas na modulação sensorial:- defensibilidade táctil-
defensibilidade auditiva-
insegurança gravitacional
- inquietação motora
- defensibilidade oral- defensibilidade olfatória
- desordem do déficit de atençãoCapacidades funcionais de suporte: são aquelas que ajudam na integração e modulação do input sensorial a partir da excitação dos componentes do sistemas sensorial:- sugar/engolir/respirar
- discriminação táctil-
outras habilidades de discriminação (dos demais sistemas sensoriais)
- co-contração (contração simultânea dos agonistas e antagonistas estabilizando as articulações)
- tônus muscular
- propriocepção
- equilíbrio
- reflexos
- lateralização (dominância lateral)
- integração bilateral
Habilidades produto final: refletem a integração dos níveis de modulação do sistema sensorial e das capacidades funcionais de suporte.
Produtos finais:
- Praxias
- Percepção de forma e espaço
- Comportamento
- Aprendizagem acadêmica
- Linguagem e fala articulada
- Tônus emocional- Nível de atividade
- Domínio sobre o meioPostulados:
1. se a intervenção envolve muitos sistemas sensoriais e requer integração intersensorial, então será mais efetiva para o obtenção de uma resposta adaptativa.
2. se o terapeuta provê uma situação na qual a criança pode agir sobre o meio, então a criança estará em situação mais favorável para produzir respostas adaptativas.
3. se a criança é auto-dirigida durante a terapia ela estará "auto-alimentando" seus sistemas sensoriais.
4. se o terapeuta provê uma situação que requer uma resposta adaptativa que é apropriada ao momento de desenvolvimento, então a resposta adaptativa será efetiva para promover o desenvolvimento.
5. se o terapeuta provê a criança com um senso de segurança emocional, então a criança estará mais disponível para se engajar ativamente no processo terapêutico.
6. se o terapeuta provê a criança com feedback constante durante a sessão terapêutica, então a criança ganhará um bom entendimento do que está fazendo.
7. se o terapeuta provê atividades que envolvam mudanças controladas e variedade, então a criança estará mais disponível a apresentar uma resposta adaptativa do que a apresentar uma resposta aprendida.
8. se a criança é pouco reativa, então o input sensorial pode ter que ser de grande intensidade e duração para produzir uma resposta adaptativa adequada.
9. se a criança é hiper-reativa, então as respostas adaptativas refletirão mais necessidades de sobrevivência e não integração; isto é, o input do sistema sensorial que deverá ser modificado para que a criança tenha respostas adaptativas adequadas.
10. se o imput sensorial é dado a um sistema, ele influenciará todos os sistemas porque eles são interdependentes.
11. se a dieta sensorial da criança é modificada, então a modulação do sistema sensorial será mais possível de ocorrer.
12. se o nível de modulação do sistema sensorial é normalizado, então as capacidades funcionais de suporte, as habilidades e o produto-final serão facilitados.
13. se o terapeuta encoraja a criança a verbalizar o que ele está fazendo durante a sessão terapêutica, então ela terá maiores possibilidades de construir os processos mentais.14. se a criança está construindo planejamentos motores, então ela poderá ter maior iniciativa no processo de respostas adaptativas.
2.2 - APLICAÇÃO À PRÁTICA
Neste quadro de referência o objetivo não é ensinar habilidades, mas facilitar respostas adaptativas físicas e emocionais apropriadas.A intervenção é baseada no conhecimento que o terapeuta tem a respeito do nível de desenvolvimento da criança.
1 - A terapia é um processo dinâmico que envolve tanto ciência quanto arte.
A ciência da terapia parte da compreensão da teoria de nosso conhecimento de como essa teoria se aplica ao cliente em particular.
A arte da terapia depende da nossa experiência clínica, nossas habilidades de observação e comunicação e da nossa intuição.A orquestração de cada sessão de terapia é uma arte onde as decisões sobre onde e quando começa a intervenção - considerando o desempenho funcional. Fazer o ajuste habilidoso das atividades de forma que elas promovam o desafio "na medida certa". Criando atividades que "puxem" o sentido interno da criança promovendo auto-direção e crescimento
.2 - O ambiente terapêutico inclui o espaço, as pessoas, os objetos e o componente emocional.
O ambiente deve oferecer segurança emocional pois a criança se apega à terapeuta por que se sente aceita e amada. Ele também deve ser positivo e recompensador, deve excluir a necessidade de punição, repressão e outras emoções negativas.O ambiente deve oferecer segurança física para que a criança possa confiar que ela não vai se machucar nas atividades. O espaço deve ser apropriado e suficiente para proporcionar movimentos amplos, corridas, atividades de pular, escalar, além de objetos e instrumentos de trabalho como bolas terapêuticas, colchonetes, bancos, sistemas de suspensão como balanço, redes, etc.
3 - Componentes das atividades terapêuticas e do sucesso.A criança precisa agir sobre o meio para produzir respostas adaptativas, desta forma, o terapeuta deve se colocar num papel de "brincalhão" e se envolver como um parceiro nas atividades do tratamento, encorajando uma série de atividades e explorações, raramente repetindo uma atividade.
4 - Sequenciando as sessões de terapiaO terapeuta deve abordar as necessidades sensoriais baseando-se na pesquisa, avaliação e observação. Ele também deve preparar o sistema nervoso aumentando ou reduzindo o nível de alerta, assim como tônus muscular e consciência sensorial, utilizando atividades que envolvam estímulos sensoriais (táctil, vestibular, proprioceptivo).Deve utilizar atividades que promovam respostas adaptativas ao nível do desafio "na medida certa". A criança deve ser ativa, ajudando a mover os equipamentos e iniciando a interação com os mesmos, ao passo que o terapeuta deve introduzir na atividade elementos que promovam respostas adaptativas. Esteja sempre atento para garantir o sucesso, mas não fique interrompendo a atividade com interações físicas ou verbais.
5 - Graduando atividadesModificar uma atividade geralmente é mais apropriado que trocar de atividade. Escolha e planeje atividades que sejam flexíveis e que permitam modificação/graduação. O nível do desafio deve ser balanceado de acordo com as habilidades da criança. Deve-se variar os requerimentos motores como por exemplo, alternar entre contração e relaxamento de grupos musculares. Deve-se variar também a complexidade da tarefa.
Texto escrito por: Barbara Cristina Mello, Maria Carolina Vitta Nunes, Luciana Vieira de Melo
Por Fernanda Azevedo Gomes-Blog Educadora Especial

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ACESSIBILIDADE

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

história do Esporte Adaptado no Mundo e no Brasil

O Esporte Adaptado surgiu no início do século XX, de forma muito tímida. Na primeira década do século, iniciaram-se as atividades competitivas para jovens portadores de deficiências auditivas, especialmente em modalidades coletivas. Por volta de 1920, tiveram início as atividades para jovens portadores de deficiência visual, especialmente a natação e o atletismo.

Para pessoas portadoras de deficiências físicas, o início do esporte oficialmente se deu ao final da Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1952, quando os soldados voltaram para os seus países de origem com vários tipos de mutilações e outras deficiências físicas.

As primeiras modalidades tiveram origem na Inglaterra e nos Estados Unidos. Na Inglaterra, por iniciativa do médico Ludwig Guttmann, indivíduos com lesão medular ou amputações de membros inferiores começaram a praticar jogos esportivos em um hospital em Stoke Mandeville.

Nos Estados Unidos, por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of América), surgiram as primeiras equipes de basquetebol em cadeira de rodas e as primeiras competições de atletismo e natação.

Desde então, o esporte para portadores de deficiências físicas não parou de crescer e, desde 1960, ocorrem os Jogos Paraolímpicos, sempre alguns dias após e na mesma sede dos Jogos Olímpicos convencionais.

Este segmento esportivo é muito praticado e muito divulgado em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos e Europa. As Paraolimpíadas e o Esporte Adaptado são nesses países muito divulgados e acompanhados pela mídia e pelo povo, na mesma proporção que acontece com os esportes convencionais.

No Brasil, o esporte adaptado surgiu em 1958 com a fundação de dois clubes esportivos (um no Rio e outro em São Paulo). Nos últimos cinco anos, o Esporte Adaptado brasileiro vem evoluindo, mas por falta de informação e, principalmente, de condições específicas para a sua prática, muitos portadores de deficiência ainda não têm acesso a ele.

Mesmo sem o apoio necessário, nas Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, o Brasil conquistou um número recorde de 22 medalhas, sendo 6 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, quebrando três recordes mundiais no atletismo. E no futebol para amputados, o Brasil sagrou-se tetracampeão.Atualmente, o Esporte Adaptado no Brasil é administrado por 6 grandes instituições: A ABDC (Associação Brasileira de Desporto para Cegos) que cuida dos deficientes visuais, a ANDE (Associação Nacional de Desporto para Excepcionais) que cuida dos paralisados cerebrais e dos lesautres, a ABRADECAR (Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas) que administra as modalidades em cadeira de rodas, a ABDA (Associação Brasileira de Desportos para Amputados) que cuida dos amputados, a ABDEM (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais) que administra os esportes para deficientes mentais e a CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para Surdos) que cuida dos deficientes auditivos e não está vinculada ao Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Fontes Consultadas: site do Comitê Paralímpico Brasileiro, ABDC, ABRADECAR e IBGE e o livro Adapted physical education and sports, de Joseph P. Winnick, da editora Human Kinetics Books, de 1995.


FONTES: ADD ESPORTE

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O VOLUNTARIADO

Preâmbulo
1 – Os voluntários, inspirados na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 e na Convenção sobre os Direitos da Criança de 1989, consideram o seu compromisso como um instrumento de desenvolvimento social, cultural, económico e do ambiente, num mundo em constante transformação. Fazem seu o princípio de que “Todas as pessoas têm direito à liberdade de reunião e associação pacífica”.
2 – O Voluntariado:

É uma decisão voluntária, apoiada em motivações e opções pessoais;
É uma forma de participação activa do cidadão na vida das comunidades;
Contribui para a melhoria da qualidade de vida, realização pessoal e uma maior solidariedade;
Traduz-se, regra geral, numa acção ou num movimento organizado, no âmbito de uma associação;
Contribui para dar resposta aos principais desafios da sociedade, com vista a um mundo mais justo e mais pacífico;
Contribui para um desenvolvimento económico e social mais equilibrado, para a criação de empregos e novas profissões.

Princípios fundamentais do Voluntariado
1 – Os voluntários põem em prática dos seguintes Princípios Fundamentais:
Os voluntários:
· Reconhecem a todo o homem, mulher e criança o direito de se associarem, independentemente da sua raça, religião, condição física, social ou material;
· Respeitam a dignidade de todo o ser humano e a sua cultura;
· Oferecem individualmente ou no âmbito de uma associação, ajuda mútua e serviço, de uma forma desinteressada e com o espírito de partenariado e fraternidade;
· Estão atentos às necessidades das pessoas e comunidades e desencadeiam, com a sua colaboração, a resposta adequada;
· Têm em vista, igualmente, fazer do voluntariado um factor de realização pessoal, aquisição de conhecimentos e novas competências, desenvolvimento das capacidades, favorecendo a iniciativa e a criatividade, permitindo a cada um ser mais membro activo do que beneficiário da acção voluntária;
· Estimulam o espírito de responsabilidade social e encorajam a solidariedade familiar, comunitária e internacional.
2 – Tendo em conta estes princípios fundamentais, devem os voluntários:
· Encorajar a transformação do compromisso individual em movimento colectivo;
· Apoiar, de maneira activa, a sua associação, aderindo conscientemente aos seus objectivos, informando-se das suas políticas de funcionamento;
· Comprometer-se a cumprir correctamente as tarefas definidas em conjunto, de acordo com as suas capacidades, tempo disponível e responsabilidades assumidas;
· Cooperar, com espírito de compreensão mútua e estima recíproca, com todos os membros da sua associação;
· Aceitar receber formação;
· Trabalhar com ética, no desempenho das suas funções.
3 – Tendo em conta a Declaração Universal dos Direitos do Homem e os Princípios Fundamentais do Voluntariado, devem as associações:
Elaborar os estatutos adequados ao exercício do trabalho voluntário;
Definir os critérios de participação dos voluntários, no respeito das funções claramente definidas para cada um;
Confiar, a cada um, as actividades que lhe são adequadas, assegurando a formação e acompanhamento necessários;
Prever e dar a conhecer a avaliação periódica dos resultados;
Prever, de forma eficaz, a cobertura dos riscos a que os voluntários estão sujeitos no exercício das suas funções e os prejuízos que estes, involuntariamente, possam provocar em terceiros, no decurso da sua actividade;
Facilitar a participação de todos os voluntários, reembolsando-os, se necessário, com as despesas efectuadas com o seu trabalho;
Estabelecer a forma de rescisão do vínculo, quer por parte da associação quer do voluntário.

Proclamação
Os voluntários, reunidos por iniciativa da International Association for Volunteer Effort (IAVE), em Congresso Mundial, declaram a sua fé na acção voluntária, como uma força criadora e mediadora para:
Respeitar a dignidade de toda a pessoa, reconhecer a sua capacidade de exercer os seus direitos de cidadão e ser agente do seu próprio desenvolvimento;
Contribuir para a resolução dos problemas sociais e do ambiente;
A construção de uma sociedade mais humana e mais justa, favorecendo igualmente uma cooperação mundial.
Assim convidam os Estados, as Instituições Internacionais, as empresas e os meios de comunicação social a unirem-se a eles, como parceiros, para construir um ambiente internacional favorável à promoção e apoio de um voluntariado eficaz, acessível a todos, símbolo de solidariedade entre os homens e as Nações. Paris, 14 de Setembro de 1990.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Conheça passo a passo o processo de adoção!!

Samuel Karasin, juiz da Vara da Infância e Juventude, explica como funciona o processo de adoção. Veja o exemplo de Carla, a mãe que adotou quatro filhas especiais.


Clica no titulo

Pense nisso!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

TECNOLOGIA SIM!!!

“Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis”. (Radabaugh,1993

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011