
O evento é uma iniciativa da Unilehu, em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura Municipal de Curitiba e o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), com o apoio do Jeep Clube de Curitiba, Jeep Clube de Ribeirão Pires (SP) e Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Curitiba. Segundo a presidente da Unilehu, Andréa Koppe, com o sucesso das duas edições, o evento deve entrar para o calendário anual da cidade. “Além disso, queremos convidar outras cidades do Paraná e do Brasil, para fazer com que mais pessoas saibam que a PcD tem potencialidades para o lazer”, explica. “Quem ganha são as PcD e a sociedade, por poder entender a necessidade de se combater a discriminação”, completa Yvy Karla Abbade, diretora-executiva da organização.
Para o presidente do Jeep Clube de Curitiba, Rone Branco, é uma honra abrir esta oportunidade para a PcD. “Esporte é saúde e é importante colocá-lo na vida de todos. Eles vão ter a noção do nosso lazer, de como é andar na trilha do jipe. É bem interessante”, afirma. Já o assessor da Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência, Irajá de Brito Vaz,- que tem deficiência - está muito feliz com a consolidação do Rally da Inclusão. “É um evento que proporciona inclusão, numa atividade que teoricamente não atrairia a PcD. O Rally tira a PcD de casa, com emoção, segurança e adrenalina”, disse ele.
Ver o pessoal chegando da trilha, todo cheio de pó e com um sorriso largo nos lábios, é a resposta para o trabalho do IPCC, segundo sua presidente Helena Pereira Oliveira. “Isso vale o dia, o ano, o nosso trabalho”, diz ela. Segundo Leandro Meller, superintendente da FAS, a expectativa de todos os parceiros é de que o Rally da Inclusão se perpetue como evento do calendário do município, do Amigo Curitibano, para que seja anual e mais jipeiros e PcD possam participar.

















Fotos: Rafael Nogarolli
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