sábado, 29 de setembro de 2012

Projeto ensina artes aos cegos


Assista ao vídeo e entenda mais o Ver Com as Mãos

Gazeta do Povo


oto: Felipe Rosa
Aula e diversão: a estagiária Michele auxilia Luis Gustavo no desenho de um móbile
Aula e diversão: a estagiária Michele auxilia Luis Gustavo no desenho de um móbile
Oferecer para jovens deficientes visuais a oportunidade de conhecer, apreciar e fazer arte. Essa é a proposta do projeto Ver Com As Mãos, criado em Curitiba no começo do ano, que conta com o apoio do Criança Esperança. Coordenados por Diele Pedrozo, 26 anos, cerca de 35 alunos realizam atividades como pintura, desenho e escultura. O projeto é gratuito e acontece no Instituto Paranaense de Cegos (IPC), em parceria com a Faculdade de Artes do Paraná.
Diele conta que o Ver Com As Mãos surgiu a partir de outro projeto, que já existia desde 2006. Professora de artes com especialização em educação especial, a jovem percebeu que, no IPC, os alunos não tinham o hábito de mexer com imagens e, por isso, participavam pouco nas aulas. Para mudar essa história, ela passou a dar aulas de arte no contraturno escolar. Com o objetivo de conseguir mais apoio e patrocínio, Diele criou no ano passado o projeto e o inscreveu no Criança Esperança – conseguindo a aprovação para suporte nas atividades deste ano.
Parte do mundo
“A imagem faz parte da vida. Ensinar ela a alguém é torná-lo parte do mundo”, avalia Diele a respeito do trabalho realizado no projeto, que realiza oficinas de arte e música. No primeiro semestre, o trabalho foi focado na identidade do retrato e o resultado acabou virando exposição no prédio histórico da Universidade Federal do Paraná. Além disso, foram realizadas excursões para museus, com o objetivo de colocar a galera em contato com a arte.
Além do que é realizado em sala de aula, os alunos também fazem visitas a museus e atividades extra classe. Alunos com deficiência visual ganham novas oportunidades
Luis Gustavo de Andrade, de 19 anos, é um dos participantes do projeto. Antes, ele já fazia parte da turma de artes, e atualmente não perde uma aula no Ver Com As Mãos. “É um trabalho interessante porque mostra que nós temos a capacidade de aprender, apreciar e compreender arte”, afirma. Dentre as atividades realizadas nas oficinas, a que ele mais gosta é o desenho livre. “Principalmente quando podemos criar nossos próprios personagens”.
Bem articulado, Luis também é um exemplo de como as oficinas ajudaram os alunos com deficiência visual a se soltarem mais. Antes, por conta do problema de saúde, muitos eram tímidos e retraídos. Hoje, é difícil encontrar quem não queira dar uma entrevista.
Para Yorhana Bernando, de 14 anos, o mais bacana do Ver Com As Mãos é a oportunidade de entender como é o mundo visualmente. “Nas visitas aos museus nós pudemos tocar as esculturas, foi bem legal”, lembra.
E o aprendizado não fica apenas na sala de aula. Diele conta que os alunos acabam levando para casa todo conhecimento que adquirem no projeto. “Eu conto para os meus pais e eles se interessam. Minha irmã já veio aqui e desenhou comigo. Ela conseguiu perceber o que é mais difícil”, afirma Luis.
Desafio recompensador
A estudante de Artes Visuais Michele Cristina Antonio, 26, está há um mês estagiando voluntariamente no projeto. Para ela, o trabalho é um desafio diário, mas muito recompensador. “Há um obstáculo, mas eles têm várias outras maneiras de criar”, avalia.
Após a veiculação de algumas reportagens sobre o projeto, Diele conta que muita gente foi procurá-los para se oferecer como voluntário. A coordenadora diz que fica feliz, mas é preciso ter algo a ensinar para os alunos – por isso a parceria com a FAP. “Aqui, eles não vem para brincar. Eles vêm para aprender”, explica.

Estudo mostra que células-tronco podem prevenir e curar a doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência (perda das funções do cérebro), é a sexta maior causa de morte e afeta 1 em 8 pessoas – mais do que o câncer de mama. Até 2010, havia 35,6 milhões de pessoas com doença de Alzheimer no mundo, mas a expectativa é de que esse número dobre a cada 20 anos. As estimativas são de que a Alzheimer tem um custo total de US$ 604 bilhões, em todo o mundo, com 70% desse custo tocando aos EUA e à Europa. Para colocar esse número em perspectiva, os custos com tratamento da doença de Alzheimer são maiores do que as receitas do Wal-Mart (US$ 414 bilhões) e Exxon Mobil (US$ 311 bilhões), de acordo com o "British World Alzheimer's Report" (Relatório sobre a Alzheimer no Mundo Britânico) da ADI. O custo da doença de Alzheimer está no topo da lista dos economistas, na área da saúde, sobre os distúrbios do envelhecimento que podem dizimar totalmente as economias das nações e que, regularmente, arruínam não apenas as vidas dos pacientes, como a de seus familiares.
De acordo com os resultados desse primeiro estudo de grande porte, o mal de Alzheimer poderá, em breve, ser uma doença que pode ser prevenida ou mesmo uma coisa do passado. Igualmente importante, a administração humana da segurança desse tipo de células-tronco adultas, usadas nesse experimento, foi estabelecida em diversos artigos e estudos clínicos com aprovação governamental.
A PESQUISA:
O estudo foi liderado conjuntamente pelo professor da Universidade Nacional de Seul Yoo-Hun Suh e pelo diretor do Instituto de Tecnologia de Células-Tronco (SCTI -- Stem Cell Technology Institute) da RNL Bio, Dr. Jeong-Chan Ra.
Os pesquisadores e suas equipes injetaram células-tronco em camundongos geneticamente desenvolvidos para ter os sintomas essenciais e a fisiologia da doença de Alzheimer. Eles conseguiram descobrir que essas células-tronco humanas, derivadas de tecido adiposo, se comportam de uma maneira muito especial quando injetadas na veia da cauda dos camundongos utilizados como cobaias. As células migraram através da barreira hematoencefálica (BHE), que muitos consideravam impossível ser transpassada pelas células-tronco adultas, e foram até o cérebro. De fato, células com indicação fluorescente foram monitoradas para distribuição nas cobaias e a equipe descobriu que as células injetadas migraram pelos corpos, incluindo o cérebro, menos pelo órgão olfativo, e confirmaram, portanto, que a célula-tronco injetada por via intravenosa pode atingir o cérebro, através da barreira hematoencefálica.
A equipe injetou células-tronco de tecido adiposo humano por via intravenosa, em camundongos com modelo da doença de Alzheimer, diversas vezes, a cada duas semanas, por períodos de três meses a 10 meses. Isso feito, os camundongos que receberam essas células melhoraram de todas as maneiras relevantes: habilidade para aprender, habilidade para lembrar e nos sinais neuropatológicos. Mais que isso, pela primeira vez na história, camundongos com modelo da doença de Alzheimer apresentaram a mediação da interleucina 10 (IL-10), que é conhecida por sua natureza anti-inflamatória e de proteção neurológica.
A equipe também descobriu que a célula-tronco restaurou a capacidade de aprendizado especial de cobaias com modelo da doença de Alzheimer, com grande redução de lesões neuropáticas. Isso foi descoberto através de teste usado na doença de Alzheimer: avaliação comportamental. Na avaliação foi descoberto, de forma surpreendente, que o efeito terapêutico das células-tronco na doença de Alzheimer foi extraordinário. Isso também foi descoberto em análises patológicas. A chave, no entanto, foi a prevenção: os cientistas mostraram que as células-tronco, quando injetadas em camundongos com a doença de Alzheimer, reduziram a beta-amilóide e APP-CT, conhecidas por causar a destruição das células cerebrais, levando à demência e à doença de Alzheimer. No laboratório, ficou claro que as células-tronco aumentaram a neprilisina (membrana metalo-endopeptidase), que faz a hidrólise de proteínas tóxicas. Nenhum outro composto ou tratamento já sugeriu tão fortemente o potencial para prevenir, bem como interromper, esse tipo de demência epidêmica e incurável, que devasta os pacientes que sofrem da doença e suas famílias.
Interromper o desenvolvimento da doença de Alzheimer, sem falar na prevenção, é o foco de milhares de pesquisadores em todo o mundo. Ao falar sobre essa descoberta revolucionária, o professor Yoo-Hun Suh, que liderou o estudo, disse: “É uma grande descoberta em que um método tão simples como uma injeção intravenosa de células-tronco autólogas de tecido adiposo, as mais seguras, sem causar qualquer rejeição imune ou quaisquer questões éticas, venha a abrir uma nova porta para a conquista de tratamento para o mal de Alzheimer, uma das doenças mais horríveis, caras e incuráveis de nosso tempo”. Junto com ele, o líder do Instituto de Tecnologia de Células-Tronco da RLN Bio, Dr. Jeong-Chan Ra, disse: “Nunca ficou mais claro que é um imperativo ético para os governos garantir aos pacientes com doenças incuráveis o direito de participar não apenas de estudos como esse, mas também em terapias com potencial tão óbvio, uma vez que elas já foram testadas muitas vezes, para avaliar a segurança, como foi feito com nossa tecnologia”. Os dois cientistas destacaram que a grande descoberta em sua complexa pesquisa é o potencial de prevenção no início dos sintomas.
Especificamente, as células-tronco enxertadas no cérebro, em outra parte do estudo, segundo se descobriu, induzem a divisão celular e a neurodiferenciação das células neuroprogenitoras endógenas ao redor do hipocampo e suas células circundantes e aumentam, em grande medida, a estabilidade das dendrites e sinapses. A célula-tronco também contribuiu com vários fatores anti-inflamatórios e de neurocrescimento, aumentou especialmente a expressão da IL-10. Isso, outra vez, suprimiu a apoptose dos neurônios cerebrais, o efeito preventivo da doença de Alzheimer.
O Dr. Ra, da RNL Bio, observou: A RNL Bio já concluiu os estudos clínicos já aprovados pelo governo, confirmando a eficácia das células-tronco da RNL Bio no controle e tratamento de outras doenças, incluindo a osteoartrite, isquemia dos membros e atrofia hemifacial progressiva (doença de Romberg)".
Esse estudo foi publicado em um volume recente do renomado jornal médico PLOS ONE, que é revisado por especialistas. Imagens, planos para esforços futuros e o impacto nessa doença demolidora serão discutidos quando os cientistas apresentarem os detalhes desse estudo revolucionário em uma entrevista coletiva à imprensa em Seul, em 27 de setembro.
FONTE  RNL BIO CO., LTD.

SUPERAÇÃO 164 "Oficina dos Menestréis: UP3 e Noturnos Cadeirantes" superacessibilidade Inscrever-se 390 vídeos

VALE A PENA ACESSAR ESSE VÍDEO !!!NOTÍCIA DE AGOSTO, MAS POUCOS AINDA TÃO ENGANJADOS NO MOVIMENTO INCLUSIVO DESTA FORMA.PARABÉNS PIRACICABA DE NOVOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! 

A vida segue com novos rumos e expectativas


A vida segue com novos rumos e expectativas


Pensem numa mulher linda!!! É Luise Wischermann! 
Alguém lembra dela como paquita??? Ela tem Esclerose Múltipla, fala disso com a maior naturalidade e tem um blog fera, veja só: 
acabei de chegar de São Paulo, onde fui gravar os primeiros programas SUPERAÇÃO e vocês vão curtir muito histórias emocionantes com pessoas muito especiais que após um acidente em suas vidas, se superaram e contam suas histórias em entrevistas sensacionais! Adorei entrevistá-las e assim que estiverem prontas para exibição, postarei aqui o link. O programa é uma produção da TV Mundi. Me aguardem :)

E a outra coisa que fui fazer em São Paulo, foi a minha primeira consulta com o Prof. Dr. Cicero Coimbra (com quem tb fiz uma entrevista). Ele é o máximo e fui ajustar as minhas doses e conhecê-lo. Para todos que são contra o tratamento com a vitamina D para problemas/doenças auto-imunes  quero dizer que existem + de 3.700 pesquisas comprovando a eficácia desse tratamento e para os que não viram o filme do Daniel Cunha aqui está novamente:

 

Não sou médica e não estou dizendo para ninguém largar seus tratamentos tradicionais, mas as evidências  positivas são muitas.

Um bom fim de semana para todos vocês,

luise

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Conheça o grupo Surdodum - inclusão através da música « Programa Especial


Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Vídeo institucionalA

                                             
                   AUTONOMIA CHEGAREMOS LÁ!!

AMBULATÓRIO DA SÍNDROME DE DOWN DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ


AMBULATÓRIO DA SÍNDROME DE DOWN DO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ



Esse ambulatório é único nesse formato no Brasil e provavelmente na América Latina. Sua distinção dentre os demais aparece desde o seu nascimento. Ele foi criando para atender uma angustia... uma dor só ouvida por poucos.

O Ambulatório

    A Associação Reviver Down, presta atendimento a muitos pais que tem filhos com a Síndrome de Down (S.D.), e constatou que a maior dificuldade enfrentada pelos mesmos, principalmente os mais carentes, está no despreparo dos profissionais e na falta de informação adequada que venha atender as necessidades imediatas de seus filhos, para que esses possam ter uma qualidade de vida e desenvolver o verdadeiro potencial que possuem. Um diagnóstico dado de forma inadequada, insensível, sem perspectivas, pode deixar os pais perdidos, sem saber que direção tomar ou até sem força de lutar por seu filho. Além disso, para as famílias mais carentes as coisas tornam-se mais difíceis.
Procurando minimizar essa situação, a associação uniu-se ao Hospital de Clínicas da UFPR e criou em maio de 1997, o primeiro Ambulatório para a Síndrome de Down do país. Sua equipe é composta por profissionais das áreas de: pediatria, ortodontia, serviço social, psicologia, enfermagem e nutrição. O ambulatório tem apoio de outras especialidades como: cardiologia, genética, dentre outras.
A proposta do ambulatório está alicerçada no atendimento humanizado e na experiência de cada membro da equipe nessa patologia. A equipe atua de forma transdisciplinar, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo. A sensibilidade, o respeito a dor, o apoio, o incentivo, a informação atualizada e o acompanhamento longitudinal das crianças tem sido para essas famílias, na sua grande maioria carentes, um fio de esperança.
Ao chegar ao ambulatório buscamos as necessidades mais imediatas da criança. Procurando observar a criança como um todo, um ser bio-psico-social, agindo de forma
preventiva e curativa. Muitas vezes um problema clínico ou nutricional pode ter um conjunto multifacetado de causas; como uma dificuldades da mãe em lidar com a criança ou da criança na escola, etc. Nesse momento é que a equipe mais funciona, pois na hora, procuramos checar as possíveis causas e fazer as intervenções necessárias, o que seria impossível para um profissional sozinho. Algumas vezes os familiares estão mais necessitados do atendimento do que a própria criança.

O SERVIÇO DE PSICOLOGIA:

Base teórica

   O atendimento psicológico existe desde o início do ambulatório em junho de 1997,atualmente é realizado somente por voluntários. Foi organizado pela psicóloga Maria de Fátima Minetto, e ao longo dos anos foi recebendo mais psicólogas voluntárias que foram se engajando a proposta fortalecendo o atendimento da psicologia.
   O serviço de psicologia, aos poucos, conquistou seu espaço com os familiares e com a equipe. No início a equipe não estava completa e também não havia um espaço estabelecido para o psicólogo.
Hoje a psicologia realiza terapia de apoio e aconselhamento na abordagem relacional sistêmica, em alguns casos terapia breve, atendimento aos familiares, orientações, além do incentivo e apoio a inclusão no ensino regular. Junto com o serviço social, vistamos ou contatamos crianças internadas, mãe em presídio, casa de crianças que apanham, creches que não querem aceitar as crianças por causa da síndrome, escolas de ensino regular e especial que estão com dificuldades... O trabalho ultrapassa as barreiras... Como vemos é muito dinâmico e exigente.
  • Serviço de psicologia desse ambulatório tem como objetivos oferecer atendimento em forma de terapia de apoio e aconselhamento.
  • O tempo de duração de cada atendimento é variado, não há regra pré-estabelecida.
  • Procuramos atender todos que nos visitam mesmo que não estejam necessitando de atendimento no momento, pois estabelecer um vínculo com as
  • mães tem facilitado a busca das mesmas pelo atendimento quando estão enfrentando algumas dificuldades.

Mudando o olhar

Redimensionar o olhar daquela pessoa, daquele profissional insensível e desinformado é uma meta a ser atingida. Para isso plantamos diariamente nossas sementinhas. Em conjunto com a universidade temos estagiários e residentes de todas as áreas compartilhando da nossa realidade. Procurando mostrar que somente a união, o respeito e a coragem de enfrentar o diferente é que nos tornará realmente capazes de mudar algo.

Sensibilidade com a família

Dentro dessa perspectiva, procuramos analisar cuidadosamente o momento em que a família se encontra, valorizando as conquistas já alcançadas. Buscamos ouvir com respeito e solidariedade as angustias ou sofrimentos dando uma redefinição para cada situação, levando sempre em consideração o que a família quer e precisa ouvir. As necessidades da clientela são sempre muito variadas, uma vez que atendemos desde os recém natos até adultos. Dentro da rotina dos atendimentos acompanhamos tanto as famílias que estão recebendo o resultado do cariótipos (exames que confirmam a síndrome), como aquelas que ainda não tem a confirmação do diagnóstico. Ambas as situações são muito angustiantes e requerem um apoio efetivo que atenda esse momento difícil.

Foco na Inclusão

   Ainda realizamos orientações, acompanhamentos da vida escolar da criança, além do incentivo e apoio à inclusão no ensino regular dentro de uma perspectiva realista e ponderada, considerando cada caso individualmente.
   Dentro dessa vivência percebemos quão influentes são as relações familiares no desenvolvimento da criança com S.D. Sabemos que a criança nasce com um equipamento inato, mas esse só é ativado por meio do vínculo mãe-bebê (BOWLBY, 2002). Todo o seu potencial psíquico (auto-imagem, autoconfiança, capacidade de enfrentar as dificuldades...) desenvolve-se impulsionado pelo “motor afetivo”. Cabe a nós psicólogos resgatar e proteger essa relação.
  Por isso acreditamos que o apoio psicológico, aos pais desde os primeiros dias de vida da criança torna-se determinante. As considerações de MATHELIN (2000) respaldam-nos dizendo que se o olhar da mãe por algum motivo se desvia do bebê, e esse muito frágil ainda não retribui esse olhar para a mãe, o investimento de amor entre eles pode tornar-se problemático.

Foco na qualidade de vida

   Buscando qualidade de vida para a pessoa com síndrome de Down e seus familiares a equipe precisa crer que o bem estar do indivíduo advém de um ambiente facilitador, que lhe ofereça oportunidades de se lançar no mundo de forma criativa para poder desfrutar do que o mundo lhe oferece. Entendemos que durante o percurso de desenvolvimento dos filhos os pais devem ser orientados a procurar oportunizar a autonomia da criança, acreditando que eles podem, mesmo que em passos menores, alcançar seus objetivos. (WINNICOTT,2001)
   Considerando todas as dificuldades que envolvem o nascimento de um filho com deficiência, podemos afirmas que a grande maioria dos pais reage de forma muito positiva! Passando a lutar pelo seu filho e amá-lo por todas as suas qualidades.

Profissionais voluntárias:


MARIA DE FATIMA MINETTO – CRP - 08/03853

Doutora em Psicologia pela UFSC. Mestre em Educação pela UFPR. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Tuiuti do Paraná, Educação Artística pela Faculdade de Artes do Paraná. Atualmente é Professora do DTFE da UFPR e professora adjunta da Faculdade Evangélica do Paraná, também ministra aulas em pós-graduação em diversas instituições. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Relacional Sistêmica, Terapia de Família, Processos Perceptuais e Cognitivos; Desenvolvimento, atuando principalmente nos seguintes temas: inclusão escolar, psicologia escolar, relações familiares, estimulação precoce e professor- inclusão. É autora do livro: "O currículo na escola inclusiva: entendendo esse desafio." da editora Ibpex, dentre outros materiais didático-pedagógico, artigos e capítulos de livros.

NELY RAQUEL MOROZ TEIXEIRA – CRP - 08/17148

Mestranda em Psicologia pela UTPR. Possui graduação em Psicologia pela Faculdade Evangélica do Paraná, Administração de Empresas pela Fundação de Estudos Sociais do Paraná e Pós-graduação em Terapia Familiar Sistêmica e em Aconselhamento Familiar Educacional pela Faculdades SPEI/PR. Possui curso de extensão em Psicologia Hospitalar, pela Psicosaúde e em Avaliação para Cirurgia Bariátrica, pela Faculdade Evangélica do Paraná.

NATHALIE BARIL- CRP- 08/17409

Possui graduação em Psicologia pela Faculdade Evangélica do Paraná. Atualmente trabalha como Psicóloga na Escola Nilza Tartuce com modalidade de Educação Especial. Atuou como tutora de uma menina com necessidades especiais em uma escola regular e já concluiu o curso básico de Terapia Familiar Sistêmica ofertado pelo Intercef. Atua na área de inclusão escolar, estimulação precoce e estimulação do desenvolvimento global de crianças com deficiência intelectual.

JOSÉ LUIZ NAUIACK- CRP- 08/17235

Possui graduação em Psicologia pela Faculdade Evangélica do Paraná. Atualmente trabalha como Psicólogo em clínica particular e com o educador no Instituto Brasileiro de Transformação Social (IBTS) na conscientização de jovens institucionalizados sobre a importância da sua participação na busca pelo trabalho. Faz pós-graduação em Psicologia Analítica e Religião Oriental e Ocidental.

SIMONE MAIORKI– CRP - 08/17521

Mestranda em Psicologia pela UTPR. Possui graduação em Psicologia pela Faculdade Evangélica do Paraná. Atuou com atividades de recursos humanos e foi agente de desenvolvimento local pelo SESI. Concluiu o curso de Psicoterapia Infantil, o curso básico de Terapia Familiar Sistêmica ofertado pelo Intercef e o de Agente de Desenvolvimento pelo SESI. Participou do projeto de extensão Rondon e do Programa Calouro Voluntário, pela Faculdade Evangélica do Paraná.

Referencias Bibliográficas:

BUSCAGLIA, L. F. Os deficientes e seus pais- um desafio ao aconselhamento. Record:Rio de Janeiro, 2001.

BOWLBY, J. Apego: A natureza do vínculo. São Paulo:Martins Fontes, 2002.
FEUERSTEIN, R.; RAND, Y.; RYNDERS, S. Dont accept me as I am: Helping “retarded” peaple to excel. New York: Plenum, 1998.
KLAUS, M..; KENNELL, J.; KLAUS, P.. Vínculo: Construindo as Bases para um Apego Seguro e para a Independência. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
MATHELIN, C. Coleção calças curtas. Salvador: Algama, 2000.
STRATFORD, B. Crescendo com a Síndrome de Down . Brasília: Corde, 1997.
PUESCHEL, S. Síndrome de Down: guia para pais e educadores. Campinas: Papirus, 2002.

Achou simplezinho?? Eles pintam com o pé!! Não tem preço!!!


"Achou simplezinho?? Eles pintam com o pé!! Não tem preço!!!"

Alguns dos quadros dos alunos da Escola Especial 29 de Março.
E alguns ainda dizem que não terem capacidades,ou reclamam da vida .Pensem nisso podemos ir onde quisermos basta superar o pior de todos os inimigos a NOSSA MENTE.
Anime-se,corra,aja há muito o que fazer no UNIVERSO  INCLUSIVO!




Querem ajudar? Procurem essa instituição VOCÊ PODERÁ SER ÚTIL!!!

Livro E-books (livre): Celebrando a Diversidade Pessoas com Deficiência e Direito à Inclusão

Compartilhando á todos do blog Futuro Está Aqui , o que acabo de receber em e-mail do amigo Paulo Ross,prestigiem,acessem seu blog e baixem o livro estamos num vivendo um momento inclusivo da história ,quantos mais aderirem teremos um FUTURO MELHOR!!

ATENÇÃO: Este é para amigos, professores, alunos, e todos que buscam um caminho para Inclusão social e educacional. bjos. Lucia 

Livro E-books (livre): Celebrando a Diversidade
Pessoas com Deficiência e Direito à Inclusão

Caros,

Depois de meses de gestação e da dificuldade em encontrar uma editora que
concordasse em publicar o livro em formato analógico e digital (sem acessibilidade
o livro não iria sair de jeito nenhum) foi lançado hoje em e-book o
"Celebrando a diversidade"

O acolhimento dos responsáveis pelo site Planeta Educação, portal
educacional da empresa Vitae Futurekids -www.planetaeducacao.com.br -e o trabalho que fizeram para tornar o livro acessível foram essenciais para a edição do
e-book Celebrando a Diversidade..

O livro, leitura obrigatória e, claro, de compartilhamento em todas as suas
redes pode ser lido ou baixado em

<http://www.planetaeducacao.com.br/portal/Celebrando-Diversidade.pdf>
http://www.planetaeducacao.com.br/portal/Celebrando-Diversidade.pdf

Agradeço à Flávia Boni Licht e Núbia Silveira, idealizadoras do projeto e também à Elisete Oliveira Santos Baruel, Erika de Souza Bueno e demais integrantes do Planeta Educação. Sem o entusiasmo e o trabalho delas não teríamos conseguido tornar o "Celebrando a Diversidade" acessível aos leitores de todos os cantos do mundo.

Estão convidados, ainda, a conhecer o sitewww.planetaeducacao.com.br, que também é acessível.


Marta Gil

Estabelecimentos mostram pouco interesse em acessibilidade


Apenas 30 estabelecimentos de Curitiba procuraram a Prefeitura para melhorar a acessibilidade. Há dois anos, o executivo oferece uma consultoria gratuita, mas poucos empresários se interessam em adaptar a estrutura para atender quem tem deficiência ou alguma dificuldade de locomoção. Engenheiros e arquitetos da Prefeitura indicam qual melhor projeto para garantir que as lojas, restaurantes, cafés, entre outros, tenham condições totais de receber qualquer tipo de público. O secretário especial da pessoa com deficiência, Irajá de Brito Vaz, lamenta o baixo interesse dos empresários em garantir a acessibilidade. Ele cita alguns exemplos de adaptações que a maioria dos bares e restaurantes não têm e que são muito importantes para os clientes com deficiência.
Quem tem o estabelecimento adaptado, garante que a iniciativadá certo. O dono do New York Café, que foi inaugurado há duas semanas na Rua XV de Novembro, Luiz Santos, conta que deu muito trabalho fazer um projeto que respeitasse a acessibilidade, mas o investimento valeu a pena.
Segundo dados do IBGE de 2010, Curitiba tem 355 mil pessoas com deficiência.