segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Menina consegue lacres de latinhas e doa quatro cadeiras de rodas



 (Paulo Filgueiras/EM DA Press)
Mais quatro cadeiras de rodas foram doadas ontem a instituições de caridade de Belo Horizonte graças ao trabalho voluntário da menina Julia Fernandes Rodrigues Macedo, de 10 anos, que há 14 meses vem se esforçando para recolher lacres de latinhas de alumínio e trocá-las por cadeiras de rodas. Neste período, a iniciativa de Julia tornou-se conhecida internacionalmente e ela conseguiu lacres suficientes para trocar por 10 cadeiras de rodas. As quatro cadeiras entregues ontem foram doadas ao Núcleo Assistencial Caminhos para Jesus, Projeto Assistencial Novo Céu, Cidade Ozanam e Crepúsculo, que cuidam de pessoas portadoras de deficiência. A entrega das cadeiras foi feita no Colégio Santa Maria Coração Eucarístico, onde a menina estuda. Cada cadeira de rodas é trocada por 80 garrafas PET grandes cheias de lacres de latas de alumínio. (Da Redação)

Oportunidades Especiais em Curitiba



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sábado, 16 de agosto de 2014

Desculpe, ele é autista

Para a moça da piscina do playground,
Desde que o Theo foi diagnosticado com autismo, aos 2 anos de idade, já houve vários olhares tortos. Já houve cochichos. Já houve alguma incompreensão. Mas nada supera a sua falta de humanidade.
Estou falando de você: a moça que estava na piscina infantil do parquinho com seus dois filhos pequenos. Um aparentava ter, no máximo, uns 10 meses. O outro já devia ter quase 2 anos.
Você, que gritou para o meu filho algo como “você não pode correr assim”, quando ele passou feliz e sorridente brincando de chutar a água ao seu lado. Foi pra você que eu gritei “ELE É AUTISTA”. E você retrucou “ele é autista?”
piscina-play
Nesses quatro anos de diagnóstico, as histórias sempre paravam por aí. Theo fazia algo incomum. Alguém fazia cara de poucos amigos. E eu entrava botando panos quentes. “Desculpe, ele é autista”. Ou, recentemente, desde que me mudei pra Londres, “I’m sorry, he is autistic”. E as pessoas entendem. Ou, ao menos, fingem entender. E se desarmam. Mas isso não aconteceu com você.
Mesmo após ter ouvido que ele era autista, você continuou gritando com ele. “Não faça assim! Ei, você não pode correr assim!”. E, em um determinado momento, você gritou comigo! Foi algo como “você precisa falar com ele pra não correr assim!”. E  eu gritei de volta pra você. Pela primeira vez na vida, eu gritei com uma pessoa por causa do meu filho. Aquilo me soava tão inacreditável que eu devolvi um“eu estou falando com ele pra não correr, mas eu já te disse que ele é autista, você deveria ser mais compreensiva!”. A que ponto chegamos? Eu tive que dizer a uma pessoa adulta que ela deveria ser mais compreensiva com uma criança autista que brincava feliz na piscina?
Sim, meu filho empurrou seu bebê uma vez. Ele faz isso quando está tentando interagir. Ninguém se feriu. Aliás, ele fez isso com várias outras crianças e elas não se importaram. Todas levaram na esportiva. Nem seu bebê pareceu ligar muito. A única pessoa visivelmente incomodada naquela piscina era você.
Sim, meu filho chutou água no rostinho do seu bebê. Ele não foi o único. Várias crianças da mesma faixa etária dele brincavam na piscina. Todas faziam bagunça. Você era a única pessoa adulta com um bebê de 10 meses em uma piscina cheia de crianças maiores e agitadas, jogando água para todos os lados. Mas você só implicou com o meu filho!
E o cúmulo da situação foi quando vi meu filho chegar perto do seu bebê. Devagar…interessado em tocá-lo, em tentar algum tipo de interação. E você, do alto de sua ignorância, afastou o Theo com a mão e disse “não fique tão perto”. Nesse momento, mais uma vez, eu não me contive e gritei “NÃO É CONTAGIOSO!”.
As pessoas ao redor notaram e comentaram. A solidariedade que você não demonstrou na piscina jorrou ao meu redor do lado de fora.
Já me senti desconfortável no avião quando o Theo chutava a cadeira da frente e eu tinha que me explicar para um passageiro visivelmente irritado. Já me senti envergonhada por ele gritar em locais silenciosos e assustar algum desprevenido. Mas, hoje, eu me senti em pedaços. Porque senti meu filho ser humilhado por uma pessoa dura, sem compaixão, sem humanidade e sem amor ao próximo. Essa pessoa é você!
Foi horrível ter que fingir, para a amiga que estava comigo, que esse tipo de situação é corriqueira e não me afeta. Foi horrível segurar as lágrimas. Mas eu não iria fazer o que você queria: eu não iria tirar meu filho de uma piscina que ele tem todo o direito de frequentar e onde estava se divertindo com as outras crianças. Eu não iria deixar você mais confortável. Meu filho tem tanto direito ao espaço público como qualquer criança, e não é uma pessoa como você que vai tirar isso dele.
Para terminar, agora, que já se passaram algumas horas desde o ocorrido, queria te agradecer. Isso mesmo. Queria agradecer pelo aprendizado de hoje. Eu nunca, NUNCA MAIS vou dizer “desculpe, ele é autista”. Ou, na versão daqui, “I’m sorry, he is autistic” (sinto muito, ele é autista). Eu não tenho que pedir desculpas. Eu não tenho que sentir muito. Meu filho é autista. Ele é, também, a pessoa mais amorosa e engraçada que eu conheço. Ele encanta as pessoas ao redor e as cativa de uma forma que você jamais vai entender.
Eu sinto muito pelos SEUS filhos. Pelo tipo de criação que estão tendo. Pelo medo da diferença que está sendo colocado naquelas pequenas cabecinhas aos poucos. Pela falta de amor ao próximo que lhes está sendo ensinada no dia a dia.
Sinto muito por você. Pelo seu coração endurecido. Pela sua visão limitada de mundo.
Sinto muito pela forma como a vida ainda vai te ensinar. Porque ela vai, mais cedo ou mais tarde.
E, por fim, pensando em todas as pessoas que me apoiaram naquele playground, te agradeço por me mostrar que os bons ainda são maioria. Que você foi só uma nuvem negra que apareceu no nosso dia ensolarado, mas foi logo empurrada pra longe pelo vento. E o dia voltou a ficar lindo, iluminado pelo sorriso de uma criança completamente inocente, que não fazia ideia do que estava acontecendo ao seu redor.
Andréa.
p.s: um beijo especial para a minha amiga Andréa Papini que, de tão solidária a mim nesse momento, estava quase indo dar uma voadora na pessoa!

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sexta-feira, 15 de agosto de 2014

UNIMED MARINGÁ: Campanha para ampliar acessibilidade tem grande mobilização

UNIMED MARINGÁ: Campanha para ampliar acessibilidade tem grande mobilizaçãoMais de 60 mil pessoas vivem com algum tipo de deficiência em Maringá, segundo o Censo mais recente divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010. Com o objetivo de ampliar a acessibilidade dessas pessoas, a Unimed Maringá aderiu, no início deste ano, à campanha “Eu Ajudo na Lata”, criada pela Unimed Brasil e que está em sua 2ª edição. Desde o início do projeto, 110 garrafas pet cheias de lacres foram arrecadas em Maringá por cooperados, colaboradores, clientes e comunidade. “É um número expressivo. As cooperativas que aderiram à campanha há mais tempo têm tido uma resposta positiva, e a Unimed Maringá também tem potencial para alcançar grandes resultados”, diz a analista da área de Responsabilidade Social Patrícia Sodré. 

Com a venda de lacres de latas de alumínio serão comprados equipamentos e itens que ampliem a acessibilidade, a exemplo de cadeiras de rodas, bengalas, aparelhos auditivos e próteses. As doações às instituições sociais de Maringá e região serão feitas no final do ano. 

“Eu vesti a camisa”- A recepcionista do setor de Oncologia Tatiane Fernanda da Silva Custódio ajudou a arrecadar mais de 50 garrafas pets cheias de lacres de latas de alumínio. “É uma atitude simples, mas que faz toda diferença na vida de quem precisa. Quando a empresa cria uma campanha como essa, acho válido os funcionários darem exemplo. Eu vesti a camisa”, diz. 

Para alcançar o número expressivo, ela tem mobilizado amigos, familiares e os pacientes do setor de Oncologia da cooperativa. “Sempre tem uma garrafa da campanha disponível na recepção. Além disso, muitos pacientes levam os kits da campanha e depois trazem as garrafas cheias, ou improvisam e trazem outros recipientes com os lacres para que depois eu encha as garrafas. Até galão de gasolina cheio de lacre eu já recebi. Recentemente deixei uma garrafa na academia que meu filho frequenta”, conta. 

O ortopedista José Luiz Sinzker, cooperado da Unimed desde 1993, é um dos entusiastas da campanha. Há cerca de três anos, durante uma viagem para Santa Catarina, ele lembra ter visto um cartaz sobre um projeto semelhante fixado em uma praça de pedágio. “Passei a recolher lacres, acreditando que um dia eu poderia contribuir também”, conta. Quando a Unimed lançou o desafio, ele foi um dos primeiros a trazer uma garrafa cheia de lacres e, desde então, conseguiu encher cerca de oito garrafas. “Trabalho em Mandaguari e consegui firmar parcerias com donos de bares, mercados e farmácias, que ajudam a encher as garrafas para me entregar depois. Também junto em casa e vou mobilizando quem consigo”, diz. Para o médico, trata-se de uma atitude que, a princípio parece insignificante, “mas é gratificante pois permite transformar a vida de quem precisa com uma ação simples”, completa. 

COMO AJUDAR 

Cooperados 

1-Retire seu kit na sala de atendimento ao cooperado (composto de garrafas PET para que o participante possa encher com os lacres, e cartaz de divulgação). 

2-Junte o máximo de lacres possível (latinhas de alumínio). 

3-Entregue na Sala de Relacionamento com o Cooperado. Pronto! Você acaba de colaborar com a acessibilidade das pessoas com deficiência. 

Colaboradores 

Deposite os lacres nas garrafas que estão localizadas no refeitório do Ciasu, na MEP e RES! Quem quiser, pode retirar os kits da campanha na RES, para disponibilizar em um local de confiança e grande circulação. As garrafas deverão ser devolvidas ao setor. 

Clientes 

Deposite os lacres arrecadados na garrafa disponibilizada no setor de Oncologia da Unimed, localizado na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, 750, ou na Unidade de Medicina Preventiva (MEP), que fica na Avenida Laguna, 1371. Kits da campanha podem ser retirados nos dois setores. 

Comunidade 

Garrafas para arrecadação de lacres estão disponíveis em todas as lojas da Pamonharias do Cezar de Maringá e Sarandi, e também na Praça de Alimentação do shopping Avenida Center.

Fonte: Imprensa Unimed Maringá 

Usuários reclamam de falta de rampa na rodoviária

http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/curitiba/v/usuarios-reclamam-de-falta-de-rampa-na-rodoviaria/3564671/

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Exame de sangue poderá detectar a fibromialgia de maneira mais rápida

Ainda em fase de testes, nova técnica usou amostras de sangue seco do dedo dos pacientes para identificar a doença; exame poderá reduzir em até cinco anos o tempo de espera por um diagnóstico

Amostra de sangue
Cientistas buscam reconhecer molécula indicadora de fibromialgia em amostras de sangue (Thinkstock/VEJA)
Um novo teste que detecta a fibromialgia por exame de sangue foi desenvolvido por pesquisadores de Ohio, nos Estados Unidos. O método proposto pela equipe consiste na identificação do comportamento de determinadas moléculas presentes no sangue, que indicam a presença da doença. Ainda no começo do processo de desenvolvimento, o exame precisa ser testado com um número mais abrangente de voluntários para verificar sua eficácia. Os primeiros resultados, no entanto, foram promissores e, caso venha a se tornar disponível para uso clínico, o exame poderá reduzir o tempo de espera para o diagnóstico em até cinco anos.


CONHEÇA A PESQUISA
Título original: 
A bloodspot-based diagnostic test for fibromyalgia syndrome and related disorders

Onde foi divulgada: periódico Analyst
Quem fez: Kevin V. Hackshaw, Luis Rodriguez-Saona, Marçal Plans, Lauren N. Bell e C. A. Tony Buffington
Instituição: Universidade do Estado de Ohio, EUA, e outras instituições
Dados de amostragem: amostras de sangue de indvíduos com artrite reumatoide, osteoartrite e fibromialgia

Resultado: Um novo exame que analisa amostras de sangue retiradas do dedo foi capaz de distinguir casos de artrite reumatoide, osteoartrite e fibromialgia.

Segundo o Instituto Nacional de Artrites e Doenças Musculoesqueléticas e de Pele (NIAMS, sigla em inglês), cerca de cinco milhões de americanos (país onde foi realizado o estudo) são acometidos pela fibromialgia, cujos principais sintomas são a fadiga e as dores em todo o corpo. Por serem sintomas que se assemelham aos de outras doenças — como a artrite reumatoide, por exemplo — os médicos costumam descartar essas doenças antes de identificar a fibromialgia, tornando o processo de diagnóstico lento e cansativo.
“Chegar a um diagnóstico mais rápido é de extrema importância, porque os pacientes passam por um grande stress durante o processo de diagnóstico”, explica Kevin Hackshaw, um dos autores da pesquisa, divulgada na versão on-line do periódico Analyst. “Só o fato de serem diagnosticados já faz com que eles se sintam melhores. Reduz a ansiedade.”
Método — A base do exame proposto pelos cientistas é o reconhecimento de moléculas indicadoras da fibromialgia, por meio de uma microespectroscopia infravermelha — tecnologia que identifica particularidades das moléculas presentes em amostras de sangue seco. Apenas algumas gotas de sangue retiradas do dedo dos pacientes são suficientes para o exame. A técnica se mostrou tão eficaz que pode distinguir casos de fibromialgia, artrite reumatoide e osteoartrite — três doenças que causam sintomas similares.
De acordo com Tony Buffington, integrante da equipe responsável pelo trabalho, apesar de um microscópio infravermelho ser caro, o exame poderia se tornar acessível se existisse um laboratório central para checar as amostras de sangue, que poderiam ser enviadas pelo correio

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/exame-de-sangue-podera-detectar-a-fibromialgia-de-maneira-mais-rapida

VI Seminário Mineiro sobre Autismo



Dia: 30/08/2014
Horário: 08h às 18h
Local: Colégio Batista Mineiro - Auditório -  Rua Plombagina, 305 - Floresta (Colégio Batista), Belo Horizonte - MG (como chegar) 
E-mail: contato@creativeideias.com.br
Telefone: (21) 2577 8691 | (21) 3025 2345 | (21) 98832 6047 (oi) | (21) 98189 1109 (Tim)

PÚBLICO ALVO:
Familiares, Mediadores (Estagiários, Monitores e/ou Facilitadores), Professores, Psicólogos, Psicopedagogos, Fonoaudiólogos, Pedagogos, Terapeuta Ocupacional,  Fisioterapeutas, Educador Físico, Estudantes de Graduação e/ou Pós e demais interessados no assunto, além de profissionais das áreas de educação e saúde.


CRONOGRAMA (sujeito a alterações):

8h às 8h30 - Credenciamento
8h30 às 10h - PECS (Sistema de Comunicação por troca de figuras) | Soraia Vieira
10h às 10h10 - Intervalo
10h10 às 11h50 - Mediação Escolar de Alunos Autistas | Emanoele Freitas
11h50 às 13h20 - Almoço Livre
13h20 às 15h - Um Dia Especial - Exibição do documentário | Yuri Amorim
15h às 15h10 - Intervalo
15h10 às 18h - Tablet + Autismo | Paiva Junior
18h - Encerramento e entrega de certificado.


PROGRAMAÇÃO:

Mediação Escolar de Alunos Autistas
Emanoele Freitas - Mediadora Escolar; Presidente da AAPA (Associação de Apoio a Pessoa Autista) e do COMUDE (Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Nova Iguaçu).

PECS (Sistema de Comunicação por troca de figuras)
Soraia Vieira - Fonoaudióloga certificada pelo RCSLT (Royal College of Speech and Language Therapy, Reino Unido) e CRFA (Conselho Regional de Fonoaudiologia, Brasil). Ela tem uma sólida experiência de trabalho com crianças e adultos com ampla gama de dificuldades de comunicação por razões variadas: físicas, mentais, sociais e emocionais. Mestrado em Estudos Lingüísticos da Universidade de Londres; Curso Avançado de Autismo Credenciado pela Universidade de Cambridge em 2002. Soraia trabalhou no Brasil como Fonoaudióloga e depois mudou-se para a Inglaterra onde trabalhou inicialmente na área de Autismo em uma escola especial por cerca de 2 anos. Em seguida, Soraia trabalhou como Fonoaudióloga para o Serviço Nacional de Saúde (NHS) da Inglaterra por 8 anos. Sua última posição foi de Fonoaudióloga Especialista (Highly Specialist Speech and Language Therapist) trabalhando com alunos de idade entre 2 e 19 anos tanto nas escolas regulares como especiais.

Tablet + Autismo
Paiva Junior - Jornalista (graduado pela PUC-Campinas), Pós-graduado em Jornalismo e Segmentação Editorial (também pela PUC-Campinas), Editor-chefe da Revista Autismo — publicação que criou junto com o publicitário Martim Fanucchi, editor de Arte, em abril de 2010. A respeito de autismo, é a única revista periódica da América Latina e a única no mundo em língua portuguesa. Coordenador do aMAIS Atibaia, um grupo de apoio a pais e parentes de autistas da ONG Consciência Solidária, em Atibaia (SP), cidade onde moro. Autor do livro “Autismo — Não espere, aja logo!“, publicado pela M.Book em 2012.

Um Dia Especial - Exibição do documentário
Yuri Amorim - Um premiado documentário que mostra o impacto da chegada de uma criança especial na vida de uma família, a partir dos reveladores depoimentos de um grupo de dez mães.

INVESTIMENTO (para pagamento até a data limite e mediante a lotação do auditório):


• ATÉ 15/08/14 - de R$ 120,00 por:

R$ 80,00 - individual (cartão) em até 3x sem juros

R$ 70,00 - individual (depósito)
R$ 60,00 - por inscrito (depósito) - grupo a partir de 4 pessoas

• APÓS 15/08/14:

R$ 90,00 - individual (cartão) em até 3x sem juros

R$ 80,00 - individual (depósito)
R$ 70,00 - por inscrito (depósito) - grupo a partir de 4 pessoas



INSCRIÇÕES: R$ 80,00 - Clique no botão do PagSeguro para pagamento no cartão de crédito.

__CLIQUE AQUI E PREENCHA O FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO__



Referente ao investimento por depósito bancário, após o preenchimento da ficha abaixo mencionando que deseja realizá-lo, você irá receber um e-mail com todas as informações. Após o depósito é necessário a confirmação do mesmo através de e-mail: financeiro@creativeideias.com.br, ou pelos telefones: (21) 2577 8691 | 3246-2904 . No dia do evento apresentar o comprovante na recepção.


ATENÇÃO: A inscrição só é válida mediante a confirmação do pagamento. Somente o cadastro não assegura a vaga para o evento!

OBSERVAÇÃO: Se, por motivo de doença, falecimento ou outro fator impeditivo, qualquer um dos palestrantes contratados para o evento não puder apresentar-se, fica ajustado que a comissão organizadora providenciará a substituição por outro profissional.

CANCELAMENTO / DESISTÊNCIA
Em caso de desistência, o CANCELAMENTO da inscrição somente poderá ser realizado mediante uma solicitação por e-mail para contato@creativeideias.com.br.
Política para devolução de dinheiro em casos de desistência:
1. Quando o curso for cancelado por parte do palestrante será feita à devolução de 100% do dinheiro pago pela pessoa;
2. Quando o curso for pago em cartão de crédito não será feito à devolução do dinheiro, o mesmo poderá ser repassado para outro ou transferir para outro curso do mesmo valor. Prazo de até 4 dias antes do curso.
3. Aviso com 5 dias ou mais de antecedência, dá direito a devolução de 80% do valor pago (essa opção é somente para pagamentos através de depósito);
4. Aviso com 4 dias até 24h de antecedência dará direito a devolução de 50% do valor pago (essa opção é somente para pagamentos através de depósito);
5. A ausência não comunicada (com a antecedência de 24h ou menos) não dará direito a devolução do dinheiro ou transferência da inscrição para outro curso.
6. Em caso de força maior, como falecimento, ou mediante a apresentação de atestado médico, sendo enviada a solicitação dentro de um prazo de até 5 dias úteis, é feita a devolução de 100% do dinheiro pago pela pessoa, em um prazo de até 10 dias úteis a partir da data de solicitação (essa opção é somente para pagamentos através de depósito).

Feller Hotéis adere a campanha de arrecadação de lacres de latinhas de alumínio



Feller Hotéis adere a campanha de arrecadação de lacres de latinhas de alumíniohttp://www.revistahoteis.com.br/materias/17-Responsabilidade-socioambiental/16593-Feller-Hoteis-adere-a-campanha-de-arrecadacao-de-lacres-de-latinhas-de-aluminio
Os lacres de alumínio que fecham as latas de cervejas, sucos ou refrigerantes podem fazer uma grande diferença na vida de milhares de pessoas com problemas de mobilidade, graças a uma parceria da NYK Line do Brasil com a divisão de Hotelaria do Grupo Feller. Desde o último mês de abril as unidades da Feller estão arrecadando estes lacres que podem ser trocados por cadeiras de rodas que são doadas aos que necessitam.    

O Hotel Feller Avenida Paulista é um dos postos de coleta dos lacres das latinhas de alumínio. “O trabalho de comunicação e marketing da campanha dentro do nosso empreendimento tem surtido efeito positivo”, contou Silvana Lima, Gerente Comercial. Os recipientes de coleta são garrafas pet de dois litros, que quando cheias, são enviadas à instituição responsável pela campanha solidária.          

Além de hóspedes, o restaurante e as camareiras estão extremamente empenhados em arrecadar o máximo de lacres possível. “A ação no nosso hotel começou em 31 de julho, e em apenas seis dias, já enchemos a primeira garrafa pet”, contou André Genova, Gerente Geral do Hotel.    

Através do trabalho em equipe, esta campanha solidária já conta com adeptos em todo o Brasil sob coordenação da Frato Social, e em seus cinco anos de vigência já doou mais de 890 cadeiras de rodas.