sábado, 15 de setembro de 2012

Intocáveis


Intocáveis http://www.adorocinema.com/filmes/filme-182745/


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    Sinopse e detalhes
     
     
    Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.
    Título originalIntouchablesCuriosidades -
    DistribuidorCALIFORNIA FILMES Bilheterias Brasil205.276 ingressos
    Ano de produção2011Orçamento -

    sexta-feira, 14 de setembro de 2012

    Brasil quer 100% dos ônibus e táxis adaptados para a Copa e as Olimpíadas

    A informação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade
    Foto de um ônibus adaptado
    O Brasil quer adaptar 100% da frota de ônibus e táxis do país para pessoas com deficiência. E o prazo é 2014, quando várias cidades vão sediar a Copa do Mundo de FutebolSite externo.. A informação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Ele está em Nova York, participando da 5ª Conferência dos Estados Partes da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
    Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade. "Com garantia para que as pessoas com deficiência possam ir e voltar dos estádios para sua residência com transportes. Sabemos que é um grande desafio, principalmente com as características de nosso país. Principalmente nos transportes. Temos que estar muito preocupados. Nos estádios, a gente consegue garantir a acessibilidade. Mas o problema é tornar todos a frota de ônibus acessíveis e os táxis acessíveis às pessoas com deficiência".
    Para ele, tornar os transportes acessíveis para a Copa do Mundo e as Olimpíadas é também uma questão de vontade política. "Nós já temos inclusive exemplos de cidades no Brasil que já contam com todos os ônibus acessíveis. Poderia destacar Uberlândia, Goiânia, Joinville, Campinas também tem avançado muito. Então são exemplos de cidades que já têm 95%, 98%, 100% da frota acessível. Então é uma prova de que quando o prefeito quer, quando se tem vontade política é possível conquistar isso aí".
    O secretário informou que aumentar a acessibilidade é o objetivo do Programa Viver Sem Limite, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em novembro passado.
    Segundo Antonio José Ferreira, um plano de exoneração fiscal está sendo inserido na pauta do governo para que os empresários se sintam estimulados "a cada dia mais colocar ônibus acessível nas ruas do Brasil".
    Antônio José Ferreira disse ainda que até 2014, muitas questões já devem ter sido resolvidas. O governo também está trabalhando com as montadoras para incluir as funções de acessibilidade nos veículos.
    Segundo as Nações UnidasSite externo., mais de 10% da população mundial vive com algum tipo de deficiência. De acordo com o governo brasileiro, 45 milhões de pessoas no país têm deficiência.
    Fonte: Jornal do BrasilSite externo.

    5ª edição do Reatiba abordará alternativas de inclusão e a Lei de Cotas

    O evento propiciará espaço de integração entre empresários e sociedade para falar sobre a inclusão
    Será realizada no dia 21 de setembro a quinta edição do Reatiba, com o tema Inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD) no Mercado de Trabalho. Promovida pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), entidade ligada ao Sistema Fiep, o Reatiba tem como objetivo propiciar um espaço de diálogo entre os interessados sobre o processo de inclusão da PcD, levando em consideração a Lei de Cotas e os desafios frente aos preconceitos e barreiras atitudinais e físicas nas organizações.

    O músico, Marcelo Yuka, foi o responsável pela palestra magna do Reatiba 2011. (Foto: Suelen Lorianny)
    O 5º Reatiba é um chamado às pequenas e médias empresas para o processo de inclusão e exercício da responsabilidade social corporativa. O diferencial deste ano serão os diálogos sobre as mudanças ocorridas na Lei nº 8.213/91, art. 93, que vieram a beneficiar tanto as empresas quanto a PcD, como a inclusão de aprendizes com deficiência na integralização da cota fixada.
    A solenidade de abertura contará com a presença de representantes de indústrias, da prefeitura de Curitiba e do Ministério Público do Paraná. Os diálogos serão realizados por pessoas com deficiência e profissionais da área de inclusão destacando a jornalista Flávia Cintra, integrante da Comitiva Brasileira na Convenção da ONU- UNESCO/2006 da qual o Brasil é signatário. A palestra magna será proferida pelo psicólogo paulista Eduardo Carmello sobre a cultura de inclusão no ambiente de trabalho.
    Além das palestras que acontecerão ao longo do evento, o Reatiba deste ano terá também oficinas simultâneas de temas como estruturar um programa de inclusão, orientação profissional, empregabilidade e o desempenho do papel profissional da PcD.
    Na cerimônia de encerramento, serão sorteadas duas bolsas de estudos ofertadas pelo Senai PR, sendo uma para Curso Técnico e outra para curso de Qualificação Profissional Básica, oferecidos pela entidade. O Grupo Uninter também concederá uma bolsa integral em um dos cursos de graduação. Ressaltando que todas as bolsas são voltadas à PcD.
    Na data escolhida para o evento também é comemorado o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.


    Faça sua inscrição para o evento e oficinas simultâneas, aqui.
    Confira a programação completa, aqui.
    Acesse aqui a audiodescrição.


    Serviço

    5º Reatiba
    Data: 21/09
    Horário: 8h às 17h30
    Local: Fiep sede Jardim Botânico - Av. Comendador Franco, 1341
    Obs.: Os cadeirantes poderão utilizar o estacionamento no piso inferior que dá acesso aos elevadores.

    http://www.fiepr.org.br/cpce/News18479content191835.shtml#.UFM2MV9LXe8.facebook

    O desenvolvimento de alunos superdotados

    Por Maria Clara Sodré
    em O Dia
    Superdotados no Brasil contam com pouca oferta de educação diferenciada, embora o direito lhes seja garantido por lei. Passado mais um 11 de agosto, Dia do Estudante, é preciso pensar na educação daqueles que têm, em si, a possibilidade de contribuir muito para o país.




    A importância do atendimento especial aos alunos superdotados se justifica de três maneiras: do ponto de vista das necessidades educacionais, justifica-se da mesma maneira que se justificam diferenciações para crianças com deficiências físicas ou mentais, com problemas específicos de aprendizagem, entre outros. Do ponto de vista da justiça social, justifica-se dentro da lógica da equidade, ou seja, para alunos diferentes é justo que o atendimento seja diferente. Finalmente, do ponto de vista econômico e político, justifica-se a partir das exigências que a modernidade impõe sobre países que querem atingir níveis elevados de desenvolvimento tecnológico, científico, social, etc.

    Infelizmente ainda estamos longe de oferecer uma educação de qualidade em todas as escolas do país, o que exige que se lute por ela; tampouco atendemos todos os alunos que têm necessidades especiais. No entanto, enquanto buscamos uma escola mais democrática, ações podem ser planejadas para os superdotados, para que o país não continue perdendo indivíduos extremamente capazes que, sem oportunidades à altura de seus potenciais, trilham caminhos pouco produtivos.

    O Brasil não é tão rico nem tão abençoado com recursos naturais que, como uma nação, possa ignorar educacionalmente o potencial que existe nas mentes dos alunos superdotados.

    Fonte: O Dia

    Os atletas paralímpicos medalhistas em Londres foram recebidos pela presidenta Dilma Rousseff



    http://www.cpb.org.br/noticias/atletas-paralimpicos-sao-recebidos-pela-presidenta-dilma-rousseff/#.UFK-p06kJb4.facebook


    Os atletas paralímpicos medalhistas em Londres foram recebidos, na tarde desta quinta-feira, 13, pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Na mesma ocasião o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, lançou o plano Brasil Medalhas 2016, que prevê investimentos e uma série de medidas para o desenvolvimento de modalidades paralímpicas e olímpicas com foco nos Jogos Rio 2016. Ele também anunciou a construção do primeiro Centro de Treinamento Paralímpico.
    O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons, falou sobre a importância do investimento, homenageou os atletas paralímpicos e fez uma alusão à presidenta como capitã do time de campeões do Brasil. O evento também contou com a presença do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman; com a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e com o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes; além de atletas medalhistas dos Jogos Olímpicos de Londres.
    “Tenho certeza de que com esse plano assinado hoje podemos, sim, sonhar com esse quinto lugar. Vai ser difícil, mas esse plano do Centro de Treinamento, que é um sonho da comunidade paralímpica, vai fazer com que tenhamos condições de disputar com as grandes potências”, frisou o presidente do CPB.
    O ganhador de seis medalhas nos Jogos Paralímpicos de Londres, Daniel Dias, falou em nome dos atletas paralímpicos presentes sobre a honra de representar o País.
    “Essas seis medalhas não são minhas, são do Brasil. É o momento de agradecer todo apoio e por acreditar no atleta paralímpico. Tudo que o atleta precisa é de incentivo. Tivemos uma ótima participação nas Paralimpíadas de Pequim 2008 e Londres 2012 e confio em resultados melhores no futuro”, falou Daniel Dias.
    O chefe de missão do Brasil em Londres, Edilson Alves, presenteou a presidenta com uma foto oficial da delegação Paralímpica.
    O Plano Brasil Medalhas 2016 terá investimento de R$ 1 bilhão para colocar o Brasil entre os cinco primeiros nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro e os 10 primeiros países nos Jogos Olímpicos, em 2016.
    “Estamos aqui hoje comemorando o desempenho, a alegria e o orgulho que vocês, nos Jogos Olímpicos e nos Jogos Paralímpicos de Londres, deram à população brasileira. É isso que nós viemos, primeiro, agradecer. De outra parte, é reconhecer que um novo ciclo olímpico que se inicia agora tem, em seu horizonte final, os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro”, falou Dilma Rousseff.
    *Texto de Fernanda Villas Bôas
    Comunicação CPB (imprensa@cpb.org.br)
    Janaína Lazzaretti
    Ananda Rope
    Estagiário: Jorge Macedo

    quinta-feira, 13 de setembro de 2012

    Projeto que treina cães-guias no DF precisa de cuidadores de labrador

    G1 DF

    O Projeto Cão-Guia de Cegos está precisando de oito voluntários para cuidar dos filhotes de uma labradora que está prenha. Iniciado há dez anos no Distrito Federal, o projeto treina cães para guiar cegos do Distrito Federal e de outos estados.

    Antes do início do treinamento, até o animal completar cerca de um ano e meio, o cachorro precisa de uma família que o hospede. No período em que é hospedado, o labrador aprende a conviver com outras pessoas, a andar pelas ruas e a iniciar atividades de socialização. Só depois dessa primeira adaptação, ele pode receber os comandos e as técnicas dos instrutores.
     
    A labradora Ônix tem quatro anos e é reprodutora do projeto. Ela vai ter pelo menos oito filhotes daqui a um mês.
    “Estamos solicitando que oito famílias se interessem pelo projeto e possam cuidar desses oito cachorrinhos que, futuramente, serão cão-guias e estarão ajudando várias pessoas”, disse Gabriela Rodrigues, voluntária do projeto cuidadora de Ônix.

    O projeto paga a ração e o veterinário. O analista de sistemas Ricardo Correa já cuidou de 11 filhotes. Atualmente, ele está educando a cadela Vida, com quem vai às compras, ao cinema e a galerias de arte. ”O que a gente vê são famílias deixando o cão subir em sofá , na cama, acha isso muito bonitinho, mas isso acaba atrapalhando o treinamento”, disse Correa em entrevista ao DFTV.

    Desde 2002, 40 cães formados pele projeto. Três deles já se aposentaram. No mês que vem, serão entregues mais dois animais treinados. Atualmente, 11 passam por treinamento. 300 pessoas estão cadastradas para receber um cão-guia. O tempo médio de espera é de quatro anos.
    Contato
    A família interessada em hospedar um dos filhotes de labrador deve entrar em contato com o projeto pelo e-mail caoguiadf.voluntariado@gmail.com ou pelo telefone 9309-0100.

    Sem preconceitos!!!

    Atletas paulistas recebem homenagem do Governo de São Paulo pelo desempenho nas Paralimpíadas de Londres

    Os atletas brasileiros trouxeram 43 medalhas para o Brasil e deixaram o país em 7º lugar no ranking mundial
     
     
     
    Homenagem aos Atletas do Time São Paulo Paralímpico, do Governo do Estado de São Paulo
    Há 11 anos, o 11 de setembro passou para a história mundial como uma data carregada de lembranças de medo e de morte. Em 2012, no Brasil, o 11 de setembro ganhou um novo significado e passou a representar reconhecimento pela superação e garra de algumas pessoas que fazem a diferença justamente pela coragem e persistência em vencer desafios. Nessa terça, 11/09, os atletas brasileiros que estiveram nas Paralimpíadas de Londres voltaram ao Brasil e os atletas de São Paulo foram recebidos com todas as honras merecidas.
    Os atletas paulistas da delegação brasileira que suaram a camisa em Londres nas Paralimpíadas, receberam homenagem das mãos da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, do Governador Geraldo Alckmin, do presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons e do Secretário de Esporte Lazer e Juventude, José Benedito Pereira Fernandes.
    Os atletas do Time São Paulo Paralímpico chegaram ao Aeroporto Internacional de Cumbica e saíram em carro aberto do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Passaram pela rua mais famosa da cidade, a avenida Paulista, onde receberam acenos e aplausos dos transeuntes e admiradores. Foram recepcionados no Palácio dos Bandeirantes de forma calorosa, com muita emoção por parte de quem ficou por aqui na torcida por todos os medalhistas que lá estiveram e fizeram bonito, com a conquista de 43 medalhas: 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze. No Palácio do Governo, os vencedores dos Jogos Paralímpicos de 2012 ganharam Medalhas de Mérito Esportivo e Certificados.
    A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella, ressaltou que os atletas paralímpicos “levam no peito e no coração o melhor de cada um”. Ela ainda apontou a visibilidade e a valorização do paradesporto dada pelo Estado de São Paulo. “Fomentar o esporte de forma diferenciada garante que cada um seja reconhecido como peça importante desse jogo, um jogo sem perdedores, só de ganhadores”, frisou.
    Dra. Linamara lembrou a importância do Comitê Paralímpico Brasileiro e a meta alcançada no ranking mundial. “Esse notável líder, o presidente Andrew Parsons, teve a ousadia de sonhar com o sétimo lugar”. A Secretária homenageou os medalhistas e destacou os recordes quebrados por alguns deles, como Daniel Dias, Andre Brasil e Alan Fonteles, esse último “venceu a barreira do tempo”. Nesse clima, Dra. Linamara finalizou com emoção. “Acima da vitória está o coração e o Brasil foi capaz de mostrar que a vitória está na sinergia, na parceria, que o espírito olímpico está acima das vitórias e não apenas em uma luta, mas para a vida toda”.
    O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons lembrou que no ano passado “a Dra. Linamara foi eleita a Personalidade Paralímpica do Ano, agora concorre ao Bi”. Parsons destacou a importância de todos os atletas e destacou o desempenho de Alan Fonteles, que surpreendeu a todos quando venceu o adversário sul-africano Oscar Pistorius. “Ele era tão favorito que todo o estádio olímpico londrino vibrou quando anunciaram o nome de Pistorius, dando como certa sua vitória”. Mas Alan Fonteles, próximo da reta de chegada, o ultrapassou de forma a deixar todos “desconcertados”. Quem acompanhou as narrações dos apresentadores pode observar a surpresa do resultado final, em especial nessa competição. “Na linha de partida todos somos iguais, e na partida de Pistorius o mundo teve que aplaudir Alan Fonteles, Alan simboliza a luta dessa Paralimpíada”, destacou o presidente do CPB. Parsons ainda afirmou que “se o Time São Paulo fosse um país, estaria em oitavo lugar no ranking mundial”. Em uma analogia, Parsons destacou que o Governador Geraldo Alckmin é a Camisa 10, por ser o cérebro da iniciativa (investir em atletas do paradesporto), e a Dra. Linamara, a Camisa 9 - quem faz gols.
    O Secretário de Esportes José Benedito Pereira Fernandes ressaltou que “todos os atletas paralímpicos trouxeram resultados” e destacou que “São Paulo não mede esforços para que o esporte cresça cada vez mais. De 225 projetos aprovados no Estado, 28 são para pessoas com deficiência”. Destacou também que há 16 centros de excelência esportiva no Estado de São Paulo.
    Entre os homenageados, o criador do Time São Paulo, que acreditou desde o início na ideia de ter um time diferenciado, com destacado apoio para atletas de ponta, o Assessor do Paradesporto da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Vanilton Senatore. Também recebeu medalha de mérito esportivo o Edilson Rocha (Tubiba), chefe da delegação do Time.
    O Governador Geraldo Alckmin autorizou publicamente a renovação do convênio entre a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e o Comitê Paralímpico Brasileiro pra apoio aos atletas do paradesporto. “A professora Linamara já está autorizada a estudar o novo Convênio com o CPB”. O governador destacou o orgulho que o Time São Paulo levou para as competições e espera que no Rio, em 2016, a façanha seja repetida. ”A melhor maneira de apoiar e homenagear esses atletas é continuar com o apoio ao Time São Paulo Paralímpico. São cuidados médicos, nutricionais, material esportivo, bolsa atleta e muito mais”.
    Daniel Dias, o nadador recordista mundial que trouxe na bagagem nada menos que seis medalhas de ouro, ganhas nas seis competições em que nadou, foi o porta-voz do Time São Paulo. Após agradecer em seu nome e do Time, ele “deixou” quem os homenageava sentir um pouco no peito o peso da medalha de ouro. Com seu largo sorriso, deu - por alguns momentos - cada uma de suas medalhas douradas para o Governador Alckmin, o Secretário de Esportes, a Dra. Linamara e o presidente do CPB, Andrew Parsons. Eles sentiram o “peso da responsabilidade”, mas antes que se “acostumassem” com tão valiosa preciosidade, Daniel já as foi recolhendo para deixá-las onde de fato - e de direito - devem ficar: em seu pescoço de campeão. Foram momentos de alegria e emoção.
    A homenagem aos atletas contou com presenças distintas como a presidente da Laramara, Associação Brasileira de Apoio aos Deficientes Visuais, Mara Siaulys, de alunos e diretoria da APAE São Paulo e a representante da presidência do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD), Yara Savine, a deputada estadual Célia Leão, entre outros.
    O Time São Paulo levou 24 atletas para as Paralimpíadas de Londres. Fruto da parceria do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) com o Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Time São Paulo tem como objetivo principal preparar atletas de alto rendimento que tenham destaque em suas modalidades e chance de medalha em competições de peso, sobretudo os Jogos Paralímpicos de Londres 2012.
    Confira quem faz parte do TIME SÃO PAULO PARALÍMPICO:
    ATLETISMO
    Terezinha Aparecida Guilhermina
    Odair Ferreira dos Santos
    Yohansson Nascimento Ferreira
    Allan Fontelles Cardoso de Oliveira
    Shirlene Santos Coelho
    Daniel Mendes da Silva
    Thierb da Costa Siqueira

    Guilherme Soares Santana (atleta guia)
    Carlos Antonio dos Santos (atleta guia)
    Samuel Souza Nascimento (atleta guia)
    Leonardo Souza Lopes (atleta guia)


    NATAÇÃO

    Daniel de Faria Dias
    André Brasil Esteves
    Carlos Alonso Farremberg

    JUDÔ
    Antônio Tenório da Silva
    Daniele Bernardes da Silva
    Lucia da Silva Teixeira

    BOCHA
    Elizeu dos Santos
    Dirceu José Pinto


    VELA

    Bruno Landgraf da Neves
    Elaine Pedroso da Cunha


    REMO

    Claudia Cícero dos Santos

    CICLISMO
    Soelito Gohr

    Sabesp enviará contas de água em braille para deficientes visuais

    Folha SP


    A partir de dezembro, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) irá enviar a conta de água em braille aos clientes que tenham deficiência visual.
    Todas as 363 cidades atendidas pela Sabesp no Estado de São Paulo contarão com o serviço.

    "O cliente cadastrado receberá as duas contas, tanto a convencional como a em braille. O pagamento é efetuado por meio da conta em papel comum, onde está o código de barras", diz Regina Corrêa, gerente do Departamento de Gestão de Clientes da Superintendência de Marketing da entidade.

    Para o cliente receber a conta especial, deve fazer o requerimento por meio da central telefônica (0800-055-0195) ou ir pessoalmente a uma agência de atendimento da Sabesp.

    Para o cadastramento, a companhia exige apenas a comprovação da deficiência e o número do registro geral do imóvel, que vem impresso na conta.

    Veja os motivos que levaram o Brasil a se tornar uma potência paralímpica

    Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos comemoram a medalha de ouro na bocha


    Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos



    O Brasil encerrou a participação nas Paralimpíadas de Londres com uma campanha histórica. Foram 21 ouros, 14 pratas e oito bronzes, que resultaram na inédita sétima colocação no quadro geral de medalhas. Mas por que, ao contrário dos Jogos Olímpicos, o país está lado a lado dos melhores do mundo nas modalidades praticadas por deficientes? A reportagem do iG conversou com alguns especialistas e listou os principais motivos que colocaram a nação entre as mais relevantes do setor:

    Investimentos no alto rendimento

    O Brasil nunca investiu tanto nos atletas paralímpicos. Somente no último ciclo, os gastos voltados para atletas com deficiência pularam de R$ 77 milhões para R$ 165 milhões. A verba é originada da Lei Piva, Lei de Incentivo ao Esporte, apoio dos governos estaduais e patrocínios.

    “Tivemos novos programas, como o Projeto Ouro. Escolhemos 15 atletas realizando uma preparação individualizada com cada um, cedendo equipe técnica própria, contratando sparrings e coisas do tipo. Além do pagamento fixo de bolsa-auxílio e tudo mais”, comentou o presidente do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), Andrew Parsons, ao citar um dos projetos de incentivo.

    O problema é que, a exemplo do que acontece nas modalidades olímpicas, os investimentos ainda estão muito centralizados no alto rendimento. Com isso, a revelação de atletas nas equipes de base fica comprometida. Atualmente, ela está presa a torneios escolares e à atuação de “olheiros” à procura de novos talentos.






    Grande população de deficientes no país

    De acordo com pesquisa feita pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil conta com quase 20 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. O número é superior a populações inteiras de países como Chile e Holanda, o que aumenta o potencial de revelação de atletas.

    Daniel Dias se consagrou nas Paralimpíadas de Londres como maior ganhador individual de medalhas de ouro, seis no total. Foto: Gety Images
    Daniel Dias se consagrou nas Paralimpíadas de Londres como maior ganhador individual de medalhas de ouro, seis no total. Foto: Gety Images

    Outro levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que a população ultrapassa os 45 milhões. Entretanto, a estimativa não é tão aceita no âmbito esportivo devido aos critérios mais brandos sobre deficiência adotados pela entidade.

    Restrições sociais e preconceito no mercado de trabalho

    Apesar de ser uma potência paralímpica, o Brasil é um país bem limitado em relação às condições dadas aos deficientes de maneira geral. Os problemas vão desde o preconceito social até à falta de inclusão no mercado de trabalho.

    Terezinha com de seus acessórios coloridos na pista das Paralimpíadas
    Terezinha com de seus acessórios coloridos na pista das Paralimpíadas

    Para se ter uma ideia, um levantamento do Ministério da Educação apontou que existem apenas 12 mil alunos com deficiência cursando o Ensino Superior no Brasil: nada mais do que 0,2% dos seis milhões de estudantes universitários do país. Como consequência, muitos deficientes encaram o esporte como único projeto de carreira.

    “O deficiente no Brasil praticamente não tem acesso aos direitos básicos de cidadania. O esporte às vezes é um meio de reabilitação à vida comunitária, mas isso também gera um grande problema, pois o atleta fica sem acesso à educação. É diferente de países como Estados Unidos, onde ele pode conciliar os treinamentos com os estudos. Aqui, não existe este tipo de oportunidade”, ressaltou Teresa Costa d’Amaral fundadora do IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência).

    Criação de ídolos paralímpicos

    Desde Sydney-2000, o desempenho do Brasil nas Paralimpíadas é superior ao dos Jogos Olímpicos. Desta forma, o país conseguiu lançar uma série de ídolos que ajudaram a incentivar a prática esportiva dos deficientes.

    Não existem levantamentos realizados sobre o número de praticantes das modalidades no país por conta aos diferentes critérios adotados sobre cada deficiência, mas a estimativa é que o número tenha dobrado somente na última década.

    “O bom desempenho geral do Brasil nas Paralimpíadas gera ídolos e são eles que inspiram os novos atletas. Os meninos olham para nomes como Antônio Tenório e Clodoaldo Silva e sonham em praticar o esporte no alto rendimento”, destacou Andrew Parsons.