sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Unisc entrega primeiras cadeiras de rodas motorizadas

Atividade beneficiou os seis primeiros pacientes atendidos pelo serviço e que solicitaram cadeira motorizada via SUS

Foto: Unisc/Desirê Allram
Foi realizada na manhã desta quinta-feira, 19, na Clínica de Fisioterapia da Unisc, bloco 34, a solenidade de entrega do primeiro lote de cadeiras de rodas motorizadas a portadores de necessidades especiais, atendidos pelo Serviço de Reabilitação Física e Saúde da Unisc (SRFis). A ação é resultado do convênio firmado entre a Universidade e o Sistema Único de Saúde (SUS).

A atividade beneficiou os seis primeiros pacientes atendidos pelo serviço e que solicitaram cadeira motorizada via SUS, entre eles, Arquimedes Portela, pertencente à Associação de Deficientes Físicos de Encruzilhada do Sul e usuário do projeto da Unisc há 4 anos. “Hoje é um dia muito importante, porque uma cadeira de roda motorizada auxilia muito e facilita bastante a nossa locomoção. Eu agradeço de coração a toda a equipe que me atende nestes 4 anos que venho aqui. Obrigado pelo carinho de todos”, disse.

Para a coordenadora do SRFis e do curso de Fisioterapia da Unisc, professora Angela Cristina Ferreira da Silva, trata-se de um momento especial, pois representa também uma ação em prol da autonomia e da independência dos necessitados. “É uma vitória de todos os integrantes desse serviço que dispensa meios para facilitar a locomoção dos cadeirantes. Estamos muito felizes e emocionados”, salientou.

Já o reitor da Unisc, Vilmar Thomé, destacou que essa atividade representa mais uma ação de inserção e de aproximação da Unisc para com a sociedade. “Esse contato direto da Instituição com as pessoas necessitadas consolida e aumenta ainda mais o alcance social proposto na missão de uma universidade comunitária como a Unisc”, salientou o reitor, que esteve acompanhado pelo vice-reitor, Eltor Breunig, e pelo chefe de gabinete, Angelo Hoff.

O Projeto de Concessão de Órteses e Próteses foi lançado em 2009 e beneficia pacientes de 67 municípios das regiões dos vales do Taquari, do Jacuí e do Rio Pardo. O SRFis, desenvolvido na Clínica FisioUnisc, realiza um trabalho multidisciplinar, envolvendo os cursos de Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem, Psicologia e Serviço Social, além de um médico, uma terapeuta ocupacional e uma fonoaudióloga para atender os pacientes amputados ou portadores de deficiência, cadastros nas prefeituras das cidades onde residem.


fonte: Assessoria de Comunicação Unisc

O FUTURO VISITA O PEQUENO COTOLENGO, ENTREGA 2 GARRAFAS PTS PARA CAMPANHA" LACRE AMIGO"

Ontem dia 19 de dezembro, o Futuro deixou 2 garrafas PTS para Campanha nossa" LACRE AMIGO", para juntar-se a grande campanha de arrecadação de lacres com a finalidade de ganhar cadeira de rodas.O intuito é mobilizar as pessoas para a causa.Quem nos recebeu por lá foi o padre Cidinho.
Ano de 2014 continua a campanha portanto, CONTINUEM JUNTANDO OS LACRES!!!

BOM NATAL E ANO NOVO Á TODOS!!!

KATRINA (+playlist)

Scope: Natalie Sides Case Study (+playlist)

Kristen on IHSS (+playlist)

Germany: Wheelchair users play it by ear

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Cão-guia salta em trilhos do metrô de NY para salvar dono após desmaio



Cão-guia salta em trilho e salva vida de dono no metrô de Nova York10 fotos

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18.dez.2013 - O cão-guia Orlando acompanha seu dono Cecil Williams, 61, no leito de um hospital. O animal salvou a vida de Williams, que é cego, depois que ele desmaiou e caiu nos trilhos do metrô de Nova York, na última terça-feira (17) Leia mais John Minchillo/AP

UOL
O cão-guia Orlando, um labrador retriever de quase 11 anos de idade, arriscou a própria vida ao saltar nos trilhos do metrô em uma estação de Manhattan, em Nova York (EUA), na última terça-feira (17). Tudo o que ele queria era salvar seu dono cego, que havia desmaiado e caído da plataforma.
Cecil Williams, 61, começou a se sentir mal na estação, no caminho para o dentista. "Ele tentou me segurar", disse Williams à agência de notícias Associated Press de sua cama no hospital, onde se recupera de ferimentos na cabeça após ter sido atropelado pelo trem.
Testemunhas disseram que Orlando latia freneticamente e tentou evitar que Williams caísse, sem sucesso. Quando o dono caiu, o cão-guia saltou para os trilhos e, mesmo com o trem se aproximando, tentou levantar Williams a todo custo.
"Ele o lambia, tentando fazer com que se movesse", disse Matthew Martin, uma das testemunhas, ao jornal "New York Post".
Passageiros que estavam na estação, então, começaram a fazer sinais e pedir ajuda, e o maquinista desacelerou. Embora não tenha sido possível parar o trem a tempo, Willians e Orlando deitaram no vão que existe entre os trilhos e foram salvos --o labrador não se feriu.
"O cão salvou minha vida", disse Williams. "Me sinto maravilhado. Sinto que Deus, uma força maior, tem algo reservado para mim. Não morri dessa vez. Estou aqui por uma razão", completou.
Williams, que é cego desde 1995, agora se recupera dos ferimentos no hospital, onde pode ter a companhia de Orlando.
O labrador, que completará 11 anos de idade em janeiro, será aposentado, e Williams terá um novo cão-guia custeado pelo governo. Mas, como as despesas do aposentado Orlando não poderão ser custeadas, Williams está a procura de um novo lar para seu companheiro. "Eu com certeza gostaria de ficar com ele", disse, explicando que não tinha dinheiro para isso.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Vereadores participam de sessão com olhos vendados


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A sessão da Câmara Municipal de Curitiba iniciou de forma diferente na manhã desta segunda-feira (16). 
Os vereadores participaram de uma vivência de olhos vendados em ato que lembrou o Dia Nacional do Cego.
Foto:Cesar Brustolin/SMCS
A sessão da Câmara Municipal de Curitiba começou de forma diferente na manhã desta segunda-feira (16). Os vereadores participaram de uma vivência de olhos vendados, em ato que lembrou o Dia Nacional do Cego, comemorado no último dia 13. A iniciativa teve como objetivo sensibilizar os vereadores para a importância da inclusão da pessoa com deficiência e sobre os desafios vividos pelo deficiente visual.
O coordenador de Relações com a Comunidade da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Manoel José Passos Negraes, conduziu a dinâmica. A sessão foi aberta e, em seguida, interrompida  para que os vereadores vendassem os olhos. Enquanto isso, Manoel Negraes, que tem deficiência visual, discursou sobre as dificuldades enfrentadas por esses cidadãos. "Espero que o debate e este simples gesto, através da vivência, possam auxiliar os vereadores a analisar com um outro olhar os importantes projetos de acessibilidade que passam por esta casa", disse. 
O coordenador convidou os vereadores a se deslocarem de olhos vendados  até a frente do plenário. A vereadora Professora Josete apresentou dificuldade já na busca do botão que aciona a liberação do microfone. "Não há dúvida que precisamos compreender melhor o que o deficiente visual enfrenta. Temos que garantir a acessibilidade para melhor locomoção deles e de todas as pessoas com deficiência" frisou a vereadora, que ao sair de sua mesa ainda derrubou a placa que leva seu nome e demorou para chegar à frente do plenário.
Durante o debate, foi destacada a importância da Comissão de Acessibilidade da Câmara Municipal, que busca resguardar os direitos e deveres da pessoa com deficiência e fazê-los cumprir de modo que as convenções sejam aplicadas.
"É preciso dar o primeiro passo, seja com ou sem os olhos vendados. É preciso entender que todos precisam  aceitar a inclusão da pessoa com deficiência e exercer a cidadania. A maior dificuldade ainda está na cultura" finalizou Negraes.
Em 2013, a secretaria realizou diversas ações de sensibilização como esta, com participação de servidores das secretarias municipais.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Brasileiros criam painel interativo para deficientes físicos com o Kinect

http://www.deficientefisico.com/brasileiros-criam-painel-interativo-para-deficientes-fisicos-com-o-kinect/
Brasileiros criam painel interativo para deficientes físicos com o Kinect 4.00/5 (80.00%) 1 vote
O Kinect, acessório para Xbox 360 e PC que reconhece os movimentos do jogador, é muito usado em games e dispensa o uso de joystick. Desde o lançamento do aparelho no final de 2010, desenvolvedores “hackearam” o dispositivo para usá-lo com outras funcionalidades, o que fez a Microsoft lançar um kit de desenvolvimento aberto para que o Kinect fosse utilizado para outras finalidades.
Sistema usa o Kinect, fazendo com que o acessório identifique deficientes físicos que perderam parte dos membros [imagem: Divulgação/FIT]
Finalidades estas que o FIT – Instituto de Tecnologia, de Sorocaba, no interior de São Paulo, percebeu que poderia aplicar ao Kinect para melhorar a interação de deficientes físicos com a tecnologia. “Criamos um painel interativo em que qualquer pessoa, com deficiência física ou não, pudesse interagir”, disse ao G1 o analista de sistemas do FIT Maurício Oliveira, responsável pelo projeto que demandou dois meses de trabalho e foi concretizado há três semanas.”Exploramos a questão da deficiência como fator de inclusão, mas o mesmo aplicativo permite que pessoas sem deficiência possam usá-lo”.
Foi desenvolvido um painel interativo em que cadeirantes ou quem perdeu parte dos braços possa usar e interagir, acessando informação. O aplicativo usado apresenta um mapa do mundo, no qual os usuários navegam pelos continentes utilizando os braços e obtêm informações sobre 60 países.
O sistema também reconhece comandos de voz em português – no Kinect para o Xbox 360, o idioma ainda não foi lançado oficialmente, embora na feira E3, a Microsoft tenha dito que uma atualização traria comandos de voz em português nos próximos meses.
“Mais do que um game, queríamos fazer algo com propostas mais nobres. Já que o Kinect reconhece braços e cabeça do jogador, ele poderia rastrear qualquer outra parte do corpo”, explica. “Foi um trabalho de programação e de estudo das características da deficiência física da pessoa. Vimos que é fácil controlar o sistema pelo Kinect com o braço, mas é mais complicado para quem tem apenas parte dele e, por isso, tivemos que calibrar o sistema”.
Segundo Oliveira, o FIT tem mais de 200 pessoas com deficiência física, que ajudaram a criar o sistema.

Usos da invenção

De acordo com Oliveira, não existe um único propósito do que pode ser feito. O programa pode ser construído do zero para qualquer finalidade. “O potencial [dele] é forte”, afirma. Ele exemplifica, dizendo que lojas podem usar o sistema para criar uma vitrine virtual que pode ser utilizada por qualquer pessoa.
Ainda, Oliveira acredita que o Kinect pode ser usado na área da educação. “As crianças, por iniciativa própria, podem usar e brincar, assimilando conteúdo que só conseguiriam aprender ou gravar do modo tradicional”.
O potencial na área médica também é destacado. “Muitas empresas têm usado o Kinect na fisioterapia. Procuramos criar aplicações para atender esta área”.
O sistema, por meio do Kinect, reconhece cadeirantes e comandos de voz em português [imagem: Divulgação/FIT]
O sistema, por meio do Kinect, reconhece cadeirantes e comandos de voz em português [imagem: Divulgação/FIT]

Deficientes visuais

O sistema criado pela FIT também permite que deficientes visuais utilizem o sistema. Por meio de comandos de voz, eles podem navegar na internet. “Ele sabe o que há na tela por meio de uma narração dinâmica. O sistema pode até ler uma notícia para a pessoa”.
[ Fonte - G1/PCD online ]