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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Aprovada política nacional de proteção aos autistas
Turma da Mônica publica edição especial sobre acessibilidade
http://3cndpd.sdh.gov.br/?p=2599
Os participantes da 3º Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que acontece em Brasília até hoje (6), foram contemplados com uma edição da revista em quadrinhos “Turma da Mônica” sobre o tema da acessibilidade. O gibi reúne personagens com deficiência e a conhecida turma formada por Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão para mostrar como a acessibilidade pode transformar uma comunidade.
Segundo o autor Maurício de Souza, um personagem com deficiência já havia sido criado no passado. O amiguinho da turma usava muletas e apareceu em algumas histórias. Depois, surgiu o cadeirante Luca.
Maurício conta que o convite para criar uma revista sobre acessibilidade trouxe uma responsabilidade muito grande, ao traduzir um tema complexo para uma linguagem que uma criança pudesse entender. Depois, entretanto, o sentimento foi de satisfação ao poder usar o carisma de seus personagens em prol de uma campanha tão importante.
“A turma da Mônica é um grupo de personagens que vive e age como nossos filhos ou conhecidos, e todos nós temos amigos com algum tipo de deficiência, num convívio harmônico e dinâmico. Aprendemos as regras da inclusão aí. Consequentemente, não poderíamos deixar de apresentar, no universo dos nossos personagens, amiguinhos da turma que também tivessem deficiências. Até acho que demorei muito para perceber esse vazio nas nossas histórias”, explica Maurício.
Inspirações
O autor conta que, para criar o cadeirante Luca, conversou com atletas paraolímpicos. “Foi uma descoberta e uma alegria. Eles são entusiasmados, alegres, espertos e inteligentes, com a moral lá em cima. Foi fácil transpor esse clima para os personagens” afirma.
Para Dorinha, uma menina cega, Maurício buscou referência em D. Dorina Nowill, da fundação que leva o mesmo nome, uma mulher “líder, de inteligência brilhante, sem preconceitos, elegante, preocupada com a causa dos cegos”.
Já o autista André nasceu de um estudo que o autor fez para uma campanha. ”Saiu de uma revistinha muito gostosa que serve pra muita gente entender um pouco melhor o autismo e suas diversas manifestações”, ressalta.

Divulgadas regras para pessoas com deficiência obterem passe livre no transporte interestadual
Os beneficiários deverão apresentar comprovação de que têm renda familiar inferior a um salário mínimo por pessoa. O requerimento da carteira que dá direito ao passe livre deverá ser feito ao Ministério dos Transportes.

O Ministério dos Transportes
publicou em 4/12 as regras que as pessoas com deficiênciadeverão seguir para obter opasse livre em viagens interestaduais rodoviárias, aquaviárias e ferroviárias. De acordo com a Portaria n° 261, publicada no Diário Oficial da União, os beneficiários deverão apresentar comprovação de que têm renda familiar inferior a um salário mínimo por pessoa.

O requerimento da carteira que dá direito ao passe livre deverá ser feito ao Ministério dos Transportes, que disponibilizou um modelo de formulário pela internet, no site www.transportes.gov.br
. Os pedidos poderão ser feitos pelo correio, para a Caixa Postal 9.600, CEP 70.040-976, Brasília – Distrito Federal. Também podem se enviadas dúvidas e sugestões para esse endereço.

Os interessados no benefício deverão enviar a comprovação de renda, a cópia do documento de identidade e um atestado original assinado por dois profissionais da área de saúde, sendo ao menos um médico. A documentação incompleta não desclassifica o pedido, mas os requerentes terão prazo de 20 dias para enviar o que ficou faltando. Os beneficiários receberão uma carteira com validade de três anos, que deverá ser renovada com os mesmos documentos ao término do prazo.
As empresas serão obrigadas a reservar dois lugares para pessoas com deficiência e os beneficiários deverão ter preferência na compra até três horas antes do horário da partida. Eles devem se dirigir aos pontos de venda, também com essa antecedência, para obter a Autorização de Viagem de Passe Livre, sem a qual não poderão viajar mesmo com a carteira do benefício. A autorização terá duas vias e será o instrumento usado pelas agências reguladoras para fiscalizar o respeito ao benefício.
Pressão de minorias modifica a linguagem
![Evaristo Sá/Afp / “Eu fiquei muito impressionada como a tecnologia pode nos ajudar a dar condições melhores de vida, melhores oportunidades para portadores de deficiência [vaias]. Desculpa, [o termo correto é] pessoas com deficiência. Entendo vocês porque portador não é muito humano, não é? Pessoa é [aplausos].”](http://www.gazetadopovo.com.br/midia/tn_280_651_dilma_051212.jpg)
Cego e surdo
Bruno Dallari, professor de Linguistica e Comunicação da UFPR
“Eu acho muito ruim todo esse movimento do politicamente correto, pois o policiamento linguístico é sempre prejudicial – tira a espontaneidade e a expressividade da língua, tornando-a artificial. Você pode até achar que tal palavra é ruim e tentar convencer o outro disso, mas não pode impor o que considera ser uma palavra melhor. Até porque, se fôssemos analisar o que está por trás das palavras, teríamos de abolir muitas, inclusive as faladas pelos militantes. E o que vale é a intenção do usuário. Se por acaso ele tiver intenção de ofender, a lei prevê punição para isso.”
Lindomar Bonetti, sociólogo e professor da PUCPR
“É admirável toda essa transformação atual no sentido de reconhecer as diferenças sociais, as singularidades, e respeitá-las. Mas há expressões que mudam muito rapidamente, de uma hora para outra. O que é correto passa a não ser, e nem todas as pessoas conseguem acompanhar a mudança rapidamente. Tem de haver paciência para que o mundo político, social e jurídico se acostume com uma nova terminologia. Quem fala deve tentar apreender a linguagem e quem escuta deve entender que isso leva um determinado tempo.”
Dê sua opinião
Conhece outras expressões politicamente incorretas? Quais são? Você concorda com essa patrulha linguística? Por quê?
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As mensagens selecionadas serão publicadas na Coluna do Leitor.
Palavras como cego e surdo só valem se a pessoa tiver 100% de sua visão ou audição comprometidos. Para outros casos, o mais correto é utilizar os termos “pessoa com deficiência auditiva ou visual”. O sociólogo Manoel Negraes faz parte do segundo grupo – tem 15% da visão em cada olho. Já “portador de necessidades especiais”, segundo ele, é um “eufemismo” que não dá conta da particularidade de cada pessoa com deficiência.
Portador de deficiência
O termo “pessoa com deficiência” é o mais recomendado. “O termo valoriza primeiro a pessoa, o ser humano, e depois destaca a sua condição”, diz o sociólogo Manoel Negraes, da Universidade Livre para a Eficiência Humana. A expressão “portador de deficiência”, segundo ele, é incorreta porque “tal característica não é um objeto que se porta e do qual se pode abrir mão, como um guarda-chuva”.
A simbologia do negro
Termos como “mercado negro”, “denegrir” e outras expressões que associam o negro a algo negativo também são politicamente incorretas. “É preciso entender que a palavra tem uma simbologia. Talvez você não quis dizer isso, mas a palavra quis. E para uma pessoa negra que cresce ouvindo isso, é muito ruim”, diz o presidente do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos, Paulo Pedron.
Homossexualismo
O mesmo vale para os termos homossexualidade e transexualidade. No primeiro caso, a palavra “homossexualismo”, cujo sufixo “ismo” designa doença, não é mais utilizado, sob recomendação da Organização Mundial da Saúde. Já o segundo ainda é usado pela OMS, mas há discussão para que, em breve, o termo caia, e vários órgãos, como a Organização das Nações Unidas, já deixaram de usá-la em seus relatórios.
De menor
Outro termo que caiu em desuso é o “de menor” para se referir a criança ou adolescente. Isso porque a palavra está carregada de preconceito, associando o “menor” a um criminoso, uma pessoa sem direitos ou de uma classe social inferior. A mudança do nome ocorreu também no âmbito jurídico, quando o último Código de Menores, de 1979, foi substituído pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
OSCAR NIEMEYER 104 ANOS :: ARQUITETURA FUTURISTA ESPETACULAR.
Dia 15 de dezembro seria aniversário de nosso maior arquiteto. Oscar Niemeyer completaria 105 anos
Vai um homem, mas ficam as obras!
Mas suas obras ficam eternizadas.
Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares, é carioca e nasceu em 15 de dezembro de 1907, considerado um dos nomes mais influentes na arquitetura moderna mundial. Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado.
Seus trabalhos mais conhecidos são os edifícios públicos que desenhou para a cidade deBrasília .
"Não é o angulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a linha curva, livre e sensual, que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein." Oscar Niemeyer.
Parque Dona Lindú na beira mar de Boa Viagem no Recife.
"Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores prá vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo tristemente que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas sim de camburão." Oscar Niemeyer.
http://betaniacaneca.blogspot.com.br/2011/12/oscar-niemeyer-104-anos-arquitetura.html
Oscar Niemeyer morre no Rio aos 104 anos
Gazeta do Povo
O principal nome da arquitetura no Brasil, morreu nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. Ele estava internado no Hospital Samaritano

O principal nome da arquitetura no Brasil, morreu nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro. Ele estava internado no Hospital Samaritano

Oscar Niemeyer, principal nome da arquitetura no Brasil, morreu nesta quarta-feira (5), aos 104 anos, no Rio. O arquiteto carioca, que completaria 105 anos em 15 de dezembro, deu entrada noHospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio, em 2 de novembro, a princípio para tratar de uma desidratação, em sua terceira internação no ano. Mais tarde, porém, Niemeyer apresentou hemorragia digestiva e houve piora em sua função renal. Na terça-feira, uma infecção respiratória levou a uma piora no estado clínico de Niemeyer.
Em outubro, ele havia ficado duas semanas no hospital também por causa de uma desidratação. Em maio, o teve pneumonia e chegou a ficar internado na UTI. Recebeu alta depois de 16 dias. Em abril de 2011, foi submetido a cirurgias para a retirada da vesícula e de um tumor no intestino. Na ocasião, ele ficou internado por 12 dias por causa de uma infecção urinária.
Niemeyer deixa a mulher, Vera Lúcia, 67, com quem se casou em 2006. Deixa ainda quatro trinetos, 13 bisnetos e quatro netos, filhos de Anna Maria --sua única filha, morta em junho deste ano aos 82--, fruto de seu casamento com Anita Baldo, de quem ficou viúvo em 2004.
Biografia
Oscar Niemeyer nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1907, mesmo ano em que a cidade recebeu o sistema de luz elétrica. Em 1928, ele se casa com Annita Baldo, filha de imigrantes italianos, com quem ficou casado por 76 anos, até o falecimento dela em 2004. A filha do casal, a designer e marchand Anna Maria Niemeyer, faleceu em junho deste ano, aos 82 anos. Desde 2006, quando tinha 98 anos, o arquiteto é casado com a sua secretária Vera Lúcia Cabreira.
Um ano depois de se casar pela primeira vez (1929), Niemeyer passa a integrar a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, que, dois anos mais tarde, começou a ser dirigida pelo arquiteto Lúcio Costa. Em 1932, ele passa a atuar profissionalmente no escritório de Costa. Os dois participariam juntos, nos anos 1950, do planejamento da nova capital federal, Brasília, a convite do então presidente da República Juscelino Kubitschek.
Dentre as obras mais célebres assinadas pelo arquiteto carioca estão a sede do Ministério da Educação e Saúde, o antigo MES (1936), quando a capital federal ainda era o Rio de Janeiro, a Igreja da Pampulha (Belo Horizonte – 1940), a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova Iorque (1947), o Edifício Copan (São Paulo – 1951), o Palácio do Planalto (Brasília – 1958), a sede do Partido Comunista Francês (Paris – 1964), o Sambódromo da Marquês de Sapucaí (Rio de Janeiro – 1984) e o Museu de Arte Contemporânea (Niterói – RJ – 1996).
Em 1945, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) e sempre deixou claro seu alinhamento com o pensamento de Karl Marx. No ano de 1956, idealiza o cenário da peça teatral Orfeu da Conceição, de autoria de Vinícius de Moraes.
Durante a Ditadura Militar, morou em Paris, onde chegou a montar um escritório em 1972. Ao longo de sua vida, recebeu diversas condecorações em reconhecimento pelo seu trabalho, como o Prêmio Imperial da Associação de Arte do Japão (2004).
Carioca
Nascido no bairro de Laranjeiras, no Rio, Oscar Niemeyer se formou em arquitetura e engenharia na Escola Nacional de Belas Artes em 1934. Em seguida, trabalhou no escritório dos arquitetos Lúcio Costa e Carlos Leão, onde integrou a equipe do projeto do Ministério da Educação e Saúde.
Por indicação de Juscelino Kubitschek (1902-1976), então prefeito de Belo Horizonte, Niemeyer projetou, no início dos anos 1940, o Conjunto da Pampulha, que se tornaria uma de suas obras brasileiras mais conhecidas.
Em 1945, o arquiteto ingressou no Partido Comunista Brasileiro (PCB), entrando em contato com Luiz Carlos Prestes e outros políticos. Ao longo das décadas, travou amizades com diversos líderes socialistas ao redor do planeta, viajando constantemente à União Soviética --conjunto de países comunistas liderado pela Rússia-- e a Cuba.
Em 1947, Niemeyer fez parte da comissão de arquitetos que definiria o projeto da sede da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York. A proposta elaborada por Niemeyer com o franco-suíço Le Corbusier serviu de base para a construção do prédio, inaugurado em 1952.
Durante os anos 50, projetou obras como o edifício Copan e o parque Ibirapuera, ambos em São Paulo, além de comandar o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Novacap, responsável pela construção de Brasília.
Durante os anos 50, projetou obras como o edifício Copan e o parque Ibirapuera, ambos em São Paulo, além de comandar o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Novacap, responsável pela construção de Brasília.
Ao lado de Lúcio Costa, ajudou a dar forma à nova capital, concebendo edifícios como o Palácio da Alvorada e o Congresso Nacional. Inaugurada em abril de 1960, Brasília transformou a paisagem natural do Brasil central em um dos marcos da arquitetura moderna.
Impedido de trabalhar no Brasil pela ditadura militar, Niemeyer se mudou em 1966 para Paris, onde abriu um escritório de arquitetura. Projetou a sede do Partido Comunista Francês, fez o Centro Cultural Le Havre, atualmente Le Volcan, realizou obras na Argélia, na Itália e em Portugal.
Após a anistia, retornou ao Brasil, no início dos anos 1980. No Rio, projetou os CIEPs (Centros Integrados de Educação Pública, apelidados de "brizolões") e o Sambódromo, durante o primeiro governo de Leonel Brizola no Estado (1983-1987).
Em 1988, Niemeyer se tornou o primeiro brasileiro vencedor do prêmio Pritzker --o Oscar da arquitetura. Depois dele, Paulo Mendes da Rocha recebeu a honraria, em 2006. Ainda em 1988, Niemeyer elaborou o projeto do Memorial da América Latina, em São Paulo.
Em 1988, Niemeyer se tornou o primeiro brasileiro vencedor do prêmio Pritzker --o Oscar da arquitetura. Depois dele, Paulo Mendes da Rocha recebeu a honraria, em 2006. Ainda em 1988, Niemeyer elaborou o projeto do Memorial da América Latina, em São Paulo.
Nos anos 1990 e 2000, a produção de Niemeyer continou em alta, com a inauguração do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (RJ), o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e o Auditório Ibirapuera, dentro do parque, em São Paulo.
Em 2003, exibiu sua versão de um pavilhão de exposições na tradicional galeria londrina Serpentine --que todo ano constrói um anexo temporário.
Em 2007, projetou o Centro Cultural de Avilés, sua primeira obra na Espanha, construída durante três anos ao custo de R$ 100 milhões. Inaugurado em março de 2011, o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer foi fechado após nove meses, em meio ao agravamento da crise econômica, desentendimentos entre o governo local e a administração do complexo no dia do aniversário de 104 anos de Niemeyer. Em meados de 2012, no entando, o centro foi reaberto.
Em 2007, projetou o Centro Cultural de Avilés, sua primeira obra na Espanha, construída durante três anos ao custo de R$ 100 milhões. Inaugurado em março de 2011, o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer foi fechado após nove meses, em meio ao agravamento da crise econômica, desentendimentos entre o governo local e a administração do complexo no dia do aniversário de 104 anos de Niemeyer. Em meados de 2012, no entando, o centro foi reaberto.
Mais de 60 anos após a realização do Conjunto da Pampulha, o arquiteto voltou a assinar um projeto de grande porte em Minas Gerais em 2010, com a inauguração da Cidade Administrativa do governo do Estado, na Grande Belo Horizonte.
Atualmente, em Santos, está em execução o projeto de Niemeyer para o museu Pelé. A previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2012.
Atualmente, em Santos, está em execução o projeto de Niemeyer para o museu Pelé. A previsão é que a obra seja concluída em dezembro de 2012.
A dupla do Futuro esteve no evento .Confiram !!!!
O Fórum Paranaense dos Direitos da Pessoa com
Deficiência e o Centro Independente da Região Metropolitana de Curitiba (CVI) se
uniram no ultimo dia 3 de dezembro para realizarem várias ações em comemoração
ao Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
A Dupla do Futuro ou As Quatro Mãos do Futuro, assim
intitulada por amigos, esteve presente no evento, mas desta vez apresentando
oficialmente o Blog O Futuro Está Aqui! Ficamos felizes por ser um público realmente voltado para o que o
sempre buscávamos na capital, pessoas que possuam uma consciência inclusiva.
Ocorreu em dois espaços no Memorial Histórico de Curitiba e no
Auditório no Campo Garcez-Centro Universitário UNINTER.
E com grande satisfação e aqui fica nossos
agradecimentos aos grupos que nos receberam e cederam os espaços físicos e
estrutura para nossa exposição e demais talentos e aos inúmeros PCDs que lá estiveram. Pelos convites
oportunos na pessoa de Luciane Passos uma das coordenadoras do evento e Leomar Marchesine que nos recepcionou em uma das
unidades da Uninter.
Seguem algumas fotos!!!!
Matheus Kreling\Eliane Clara Pepino(Dupla do Futuro),Fernanda Bruni(coordenadora da Pastoral da Pessoa com Deficiciência),Luciane Passos(Fórum Paranaense dos Direitos das Pessoas com Deficiencia),Luiz Claudio nosso novo amigo
Luciane Passos sempre com sua postura inclusiva e seu filho Bruno
Luciane Passos,Alberto Nogueira(CVI),Irajá deBrito Vaz(Secretário Municipal da Secretária da Pessoa com Deficiência),ao fundo Apresentação do Coral e Dança dos alunos da Escola Epheta - Instituição Especializada Surdez/Deficiência Auditiva
Prevenção de deficiências – Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial – AFECE
Apresentação Associação Paranaense dos Ostomizados
Alberto Nogueira(http://bronca-blogdobronca.blogspot.com.br e presidente Centro de Vida Independente de Curitiba e Região Metropolitana)
Composição da mesa na UNINTER:Regiane Ruivo Maturo,Manoel Negraes,Irajá de Brito e Leomar Marchesine
Leomar Marchesini do grupo Educacional da Uninter nossa anfitriâ com Apresentação do trabalho do SIANEE (Uninter)
e Diele Pedroso coordenadora do Projeto Ver Com as Mãos
Rafael Bonfim trazendo novidades com vídeo dos Super Normais
Breve novidades!!!!
Sigam-nos
AUDITÓRIO DO CAMPO GARCEZ – Centro
Universitário UNINTERAUDITÓRIO DO CAMPO GARCEZ – Centro Universitário UNINTERAUDITÓRIO
DO CAMPO GARCEZ – Centro Universitário UNINTERMatheusMBreve novidades!!!!Sigam-nos
Jovem de Paraíba do Sul que tem paralisia cerebral sonha em jogar futebol
RJ TV - segunda edição - 03/12/2012
Como conversar com deficientes auditivos
Deficientes auditivos, assim como qualquer pessoa, desejam conversar, anseiam por atenção e querem passar as pessoas que estão ao seu redor o que estão sentindo. Por isso é fundamental para quem tem um conhecido, um parente ou um amigo com deficiência auditiva, aprender a conversar através de gestos que o deficiente entenda ou através da linguagem de sinais (libras). Estas são ferramentais essenciais para estabelecer uma comunicação eficiente com deficientes auditivos.
Para conversar com deficientes auditivos é preciso de:
Saber a linguagem de sinais (Libras): Saber a linguagem de sinais é fundamental para estabelecer uma comunicação eficaz com um deficiente auditivo. Algumas escolas públicas, particulares e empresas já estão ensinando à linguagem de sinais (libras) as pessoas que desejam aprender. Mas também existem cursos específicos em escolas profissionalizantes ou técnicas que também oferecem este curso. O curso é rápido e em poucos meses você já estará apto a conversar com deficientes auditivos.
Ter paciência para entender o que o deficiente quer dizer: Ter paciência é muito importante para entender o que o deficiente quer dizer. Às vezes o próprio deficiente não conhece bem a linguagem de sinais e não consegue se comunicar direito. Às vezes também, ele pensa que está conseguindo se comunicar com os sons que emite, e acaba se irritando quando a pessoa não entende. Então paciência é fundamental para que se consiga se comunicar.
Alguns aspectos e dicas que devem ser levados em conta na comunicação com o deficiente auditivo.
Tente fazer com que o deficiente perceba o seu interesse pelo o que ele está dizendo. Às vezes, você não se mostra tão interessado, aí é que o deficiente não vai querer se comunicar mesmo. Então esteja sempre com um sorriso e se mostre interessado pelo o que ele quer dizer.
Levar sempre consigo uma caderneta, ou um papel e uma caneta são instrumentos emergenciais, se acontecer que você não consiga entender o que o deficiente quer dizer. Às vezes, através de um desenho ou uma frase, você consiga compreender o que o deficiente quer dizer. Principalmente se o deficiente auditivo souber escrever, às vezes as pessoas não nascem com deficiência auditiva, mas perdem devido a alguma complicação de saúde. Então a pessoa escreve perfeitamente e consegue se comunicar através da escrita.
Nunca altere o som da sua voz num diálogo com um deficiente auditivo. Além de você incomodar as pessoas que estão ao seu redor. Você vai magoar o deficiente auditivo, pois ele vai pensar que você está perdendo a paciência ou se irritou com alguma coisa que o mesmo fez. Então procure se sentar se possível, olhe nos olhos do deficiente e gesticule muito. Ele entenderá muito mais através de um gesto do que com uma palavra dita aos berros.
Essas são as dicas de como se comunicar com um deficiente auditivo. Lembrando que nem todos os deficientes sofrem da perda total da audição. Alguns conseguir dizer algumas palavras e ouvem um pouco com aparelhos. Então trate com carinho e respeito essas pessoas e você vai ver que conseguirá se comunicar com eficiência.
Fonte: Orfury
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