sábado, 24 de abril de 2010

Intelligaze IG-30


O sistema IG - 30 permite ao utilizador controlar o computador apenas por olhar para o ecrã, possibilitando que pessoas que tenham movimentos muito limitados consigam, por exemplo, comunicar de uma maneira independente utilizando software de comunicação existente no mercado.



A fácil montagem e a maneira intuitiva de operar o software e hardware permite um elevado grau de liberdade ao utilizador.



Ao usar a mais recente tecnologia de câmaras, processamento de imagem e métodos de calibração, o sistema IG – 30 é de elevada precisão.




O sistema modular permite a pacientes com doenças degenerativas continuarem a utilizar: ou o seu computador táctil ou com um sistema de varrimento, adaptando o sistema ao seu computador caseiro integrando o sistema no seu PC, ou o sistema de interacção pelo olhar.



Interacção Fácil – Para onde olha é para onde carrega!


O sistema IG – 30 permite um controlo pelo olhar de qualquer aplicação Windows utilizando controlo pelo olhar, após apenas uma fácil calibração .



Utilizadores que podem beneficiar com este sistema são:

Pessoas com ELA;
Esclerose Múltipla;
Lesões vertebro-medulares;
Paralisia cerebral, etc;


ANDITEC- tecnologia em Reabilitação

Pelos olhos dos livros


Universidades e bibliotecas públicas constroem acervos específicos para pessoas com deficiência visual

Por Sibele Oliveira


Uma casa sem livros é como um corpo sem alma", já dizia o pensador romano Marco Túlio Cícero. A prova de que os brasileiros já se conscientizaram dessa ideia é o crescimento contínuo do mercado editorial. Mas o prazer de mergulhar nos enredos de belas histórias ou tecer novos conhecimentos a partir da leitura não é privilégio dos que leem de forma convencional. Se antes os cegos precisavam frequentar bibliotecas especializadas para fazer pesquisas ou apreciar um bom romance, agora também podem recorrer às universidades, que promovem uma inclusão literária de qualidade e algumas dessas instituições investem em tecnologias sofisticadas e buscam meios de tornar o processo de aprendizagem mais acessível e estimulante.

Ao alcance da comunidade

Cumprindo seu papel social, além de focar na formação dos alunos, grande parte das universidades abrem as portas de suas bibliotecas para a comunidade. Entre os vários exemplos, destaca-se a Biblioteca Digital e Sonora (BDS), da Universidade de Brasília (UnB), que disponibiliza textos em formato digital e sonoro por meio do acesso on-line e empréstimo de CDs. "Os cegos ainda são bastante excluídos da sociedade, e a forma que encontramos para reverter isso é trabalhar a inclusão social por meio da leitura. É necessário ter em mente que todos nós temos direito à informação, direito de ampliarmos nossos horizontes e aprimorarmos nossos conhecimentos. Pensando nisso, oferecemos esse serviço para que todas as pessoas que desejarem tenham acesso a um material de qualidade para uma boa leitura", ressalta Marília de Freitas, bibliotecária da instituição.

Com o laudo médico, RG e CPF em mãos, qualquer pessoa com deficiência visual pode se cadastrar e ter acesso ao acervo da UnB. Embora ainda seja pequeno, o número de cadastros tende a aumentar à medida que os próprios frequentadores divulgarem a biblioteca aos conhecidos. "O trabalho ainda está bem no começo, porém, temos tido bastante retorno por parte dos usuários, que acharam a iniciativa fantástica e têm nos dado um retorno muito positivo", atesta Marília. Os benefícios do projeto são comprovados por um aluno da UnB. "A biblioteca tem sido muito importante, principalmente para a minha formação acadêmica, até porque o acervo é formado pelo que a gente apresenta de demanda. Quando preciso de um livro que ainda não tem na biblioteca, demora um tempinho para ser digitalizado, mas isso é um detalhe.
No geral, já está bastante bom", comenta Luciano Campos, estudante de biblioteconomia.
fonte: REVISTA SENTIDOS
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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Múltiplos instrumentos podem aperfeiçoar o processo de avaliação escolar


A avaliação escolar é, antes de tudo, um processo que tem como objetivo permitir ao professor e à escola acompanhar o desempenho do aluno, diz a professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), Clarilza Prado de Souza. E como tal, não deve ser pontual, eventual e realizada somente no final de um período escolar. “Como processo, ela deve permitir acompanhar o aluno no seu cotidiano na escola, identificando seus progressos e retrocessos, suas dificuldades e facilidades”, justifica.

Coordenadora do Centro Internacional de Estudos em Representações Sociais e Subjetividade da Fundação Carlos Chagas, Clarilza acredita que a avaliação escolar, assim concebida, permite ao professor um retorno constante da adequação das atividades realizadas em classe e do desempenho do aluno. Para ela, a avaliação é de fundamental importância para garantir ao professor o direcionamento de suas atividades em sala de aula. “Sem uma avaliação escolar bem planejada e bem desenvolvida o professor desenvolve suas atividades às cegas, apenas na intuição e o aluno não tem parâmetros seguros para orientar seu comportamento, seus estudos e toda sua vida escolar”, diz.

Segundo Clarilza, a avaliação não só orienta o professor no desenvolvimento do ensino, como também o aluno em relação a seu comportamento e seu processo de aprendizagem. Em sua opinião, o professor e a escola devem e podem utilizar múltiplos instrumentos na avaliação escolar, que vão garantir maior confiança nos resultados. De acordo com ela, o constante contato com o aluno e a observação direta permitem o uso de instrumentos variados para analisar facetas diferenciadas do desempenho do aluno, favorecendo orientações para a tomada de decisão. O professor pode usar ferramentas como roteiros de observação do caderno, seminários de classe, portifólios, questionários, bem como a aplicação dos testes.

Para a professora, os modelos de avaliação do processo ensino-aprendizagem do aluno, que são inúmeros, devem ser construídos e adaptados em cada escola. No entanto, acredita, todos devem apresentar condições de oferecer uma avaliação que seja diagnóstica do aluno; dos processos de aprendizagem que o aluno está percorrendo; dos procedimentos e estratégias apresentadas pelos professor; e dos resultados que estão sendo obtidos pelo aluno em classe e na escola.

Graduada em psicologia pela PUC/SP, com mestrado e doutorado em educação na mesma instituição e pós-doutorado na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, na França, e na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Clarilza entende que o aluno é o ponto mais importante a ser levado em consideração pelo professor, em um processo de avaliação.

“Meus alunos estão aprendendo? O que estão aprendendo? Por que não estão aprendendo? Quais os pontos em que eles apresentam maior dificuldades? O que posso fazer para que os alunos adquiram as aprendizagens fundamentais? Por que essas estratégias de ensino não estão dando certo? são algumas das perguntas que Clarilza acredita devam ser formuladas pelos professores. “Quando estou interessada nas respostas a questões como estas devo realizar um processo de avaliação e, com certeza, ele poderá oferecer bons elementos para orientar sua prática”.

A professora, que desenvolve pesquisas, ministra cursos e atua principalmente nas áreas de avaliação de sistemas, instituições, planos e programas educacionais, além de avaliação de desempenho docente, diz que uma boa avaliação pode e deve ajudar o aluno e o professor a identificar as dificuldades.

(Fátima Schenini)
Portal do Professor

sábado, 3 de abril de 2010

Criação é pensamento e ação!

Felizes áqueles que criam instrumentos para instrumentalizar!
Mais felizes áqueles que teêm oprtunidades de utilizarem desses mesmos instrumentos para criar!
Pois então criem.Criem e multipliquem o saber!
O saber para tornar-se concreto,útil,multiplicador é preciso partir de um pensamento com ação!
AGIR,PENSAR.PENSAR,AGIR sempre na corrente do bem!Rumo ao FUTURO!
Agradeço a todos colaboradores,participantes ,leitores,CRIADOR desse blog tem sido uma dádiva divina compartilhar dessa missão inclusiva!Uma Páscoa de paz!
Continuem a CRIAR e AGIR!

Material Adptado


A tecnologia assistiva é um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência.

Não deve se voltar unicamente a promover uma habilidade no aluno, fazendo com que ele realize tarefas como as de seus colegas. A TA na educação será o meio pelo qual esse aluno possa fazer do seu jeito e assim ele se tornará ativo no seu processo de desenvolvimento e aquisição de conhecimentos.
Fonte e muito mais informação no site: Terapia Ocupacional - Coordenação Motora Fina.
Publicada por Eduardo Jorge em Sábado, Abril 03, 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

MA: cadeirante espera mais de duas horas por ônibus adaptado

A novela "Viver a vida" colocou um problema em evidência, esta semana. A cena entre a protagonista Luciana e o cobrador de um ônibus retrata bem a realidade.

Cobrador: Olha só, moça, eu vou avisar logo que vai demorar, tá?
Luciana: Demorar o que, moço?
Cobrador: Pra resolver isso aqui, o elevador
Luciana: Não devia ser assim, né, mas paciência

Cena de novela? É, mas tem tudo a ver com o que aconteceu com o artista plástico Alarico Moura, em um ponto de ônibus do centro do Rio de Janeiro, esta semana. Meia hora de espera e quem disse que o equipamento funcionava?

Alarico e outros quatro cadeirantes foram convidados a fazer um teste em ônibus de Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Goiânia e Porto Alegre.

O primeiro caso é do carioca. Com ajuda de um pedestre, Alarico sobe e se acomoda no lugar destinado a portadores de necessidades especiais. Mas na hora de recolher o equipamento, problemas. A cobradora aperta o botão, sobe no elevador e nada.

“Não é que eu não estou sabendo ligar. O negócio é que não está funcionando”, explica a cobradora.

Passageiros desistem de esperar. O elevador, enfim, dá sinal de vida. E 20 minutos depois, o ônibus sai.

Só que depois do desembarque do Alarico, o elevador emperra de novo. “Eu me senti muito constrangido, porque essa dificuldade toda faz com que o veículo demore muito tempo, quer dizer, os passageiros em trânsito, estão se deslocando, saindo do trabalho, voltando para casa, eu fiquei olhando para o rosto das pessoas com um constrangimento muito grande”, revela o cadeirante.

Dos 8,8 mil ônibus que circulam no município do Rio de Janeiro, 2 mil já estão adaptados, segundo o sindicato das empresas de ônibus. Mas ainda há muito a fazer. Um decreto de 2004 determina que 100% da frota nacional deverão estar totalmente acessíveis aos cadeirantes em 2014. Faltam quatro anos. E não basta ter o equipamento, é preciso saber usar.

“No meu ponto de vista, nós estamos super atrasados. Em quatro anos muito dificilmente teremos toda a frota adaptada e é uma capital que vai ser a capital da Olimpíada e da Para-Olimpíada, além de ser uma sede da Copa de 2014”, observa o presidente do Instituto Muito Especial, Marcos Scarpa .

Outra sede da Copa também mostra problemas. São Paulo tem 15 mil ônibus, quase 4 mil adaptados. O administrados de empresas Eduardo Figueiredo Palma deu sorte. Seis minutos no ponto e o ônibus chegou. Tudo funcionou bem. Mas a espera pelo segundo ônibus foi um balde de água fria.

"Já faz 27 minutos agora que eu estou esperando o ônibus", conta.

O ônibus adaptado só chegou 59 minutos depois.

"O cadeirante paulista que irá fazer viagem de ônibus e necessitar desse ônibus adaptado vai encontrar dificuldade na questão de tempo, porque nem todas as linhas são adaptadas, e dificuldade na questão de preparo dos profissionais para atendê-lo", avalia o administrador de empresas.

E o pior ainda estava por vir. Em São Luís, somente 231 ônibus de quase 1 mil estão preparados para receber quem usa cadeira de rodas. Antônio chegou ao ponto de ônibus às 15h45. Três veículos adaptados pararam, mas o equipamento não funcionou em nenhum. Quando deu certo, ainda teve que explicar como fazer a plataforma se movimentar. O embarque aconteceu duas horas e treze minutos depois da chegada ao ponto.

Fomos ao Centro-Oeste, em Goiânia, grande parte da frota é acessível aos cadeirantes: mais de 1,1 mil dos quase 1, 5 mil ônibus. Mas isso não significa que o serviço é eficiente. De novo, defeito no equipamento.

Outro ônibus, o mesmo problema. Só meia hora depois de muitas tentativas, um elevador para Juliana. “É sempre assim, mas hoje parece que está pior, viu? De cada dez ônibus que passa, três estão estragados, o motorista não para, se tiver muito cheio eles não param para embarcar o cadeirante”

Em Porto Alegre, o número de carros adaptados é pequeno: são 470 dos quase 1,6 mil. A advogada Andréa Pontes aguardou meia hora pelo primeiro ônibus para cadeirante no centro da cidade. Fora a espera, tudo correu bem.
O teste de moblilidade para deficientes físicos foi feito em cinco capitais brasileiras, a que apresentou melhor qualidade de serviço foi Porto Alegre (RS).




Quando repetimos o teste em outro ônibus, o motorista deu exemplo. Manobrou o carro para chegar mais perto do meio-fio. Andréa entrou e saiu com muita rapidez.

“Eu fiquei bastante admirada na forma como os ônibus em Porto Alegre estão preparados e, principalmente, os funcionários das empresas”.

Resultado do teste do Fantástico: Porto Alegre tem o melhor serviço. E São Luís foi a capital onde constatamos o pior atendimento. Além do mais longo tempo de espera, 2 horas e 13 minutos, em três ônibus adaptados o elevador não funcionava.

Na opinião de quem trabalha para inserir o cadeirante na sociedade, a falta de transporte digno impede a pessoa de ser cidadã.

“Impacta diretamente na sua vida profissional, na sua vida social, ela não tem direito de ir a um médico, ela não consegue chegar a um hospital, ela não consegue chegar, fazer um tratamento ambulatorial, ela fica literalmente ilhada dentro de casa”, fala Marcos Scarpa.


Fonte:Fantástico (28/03/2010) http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1548461-15605,00-MA+CADEIRANTE+ESPERA+MAIS+DE+DUAS+HORAS+POR+ONIBUS+ADAPTADO.html

segunda-feira, 29 de março de 2010

Atlético Paranense e Unilehu iniciam parceria de Inclusão Social

Neste sábado, a Arena da baixada recebeu uma ação de alerta a toda a população sobre a importância e a necessidade de inclusão social a portadores de necessidades especiais. Foram distribuídos folders por cadeirantes na entrada do estádio, numa parceria entre o Atlético Paranaense e a Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana.

O material continha a seguinte mensagem:

“O Furacão entra em campo na luta pela capacitação das pessoas com deficiência para a inclusão no mercado de trabalho.
CAP e Unilehu: esse jogo quem ganha é a diversidade
Se você conhece uma pessoa com deficiência, que queira entrar no mercado formal de trabalho, indique a Unilehu.”

Para saber mais sobre o projeto, acesso o site: www.unilehu.org.br

Fonte: www.furacao.com

terça-feira, 23 de março de 2010

Comunicação com o olhar!

Veja materia do BLOG Educação Condutiva.Educar com olhar ,o potencial que os olhos possuem tudo uma questão de tecnologia.Mas, mais do que aproveitar os olhos como condução da educação e ver além do OLHAR,é conseguir VER O QUE O CORAÇÃO SENTE!
Razão e emoção caminhando juntas .
E como diz na música AOS OLHOS DO PAI nos vê perfeitos,não importa a cor desua pele,dos seus cabelos,de onde veio,ou escolhas tome, desde que elas naõ prejudiquem a ninguém!
Olhe!Veja!Aprecie a vida!
Ler com os olhos Uma sequência fascinante de mobilidade para paralisados. Um leitor eficiente de olhos. http://myeye.jimdo.com/videos/ É um novo mercado acontecendo, fazer movimentos sem mover seu corpo, coordenados apenas pelo cérebro ou, como este exemplo, pela íris.
Nosso futuro será móvel, mesmo estando imóvel! posted by LeticiaBúrigo.

Limite na Educação

Liberdade com responsabilidade


Em texto de Maria Tereza Maldonado da Revista de Aprendizagem, entitulado de A importância dos limites na educação, eu seleciono algumas frases que direcionam nosso andar junto a nossos filhos. Muitas vezes nos sentimos na dúvida de qual sentimento aflorar, de qual atitude agir, de qual modelo ser. A liberdade com responsabilidade objetivada no colégio de meus filhos (Menino Jesus - modelo Montessori) é uma prece na colocacão de nossos limites.

Não vivemos mais um regime autoritário como de nossos pais, mas não podemos ser negligentes. Temos que exercer nossa função de pais com responsabilidade, sem culpa. Estimular a liberdade e a espontaneidade não significa tolerar grosseria nem falta de educação. Encorajar a expressão da raiva, não significa aceitar as manifestações de violência ou gritos.

Os lEducar com amor e sensibilidade significa respeitar os direitos da criança tais como:
:: receber amor, carinho e bons cuidados para crescer com cidadania
:: receber orientação firme e clara sobre que é permitido e proibido
:: desenvolver habilidades e competências
imites são indispensáveis ao crescimento harmonioso, para o desenvolvimento da auto-disciplina e do controle da impulsividade. A colocação adequada dos limites é importante para o desenvolvimento do respeito e da consideração pelos outros, entendendo que os desejos e necessidades das outras pessoas são igualmente importantes.

Limites colocados com firmeza e serenidade são expressões de amor.


posted by LeticiaBúrigo

sábado, 20 de março de 2010

Socorro vanguardista!!!Quem quer seguir seus passos?

Projeto Socorro Acessível




Segundo o artigo 5° da nossa Constituição, é direito de todo cidadão ir e vir dentro do Território Nacional, bem como todo homem tem o direito de qualidade de vida. Em se tratando de pessoas especiais, temos a responsabilidade de proporcionar-lhes o mesmo. O Município de Socorro recebeu a missão de tornar-se o primeiro destino turístico adaptado aos portadores de deficiência.
Para tal, se faz necessário à criação de um plano que atenda as reais necessidades para esse público. Portanto, hotéis, pousadas, restaurantes, bancos, comércios, pontos de visitação turísticas, operadoras. Correio, farmácia, supermercado, hospital, transporte, entre outros, deverão adaptar-se a essa realidade.
Para que possamos receber pessoas com deficiência, possibilitando um turismo digno e salutar, é preciso o envolvimento de toda a sociedade.
Apesar do trabalho até aqui desenvolvido ter sido gratificante, a legislação sobre o assunto já existe e exige adaptações, portanto o que nos cabe é promovê-las para que possamos estar enquadrados e podermos apresentar mais qualidade em nossos serviços.
Vamos juntos adaptar Socorro, para que sejamos referência de turismo n Brasil.

Informações adicionais com:
Comissão de Acessibilidade - (19) 9610-0623
Prefeitura Municipal de Socorro - (19) 3855-9600
AVAPE - (11) 9533-2608
Alex - Coordenador do Projeto Aventureiros Especiais (11) 7863-0792
COMTUR - Socorro (19) 3855-9600
ACE - Associação Comercial de Socorro (19) 3895-3044
Comissão de Acessibilidade de Socorro


Prefeitura Municipal da Estância de Socorro
Projeto Socorro Acessível
Av. José Maria de Faria, 71 -Bairro Bruna Maria
Socorro - SP - Cep 13960-000 - Fone: (19)3855-9600 - Fax: (19) 3895-3304
socorroacessivel@socorro.sp.gov.br - www.socorro.sp.gov.br


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