segunda-feira, 17 de junho de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA GRÁTIS: Aplicativo gratuito que traduz fala para Libras chega à plataforma Apple

Aplicativo gratuito que traduz a fala em Português para Libras
ganha versão para plataforma Apple e facilita comunicação entre surdos e ouvintes
Com mais de 15 mil downloads em smartphones e tables com sistema Android,
ProDeaf Móvel chega à plataforma iOS para atender aos usuários Apple
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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil conta com uma população de 10 milhões de surdos e, dentre estes, 2,7 milhões não conhecem a língua portuguesa e se comunicam apenas na Língua Brasileira de Sinais (Libras) – o segundo idioma oficial do país, utilizado por mais de 5 milhões de brasileiros.
Com o objetivo de eliminar a barreira de comunicação existente entre ouvintes e surdos, o ProDeaf acaba de lançar a versão iOS – compatível com smartphones e tablets Apple – do ProDeaf Móvel, o primeiro aplicativo capaz de traduzir a fala em Português para Libras.
Desenvolvido pela companhia pernambucana de mesmo nome, o projeto é fruto de um investimento de R$ 500 mil, feito pelo próprio ProDeaf – com financiamento do Sebrae e do CNPQ -, e patrocinado pelo Grupo Bradesco Seguros.
O aplicativo funciona de maneira simples, reconhecendo a voz do usuário e traduzindo a fala diretamente para Libras. Assim, com a ajuda de um personagem que faz os gestos na tela do celular ou tablet, o sistema se baseia em um dicionário com de cerca de 2.000 sinais – base que, em breve, será ampliada e também regionalizada.
De acordo com o CEO do ProDeaf, João Paulo Oliveira, a nova versão para o sistema operacional da Apple já está disponível aos usuários e pode ser baixada, gratuitamente, na App Store, no Google Play ou ainda no link  http://prodeaf.net/download. “Com este anúncio, já garantimos o uso do ProDeaf Móvel para usuários de smartphones e tablets baseados nos dois sistemas operacionais mais populares do merc ado”, diz o executivo, lembrando que a versão Android foi lançada em abril deste ano e já obteve 15 mil downloads.
Oliveira destaca que a oferta do ProDeaf Móvel para usuários de tablets atende a uma parcela importante da população. “Este é um mercado que não pode ser desconsiderado, pois o país já tem mais de 4 milhões de tablets em uso e, até o final deste ano, deveremos ter quase 6 milhões de equipamentos a mais, de acordo com a IDC”, lembra.
Desenvolvimento multidisciplinar
O desenvolvimento do ProDeaf Móvel levou dois anos e contou com a participação de 12 profissionais, incluindo designers, intérpretes, linguistas e programadores, liderados por Oliveira, junto a dois executivos da companhia, Flávio Almeida, Chief Operations Officer, e Amirton Chagas, Chief Technology Officer – que, além de comandar a área tecnológica, é surdo e conhece bem a importância do aplicativo.
O projeto ainda contou com a particip ação de colaboradores surdos das empresas do Grupo Bradesco Seguros. “A comunidade surda atuou bastante, nos fornecendo feedback para que chegássemos ao resultado atual”, explica Oliveira.
As duas versões do aplicativo (Android e iOS) podem ser baixadas gratuitamente no site da companhia, no link http://prodeaf.net/download, bem como na App Store e no Google Play. “Os custos operacionais da distribuição do aplicativo estão sendo subsidiados pelo Grupo Bradesco Seguros que, com isso, garante a entrega dessa inovadora tecnologia aos surdos, de forma gratuita”, ressalta Oliveira.
O objetivo do Grupo Bradesco Seguros em abraçar as causas de comunicação e acessibilidade, é ajudar surdos e ouvintes na interação. Um parente ou amigo pode usar o seu celular para transmitir uma mensagem que será compreendida pelo surdo. Além disso, o a plicativo também pode ser bem útil em  estabelecimentos comerciais e de serviços, em geral.
Segundo Oliveira, em alguns anos, o ProDeaf planeja publicar ferramentas que permitam a comunicação com surdos em duas vias, traduzindo português para Libras e Libras para português.
Sobre o ProDeaf
O ProDeaf um software inédito para tradução de conteúdo em Português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), segundo idioma oficial do país, utilizado por mais de 5 milhões de brasileiros. O ProDeaf é o projeto carro-chefe da empresa homônima, uma startup pernambucana que desenvolve soluções em tecnologia assistiva, com o foco na comunicação e integração social entre surdos e ouvintes.
Em linha com a missão da empresa, de permitir a quebra das barreiras de comunicação, o software apresenta soluções viáveis para o mercado corporativo e usuários finais, realizando a tradução de sites e ví deos para Libras, além de traduzir, através de aplicativos gratuitos, o som falado em Português para a língua de sinais, em tempo real.
Com operações em Recife (PE) e São Paulo, a empresa oferece ao mercado serviços diferenciados e orientados por qualidade, resultado e especialização. É uma startup acelerada da academia de inovação da Telefonica (Wayra) e parceira da Microsoft.

18 de junho: Dia do Orgulho Autista - melhor que seja todo dia


Tudo Bem Ser Diferente - Educação Inclusiva

sábado, 15 de junho de 2013

A OBADIN conta com sua ajuda!AJUDE-NOS A DIVULGAR

 Precisamos efetivar alguns serviços para os 

pacientes como: fisioterapia, fonoaudiologia e 

outros, para isso é necessário uma SEDE com espaço 

para esses atendimentos. 

OBADIN - Org. Bras. de Apoio aos Portadores de Disfunção Neuromuscular
CNPJ: 15.027.537/0001-12
Caixa Econômica Federal
Agência: 1482
Conta Corrente: 2366-2 (Operação: 003)

PROGREDIR É.....

Veja os sintomas de uma pessoa autista e aprenda a diagnosticar o quanto antes para o melhor tratamento


O principal passo para o tratamento de um autista é o diagnóstico precoce do problema. Quantos antes se descobrir, antes o tratamento começa. O autismo é determinado através de um amplo protocolo de avaliações de preferência multidisciplinares (neurologista, pediatra, psicóloga, fonoaudióloga dentre outros). É necessário também uma avaliação auditiva, análise bioquímica para erros inatos do metabolismo, exames de cariótipo, eletroencefalograma, ressonância magnética de crânio, além de outros.
Essa bateria de processos é desgastante, mas fundamental. Além de detectar o autismo, é preciso estabelecer em que grau ele se encontra, para que o tratamento seja o melhor possível.

•CID-10: Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados. Diretrizes diagnósticas para autismo infantil de acordo com o CID-10

Principais sintomas do autismo

Os sintomas do autismo são muitos. O que vale destacar é que uma pessoa não precisa ter todos eles para ter quadro positivo de autismo. Basta identificar alguns fazer o teste detalhado. Vamos a lista

Dificuldade de relacionamento com outras pessoas
Riso inapropriado
Pouco ou nenhum contato visual - não olha nos olhos
Aparente insensibilidade à dor - não responde adequadamente a uma situação de dor
Preferência pela solidão; modos arredios - busca o isolamento e não procura outras crianças
Rotação de objetos - brinca de forma inadequada ou bizarra com os mais variados objetos
Inapropriada fixação em objetos
Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade - muitos têm problemas de sono ou excesso de passividade
Ausência de resposta aos métodos normais de ensino - muitos precisam de material adaptado
Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina
Não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo)
Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras; colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta, somente liberando-a após tocar de uma determinada maneira os alisares)
Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal)
Recusa colo ou afagos - bebês preferem ficar no chão que no colo
Age como se estivesse surdo - não responde pelo nome
Dificuldade em expressar necessidades - sem ou limitada linguagem oral e/ou corporal (gestos)
Acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente
Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos
Desorganização sensorial - hipo ou hipersensibilidade, por exemplo, auditiva
Não faz referência social - entra num lugar desconhecido sem antes olhar para o adulto (pai/mãe) para fazer referência antes e saber se é seguro

Fonte: ASA (Autism Society of American)

Com todos esses sintomas, a dica é a observação. Os pais precisam analisar os filhos e, na constatação de alguns desses transtornos, procurar os exames detalhados. O diagnóstico precisa ser preciso e os pais vão ter que se adaptar as exigências dos filhos, com muito carinho, paciência e afeto.

http://proporcaodevida.blogspot.com.br/2013/06/como-diagnosticar-o-autismo-principais.html

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Olhando para as estrelas!!



Vale a pena assistir um espetáculo que é a verdadeira superação dos próprios limites do ser humano!

Entenda a diferença entre deficiência intelectual e doença mental

Entenda a diferença entre deficiência intelectual e doença mental

Muitos sentem dificuldade para se relacionar com pessoas com deficiência intelectual por não saber como se referir a elas ou mesmo compreender quais são as condições que afetam o seu desenvolvimento. Uma das confusões mais comuns é chamar os indivíduos com deficiência de "doentes mentais". Esta noção está arraigada no imaginário popular, mas tem sua base na discriminação que estes sofriam no passado. Os dois problemas, contudo, são completamente diferentes.

A doença mental é, na verdade, um transtorno psiquiátrico que engloba uma série de alterações que modificam o humor e o comportamento da pessoa, podendo afetar seu desempenho. Tal distúrbio deve ser tratado com psiquiatras e o uso controlado de medicamentos.

Já a deficiência intelectual representa um atraso no desenvolvimento, o que gera dificuldades de aprendizado e na realização de coisas simples do cotidiano. Neste caso, há um comprometimento cognitivo, que ocorre antes dos 18 anos de idade.

"Deficiência mental"
Segundo a educadora Ana Beatriz Araújo, da Apae Salvador, as deficiências intelectual e mental são sinônimas. O último termo, porém, foi banido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2004. “São dois termos que querem dizer a mesma coisa. Houve uma mudança de nomenclatura em relação à deficiência intelectual para não confundir com o transtorno mental”, afirma.

A ONU optou por excluir a expressão "deficiência mental" para evitar a confusão e a discriminação destas pessoas, que representam 5% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Características
Segundo descrição da Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento (AIDD), pessoas com déficit intelectual possuem o Quociente de Inteligência (QI) inferior à média. Elas possuem limitações em ao menos dois tipos de habilidades: comunicação, autocuidado, funções acadêmicas, adaptação social, vida no lar, segurança e saúde, dentre outras.

De acordo com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), quase sempre a deficiência intelectual costuma ser resultado de uma alteração no cérebro causada por condições genéticas. Mas uma pessoa com deficiência também pode ter sofrido com distúrbios na gestação, problemas no parto e até mesmo após o nascimento. Dentre os principais tipos de deficiência intelectual estão as síndromes de Down, X-Frágil, Prader-Willi, Angelman e Williams.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br/

A Gazeta do Povo convida você a assumir o poder, o poder de passar da indignação à ação. Participe da campanha Política Cidadã, assuma seu poder e ajude a melhorar a qualidade da política



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Mães de crianças com doenças raras trocam ajuda e doações pela internet

Em um mês, página no Facebook já reuniu mais de mil participantes.
Casa de mãe em Curitiba serve como ponto central da troca de colaborações.



Linda Franco conseguiu montar uma UTI dentro de casa (Foto: Reprodução/RPC TV)Linda Franco conseguiu montar uma UTI para  o filho
dentro de casa (Foto: Reprodução/RPC TV)
A luta em comum para propiciar uma vida melhor aos filhos com doenças raras uniu mães e pais em uma rede de auxílio formada pela internet. Mais de mil pessoas já estão cadastradas na página do Facebook “Troca-Troca entre mães especiais”, que serve como intermediadora de doações de medicamentos e material hospitalar entre familiares de crianças com necessidades especiais.
A iniciativa partiu de mães como Linda Franco, que é responsável pela logística das trocas de doações. A sala da casa dela é repleta de materiais compartilhados, que mal chegam e já são despachados para outros pais. Linda se engajou após ver o filho, que nasceu saudável, passar a sofrer de Adrenoleucodistrofia, uma doença que ataca o sistema nervoso.
Foi o início da luta de Linda pela saúde do filho, que envolveu inclusive batalha judicial com o plano de saúde para a instalação de uma UTI dentro da casa dela. “Eu sempre foquei no outro lado, porque tudo na vida tem um lado bom. Vieram os internamentos, mas vieram as amizades dentro do hospital”, exemplificou.
O sentimento é semelhante ao de Gisele Maltaca, que perdeu a filha antes mesmo de ela completar um ano de idade. A dor da perda foi transformada em força para auxiliar pais e mães que passaram pela mesma situação.  “Eu me sinto muito privilegiada de fazer parte deste grupo e poder ajudar. É muito mais fácil eu pegar essa dor que sinto por ter perdido a Mariana e mostrar para ela: Olha filha, valeu a pena eu ter ficado com você”, disse.
No caso de Patrícia Kerbs, a doença do filho a levou além da ajuda aos outros pais. Ela passou a estudar biomedicina depois que o menino foi diagnosticado com distrofia muscular. “O Vinícius me deu forças, me deu esperanças, me tirou uma garra que eu achei que não existia dentro de mim”, disse a mãe.
Juntas, as mães criaram a Organização Brasileira de Apoio aos Portadores de Disfunção Neuromuscular (Obadin), que reúne pais e mães e auxiliam pessoas em situações semelhantes às delas. Entre as ações, elas promovem bazares para arrecadar fundo e manter a organização em funcionamento.
Os telefones de contato da Obadin são (41) 9610-1490, (41) 9976-0048,  e (41) 9888-1731. Mais informações podem ser encontradas no site da organização, ou na página de trocas no Facebook.