segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Viver sem Limite


http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/viver-sem-limite
.O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, foi lançado no dia 17 de novembro de 2011 (Decreto Nº 7.612) pela presidenta Dilma Rousseff, com o objetivo de implementar novas iniciativas e intensificar ações que, atualmente, já são desenvolvidas pelo governo em benefício das pessoas com deficiência.
O plano tem ações desenvolvidas por 15 ministérios e a participação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), que trouxe as contribuições da sociedade civil. O Viver sem Limite envolve todos os entes federados e prevê um investimento total de R$ 7,6 bilhões até 2014. (arquivo acessível)
infográfico do Plano Viver Sem Limite, destacando as ações: Pronatec, Minha casa minha vida e BB Crédito Acessibilidade

42% das prefeituras do Brasil não têm acesso para deficientes, afirma IBGE


Símbolo de acessibilidade
Quase a metade dos prédios não tem nenhum item de acessibilidade. Equipe treinada e piso tátil são estruturas menos presentes nas prefeituras.
Quase metade das cidades brasileiras não tem estrutura de acesso para pessoas com deficiência nos prédios de suas prefeituras. É o que mostra a pesquisa Perfil dos Municípios Brasileiros, feita em 2011 e divulgada nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)Site externo..

De acordo com o IBGE, 42,6% das cidades dizem não ter nenhum dos 13 itens listados; apenas 3,8%apresentam seis ou mais deles. Ao todo, 3.195 municípios declaram ter alguma estrutura para deficientes. Ainda segundo os dados, 22,3% dos prédios das prefeituras têm apenas um tipo de estrutura voltada para deficientes, estrutura que vai desde uma equipe preparada até um banheiro adaptado. Já com dois tipos de estrutura aparecem 14,7% das prefeituras, e com três tipos, 8,4%. Os percentuais de prédios com mais de quatro itens de acessibilidade são ainda menores: 5,4% deles têm quatro itens e 3%, cinco.

Na pesquisa, o IBGE diz que "a prefeitura é um órgão que centraliza vários serviços" e, por isso, "suas edificações e equipamentos devem ser inclusivos e permitir que toda a comunidade tenha acesso a espaço físico com facilidade".

Itens de acessibilidade
Para tabular as cidades, o IBGE estipula 13 de "itens de acessibilidade". São eles: rampas de acessoequipamento para deslocamento vertical,sanitário acessívelpiso tátilelevadores com braile e sonorização,telefone público adaptadomobiliário de recepção adaptado, pessoal capacitado para atendimento, disponibilidade de áreas especiais de embarque e desembarque, vagas especiais para veículos com pessoas deficientes, sinalização de atendimento prioritário a elas, permissão de cão-guia e rampa externa.
Os itens que mais estão presentes nos prédios das prefeituras são as rampas de acesso, rampas externas e sanitários acessíveis. Ao todo, são 2.150 cidades que dizem ter as rampas de acesso, o que corresponde a 38,6%. As rampas externas aparecem em 1.763 cidades, o equivalente a 31,7% do total. Já aquelas com sanitários acessíveis totalizam 1.028 mil, ou 18,5%.

Os itens mais raros dentre as mais de 3 mil cidades com algum tipo de estrutura para deficientes são pessoas capacitadas, permissão de cão-guia e piso tátil. Somente 316 cidades têm equipe treinada e 290 permitem a entrada de cães-guia. O piso tátil é o que menos aparece nos prédios das prefeituras do país – são 219 cidades que os têm, totalizando 3,9%.

Segundo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada em 2009, qualquer pessoa com deficiência deve ter as mesmas condições de acesso a serviços que uma pessoa sem deficiência. E quem deve assegurar esse direito é o Estado, conforme prevê a Constituição.

domingo, 18 de novembro de 2012

As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!"

"Vamos brincar de imaginar um mundo diferente?
As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!"

                                                            Mundo D'Eficiente

       "Vamos brincar de imaginar um mundo diferente?

As pessoas deixam de ser coisas e passam a ser gente!"

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo

Era uma vez um conto de fadas inclusivo - chapeuzinho vermelho numa cadeira de rodas

http://www.inclusive.org.br
http://www.imaginancia.com.br/a_colecao.php

Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada sete pessoas no planeta apresenta algum tipo de deficiência física, sensorial ou intelectual. Além de lidar com as limitações que essas deficiências impõem, elas também precisam conviver com a falta de informação e com o preconceito vigentes na nossa sociedade.
Mesmo vivendo numa época onde termos como ¨Inclusão¨, ¨Acessibilidade¨e ¨Desenho Universal¨estão em voga, percebe-se ainda uma grande resistência por parte das pessoas em tratar com as diferenças.
“Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo” reúne 11 livros, com textos e ilustrações de Cristiano Refosco e design gráfico de Leandro Selister. As histórias são inspiradas nos clássicos contos de fadas apresentados em uma versão diferenciada, onde os personagens principais possuem algum tipo de deficiência.
O objetivo principal da coleção é se tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades escolares quanto no convívio familiar. A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias. Clique nas imagens para conhecer a Coleção.

Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha
Branca Cega de Neve Cinderela sem Pé O Pequeno Polegar que não conseguia caminhar João sem Braços e o Pé de Feijão Pinóquio das Muletinhas O Segredo de Rapunzel Cócegas na Floresta - João e Maria A Bela Amolecida Aladown e a Lâmpada Maravilhosa Alice no País da Inclusão

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

OAB discute sociedade acessível e inclusiva


principal

O secretário dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, Irajá de Brito Vaz, participou nesta terça-feira (14) do primeiro encontro sobre sociedade acessível e inclusiva da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR). O encontro, organizado pela Comissão de Acessibilidade da OAB-PR, reuniu vários especialistas no assunto.
No encontro, foram abordadas questões sobre o desenvolvimento de ações que conscientizem e informem a sociedade em relação à acessibilidade como um atributo da dignidade da pessoa e o direito de ir e vir daqueles  com deficiência ou com mobilidade reduzida.
Segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões e 600 mil pessoas se declararam com algum tipo de deficiência em todo o país, o que representa quase 24% da população brasileira.
Além disso, foram discutidas as possíveis barreiras sociais da pessoa com deficiência no exercício da advocacia e a relevância da OAB na eficácia dos direitos constitucionais dessas pessoas.
De acordo com Irajá, todas as categorias deveriam discutir internamente o,exercício profissional da pessoa com deficiência. "A OAB tem sido pioneira no assunto”, disse o secretário. Advogados com deficiências físicas e sensoriais, ao falar de suas experiências, apresentaram um panorama dos problemas que enfrentam no dia a dia do exercício da profissão nos fóruns e tribunais de Curitiba.
O evento reuniu especialistas no assunto, como Dudu Braga, um dos fundadores da ONG Meninos do Morumbi; o advogado Luiz Fernando Zeni, fundador da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná; o juiz presidente da Comissão de Acessibilidade do Tribunal de Justiça do Paraná, Sigurd Bengtsson; o desembargador federal do trabalho da 9ª Região, Ricardo Tadeu Marques da Fonzeca, e o coordenador da campanha Contas para Acessibilidade Total, do Ministério Público Federal, Sérgio Ricardo Costa Caribé.

Sem Barreiras

1º encontro com o tema ?A OAB por uma sociedade acessível e inclusiva?, organizado pela Comissão de Acessibilidade da Seccional, presidida pela advogada Berenice Reis Lessa, na Sede da OAB-PR.
Foto: Divulgação
http://www.curitiba.pr.gov.br

Helicóptero controlado pelo cérebro

É ainda um projeto a angariar fundos no Kickstarter, mas tudo indica que o helicóptero controlado pelas ondas cerebrais torne-se realidade em breve.
Dilpesh Laxmidas

Ler mais: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2012/11/14/helicoptero-controlado-pelo-cerebro#ixzz2CFIMohMm



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Esqueça os comandos táteis ou as antiquadas manetes: o futuro é mesmo controlar tudo através do cérebro. A Puzzlebox colocou a iniciativa no site de crowdfunding Kickstarter e pretende recolher dez mil dólares para desenvolver o Orbit, um helicóptero controlado pela mente do utilizador.
A empresa de Silicon Valley pretende monitorizar as ondas cerebrais através de um capacete NeursoSky Mindwave Mobile EEG. Quando o utilizador está concentrado, o helicóptero consegue percorrer uma trajetória predeterminada ou ficar a pairar, por exemplo. O pequeno brinquedo «pode ser usado para entretenimento ou para treino pessoal de foco mental ou relaxe» cita o  Mashable.
Toda a documentação sobre o Orbit será divulgada, tornando-o um projeto da comunidade. A Puzzlebox já conseguiu recolher nove mil dos dez mil dólares que precisa para tornar este projeto realidade.  

Veja o vídeo que a empresa preparou sobre o helicóptero.


Stevens Rehen explica o que são as células-tronco



O neurocientista Stevens Rehen é professor de ciências biomédicas e diretor do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias da UFRJ. Apesar do nome, é brasileiro, carioca, neto de baiano, mas com ascendência alemã e dinamarquesa.
Durante a entrevista, ele explicou o que são as células-tronco e como é a pesquisa que desenvolve usando células-tronco reprogramadas, assim chamadas porque não são embrionárias, mas sim de outras partes do corpo que se comportam como células-tronco.
Stevens Rehen faz uma pesquisa com esquizofrênicos, e observou que o cérebro desse tipo de paciente consome mais oxigênio do que os das pessoas “normais”.
No final da entrevista, Stevens mostrou o líquido usado para a cultura das células-tronco, que é desenvolvido pela equipe dele no Brasil, evitando os altos custos de importação do produto.
Ele também mostrou os quadros que faz a partir do DNA da pessoa e cujas vendas são revertidas para o laboratório da universidade. O site que mostra esse trabalho é www.dnabrasil.art.br.
http://tvg.globo.com/programas/programa-do-jo/programa/platb/2012/11/13/stevens-rehen-explica-o-que-sao-as-celulas-tronco/
Globo

Seccional lança campanha A OAB por uma Sociedade Acessível e Inclusiva




Um debate acerca das  barreiras sociais enfrentadas pela pessoa com deficiência norteou o evento “A OAB por uma Sociedade Acessível e Inclusiva”, promovido pela Comissão Acessibilidade da OAB Paraná, na noite de terça-feira (13). O encontro marcou o início de uma campanha da Seccional pela promoção da acessibilidade como um direito de todos.

A busca da autonomia e independência foi destacada pela presidente da Comissão de Acessibilidade da Seccional, Berenice Lessa, ao citar a luta histórica da pessoa com deficiência por direitos específicos, posteriormente  conquistados na Constituição de 1988. “Voltamos a esta casa após 26 anos para trabalhar não mais na reivindicação, mas na conscientização da sociedade”, afirmou. “Acessibilidade é retirar obstáculos que impedem uma pessoa de ter uma vida melhor. É se colocar no lugar do outro”, acrescentou Berenice. O diretor-tesoureiro da OAB Paraná, Guilherme Kloss Neto, representou o presidente da Seccional, José Lucio Glomb.

O evento contou também com a presença do procurador do Ministério Público de Contas Sérgio Ricardo Costa Caribé, coordenador da campanha pela acessibilidade total no Tribunal de Contas da União; do secretário da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência da prefeitura de Curitiba, Irajá de Brito Vaz, da advogada Sueli Glomb, entre outros convidados.

O desembargador federal do Trabalho da 9a Região, Ricardo Tadeu Fonseca, um dos colaboradores junto à delegação brasileira para a redação da Convenção Internacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU, em Nova Iorque, falou sobre sua experiência como deficiente visual. “Ser cego não é um problema meu, é uma característica. A sociedade é que tem problemas para conviver com isto. E precisa superar este problema”, disse.

“Falta superarmos uma postura assistencialista com relação a este segmento e entender que são pessoas que têm plena cidadania. E para que esta cidadania possa ser exercida é necessário que a sociedade assuma que tem deficiências culturais, arquitetônicas, tecnológicas, que impedem o exercicio de cidadania destas pessoas. A sociedade precisa corrigir suas próprias deficiências”, sustentou o desembargador.

Outra história de esperança e superação é o exemplo de Roberto Carlos II, o Dudu Braga, deficiente visual aos 22 anos de idade. “Tive a experiência dos dois lados da história, inclusive acompanhando todos os avanços que tem tido a questão da inclusão da pessoa com deficiência. É um processo lento, não podemos mudar toda esta história de uma hora pra outra, avanços a gente consegue gradativamente com muita luta”, disse.

“Existem vários setores dentro da inclusão, o meu é o da sensibilização. Tem o setor da reivindicação, que é o jurídico, as ONGs que fazem pressão. Por meio disso tudo e somada a conscientização, é possível que mudanças aconteçam. Hoje vemos mais pessoas com deficiência nas ruas e isso já é um fator bem positivo, que prova que as coisas estão mudando. Adaptações são perfeitamente normais e é uma questão de tempo”, afirmou Dudu Braga. “A gente ficava escondido antigamente porque tinha vergonha, porque dava muito trabalho aos nossos amigos, porque nada era adaptado”, finalizou.

Advogados com deficiências física e sensorial também dividiram suas experiências, apresentando um panorama das barreiras que enfrentam no dia a dia da advocacia nos fóruns e Tribunais de Curitiba.
Segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões e 600 mil pessoas se declararam com algum tipo de deficiência em todo o país ou  seja, quase 24% da população brasileira.





OAB PR

Exposição sobre Da Vinci recebe visita de deficientes visuais

Na programação do Projeto Ver com as Mãos nesta semana está a Exposição "Por dentro da mente de Leonardo Da Vinci". Você pode conferir como foi a visita da turma de alunos entre 07 e 12 anos na reportagem da RicTV.

Vídeo http://ricmais.com.br/pr/videos/?categoria=4&video=c87b9ad5014f1de18cdaf3c20d81d1c6 

Fonte http://www.facebook.com/ProjetoVerComAsMaos



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Penápolis Sediará o “II Torneio de Rugby em Cadeira de Rodas”






http://www.capenapolense.com.br/noticias.php?id=164#.UKJoQIc82Sr

Acontecerá entre os dias 15 a 18 de Novembro próximo, no Ginásio Municipal de Esportes Antônio de Castilho Braga, o “Gigantão Azul”, o “II Torneio de Rugby em Cadeira de Rodas”, evento realizado pela ADEFIPE – Associação dos Deficientes Físicos de Penápolis e Rotaract Club de Penápolis (Distrito 4470). O evento tem a finalidade de fomentar a inclusão social das pessoas com deficiência através do esporte, contribuindo para elevação de sua autoestima e melhor desempenho nos estudos, melhorando significativamente sua qualidade de vida, além de apresentar ao público a grande capacidade de superação das pessoas com deficiência, quebrando paradigmas e preconceitos antes estabelecidos. O Clube Atlético Penapolense apoia a iniciativa.
 
Estarão em Penápolis as seis melhores equipes de Rugby Sobre Cadeira de Rodas do país, BSB Quad (Brasília-DF), APC (Campinas-SP), BH Rugby (Belo Horizonte-MG), Santer (Rio de Janeiro-RJ), OMDA (Florianópolis-SC) e ADEACAMP (Campinas-SP), com destaque para o penapolense Rafael Botelho Gouveia, técnico da equipe da ADEACAMP e da Seleção Brasileira de Rugby em Cadeira de Rodas.
 
A abertura do evento acontecerá na quinta-feira, dia 15/11 (feriado), a partir das 19h00, com a primeira partida logo após a rápida cerimônia. A programação segue com partidas na sexta e no sábado com jogos nos períodos da manhã, tarde e noite, com início as 9h, 14h e 20h. No domingo, dia 18, acontecerá a finalíssima, as 10h00, com cerimônia de premiação e encerramento logo em seguida. Os confrontos serão definidos na tarde do dia 15, quando ocorre o Congresso Técnico e a “Clínica” para classificação dos atletas. Para a presidente da ADEFIPE e do Rotaract, Letícia Takano Sader, o objetivo do Torneio, além de fomentar a inclusão social das pessoas com deficiência através do esporte, é justamente apresentar ao público, de maneira impactante a grande capacidade de superação das pessoas com deficiência.
 
O RUGBY é um esporte coletivo originário da Inglaterra de intenso contato físico. Por ter sido inicialmente concebido como uma variação do futebol, foi chamado anteriormente de futebol-rúgbi ou futebol-râguebi, e tem como finalidade marcar o maior número de pontos. Com essa grande popularidade, variações do esporte surgiram. A mais praticada é o rúgbi de quinze (em inglês: rugby union), em seguida está o league (com 13 atletas) e a sua variação olímpica o de sete. Além dessas variações ainda há o rúgbi de praiz, de toque, em cadeira de rodas e subaquático.
 
O Rugby em Cadeira de Rodas, também chamado de Quad-rugby, é para atletas com deficiência em pelo menos três membros (ex: lesão medular, polio) ou 4 membros (ex: amputação), foi criado no Canadá no final da década de 1970, como opção desportiva para pessoas com alto grau de deficiência, que por conta disto não tinham oportunidade em jogos de basquete em cadeira de rodas. Entrou nos Estados Unidos em 1982 e rapidamente se difundiu pelo mundo.
 
Entrou como desporto de demonstração nos Jogos de Atlanta 1996, e é praticado na categoria mista, ou seja, podem jogar ao mesmo tempo jogadores do sexo masculino e feminino. O objetivo do jogo é ultrapassar com a posse da bola entre cones dispostos na linha de fundo do adversário. 
 
Cada jogador recebe uma pontuação de acordo com o grau de deficiência, variando de 0.5 (maior deficiência) a 3.5 pontos (menor deficiência). As equipes são formadas por quatro atletas e não devem ter a soma dos jogadores maior do que oito pontos. Utiliza-se quadras de tamanho oficial de basquete e bolas semelhantes as de vôlei.
No Brasil, a modalidade é organizada pela Associação Brasileira de Rúgbi em Cadeira de Rodas, que gere competições regionais e nacionais, o fomento do esporte, além das seleções Brasileiras, Adulto e Universitária. Para saber mais sobre o esporte, acesse: http://rugbiabrc.org.br/jogo/
 
A ADEFIPE - Associação dos Deficientes Físicos de Penápolis é uma organização não-governamental, atuante, fundada em 1989, sem fins lucrativos, filiação religiosa ou partidária, com o propósito de desenvolver ações de garantia e promoção de direitos das pessoas com deficiência física. Tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida e inclusão dessas pessoas na sociedade, no mercado de trabalho, na educação e no esporte, promovendo a elevação da auto-estima e o aumento dos níveis de autonomia do segmento que representa. Dessa maneira, a ADEFIPE realiza um trabalho de conscientização, lutando pela acessibilidade e pelos direitos das pessoas com deficiência, buscando evidenciar uma nova concepção sobre essas pessoas, rompendo preconceitos acerca do seu potencial de integração social. Atualmente, a ADEFIPE tem 315 usuários cadastrados, que podem usufruir gratuitamente dos serviços de fisioterapia, psicologia e oficina de artesanato.
 
Rotaract Club é um programa internacional de liderança jovem associado à organização Rotary Internacional que reúne jovens entre 18 e 30 anos para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus associados por meio da prestação de serviços à comunidade. No Brasil, são aproximadamente 620 clubes, concentrando em torno de 14.260 jovens universitários, profissionais liberais e empreendedores, todos estes iniciantes num movimento que é o segundo maior do mundo no seu perfil de atuação. O Rotaract Club possui como característica fundamental ser uma organização mundial que mantém os mesmos objetivos e procedimentos no mundo todo, sendo grande exemplo de globalização, pois desde a sua fundação, pensa mundialmente e age localmente, respeitando necessidades e cultura locais. Seus jovens são capazes de exercer cargos de liderança sejam enquanto empresários, diretores executivos ou profissionais liberais de grande destaque nas suas áreas de atuação, sendo estes jovens formadores de opinião, empreendedores, de alto nível intelectual e excelente círculo social.
 
Prestigie! Convide seus familiares e amigos e compareçam no Gigantão Azul para assistir a este show de superação... A entrada é gratuita. 
 
Legenda
Evento ocorre este mês em Penápolis com entrada franca aos torcedores