sábado, 15 de setembro de 2012

PROJETO VER COM AS MÃOS - Instituto Paranaense de Cegos Projeto Ver com as Mãos Inscrever-se Um vídeo


Geração Robótica


Com uma estrutura de alumínio e titânio, a veste biônica, também chamada de Ekso, é alimentada por uma bateria e pesa cerca de 25 quilos.
Para maiores informações acessem o link abaixo:
http://gislenedaviramos.blogspot.com.br/2012/09/nova-geracao-da-robotica-pretende-fazer.htm

Intocáveis - Trailer legendado [HD


FISIOTERAPIA

LIMIITAÇÔES



http://www.facebook.com/adriana.munhoz.169#!/pages/Amor-Supera-Defici%C3%AAncias/188785921193844

O enterro do "Não Consigo".

'Não Consigo'
 
Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.
Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigo”.
Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.
Os estudantes escreveram por mais dez minutos.
A maioria encheu sua página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.
Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor.
Os alunos a seguiram.
E eu segui os alunos.
Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground.
Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "não consigo"!
Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.
Donna então proferiu louvores.
"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘não consigo’.
Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros.
Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘eu consigo’, ‘eu vou’ e ‘eu vou imediatamente’.
Que ‘não consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência.
Assim seja!"
Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição.
A atividade era simbólica: uma metáfora da vida.
O "não consigo" estava enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa.
Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano.
Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo",
Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.
O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Donna.
Ela era minha aluna.
Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série.
Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto.
Texto do Momento Espírita

Comentário
Ao ler esta mensagem me veio a mente a lembrança do dia do meu acidente; lembranças não muito agradáveis.
Acidente esse que veio a me deixar tetraplégico e todo o desenrolar para a minha reabilitação.
Quem poderia imaginar que uma queda de bicicleta poderia ocasionar um traumatismo raqueo medular, o qual me deixou tetraplégico.
Quando tomei noção e consciência da minha situação a primeira pergunta que me veio a mente foi: porque isso foi acontecer comigo?
Ao mesmo tempo senti uma revolta e frustração imensa pelo acontecido, que a raiva e o ódio tomou conta de mim, a ponto de não raciocinar.
Com o decorrer do tempo e muita fisioterapia, passava se dias, meses e anos e nenhum resultado expressivo conseguia visualizar; passei a me desestimular perdendo a vontade de viver e me reabilitar.
Foi onde comecei a pensar para que tanto esforço se não consigo me movimentar, me sentindo o pior ser humano do mundo, me auto-apiedando vendo que não iria chegar a lugar algum.
Isso ocorreu por um bom tempo; mas de repente depois de muito pensar comigo mesmo, resolvi enfrentar a fisioterapia novamente com coragem, força de vontade, perseverança e fé em Deus, que ia vencer.
Passado um tempo consegui com muito esforço pequenos progressos, que na realidade pra mim eram enormes vitórias; foi onde vi que o melhor era aceitar a nova realidade e conviver com as minhas limitações; um recomeço muito difícil, mas não impossível de realizar.
Fiz igual a professora e as crianças da mensagem, peguei o meu não consigo e o enterrei; tendo sempre em mente eu vou conseguir vencer.
Engraçado o mais incrível é que depois que aceitei a minha nova realidade de vida, tudo a minha volta passou a fluir bem; a ponto de surpreender os médicos que me acompanhavam no tratamento da reabilitação.
E hoje em dia faço coisas que jamais eu pensaria que iria fazer após o acidente; tudo graças a fé em Deus, na força de vontade, na coragem e na minha perseverança em querer vencer.
Temos mais mesmo que pegar nossos medos, insegurança, desânimo e não consigo fazer-lhes o enterro; e deixar despertar a força de vontade, coragem, perseverança e a fé em Deus que podemos conseguir chegar a vitória.
José de Souza

Onde há vida, esperança, solidariedade, equilíbrio, harmonia, fraternidade, união e amor.
A paz se encontra em nossos corações e almas porque somos filhos de Deus.
Para Ele não existem as diferenças somos todos iguais.


 
Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.

Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:

Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.

Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.

Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".

"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."

"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."

"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."

Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.

"Não consigo fazer dez flexões."

"Não consigo comer um biscoito só."

A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigo”.

Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.

Os estudantes escreveram por mais dez minutos.

A maioria encheu sua página.

Alguns começaram outra.

Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.

Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor.

Os alunos a seguiram.

E eu segui os alunos.


Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.

Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground.

Ali começaram a cavar.

Iam enterrar seus "não consigo"!

Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.

Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.

Donna então proferiu louvores.

"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘não consigo’.

Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros.

Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca.

Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio.

Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘eu consigo’, ‘eu vou’ e ‘eu vou imediatamente’.

Que ‘não consigo’ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência.

Assim seja!"

Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição.

A atividade era simbólica: uma metáfora da vida.

O "não consigo" estava enterrado para sempre.

Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa.

Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data embaixo.

A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano.

Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo",

Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.

O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.

Eu não era aluno de Donna.

Ela era minha aluna.

Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.

Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série.

Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto.

Texto do Momento Espírita



Comentário

Ao ler esta mensagem me veio a mente a lembrança do dia do meu acidente; lembranças não muito agradáveis.

Acidente esse que veio a me deixar tetraplégico e todo o desenrolar para a minha reabilitação.

Quem poderia imaginar que uma queda de bicicleta poderia ocasionar um traumatismo raqueo medular, o qual me deixou tetraplégico.

Quando tomei noção e consciência da minha situação a primeira pergunta que me veio a mente foi: porque isso foi acontecer comigo?

Ao mesmo tempo senti uma revolta e frustração imensa pelo acontecido, que a raiva e o ódio tomou conta de mim, a ponto de não raciocinar.

Com o decorrer do tempo e muita fisioterapia, passava se dias, meses e anos e nenhum resultado expressivo conseguia visualizar; passei a me desestimular perdendo a vontade de viver e me reabilitar.

Foi onde comecei a pensar para que tanto esforço se não consigo me movimentar, me sentindo o pior ser humano do mundo, me auto-apiedando vendo que não iria chegar a lugar algum.

Isso ocorreu por um bom tempo; mas de repente depois de muito pensar comigo mesmo, resolvi enfrentar a fisioterapia novamente com coragem, força de vontade, perseverança e fé em Deus, que ia vencer.

Passado um tempo consegui com muito esforço pequenos progressos, que na realidade pra mim eram enormes vitórias; foi onde vi que o melhor era aceitar a nova realidade e conviver com as minhas limitações; um recomeço muito difícil, mas não impossível de realizar.

Fiz igual a professora e as crianças da mensagem, peguei o meu não consigo e o enterrei; tendo sempre em mente eu vou conseguir vencer.

Engraçado o mais incrível é que depois que aceitei a minha nova realidade de vida, tudo a minha volta passou a fluir bem; a ponto de surpreender os médicos que me acompanhavam no tratamento da reabilitação.

E hoje em dia faço coisas que jamais eu pensaria que iria fazer após o acidente; tudo graças a fé em Deus, na força de vontade, na coragem e na minha perseverança em querer vencer.

Temos mais mesmo que pegar nossos medos, insegurança, desânimo e não consigo fazer-lhes o enterro; e deixar despertar a força de vontade, coragem, perseverança e a fé em Deus que podemos conseguir chegar a vitória.

José de Souza




Onde há vida, esperança, solidariedade, equilíbrio, harmonia, fraternidade, união e amor.

A paz se encontra em nossos corações e almas porque somos filhos de Deus.

Para Ele não existem as diferenças somos todos iguais.




Intocáveis


Intocáveis http://www.adorocinema.com/filmes/filme-182745/


Lançamento
  • Dirigido por
  • Com
  • Gênero
  • Nacionalidade
  •  
    Sinopse e detalhes
     
     
    Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.
    Título originalIntouchablesCuriosidades -
    DistribuidorCALIFORNIA FILMES Bilheterias Brasil205.276 ingressos
    Ano de produção2011Orçamento -

    sexta-feira, 14 de setembro de 2012

    Brasil quer 100% dos ônibus e táxis adaptados para a Copa e as Olimpíadas

    A informação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade
    Foto de um ônibus adaptado
    O Brasil quer adaptar 100% da frota de ônibus e táxis do país para pessoas com deficiência. E o prazo é 2014, quando várias cidades vão sediar a Copa do Mundo de FutebolSite externo.. A informação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Ele está em Nova York, participando da 5ª Conferência dos Estados Partes da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
    Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade. "Com garantia para que as pessoas com deficiência possam ir e voltar dos estádios para sua residência com transportes. Sabemos que é um grande desafio, principalmente com as características de nosso país. Principalmente nos transportes. Temos que estar muito preocupados. Nos estádios, a gente consegue garantir a acessibilidade. Mas o problema é tornar todos a frota de ônibus acessíveis e os táxis acessíveis às pessoas com deficiência".
    Para ele, tornar os transportes acessíveis para a Copa do Mundo e as Olimpíadas é também uma questão de vontade política. "Nós já temos inclusive exemplos de cidades no Brasil que já contam com todos os ônibus acessíveis. Poderia destacar Uberlândia, Goiânia, Joinville, Campinas também tem avançado muito. Então são exemplos de cidades que já têm 95%, 98%, 100% da frota acessível. Então é uma prova de que quando o prefeito quer, quando se tem vontade política é possível conquistar isso aí".
    O secretário informou que aumentar a acessibilidade é o objetivo do Programa Viver Sem Limite, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em novembro passado.
    Segundo Antonio José Ferreira, um plano de exoneração fiscal está sendo inserido na pauta do governo para que os empresários se sintam estimulados "a cada dia mais colocar ônibus acessível nas ruas do Brasil".
    Antônio José Ferreira disse ainda que até 2014, muitas questões já devem ter sido resolvidas. O governo também está trabalhando com as montadoras para incluir as funções de acessibilidade nos veículos.
    Segundo as Nações UnidasSite externo., mais de 10% da população mundial vive com algum tipo de deficiência. De acordo com o governo brasileiro, 45 milhões de pessoas no país têm deficiência.
    Fonte: Jornal do BrasilSite externo.

    5ª edição do Reatiba abordará alternativas de inclusão e a Lei de Cotas

    O evento propiciará espaço de integração entre empresários e sociedade para falar sobre a inclusão
    Será realizada no dia 21 de setembro a quinta edição do Reatiba, com o tema Inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD) no Mercado de Trabalho. Promovida pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), entidade ligada ao Sistema Fiep, o Reatiba tem como objetivo propiciar um espaço de diálogo entre os interessados sobre o processo de inclusão da PcD, levando em consideração a Lei de Cotas e os desafios frente aos preconceitos e barreiras atitudinais e físicas nas organizações.

    O músico, Marcelo Yuka, foi o responsável pela palestra magna do Reatiba 2011. (Foto: Suelen Lorianny)
    O 5º Reatiba é um chamado às pequenas e médias empresas para o processo de inclusão e exercício da responsabilidade social corporativa. O diferencial deste ano serão os diálogos sobre as mudanças ocorridas na Lei nº 8.213/91, art. 93, que vieram a beneficiar tanto as empresas quanto a PcD, como a inclusão de aprendizes com deficiência na integralização da cota fixada.
    A solenidade de abertura contará com a presença de representantes de indústrias, da prefeitura de Curitiba e do Ministério Público do Paraná. Os diálogos serão realizados por pessoas com deficiência e profissionais da área de inclusão destacando a jornalista Flávia Cintra, integrante da Comitiva Brasileira na Convenção da ONU- UNESCO/2006 da qual o Brasil é signatário. A palestra magna será proferida pelo psicólogo paulista Eduardo Carmello sobre a cultura de inclusão no ambiente de trabalho.
    Além das palestras que acontecerão ao longo do evento, o Reatiba deste ano terá também oficinas simultâneas de temas como estruturar um programa de inclusão, orientação profissional, empregabilidade e o desempenho do papel profissional da PcD.
    Na cerimônia de encerramento, serão sorteadas duas bolsas de estudos ofertadas pelo Senai PR, sendo uma para Curso Técnico e outra para curso de Qualificação Profissional Básica, oferecidos pela entidade. O Grupo Uninter também concederá uma bolsa integral em um dos cursos de graduação. Ressaltando que todas as bolsas são voltadas à PcD.
    Na data escolhida para o evento também é comemorado o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.


    Faça sua inscrição para o evento e oficinas simultâneas, aqui.
    Confira a programação completa, aqui.
    Acesse aqui a audiodescrição.


    Serviço

    5º Reatiba
    Data: 21/09
    Horário: 8h às 17h30
    Local: Fiep sede Jardim Botânico - Av. Comendador Franco, 1341
    Obs.: Os cadeirantes poderão utilizar o estacionamento no piso inferior que dá acesso aos elevadores.

    http://www.fiepr.org.br/cpce/News18479content191835.shtml#.UFM2MV9LXe8.facebook

    O desenvolvimento de alunos superdotados

    Por Maria Clara Sodré
    em O Dia
    Superdotados no Brasil contam com pouca oferta de educação diferenciada, embora o direito lhes seja garantido por lei. Passado mais um 11 de agosto, Dia do Estudante, é preciso pensar na educação daqueles que têm, em si, a possibilidade de contribuir muito para o país.




    A importância do atendimento especial aos alunos superdotados se justifica de três maneiras: do ponto de vista das necessidades educacionais, justifica-se da mesma maneira que se justificam diferenciações para crianças com deficiências físicas ou mentais, com problemas específicos de aprendizagem, entre outros. Do ponto de vista da justiça social, justifica-se dentro da lógica da equidade, ou seja, para alunos diferentes é justo que o atendimento seja diferente. Finalmente, do ponto de vista econômico e político, justifica-se a partir das exigências que a modernidade impõe sobre países que querem atingir níveis elevados de desenvolvimento tecnológico, científico, social, etc.

    Infelizmente ainda estamos longe de oferecer uma educação de qualidade em todas as escolas do país, o que exige que se lute por ela; tampouco atendemos todos os alunos que têm necessidades especiais. No entanto, enquanto buscamos uma escola mais democrática, ações podem ser planejadas para os superdotados, para que o país não continue perdendo indivíduos extremamente capazes que, sem oportunidades à altura de seus potenciais, trilham caminhos pouco produtivos.

    O Brasil não é tão rico nem tão abençoado com recursos naturais que, como uma nação, possa ignorar educacionalmente o potencial que existe nas mentes dos alunos superdotados.

    Fonte: O Dia