sábado, 15 de setembro de 2012
Geração Robótica

Com uma estrutura de alumínio e titânio, a veste biônica, também chamada de Ekso, é alimentada por uma bateria e pesa cerca de 25 quilos.
Para maiores informações acessem o link abaixo:
http://
O enterro do "Não Consigo".
'Não Consigo'
Esta história
foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola
primária do estado de Michigan, Estados Unidos.
Ele era
supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia
viveu uma
experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo
narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e
assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa,
preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez
anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não
consigos".
"Não
consigo chutar a bola de futebol além da segunda
base."
"Não
consigo fazer
divisões longas com mais de três números."
"Não
consigo fazer com
que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela
sala e notei que todos estavam escrevendo o que não
conseguiam
fazer.
"Não
consigo fazer dez
flexões."
"Não
consigo comer um
biscoito só."
A esta altura, a
atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o
que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma
lista de "não consigo”.
Frustrado
em meus esforços em determinar porque os alunos
estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e
continuei minhas observações.
Os estudantes
escreveram por mais dez minutos.
A maioria
encheu sua
página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum
tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa
caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da
professora.
Quando todos os
alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a
caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor.
Os alunos a
seguiram.
E eu segui os alunos.
Logo à
frente a
professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da
escola, conduzindo os
alunos até o canto mais distante do playground.
Ali começaram a
cavar.
Iam
enterrar seus "não
consigo"!
Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi
depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma
crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém
cavada.
Donna então
proferiu louvores.
"Amigos, estamos
hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘não
consigo’.
Enquanto esteve
conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de
outros.
Seu nome,
infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras,
assembléias legislativas
e até mesmo na casa branca.
Providenciamos
um local para o seu descanso final e uma lápide que contém
seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus
irmãos e irmãs ‘eu consigo’, ‘eu vou’ e ‘eu vou imediatamente’.
Que ‘não
consigo’ possa
descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em
frente na sua ausência.
Assim
seja!"
Ao escutar as
orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a
lição.
A atividade era
simbólica: uma metáfora da vida.
O "não
consigo" estava
enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de
volta à classe e promoveu uma festa.
Como
parte da celebração, Donna recortou uma grande
lápide de papelão e escreveu as
palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data
embaixo.
A lápide de
papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do
ano.
Nas raras
ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não
consigo",
Donna
simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.
O aluno então se
lembrava que
"não consigo"
estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno
de Donna.
Ela era minha
aluna.
Ainda assim,
naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos
depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da
quarta série.
Como os alunos, eu também me lembro de que "não
consigo" está
morto.
Texto do Momento Espírita
Comentário
Ao
ler esta mensagem me veio a mente a lembrança do dia do meu acidente; lembranças
não muito agradáveis.
Acidente esse
que veio a me deixar tetraplégico e todo o desenrolar para a minha
reabilitação.
Quem poderia
imaginar que uma queda de bicicleta poderia ocasionar um traumatismo raqueo
medular, o qual me deixou tetraplégico.
Quando tomei
noção e consciência da minha situação a primeira pergunta que me veio a mente
foi: porque isso foi acontecer comigo?
Ao mesmo tempo
senti uma revolta e frustração imensa pelo acontecido, que a raiva e o ódio
tomou conta de mim, a ponto de não raciocinar.
Com o decorrer
do tempo e muita fisioterapia, passava se dias, meses e anos e nenhum resultado
expressivo conseguia visualizar; passei a me desestimular perdendo a vontade de
viver e me reabilitar.
Foi onde comecei
a pensar para que tanto esforço se não consigo me movimentar, me sentindo o pior
ser humano do mundo, me auto-apiedando vendo que não iria chegar a lugar
algum.
Isso ocorreu por
um bom tempo; mas de repente depois de muito pensar comigo mesmo, resolvi
enfrentar a fisioterapia novamente com coragem, força de vontade, perseverança e
fé em Deus, que ia vencer.
Passado um tempo
consegui com muito esforço pequenos progressos, que na realidade pra mim eram
enormes vitórias; foi onde vi que o melhor era aceitar a nova realidade e
conviver com as minhas limitações; um recomeço muito difícil, mas não impossível
de realizar.
Fiz igual a
professora e as crianças da mensagem, peguei o meu não consigo e o enterrei;
tendo sempre em mente eu vou conseguir vencer.
Engraçado o mais
incrível é que depois que aceitei a minha nova realidade de vida, tudo a minha
volta passou a fluir bem; a ponto de surpreender os médicos que me acompanhavam
no tratamento da reabilitação.
E hoje em dia
faço coisas que jamais eu pensaria que iria fazer após o acidente; tudo graças a
fé em Deus, na força de vontade, na coragem e na minha perseverança em querer
vencer.
Temos mais mesmo
que pegar nossos medos, insegurança, desânimo e não consigo fazer-lhes o
enterro; e deixar despertar a força de vontade, coragem, perseverança e a fé em
Deus que podemos conseguir chegar a vitória.
José de
Souza
Onde há vida,
esperança, solidariedade, equilíbrio, harmonia, fraternidade, união e
amor.
A paz se
encontra em nossos corações e almas porque somos filhos de Deus.
Para Ele não
existem as diferenças somos todos iguais.
Esta história
foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola
primária do estado de Michigan, Estados Unidos.
Ele era
supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia
viveu uma
experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo
narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e
assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa,
preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez
anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não
consigos".
"Não
consigo chutar a bola de futebol além da segunda
base."
"Não
consigo fazer
divisões longas com mais de três números."
"Não
consigo fazer com
que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela
sala e notei que todos estavam escrevendo o que não
conseguiam
fazer.
"Não
consigo fazer dez
flexões."
"Não
consigo comer um
biscoito só."
A esta altura, a
atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o
que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma
lista de "não consigo”.
Frustrado
em meus esforços em determinar porque os alunos
estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e
continuei minhas observações.
Os estudantes
escreveram por mais dez minutos.
A maioria
encheu sua
página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum
tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa
caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da
professora.
Quando todos os
alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a
caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor.
Os alunos a
seguiram.
E eu segui os alunos.
Logo à
frente a
professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da
escola, conduzindo os
alunos até o canto mais distante do playground.
Ali começaram a
cavar.
Iam
enterrar seus "não
consigo"!
Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigo" foi
depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma
crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém
cavada.
Donna então
proferiu louvores.
"Amigos, estamos
hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘não
consigo’.
Enquanto esteve
conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de
outros.
Seu nome,
infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública, escolas, prefeituras,
assembléias legislativas
e até mesmo na casa branca.
Providenciamos
um local para o seu descanso final e uma lápide que contém
seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus
irmãos e irmãs ‘eu consigo’, ‘eu vou’ e ‘eu vou imediatamente’.
Que ‘não
consigo’ possa
descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em
frente na sua ausência.
Assim
seja!"
Ao escutar as
orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a
lição.
A atividade era
simbólica: uma metáfora da vida.
O "não
consigo" estava
enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de
volta à classe e promoveu uma festa.
Como
parte da celebração, Donna recortou uma grande
lápide de papelão e escreveu as
palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data
embaixo.
A lápide de
papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do
ano.
Nas raras
ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não
consigo",
Donna
simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.
O aluno então se
lembrava que
"não consigo"
estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno
de Donna.
Ela era minha
aluna.
Ainda assim,
naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos
depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da
quarta série.
Como os alunos, eu também me lembro de que "não
consigo" está
morto.
Texto do Momento Espírita
Comentário
Ao
ler esta mensagem me veio a mente a lembrança do dia do meu acidente; lembranças
não muito agradáveis.
Acidente esse
que veio a me deixar tetraplégico e todo o desenrolar para a minha
reabilitação.
Quem poderia
imaginar que uma queda de bicicleta poderia ocasionar um traumatismo raqueo
medular, o qual me deixou tetraplégico.
Quando tomei
noção e consciência da minha situação a primeira pergunta que me veio a mente
foi: porque isso foi acontecer comigo?
Ao mesmo tempo
senti uma revolta e frustração imensa pelo acontecido, que a raiva e o ódio
tomou conta de mim, a ponto de não raciocinar.
Com o decorrer
do tempo e muita fisioterapia, passava se dias, meses e anos e nenhum resultado
expressivo conseguia visualizar; passei a me desestimular perdendo a vontade de
viver e me reabilitar.
Foi onde comecei
a pensar para que tanto esforço se não consigo me movimentar, me sentindo o pior
ser humano do mundo, me auto-apiedando vendo que não iria chegar a lugar
algum.
Isso ocorreu por
um bom tempo; mas de repente depois de muito pensar comigo mesmo, resolvi
enfrentar a fisioterapia novamente com coragem, força de vontade, perseverança e
fé em Deus, que ia vencer.
Passado um tempo
consegui com muito esforço pequenos progressos, que na realidade pra mim eram
enormes vitórias; foi onde vi que o melhor era aceitar a nova realidade e
conviver com as minhas limitações; um recomeço muito difícil, mas não impossível
de realizar.
Fiz igual a
professora e as crianças da mensagem, peguei o meu não consigo e o enterrei;
tendo sempre em mente eu vou conseguir vencer.
Engraçado o mais
incrível é que depois que aceitei a minha nova realidade de vida, tudo a minha
volta passou a fluir bem; a ponto de surpreender os médicos que me acompanhavam
no tratamento da reabilitação.
E hoje em dia
faço coisas que jamais eu pensaria que iria fazer após o acidente; tudo graças a
fé em Deus, na força de vontade, na coragem e na minha perseverança em querer
vencer.
Temos mais mesmo
que pegar nossos medos, insegurança, desânimo e não consigo fazer-lhes o
enterro; e deixar despertar a força de vontade, coragem, perseverança e a fé em
Deus que podemos conseguir chegar a vitória.
José de
Souza
Onde há vida,
esperança, solidariedade, equilíbrio, harmonia, fraternidade, união e
amor.
A paz se
encontra em nossos corações e almas porque somos filhos de Deus.
Para Ele não
existem as diferenças somos todos iguais.
Intocáveis

Lançamento
31 de agosto de 2012(1h 52min)
Sinopse e detalhes
Philippe (François Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele, com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.
Título original | Intouchables | Curiosidades | - | |
---|---|---|---|---|
Distribuidor | CALIFORNIA FILMES | Bilheterias Brasil | 205.276 ingressos | |
Ano de produção | 2011 | Orçamento | - |
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Brasil quer 100% dos ônibus e táxis adaptados para a Copa e as Olimpíadas
A informação é do secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade


Antonio José Ferreira explicou como o governo pretende alcançar a meta de acessibilidade. "Com garantia para que as pessoas com deficiência possam ir e voltar dos estádios para sua residência com transportes. Sabemos que é um grande desafio, principalmente com as características de nosso país. Principalmente nos transportes. Temos que estar muito preocupados. Nos estádios, a gente consegue garantir a acessibilidade. Mas o problema é tornar todos a frota de ônibus acessíveis e os táxis acessíveis às pessoas com deficiência".
Para ele, tornar os transportes acessíveis para a Copa do Mundo e as Olimpíadas é também uma questão de vontade política. "Nós já temos inclusive exemplos de cidades no Brasil que já contam com todos os ônibus acessíveis. Poderia destacar Uberlândia, Goiânia, Joinville, Campinas também tem avançado muito. Então são exemplos de cidades que já têm 95%, 98%, 100% da frota acessível. Então é uma prova de que quando o prefeito quer, quando se tem vontade política é possível conquistar isso aí".
O secretário informou que aumentar a acessibilidade é o objetivo do Programa Viver Sem Limite, lançado pela presidente Dilma Rousseff, em novembro passado.
Segundo Antonio José Ferreira, um plano de exoneração fiscal está sendo inserido na pauta do governo para que os empresários se sintam estimulados "a cada dia mais colocar ônibus acessível nas ruas do Brasil".
Antônio José Ferreira disse ainda que até 2014, muitas questões já devem ter sido resolvidas. O governo também está trabalhando com as montadoras para incluir as funções de acessibilidade nos veículos.
Segundo as Nações Unidas

Fonte: Jornal do Brasil

5ª edição do Reatiba abordará alternativas de inclusão e a Lei de Cotas
O evento propiciará espaço de integração entre empresários e sociedade para falar sobre a inclusão
Será realizada no dia 21 de setembro a quinta edição do Reatiba, com o tema Inclusão da Pessoa com Deficiência (PcD) no Mercado de Trabalho. Promovida pelo Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), entidade ligada ao Sistema Fiep, o Reatiba tem como objetivo propiciar um espaço de diálogo entre os interessados sobre o processo de inclusão da PcD, levando em consideração a Lei de Cotas e os desafios frente aos preconceitos e barreiras atitudinais e físicas nas organizações.
O músico, Marcelo Yuka, foi o responsável pela palestra magna do Reatiba 2011. (Foto: Suelen Lorianny)
O 5º Reatiba é um chamado às pequenas e médias empresas para o processo de inclusão e exercício da responsabilidade social corporativa. O diferencial deste ano serão os diálogos sobre as mudanças ocorridas na Lei nº 8.213/91, art. 93, que vieram a beneficiar tanto as empresas quanto a PcD, como a inclusão de aprendizes com deficiência na integralização da cota fixada.
A solenidade de abertura contará com a presença de representantes de indústrias, da prefeitura de Curitiba e do Ministério Público do Paraná. Os diálogos serão realizados por pessoas com deficiência e profissionais da área de inclusão destacando a jornalista Flávia Cintra, integrante da Comitiva Brasileira na Convenção da ONU- UNESCO/2006 da qual o Brasil é signatário. A palestra magna será proferida pelo psicólogo paulista Eduardo Carmello sobre a cultura de inclusão no ambiente de trabalho.
Além das palestras que acontecerão ao longo do evento, o Reatiba deste ano terá também oficinas simultâneas de temas como estruturar um programa de inclusão, orientação profissional, empregabilidade e o desempenho do papel profissional da PcD.
Na cerimônia de encerramento, serão sorteadas duas bolsas de estudos ofertadas pelo Senai PR, sendo uma para Curso Técnico e outra para curso de Qualificação Profissional Básica, oferecidos pela entidade. O Grupo Uninter também concederá uma bolsa integral em um dos cursos de graduação. Ressaltando que todas as bolsas são voltadas à PcD.
Na data escolhida para o evento também é comemorado o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.
Faça sua inscrição para o evento e oficinas simultâneas, aqui.
Confira a programação completa, aqui.
Acesse aqui a audiodescrição.
Serviço
5º Reatiba
Data: 21/09
Horário: 8h às 17h30
Local: Fiep sede Jardim Botânico - Av. Comendador Franco, 1341
Obs.: Os cadeirantes poderão utilizar o estacionamento no piso inferior que dá acesso aos elevadores.
http://www.fiepr.org.br/cpce/News18479content191835.shtml#.UFM2MV9LXe8.facebook
A solenidade de abertura contará com a presença de representantes de indústrias, da prefeitura de Curitiba e do Ministério Público do Paraná. Os diálogos serão realizados por pessoas com deficiência e profissionais da área de inclusão destacando a jornalista Flávia Cintra, integrante da Comitiva Brasileira na Convenção da ONU- UNESCO/2006 da qual o Brasil é signatário. A palestra magna será proferida pelo psicólogo paulista Eduardo Carmello sobre a cultura de inclusão no ambiente de trabalho.
Além das palestras que acontecerão ao longo do evento, o Reatiba deste ano terá também oficinas simultâneas de temas como estruturar um programa de inclusão, orientação profissional, empregabilidade e o desempenho do papel profissional da PcD.
Na cerimônia de encerramento, serão sorteadas duas bolsas de estudos ofertadas pelo Senai PR, sendo uma para Curso Técnico e outra para curso de Qualificação Profissional Básica, oferecidos pela entidade. O Grupo Uninter também concederá uma bolsa integral em um dos cursos de graduação. Ressaltando que todas as bolsas são voltadas à PcD.
Na data escolhida para o evento também é comemorado o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.
Faça sua inscrição para o evento e oficinas simultâneas, aqui.
Confira a programação completa, aqui.
Acesse aqui a audiodescrição.
Serviço
5º Reatiba
Data: 21/09
Horário: 8h às 17h30
Local: Fiep sede Jardim Botânico - Av. Comendador Franco, 1341
Obs.: Os cadeirantes poderão utilizar o estacionamento no piso inferior que dá acesso aos elevadores.
http://www.fiepr.org.br/cpce/News18479content191835.shtml#.UFM2MV9LXe8.facebook
O desenvolvimento de alunos superdotados
Por Maria Clara Sodré
em O Dia
Superdotados no Brasil contam com pouca oferta de educação diferenciada, embora o direito lhes seja garantido por lei. Passado mais um 11 de agosto, Dia do Estudante, é preciso pensar na educação daqueles que têm, em si, a possibilidade de contribuir muito para o país.
A importância do atendimento especial aos alunos superdotados se justifica de três maneiras: do ponto de vista das necessidades educacionais, justifica-se da mesma maneira que se justificam diferenciações para crianças com deficiências físicas ou mentais, com problemas específicos de aprendizagem, entre outros. Do ponto de vista da justiça social, justifica-se dentro da lógica da equidade, ou seja, para alunos diferentes é justo que o atendimento seja diferente. Finalmente, do ponto de vista econômico e político, justifica-se a partir das exigências que a modernidade impõe sobre países que querem atingir níveis elevados de desenvolvimento tecnológico, científico, social, etc.
Infelizmente ainda estamos longe de oferecer uma educação de qualidade em todas as escolas do país, o que exige que se lute por ela; tampouco atendemos todos os alunos que têm necessidades especiais. No entanto, enquanto buscamos uma escola mais democrática, ações podem ser planejadas para os superdotados, para que o país não continue perdendo indivíduos extremamente capazes que, sem oportunidades à altura de seus potenciais, trilham caminhos pouco produtivos.
O Brasil não é tão rico nem tão abençoado com recursos naturais que, como uma nação, possa ignorar educacionalmente o potencial que existe nas mentes dos alunos superdotados.
Fonte: O Dia
em O Dia
Superdotados no Brasil contam com pouca oferta de educação diferenciada, embora o direito lhes seja garantido por lei. Passado mais um 11 de agosto, Dia do Estudante, é preciso pensar na educação daqueles que têm, em si, a possibilidade de contribuir muito para o país.
A importância do atendimento especial aos alunos superdotados se justifica de três maneiras: do ponto de vista das necessidades educacionais, justifica-se da mesma maneira que se justificam diferenciações para crianças com deficiências físicas ou mentais, com problemas específicos de aprendizagem, entre outros. Do ponto de vista da justiça social, justifica-se dentro da lógica da equidade, ou seja, para alunos diferentes é justo que o atendimento seja diferente. Finalmente, do ponto de vista econômico e político, justifica-se a partir das exigências que a modernidade impõe sobre países que querem atingir níveis elevados de desenvolvimento tecnológico, científico, social, etc.
Infelizmente ainda estamos longe de oferecer uma educação de qualidade em todas as escolas do país, o que exige que se lute por ela; tampouco atendemos todos os alunos que têm necessidades especiais. No entanto, enquanto buscamos uma escola mais democrática, ações podem ser planejadas para os superdotados, para que o país não continue perdendo indivíduos extremamente capazes que, sem oportunidades à altura de seus potenciais, trilham caminhos pouco produtivos.
O Brasil não é tão rico nem tão abençoado com recursos naturais que, como uma nação, possa ignorar educacionalmente o potencial que existe nas mentes dos alunos superdotados.
Fonte: O Dia
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