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sábado, 19 de maio de 2012
20 coisas que aprendi com meu filho especial
Por Andrea Werner Bonoli
1. Aprendi que não sou dona do tempo. Nada vem exatamente quando eu espero, mas isso inclui as boas surpresas também.
2. Aprendi a respeitar ainda mais todo tipo de diversidade. E que todos, independente de raça, condição social, crença ou orientação sexual merecem ser respeitados. O que todo mundo quer, na vida, é ser feliz e ser aceito.
3. Aprendi a ler linguagem corporal. Já sei muita coisa sobre o meu filho só de olhar pra ele. E isso serve para os filhos das amigas também!
4. Aprendi que, aquilo que a gente fala quando está grávida (o importante é ter saúde) é, realmente, muito importante. Pouco importa se é menino ou menina, se tem olhos verdes ou castanhos.
5. Mas se, por um acaso, a criança não vier com 100% de saúde – seja lá o que isso significa – , você vai aprender a se virar também.
6. Aprendi que vale a pena perder um tempo observando o vento balançar a árvore, as folhas que vão caindo, a chuva batendo na janela.
7. Aprendi que ninguém conhece meu filho tão bem quanto eu. E que, quem sabe o que é o melhor pra ele, sou eu. E, justamente por isso, aprendi a confiar mais nos meus instintos com relação a ele.
8. Aprendi que o controle das coisas não está totalmente nas minhas mãos. E que o futuro pode ser menos assustador se pararmos de pensar nele 100% do tempo.
9. Aprendi que é importante valorizar cada passo de formiga que meu filho dá. E que muitas mães – principalmente as mães de crianças “normais”- não sabem valorizar coisas simples como um “por que?” e reclamam das coisas mais absurdas. Não entendem que, pra algumas crianças, fazer algumas coisas triviais assim é o equivalente a um milagre.
1o. Com isso, aprendi a valorizar cada olhar, cada abraço, cada carinho, cada nova palavrinha que pode demorar 1 mês pra sair…e mais 4 meses pra ser repetida.
11. Aprendi que nem tudo que acontece é resultado das nossas escolhas ou desejos. Mas que podemos, muitas vezes, escolher como reagir a esses acontecimentos.
12. Aprendi que é importante estar bem para cuidar de quem está comigo.
13. Aprendi que cada pessoa sofre de um jeito. Umas começam a fumar, outras vão malhar, outras vão comer, mas todas sofrem.
14. Aprendi que não existe família perfeita e que todo mundo tem problemas. E o meu não é maior que o seu. Só é diferente.
15. Aprendi que várias pessoas que reagem de forma inapropriada perto de uma criança com necessidades especiais são, simplesmente, desinformadas. Outras, infelizmente, são cruéis mesmo.
16. Aprendi a não julgar ninguém pelas aparências. Principalmente aquela criança que parece agitada demais, grita, ou é inconveniente.
17. Aprendi que os profissionais que vão fazer meu filho progredir mais são aqueles que, verdadeiramente, amam o que fazem. E que amam o meu filho também. 

18. Aprendi que, mais triste que descobrir que o filho é autista, deve ser descobrir que o filho não respeita ou ataca pessoas com deficiências, homossexuais, negros, ou qualquer outra minoria.
19. Aprendi que pedir ajuda não significa que você é incapaz. Significa que é humano.
20. Aprendi que o sorriso é uma linguagem universal. E que o amor não precisa de voz.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Cirurgia pioneira restaura função da mão de paciente tetraplégico

Uma cirurgia pioneira desenvolvida por médicos da Washington University School of Medicine, nos Estados Unidos, conseguiu recuperar os movimentos das mãos de um tetraplégico.
A técnica revolucionária, chamada de transferência de nervos, reverte os danos da coluna vertebral.
O paciente de 71 anos, que ficou tetraplégico após um acidente de carro em 2008, teve medula espinhal danificada na base do pescoço, na vértebra ‘ C7′ , e se tornou incapaz de andar.
Enquanto ainda podia mover os braços, ele perdeu a capacidade de comprimir ou apertar com uma das mãos. Toda a comunicação entre o cérebro e a mão foi perdida.
Após a cirurgia e fisioterapia intensiva, o paciente recuperou algumas funções da mão, especificamente a capacidade de dobrar o polegar e o dedo indicador. Ele agora pode se alimentar sozinho e escrever com a ajuda.
O estudo de caso, publicado no Journal of Neurosurgery, é, segundo os autores, o primeiro caso relatado do uso de transferência de nervo para restaurar a capacidade de flexionar o polegar e o dedo indicador, após uma lesão medular.
De acordo com a equipe, a técnica tem potencial para ajudar pacientes com danos nas vértebras C6 e C7.
“Este procedimento não é usual para o tratamento de tetraplegia, porque não tenta restaurar a medula espinhal, onde a lesão está. Em vez disso, nós nos focamos em áreas onde sabemos que os nervos funcionam para redirecionar nervos nessa área e redirecioná-los a restaurar a função da mão”, explica a cirurgiã Ida K. Fox.
Como funciona
Os nervos da mão não foram danificados, eles perderam o sinal enviado pelo cérebro, que lhes diz o que fazer.
No entanto, o cérebro ainda podia dar instruções ao braço.
A nova técnica, aplicada no Barnes-Jewish Hospital, consiste na religação dos nervos do paciente a fim de criar uma nova rota de comunicação entre o cérebro e o membro danificado redirecionando nervos ativos na parte superior dos braços.
Segundo Fox, essa é uma forma “muito nova” de restaurar o movimento. No entanto, ela adverte que a técnica não tem potencial para restaurar a função normal.
A equipe ressalta que a cirurgia não é um milagre que acontece do dia para a noite. É preciso treinamento intensivo para recuperar o controle da mão. Nervos que costumavam dobrar o cotovelo estão agora fazendo movimentos de beliscar.
Depois de oito meses, o paciente tratado foi capaz de mover o dedo indicador e o polegar, conseguindo se alimentar e ‘ escrever’ .
Com mais de fisioterapia, os médicos esperam que seu movimento continue a melhorar.
A lei de cotas é realmente inclusiva para as pessoas com deficiência?
O governo através da lei 8.213 (mais conhecida como le das cotas) de 1999 foi a melhor e mais bem intencionada forma de promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, pois ofereceria vagas de empregos em empresas de médio e grande porte para esses trabalhadores que estavam excluídos do mercado, devido as suas dificuldades. Porém na prática o que vemos é bem diferente da intenção do governo ao criar a lei.
Para se entender melhor a lei 8.213 de 1999, ela determina que as empresas tenham, em seu quadro efetivo, funcionários com deficiência e fornece a quantidade apartir do número de funcionários total da empresa, conforme tabela abaixo:
- 100 até 200 funcionários…………… 2%
- de 201 a 500 funcionários………….. 3%
- de 501 a 1000 funcionários…………. 4%
- de 1001 em diante funcionários……. 5%
O grande problema é que a empresa tem liberdade para contratar as pessoas com deficiência de acordo com a sua necessidade. Ou seja, ela contrata de acordo com o que necessita sem ter que fazer investimentos no ambiente de trabalho.
Se formos buscar em bancos de dados de empregos, as vagas para deficientes, na sua maioria,excluem os cadeirantes, deficientes visuais e os surdos que necessitam de LIBRAS (não oralizados). O que torna a contratação mais complicada e gera a desculpa de que faltam deficientes em condições para contratação ou falta escolaridade para os deficientes.
A escolaridade dos deficientes, que tem mobilidade ou ajuda para poderem estudar está aumentando. Principalmente com a facilidade do EAD (ensino a distância) em que pode-se estudar em casa, somente sendo necessário ir a instituição em algumas ocasiões, facilita muito a vida dos estudantes deficientes.
Algumas empresas tem projetos muito legais para contratação de deficientes, que se iniciam em um curso “remunerado” e termina na efetivação dos funcionários. Podemos ver o trabalho doMetro-Rio, da Portobello e de muitas outras que vão buscar a pessoa com deficiência para treinar e contratar em seu quadro efetivo de funcionários, tudo isso por conta do investimento inicial a acessibilidade e na preparação do quadro de funcionários existentes na empresa. A Serasa Experian abriu um forúm com empresários de diversos setores para discutir a inserção de deficientes no mercado de trabalho, leia a matéria clicando no link.
Será que não é hora de repensar a lei e fazer uma leve alteração para melhorar a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, fazendo com que as grandes empresas passem a investir no treinamento e acessibilidade?
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Se proteger online é muito mais difícil do que parece, alerta especialista
Do TechTudo.
Recentemente, segurança digital se tornou tema dos principais noticiários do país após fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann e um vídeo de sexo da ex-BBB Renata vazarem na Internet. Com toda essa exposição na mídia, e a falta de proteção virtual se tornando um tema frequente, fica a dúvida: será que os brasileiros se preocupam e sabem se defender de ameaças virtuais?

Segundo Nelson Murilo, consultor há mais de 20 anos e autor do livro Segurança em Redes sem Fio (Editora Novatec), as pessoas, de forma geral, não se preocupam com proteção, tanto pessoal quanto virtual: "Um outro problema associado é que as pessoas consideram a Internet algo etéreo. Elas não conversam ou aceitam coisas de estranhos, mas têm papos pessoais em redes sociais e salas de chat, marcam encontros com desconhecidos, etc.", contou, em entrevista ao TechTudo.
Essa falta de cuidado é mostrada em números. A Microsoft revelou, em uma pesquisa no início do ano, que cerca de 44% dos computadores no Brasil estão contaminados com algum tipo de arquivo malicioso. O especialista acredita que as pessoas começam a tomar mais cuidados após saberem de casos como da atriz Carolina Dieckmann, mas logo acabam esquecendo de sua segurança. "Infelizmente, as pessoas percebem apenas um tipo particular de fraude e não que qualquer assunto pode ser um golpe".

E, para o consultor, se proteger virtualmente é muito mais difícil do que parece. "Muitos especialistas falam em tomar cuidado com e-mails suspeitos, mas que características eles têm? Falam para desconfiar de e-mail de desconhecidos, mas e se seu conhecido for infectado com um vírus? Acredito que existem poucas formas para tentar evitar cair em golpes, e a principal é pensar por que aquela informação está chegando para você via e-mail. Na dúvida, entre em contato com o endereço oficial e confirme a informação."
Mesmo assim, ele garantiu que, por mais espertos que sejam esses golpes, eles não são perfeitos, e que toda ação, sendo ela criminosa ou não, deixa vestígios que podem ser descobertos. Além disso, Murilo acredita que a polícia brasileira está apta para cuidar deste tipo de casos. "Mas é um trabalho contínuo, pois as tecnologias surgem e evoluem todo dia."
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Ameaças diárias
E não são apenas pessoas "comuns" que são atacadas. Até especialistas no assunto sofrem destes males. Jonny Ken, colunista do TechTudo na área de Internet e criador do encurtador de URL migre.me, recentemente recebeu um desses e-mail maliciosos. "Eles estão se especializando cada vez mais. Recebi um e-mail desses com o meu nome completo e CPF. Como não acreditar em um e-mail de um 'banco' com esses dados? Deve ter vazado de algum site que solicita esses dados e usaram para o mal".
Ken também revelou que diariamente o migre.me bloqueia todo tipo de phishing e que o número de pessoas clicando é assustador. "Alguns links chegam a ter mais de 5 mil cliques. Esse número é gigantesco!", contou.
LIN
Brasileiros não respeitam vagas para portadores de necessidades especiais
O JH fez um teste nas ruas e shoppings e flagrou diversos carros estacionados irregularmente nas vagas reservadas para portadores de deficiência física. De acordo com o Contran, 2% das vagas de estacionamentos de uso público têm que ser reservadas.
Experimentos mostram avanços no tratamento de paralisia cerebral
Do Jornal Nacional e Youtube
Pesquisadores da Universidade de Brown, nos EUA, deram um passo importante para permitir mais mobilidade a pessoas que sofrem de paralisia.
Pesquisadores da Universidade de Brown, nos Estados Unidos, deram um passo importante para permitir mais mobilidade a pessoas que sofrem de paralisia.
Kathy ficou tetraplégica depois de sofrer um derrame no cérebro. Por causa disso, também perdeu a fala. Mas com a força do pensamento ela consegue controlar os movimentos de um braço mecânico. Pela primeira vez em quase 15 anos, pôde tomar café sozinha.
Implantar de chips no cérebro para recuperar movimentos não é novo, mas os cientistas americanos dizem que esta experiência representa um grande avanço na busca por uma qualidade de vida melhor para quem sofre de paralisia.
O Jornal Nacional conversou pela internet com o coordenador do experimento. Segundo o doutor Leigh Hochberg, o braço mecânico consegue executar ordens complexas e sofisticadas enviadas pelo cérebro. Para conseguir isso, um sensor com microeletrodos foi implantado na área do cérebro responsável pelos movimentos do corpo. A atividade neurológica foi gravada e enviada para um computador, que decodificou a mensagem e a transmitiu para o braço mecânico.
Os movimentos ainda estão longe de serem ágeis como os do nosso corpo, mas esses resultados mostram que no futuro será possível usar as máquinas para ajudar pessoas com paralisia a realizarem atividades do dia a dia, a ganharem independência. Os cientistas agora estão estudando uma versão do equipamento sem fio, que já foi testada com sucesso em animais.
Imagem diz tudo!!!
Situaciones tan cotidianas como ir a comprar, tomar algo, salir a comer o cenar, ir al cine o practicar el ocio es en la mayoría de las veces, una misión imposible Es verdad que much@s dueñ@s de establecimientos se ofrecen e intentan ayudar en el máximo de sus posibilidades, pero lo que realmente se agradece es la adaptación y el respeto por la dignidad y la autonomía personal.
via face:
via face:
Situaciones típicas que vivimos l@s Divers@s funcionales
quarta-feira, 16 de maio de 2012
GUIAS DA EDUCAÇÃO
http://educarparacrescer.abril.com.br/
Cartilhas com ideias simples e rápidas para participar da melhoria da Educação. Baixe, imprima e passe adiante
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TURMA DA MÔNICA - EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA
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CARTAZ - EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA
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Com linguagem voltada para os estudantes do Ensino Médio, esta cartilha mostra os principais problemas que o afastam da escolaVer cartilhaDownload de arquivo para imprimir em impressora comumDownload de arquivo para imprimir em grafica (alta resolução)

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