domingo, 19 de setembro de 2010

Tecnologias para a Educação Especial

Interfaces para a Educação Especial

Ao analisar algum software dito para educação especial podemos observar que alguns não respeitam as especificidades de seu público-alvo e não fazem uso de recursos que poderiam diminuir a diferença do interface homem-máquina.

Para a utilização de software com portadores de alguma deficiência ou dificuldade devemos, antes, verificar quais as necessidades do sujeito e avaliar quais as preferências deste quanto a um ou outro sistema de representação para comunicação para, depois, escolher um software.

Para a construcção de um software para educação especial devemos, antes de tudo, ter atenção na formação da equipe multidisciplinar que fornecerá as directrizes básicas para este devendo fazer parte desta, além de programadores, especialistas como psicólogos, terapeutas ocupacionais, professores, e outros, conforme o caso.
fonhttp://student.dei.uc.pt/~asilva/te

Continua materia na proxima postagem com dicas como lidar com cada deficiê.ncia

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O verdadeiro amigo do homem

GAZETA DO POVO/VIVER BEM








Os benefícios físicos e psicológicos da equoterapia

Há quatro anos, terças e quintas são dias especiais para Bianca Gonçalvez Ribas, 16 anos. Ao acordar, ela já tenta descobrir como está o tempo. A menos que esteja chovendo, a mãe de Luciana a coloca na cadeira de rodas e as duas seguem para o Centro de Equo­­­terapia Andaluz. Duas horas e dois ônibus depois, é fácil perceber que a espera valeu a pena. Ao subir no cavalo, Bianca se sente livre e radiante, resultado dos 30 minutos que passa sobre o amigo equino. “Desde a primeira vez ela já ficou encantada, e comenta sempre sobre a sensação de liberdade que sente no cavalo. Ela pratica desde os 12 anos, mas toda vez é como se fosse a primeira”, conta a mãe.

Bianca chegou à equoterapia pela indicação de um neuropediatra. Prematura, a menina teve paralisia cerebral ao nascer. Apesar de também ter sessões de fisioterapia tradicional e de jogar bocha (como terapia), é na equoterapia que a menina tem os maiores ganhos. “Ela melhorou a postura e o equilíbrio do tronco. A autoestima aumentou muito também”, diz Luciana.

A equoterapia é um meio de reabilitação, com diversos benefícios físicos e psicológicos. A fisioterapeuta Ana Carolina Pereira Matos, coordenadora do Centro de Equoterapia Andaluz, explica que o cavalo se assemelha ao homem pelo movimento que faz enquanto anda e por isso a terapia acaba ajudando crianças e adultos com dificuldades motoras, que precisam de melhor equilíbrio, postura e controle do corpo. Os ganhos não param por aí. “Quando uma criança sobe em um cavalo, que é um animal grande e poderoso, ela se sente poderosa também. A terapia também acaba melhorando o convívio social, a comunicação, a atenção, a memória e a concentração”, explica. A equoterapia também costuma ser indicada para crianças com problemas psicológicos ou de comportamento.

“Quando uma criança começa a terapia, ela tem de obedecer as regras e os limites, além de ter a rotina. Se uma criança é agitada, não consegue ficar na mesma atividade por muito tempo, ou perde a atenção na sala de aula. A equoterapia pode ajudá-la organizando o seu desenvolvimento”, explica o fisioterapeuta Ênio Funchal, professor na área de Neuropediatria da PUCPR.

Serviços

Conheça três das principais divisões da equoterapia:

Hipoterapia

Indicada as pessoas portadoras de necessidades especiais, é um meio de reabilitação física e psíquica, utilizando os vários estímulos dados pelo cavalo em conjunto com técnicas específicas da fisioterapia e equitação.

Equitação terapêutica

Indicado para praticantes que têm independência para manter-se sobre o cavalo com o objetivo de estimular a organização espacial, sociabilização, linguagem e aprendizagem.

Pré-esportivo

Inclui os primeiros contatos, os cuidados preliminares, a montaria e o manuseio final, desenvolvem ainda novas formas de socialização, autoconfiança e autoestima.

Serviço

Centro de Equoterapia Andaluz, na Sociedade Hípica Paranaense, BR 116 Km 93, 5.861, Tarumã, fone (41) 3027-1666 begin_of_the_skype_highlighting (41) 3027-1666 end_of_the_skype_highlighting.

Horse Place, R. Miguel Fillus, 88, Jardim Bom Pastor, Campo Magro, fone (41) 8413-0705 begin_of_the_skype_highlighting (41) 8413-0705 end_of_the_skype_highlighting, e e-mail riskallaf@hotmail.com.

Por dentro da terapia

A fisioterapeuta e psicomotricista relacional Fabiana Riskalla é coordenadora terapêutica dos programas de equoterapia do Horse Place. Ela esclarece dúvidas sobre a equoterapia.

> Quem é atendido – Bebês já podem praticar com indicação médica, mas o mais comum é iniciar a equoterapia a partir dos três anos. Adultos e idosos também podem praticar, cada um com um programa específico, de acordo com sua indicação, seja por um quadro neurológico, ortopédico, por lesão medular, síndromes, transtornos invasivos ou intelectuais, questões emocionais ou outros.

> As sessões – As atividades variam de acordo com o objetivo e planejamento específicos de cada praticante, que pode participar da escovação e da alimentação do cavalo. O programa de montaria pode envolver atividades de coordenação, equilíbrio, correção postural, integração sensorial, cognitivas, comportamentais, de comunicação e de socialização. Ao final é feita a despedida entre o praticante e o cavalo, o que também estimula o afeto com o animal.

Guerreiros!!!Gritem,deixem marcas,registrem,opinem!Já.

Que video!Maravilha.Divulguem,reflitam.
Parabéns participantes,que texto critico,contagiante,expressivo co humor mas pura realidade.
Assistam !!!

Como lidamos com a diferença - parte 2

Faça curso de técnicas de redação jornalística no RJ


Faça curso de técnicas de redação jornalística no RJ

Texto Priscila Sampaio

Começa dia 27 de setembro o curso avançado de Técnica de Redação Jornalística. O objetivo é suprir a necessidade de blogueiros, profissionais liberais, colunistas, na construção de textos informativos e coerentes. O curso é voltado, também, às pessoas com deficiência.
Para aqueles que possuem deficiência visual, será disponibilizado material em braille e para quem possui deficiência auditiva, poderá contar com um intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) durante as aulas, que serão ministradas pela jornalista Sandra Balbino.
Sandra trabalhou por quase 15 anos no antigo Jornal do POVO, no Rio de Janeiro. Ela teve um problema na audição e hoje usa prótese. No ano passado ela sofreu um deslocamento da retina, que resultou na perda da visão do olho direito e comprometeu o da esquerda. Mas sua vocação para a vida de jornalista não ficou no escuro, fez sua reabilitação no Instituto Benjamim Constante e regressou no mercado de trabalho. Atualmente é repórter da revista Sentidos, produz jornais para políticos e leciona aulas sobre comunicação.

Técnica de Redação Jornalística
Local: Instituto de Gestão e Comunicação - IGEC
Rua Buenos Aires, 90/4 andar
Centro
Rio de Janeiro - RJ
Início: 27/09/2010 Duração: 60 horasHorário: Segunda e quarta-feira, das 19h às 22 h.
Forma de pagamento: Taxa de matrícula: R$ 20
Mais 3 X R$ 250,00
Informações: (21) 2543-3491

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Música, arte e poesia marcam evento de inclusão digital

Oficinas e palestras sobre criação de blogs e colaboração através da internet auxiliam a inserir Alagoas no Mapa do desenvolvimento digital

Ascom

Atrações musicais, videoarte e momento de poesias com o Papel no Varal vão marcar o lançamento do portal DeRepente, que acontece amanhã (16) no Espaço Linda Mascarenhas. O evento faz parte do programa Alagoas no Mapa, e tem como foco incentivar a inclusão digital e a difusão do conhecimento no Estado.

O evento também pode ser acompanhado de casa, de qualquer lugar do Brasil, através do portal www.derepente.org ou através do twitter @derepente_al. O ambiente também está aparelhado com rede wi-fi, facilitando a vida do usuário que levar seu notebook.

Os shows vão encerrar as atividades, que começam às 15h e se estendem até às 22h. O som instrumental post-rock do Projeto Sonho, o Dj Fritz e o RapRepente com o grupo Guerreiros Quilombolas em duelo com o repentista João de Lima prometem agitar a noite. Além dessas atrações, o ambiente contará com efeitos de artes visuais, através das Saudáveis Projeções Subversivas.

Oficinas e palestras

As oficinas terão início às 15h e serão ministradas por Pedro Markun e Daniela Silva, do Laboratório Brasileiro de Cultura Digital de São Paulo e a blogueira Kaka Marinho. Os participantes irão aprender a publicar informações sobre Alagoas, através da criação de um blog, a publicar conteúdos multimídia na Wikipedia e colaborar com informações no Wikitravel e no OpenStreet Maps.

As palestras “Construindo uma cultura da colaboração digital em Alagoas”, ministrada por Pedro Markun, e “Como podemos colocar Alagoas no Mapa”, por Thiago Ávila, coordenador do programa Alagoas no Mapa também fazem parte do evento.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Cadeirante ganha casa nova e adaptada no Sonhar Mais Um Sonho

Após um acidente de moto, Jaqueline Monteiro ficou paraplégica. Mas, mesmo com as dificuldades, ela se tornou uma para atleta e é vice-campeã de SP no arremesso de dardos. Veja a casa nova e adaptada aos problemas de locomoção que Jaqueline e sua mãe ganharam do Programa do Gugu!


Clique aqui para ver o video>
http://entretenimento.r7.com/videos/cadeirante-ganha-casa-nova-e-adaptada-no-sonhar-mais-um-sonho-/idmedia/911052c0053e4ec183719b4c51cd6606.html

domingo, 12 de setembro de 2010

Conheça tecnologias para facilitar o acesso à informática

Conheça tecnologias para facilitar o acesso à informática

Apesar de o País ter 25 milhões de pessoas com deficiência, software para acessibilidade são raros e caros. Mas há soluções gratuitas feitas por aqui.


www escrito em três cubos
Apesar de quase 25 milhões de brasileiros, segundo oIBGESite externo., possuírem algum tipo de deficiência, a sociedade ainda se mantêm cega a essas pessoas. Priscilla Selares, de 28 anos, advogada e coordenadora do setor jurídico do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD)Site externo., é deficiente visual desde os 18 anos, quando um acidente vascular cerebral (AVC) deixou-a com apenas 5% da visão no olho esquerdo e cega do direito. Para ela, essa invisibilidade imposta aos deficientes é perigosa. “De tanto ouvir ‘não’, você acaba achando que é impossível ter uma vida normal. Se tivesse acreditado nisso, hoje não estaria exercendo a minha profissão”, conta.
A exclusão também se manifesta no acesso à Internet. De acordo com o Censo na Web, pesquisa do Comitê Gestor da InternetSite externo., 98% dos sites do governo não adotam padrões de acessibilidade. De acordo com a ONU, em países em desenvolvimento, as pessoas com deficiência representam cerca de 10% da população. Isso significa que os sites de interesse público estão de portas fechadas para um décimo dos brasileiros.

Vagner Dinis, responsável pelo censo, explica que as barreiras não são de ordem tecnológica, mas de tomada de consciência. “É muito fácil fazer um site adequado aos padrões de acessibilidade, sem custo adicional”, diz. São mudanças simples, como uma configuração de recursos de navegação pelo teclado ou uma codificação da página e inserção de descrições das imagens para deficientes visuais, e até mesmo um aumento no contraste de gráficos para atender ao daltônico, que não é capaz de diferenciar certas cores.

Mesmo com essas opções, a inclusão não é fácil. “As empresas acham que um deficiente dá trabalho e representa gastos. Há uma grande resistência”, explica Teresa Costa d'Amaral, Superintendente do IBDD e autora da lei federal 7.853/89, que trata dos direitos da pessoa com deficiência e criminaliza o preconceito. “Dos 40 mil com currículos cadastrados, conseguimos empregar apenas 73 nos últimos seis meses”, lamenta.

A falta de acesso às tecnologias assistivas perpetuam um círculo vicioso que condena os deficientes à invisibilidade. Sem elas, é difícil obter informação, educação e trabalho. Desempregadas, as pessoas com deficiência não formam um mercado consumidor vigoroso capaz de sustentar esta indústria tecnológica. As tecnologias assistivas são, portanto, uma necessidade. Elas aumentam a qualidade de vida e abrem caminhos que, de outra forma, estariam fechados para as pessoas com deficiência.
Programas especiais
Tecnologias para pessoas com deficiência que aumentam o acesso democrático à informação não faltam. Antônio Borges, engenheiro de sistemas e responsável pelos projetos de acessibilidade do Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJSite externo., criou vários software para deficientes. ODosvoxSite externo., sintetizador de voz que narra os comandos de vários aplicativos, é gratuito e é usado por mais de 30 mil deficientes visuais. “Um cego que que saiba usar bem o programa pode mais ser rápido no computador que alguém que use um sistema operacional convencional, já que o mouse torna o usuário mais lento”, acredita o engenheiro. Já o Motrix, para pessoas sem movimento nas mãos, mas com a fala preservada, já foi baixado na Internet por 2 mil usuários, o que é considerado um sucesso.

Contudo, nem todas as tecnologias assistivas são gratuitas. Algumas podem atingir preços exorbitantes, como o Jaws, leitor de tela para cegos, que custa de R$ 2.700 a R$ 4 mil, e o Magic, que amplia os conteúdos exibidos e é usado por pessoas com capacidade reduzida de visão, que custa entre R$ 1.100 e R$ 1.500. Programa similar para celulares, o Talks é muito usado por deficientes visuais e custa em torno de R$ 700. Além de caros, os programas são difíceis de encontrar no mercado.

Ler para animais faz crianças melhorarem o aprendizado

Ler para animais faz crianças melhorarem o aprendizado


Por Lisa Poiss
Tradução por Giovanna Chinellato (da Redação)

Quando criança, eu contava história para o cão da família debaixo da mesa de jantar. Não tenho certeza de se Tuffy gostava disso, mas certamente melhorei muito minha capacidade imaginativa… alguém até consideraria esse o caminho para uma carreira de escritor. Uma pesquisa recente apoia essa teoria: o estudo da Universidade da Califórnia-Davis mostra que as crianças que leem em voz alta para seus animais melhoram as habilidades de leitura. Os participantes do estudo que leram em voz alta para cães durante o programa de dez semanas melhoraram sua leitura em 12%, deixando as crianças sem cães na mesma, sem melhoras.

O segredo do sucesso? A prática- e a falta de vergonha em entrar na história. “As crianças precisam praticar, praticar e praticar para serem boas leitoras”, explica Francine Alexander, chefe acadêmica dos livros infantis Scholastic. “E mesmo quando você está praticando, caso erre, pode se sentir desconfortável. Mas se você pratica com um cão, não se importa de errar.”

Na verdade, bibliotecas como a de Nova Iorque têm combinado com sucesso crianças, cães e livros. Também em Nova Iorque, a organização de doação de animais e organização de proteção de Bideawee, tem o projeto Reading to Dogs (Lendo para Cães) que resulta em leituras melhores, diminui faltas na escola, melhora a freqüência (inclusive tarefas) e melhora a confiança dos alunos. Aliás, até adultos têm produtividade maior com cães no escritório. Parece que descobriu-se uma maneira de melhorar a performance e satisfação na escola, trabalho e em casa- meu rabinho está abanando só de pensar nisso.

Com informações da Animals Change

Tecnologia na Educação a Distância