sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Governo lança editais para garantir acessibilidade em publicações no país

O ministério da Cultura lançou nesta quarta-feira (16), em Brasília, dois editais para a contratação de acessibilidade em publicações e livros. O primeiro deles destina R$ 1,5 milhão ao fomento, produção, difusão e distribuição de livros em formato acessível: Daisy, Braille, audiolivros ou outro modo que permita o acesso de pessoas com deficiência visual ao seu conteúdo. O segundo edital seleciona projeto voltado para ampliação e qualificação da acessibilidade em 10 bibliotecas públicas, este no valor R$ 2,7 milhões.
A cerimônia de lançamento dos editais aconteceu no edifício Parque Cidade, em Brasília, e contou com a presença das ministras da Cultura, Marta Suplicy, e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário. Também estava presente a presidente da Frente Parlamentar da Pessoa com Deficiência, deputada Rosinha da Adefal, entre outras autoridades.
Para a ministra Maria do Rosário, a iniciativa marca o início de uma jornada que muda o conceito a noção de produção cultural no país “As ações do MinC percebem o Brasil diverso e plural e incluem as pessoas com deficiência como pessoas que têm direito à Cultura, produzindo um novo status de cidadania, em uma política que supera os preconceitos".
O secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, da (SDH/PR), compareceu ao evento e destacou o papel da comunicação para a promoção de cidadania e sua relevância enquanto direito humano. “No momento em que o Brasil comemora os cinco anos da ratificação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, das Nações Unidas, propiciar o acesso ao livro e à leitura para as pessoas cegas é fundamental para garantir direitos fundamentais e equiparação de oportunidades”, afirmou.
O presidente da Organização Nacional de Cegos do Brasil, Moisés Bauer, explicou que a publicação de obras acessíveis no Brasil ainda representa um percentual muito abaixo do mercado editorial. "Em toda nossa história de busca pela publicação de livros em formato acessível, o país conseguiu um acervo inferior a 10 mil títulos, o que é um percentual irrisório em relação a 20 mil obras publicas anualmente no mercado", explicou.
Mais de 300 milhões de pessoas com deficiência visual serão beneficiadas com esse tratado. Os países que aderiram ao acordo se comprometem a criar dispositivos na legislação para que livros, estudos científicos, pesquisas, revistas e jornais protegidos por direito autoral possam ser distribuídos e publicados em formato acessível sem a necessidade de autorização dos titulares das obras.
Editais - As inscrições aos dois editais lançados agora deverão ser efetuadas em um período de 30 dias. Mais informações.
Assessoria de Comunicação Social com Ministério da Cultura

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná testando a condição de...


Tecnologia, Educação e soluções para as pessoas com deficiência.
O Primeiro Seminário de Tecnologia e Acessibilidade no Instituto de Engenharia do Paraná começa amanhã, dia 17 de outubro, e pretende motivar cientistas, pesquisadores, inventores, gente criativa e empresários para a solução de limitações que a Ciência e a Tecnologia já permitem resolver, desde que exista empenho e disposição política e empresarial para isso.
O seminário procurará emocionar, motivar, assim como sugerir caminhos. Pretende também colocar entidades em condições de fazer algo em contato.
Como é de praxe os brasileiros gastaram décadas produzindo leis, decretos e até normas técnicas que simplesmente não são obedecidas. Infelizmente as prioridades foram outras, desviando a atenção de autoridades e do povo em geral para questões essenciais à inclusão, recuperação, valorização e respeito aos idosos, idosas, pessoas com deficiência e com doenças debilitantes.
No desleixo monumental em que vivemos perdemos nichos de mercado e oportunidades de desenvolvimento tecnológico.
Os preparativos para a Copa do Mundo de 2014 demonstram que, quando o Governo quer, as coisas podem acontecer. Por quê tanto desprezo pelo ser humano?
Responder a questões éticas é algo delicado e que demanda muitos estudos (que já existem).
Um aspecto interessante é que o Brasil já foi mais atento às questões humanas.
Em Curitiba tivemos períodos de muita atenção às pessoas com deficiência. De sinaleiros com placas em Braille à preocupação com as rampas para cadeirantes, do CEFET ao LAC, do CRESA à UFPR havia um ambiente proativo, depois algo mudou e muito. Coincidentemente a Humanidade mergulhou na neurose do CO2, assim muitas pessoas com vocação para o ativismo social desviaram-se do desafio humano de existir, viver com dignidade. Isso é fácil de perceber em programas de habitação popular onde caixinhas minúsculas são produzidas e denominadas “casas populares”. Esses lugares mostram que nosso povo mais humilde, incrivelmente punido pela pobreza, é mais uma vítima do esnobismo das nossas elites capitalistas e intelectuais.
O Programa Viver sem Limites foi um belíssimo momento de inflexão que, entretanto, parece que não chegou à Curitiba. Os efeitos foram pequenos, agora, talvez despertando a partir de exemplos de estados vizinhos.
O Paraná possui uma boa base técnica de P&D. Faltam-lhe recursos abundantes. Sua produção é penalizada por leis extravagantes (lei Kandir e ICMS da energia) e o dinheiro dos impostos desaparece em mãos federais.
Sejam quais forem as razões, a criatividade e a disposição para produzir algo exigem muito pouco dinheiro. A favor das PcD e outros basta (por exemplo) o domínio de utilização das técnicas atuais de microprocessadores e kits tais como celulares, notebooks e alguns dispositivos auxiliares. Pode-se imaginar e criar soluções inimagináveis em tempos quando o GPS, a Internet, os transdutores de baixo custo, fibras óticas etc. não existiam ou eram muito caros. Fora isso há muito a ser feito dentro de outras especialidades.
No Primeiro Seminário de Tecnologia e Acessibilidade vamos tratar disto, assim como de urbanismo, equipamentos médicos, etc..
Amanhã, na sede do IEP, Rua Emiliano Perneta, 174, primeiro andar, nós estaremos reunidos para numa sala de eventos adaptada realizar um seminário que, com certeza, marcará a história de nosso povo dedicado ao tema em foco.

Cascaes
16.10.2013

Sensacional videos reflexivos sobre as calçadas inadequadas do companheiro Cascaes!!!

http://cidadedopedestre.blogspot.com.br/
Para que aqui relatar,postar vídeos tudo você encontra nesse link.Acesse,discuta,opine,envie suas sugestões.PARTICIPEM!!!!

Cálculo da rampa - limite de acordo com a ABNT e custos de alternativas ...

Técnica para medir e avaliar rampas para cadeirantes M2U02293!!

Lacre, A Lenda.



Lacre Amigo

Há algum tempo se falou que a troca dos lacres das latinhas de alumínio por cadeiras de rodas era “lenda urbana”.
Diziam que os lacres só serviriam para a produção de bolsas, vestidos, etc.
Foi então que algumas empresas recicladoras de alumínio resolveram dar suporte a campanhas, como forma de gerar a consciência coletiva em relação à reciclagem e, de lambuja, ajudar pessoas com dificuldades de locomoção.
Muitos ainda perguntam se não seria mais fácil reciclar toda a latinha pois a quantidade de latas necessárias para se atingir o valor é muito menor que a quantidade de lacres.
A grosso modo eles têm razão.
Porém há duas razões básicas para se preferir o lacre.
Primeiro, o manuseio do lacre é mais simples, pois a lata, para não ocupar muito espaço, deve ser amassada e normalmente se precisa de um amassador de latas para isso e, mesmo assim, 30.000 lacres cabem em 10 garrafas pets que podem ser facilmente armazenadas em casa e equivalem a quase 1.000 latas de alumínio. Já experimentou guardar 1.000 latas de alumínio em casa?
E, em segundo lugar, a mais pura verdade é que o alumínio é um metal precioso e muitos recicladores dependem da reciclagem das latinhas para sua sobrevivência. Como estamos somente requisitando os lacres, não estamos interferindo no processo de reciclagem do alumínio e todos têm um grande aproveitamento em toda cadeia. Além disso, a liga de alumínio do lacre tem teor de magnésio maior que a da latinha. Dessa forma, separando o lacre evita-se que a mistura dos dois tipos de alumínio contaminem o alumínio reciclado.
Para a troca são necessárias 100 garrafas pet de 2 litros cheias de lacres para cada cadeira de rodas. É um número elevado, mas se fosse fácil não seria necessário nossa campanha, tão pouco essa mobilização que estamos fazendo.
Agora que você já sabe a importância dos lacres, aprenda, no vídeo abaixo, a melhor forma de retirar o lacre da latinha.
Mãos à obra. Lembre-se que lendas surgem de fatos reais.
Essa é a nossa lenda, essa é a nossa realidade.
Os interessados em mais informações poderão contatar a Autopista Litoral Sul.

Engenheiro desenvolve enzima para tratar do filho portador de doença rara

G1





Adolfo Guidi já passou o tratamento para inúmeros casos no Brasil, na Eurpoa e nos Estados Unidos; medicamento também cura alergia à lactose


Adolfo desenvolveu enzima para tratar do filho (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/ TV Globo)Adolfo desenvolveu enzima para tratar do filho (Foto: Encontro com Fátima Bernardes/ TV Globo)





Adolfo Guidi é engenheiro, mas largou o emprego e a profissão para se dedicar ao filho, Vitor, que, aos dez anos, foi diagnosticado gangliosidose tipo 2, uma doença rara, sem cura e degenerativa. Os sintomas começaram a aparecer quando o menino tinha apenas quatro anos. Durante seis anos a família correu atrás de pesquisas e todos os recursos possíveis no Brasil, mas a doença só foi diagnosticada na Argentina.
Empenhando em melhorar a vida do filho, que hoje tem 24 anos, Adolfo passou oito meses estudando por conta própria até descobrir uma linha de pesquisa. “Passei a defender a tese da substituição enzimática. Um médico pesquisador de Porto Alegre ligava para minha casa e falava: ‘Não deixa ele fazer isso porque ele pode matar o menino.’ Mas eu tinha certeza de que a mão de Deus estava comigo”, contou ele, destacando que sofreu pressão da família quando decidiu largar tudo para estudar: "Me diziam: 'Você é louco, tem uma filha pequena para cuidar, não é médico, não é cientista. Ninguém quis se lançar nessa pesquisa, mas eu tomei a decisão de lutar pela vida do meu filho".
Hoje, além de tratar de Vitor, ele consegue ajudar portadores de gangliosidose em todo o mundo: “Eu já passo tratamento de inúmeros casos no Brasil. No exterior, Itália, França, Espanha, Estados Unidos. O medicamento que a gente conseguiu desenvolver é único no mundo”.
A enzima que Adolfo desenvolveu para tratar de Vitor ainda trata de pacientes que têm problemas com a proteína do leite: “São inúmeros casos no Brasil que tem se beneficiado desse problema da alergia à lactose. É um medicamento homeopático, extremamente barato e infelizmente só uma farmácia em Curitiba tem a matriz para fazer isso”.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Shopping de elite barra apresentação de crianças com necessidades especiais

O Fashion Inclusivo é um projeto voltado para a moda que busca a inclusão de deficientes com as mais variadas necessidades especiais. Ele tem como objetivos, proporcionar aos alunos com necessidades educativas especiais situações que favoreçam a autoconfiança e a auto-estima, através da participação em desfiles de moda.
Com base no Diário do Poder
Tradição nos desfiles de moda de Brasília, o grupo de crianças com carências especiais, autistas ou com Síndrome de Down, integrantes do projeto Fashion Inclusivo, foi vetado de participar do evento produzido no Dia da Criança pelo Shopping Iguatemi deste ano. Pais dos meninos e meninas que, desde 2011 abriam o desfile, entenderam a barreira como uma exclusão aos garotos e garotas com necessidades especiais.
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Segundo a coordenadora do Fashion Inclusivo, professora Angela Ferreira, a explicação oficial do shopping do Lago Norte foi que “este ano não tinham espaço físico pra nós, já que sempre pedi um espaço específico pra nós para que pudéssemos ajudar as mães e na maquiagem. Sugeri que este ano íamos aceitar estar com os outros modelos”ditos normais”, mesmo assim, disseram que em reunião já tinham decidido que não estaríamos este ano?”
Para este fim de semana do Dia da Criança, estava previsto o programa do FASHION&FUN do Shopping Iguatemi. Seriam apresentadas no desfile as grifes de oito lojas. Mas ao contrário das duas edições anteriores, o Fashion Inclsuivo ficou de fora. Para compensar a exclusão sem justificativa nesta edição de 2013, o Iguatemi ofereceu ao Fashion Inclusivo um café da manhã, quando da inauguração da decoração de Natal, no dia 7 de novembro, informa a professora Angela.
Uma das mães das crainças envolvidas no projeto, Cleo Bohn, informou que justtificaram a ela que o aumento de lojas participando do evento impedia a presença o Fashion  Inclusivo.
“A diretora de marketing me contatou, se desculpando e dizendo que quer que a gente esteja lá, que o evento cresceu, aumentaram os lojistas… Sim, e eu disse: aumentaram os lojistas no desfile, aumenta a vendagem e nossos filhos ficam de fora!!! É isso que vc ensina para seus filhos?  É assim que eles vão ter que conviver, queiram ou não, com um quarto da população? Enquanto o mundo discute e caminha para a inclusão, esse Shopping exclui!!!” dise Cleo Bohn.
Se o shopping de elite barrou as crianças com necessidades especiais e que já se apresentaram até em Foz do Iguaçu em eventos internacionais, outras instituições já abriram as portas para recebê-las.
Em setembro, o Fashion Inclusivo fez abertura oficial da IV DiversidARTE no Átrio do Palácio da Justiça no TJDF. E em dezembro, a garotada fashion também poderá mostrar o talento nas passarelas no Senado, em evento programado para o dia 3.
Procurado pelo site Diário do Poder, o Shopping Iguatemi alegou – por meio de assessoria de imprensa – que o evento é de iniciativa do shopping e confirmou que neste ano as crianças com necessidades especiais não participariam. 

Sentidos... Sensações... Dons...

4a Jantar as Escuras

Você percebe os seus?
Esta é a proposta do 4° Jantar às Escuras de Curitiba: Sensibilizar e refletir sobre a importância das diferenças e desafios em mobiliar a sociedade para inclusão das Pessoas com Deficiência.
Vem aí a quarta edição do Jantar às Escuras! O evento é realizado desde 2008 pela Unilehu,IPCC e FAS.
A edição do Jantar às escuras 2013 acontecerá em 15 de outubro, no Espaço Torres e o cardápio será assinado pelo chef Fredy Ferreira. Os recursos obtidos com a venda dos convites serão destinados integralmente aos programas sociais voltados ao atendimento das pessoas com deficiência de Curitiba.
Idealizado com base numa ideia criada pela fundação Blind- Liecht na Suiça em 1999, o jantar é uma oportunidade de sensibilizar a sociedade, de maneira criativa e inovadora, para os desafios enfrentados pelo deficiente visual.

Como funciona

Os participantes passarão por diversas situações provocadas por ações lúdicas, através da ausência do sentido da visão, causando uma maior sensibilização entre os convidados. Dessa forma poderão compreender que as limitações da deficiência podem ser facilmente superadas.
No jantar os convidados são guiados vendados às suas mesas por pessoas com deficiência visual, onde experimentam pratos e bebidas sem ver o que estão comendo e tendo a oportunidade de adivinhar os sabores pelos outros sentidos.
 
Segundo Andrea Koppe, presidente da Unilehu, os participantes irão permanecer vendados em boa parte do jantar. “Nossa intenção é provocar uma interatividade entre os participantes sobre qual é o conteúdo do cardápio, entre outras novidades”, explica.
 
Como participar
 
Grandes empresas e institutos já participaram das outras edições do Jantar às Escuras e para a quarta edição o processo de parceria já está aberto.
 
Para patrocínio existem três categorias de parcerias: ouro, prata e bronze. Entre as contrapartidas para os patrocinadores do evento estão a impressão da marca nas peças de comunicação criadas especialmente para a ocasião, assim como a possibilidade de espaço de exposição de seus produtos e serviços no local do evento.
 
Além disso, os convites já estão disponíveis para a venda. Os convites individuais custam R$ 150 e a mesa (sete convites, sendo um de inclusão) sai por R$ 1 mil.
 
“Além disso, o empresário terá sua marca alinhada a um projeto social que pretende chamar a atenção para as dificuldades da pessoa com deficiência e, dessa maneira, proporcionar uma inclusão maior das pessoas”, acredita Francisca Cury, do IPCC.
 
 
Serviço
 
Data: 15/10/2013
Local: Espaço Torres - R. Pergentina Silva Soares, 159 - Jardim Botânico
Convite Individual: R$ 150
Convite mesa: R$ 1000,00 com 7 lugares, sendo um reservado para convidado com deficiência visual
Horário: 19h30 – abertura / 20h30 – experiência sensorial coletiva (contamos com sua pontualidade)
Vagas: 350 pessoas
 
Para mais informações e compra de convites ligue: (41) 3350 3514.
 
 
Histórico
 
Criado em meados de 1999 e já realizada em vários lugares do mundo, o Jantar às Escuras é um evento social único, que tem como objetivo sensibilizar os presentes para as dificuldades sentidas pelas pessoas com deficiência em sua inclusão no mercado de trabalho, mobilidade e atividades diárias. Além isso, reafirma a parceria da FAS – Fundação de Ação social, e IPCC – Instituto Pró Cidadania, com a UNILEHU - Universidade Livre para a Eficiência Humana.
 
O evento inspira-se no restaurante "Dans le Noir" nas cidades de Paris, Londres e Bruxelas, onde se janta completamente às escuras e os empregados são cegos. O jantar conta com diversas atrações, além de um formato diferenciado e com grande interação entre os participantes. O absoluto sucesso obtido em Curitiba e outras cidades onde foi realizado, não deixa dúvida de que este evento já se consagrou como um marco para a sensibilização das pessoas para a causa da deficiência.

Fonte: IPCC

Médica e Educadora, Montessori defendia que a educação é uma conquista da criança e que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições.


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ducar Maria Montessori (1870 – 1952), médica e feminista, revolucionou as práticas de educação e os modelos de escola no século 20. Com ênfase mais na auto-educação do aluno do que no papel do professor como fonte de conhecimento, Montessori defendia que a educação é uma conquista da criança e que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições. Seu método educacional, contestado em sua época, passou a ser usado na maioria das escolas públicas e privadas do mundo inteiro... Imagem: Maria Montessori visita em 1950 uma das escolas pioneiras que fundou na Itália, a Casa dei Bambini. Veja mais em: http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/07/crianca-e-design.html Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2012/09/revistinha-de-vovo.html . — com José Antônio Orlando.