POR MATHEUS KRELING
domingo, 30 de dezembro de 2012
sábado, 29 de dezembro de 2012
Acesse o Futuro e conheça Projeto Sorrir,fazendo o mundo torna-se melhor!
Quem Somos
Atuando desde Janeiro de 2008, o Projeto Sorrir foi criado por um grupo de voluntários para levar amor, esperança e alegria para pessoas em situações de risco, necessidades especiais, ou que simplesmente estejam precisando de afeto. Atuando em instituições, leva a arte de forma alegre para pessoas das mais diversas faixas etárias e classes sociais.
Os voluntários que participam do Sorrir procuram inserir a arte de forma diferenciada usando uma linguagem lúdica, através de palhaços, fantoches, mágica, atividades recreativas, teatro e música.
Buscando somar à sociedade que está inserido, o projeto se faz presente em hospitais, asilos, creches, orfanatos, favelas, centros de apoio à adultos e crianças portadores de HIV e câncer.
Esse ano, o Sorrir ganhou um braço na cidade de Juiz de Fora para expandir ainda mais os conceitos de amor e ajuda ao próximo, apresentados em São Paulo. Além de aumentar o número de pessoas atingidas e tocadas pelas visitas, essa ramificação mostra ainda a importância e a simplicidade por trás do trabalho voluntário.
Mostrando que não é necessária nenhuma habilidade especial ou grandes somas em dinheiro, e sim a vontade e a disponibilidade de ajudar ao próximo, tentar tornar o mundo, mesmo que seja somente o seu, um lugar melhor e levar um pouco de amor para as pessoas.
Os voluntários que participam do Sorrir procuram inserir a arte de forma diferenciada usando uma linguagem lúdica, através de palhaços, fantoches, mágica, atividades recreativas, teatro e música.
Buscando somar à sociedade que está inserido, o projeto se faz presente em hospitais, asilos, creches, orfanatos, favelas, centros de apoio à adultos e crianças portadores de HIV e câncer.
Esse ano, o Sorrir ganhou um braço na cidade de Juiz de Fora para expandir ainda mais os conceitos de amor e ajuda ao próximo, apresentados em São Paulo. Além de aumentar o número de pessoas atingidas e tocadas pelas visitas, essa ramificação mostra ainda a importância e a simplicidade por trás do trabalho voluntário.
Mostrando que não é necessária nenhuma habilidade especial ou grandes somas em dinheiro, e sim a vontade e a disponibilidade de ajudar ao próximo, tentar tornar o mundo, mesmo que seja somente o seu, um lugar melhor e levar um pouco de amor para as pessoas.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Petrópolis (RJ) ganha Jardim Sensorial para ensinar técnicas agrícolas
Também conhecido como Jardim dos Sentidos, o espaço tem como principal objetivo oferecer aos deficientes físicos e visuais conhecimentos e técnicas das práticas agrícolas desde solo, plantio, sementes e até a colheita por meio dos cinco sentidos (audição, olfato, paladar, tato e visão).

O Projeto Água
, em parceria com oInstituto Agristar
promoveu no dia 12 de dezembro a inauguração do ‘Jardim Sensorial’, instalado nas dependências da fazenda da ONG em Petrópolis (RJ)
. A inauguração do projeto contou com a presença de mais de 50 pessoas, entre representantes das empresas parceiras, do Projeto Água, o presidente da ONG, Ivens Dias da Silva, a presidente do Instituto Agristar, Susan Udsen, autoridades locais e crianças de escolas da região.
Também conhecido como Jardim dos Sentidos, o espaço tem como principal objetivo oferecer aos deficientes físicos e visuais conhecimentos e técnicas das práticas agrícolas desde solo, plantio, sementes e até a colheita por meio dos cinco sentidos (audição, olfato, paladar, tato e visão).
“O jardim vai explorar os cinco sentidos dos seres humanos: o tato por meio da textura das plantas, a audição com o barulho da água, a visão através do reflexo das cores exuberantes, o olfato com os aromas das espécies e, por último, o paladar como diferencial entres os outros jardins sensoriais com a colheita das frutas, verduras e legumes. É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza”, explica a engenheira agrônoma e responsável técnica pelo projeto, Carolina Rodrigues.
O projeto é destinado à aproximação dos deficientes físicos e visuais, de crianças com dificuldade de aprendizagem, de idosos e de pessoas que queiram desfrutar dos sentidos de um jardim e aprender sobre o plantio, solo, água e plantas.“É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza. O projeto foi desenvolvido para receber a visita de todos que queiram aprender práticas agrícolas e entender as dificuldades de deficientes visuais, pois os visitantes passarão pelo circuito com os olhos vendados.”, ressalta Carolina.



Também conhecido como Jardim dos Sentidos, o espaço tem como principal objetivo oferecer aos deficientes físicos e visuais conhecimentos e técnicas das práticas agrícolas desde solo, plantio, sementes e até a colheita por meio dos cinco sentidos (audição, olfato, paladar, tato e visão).
“O jardim vai explorar os cinco sentidos dos seres humanos: o tato por meio da textura das plantas, a audição com o barulho da água, a visão através do reflexo das cores exuberantes, o olfato com os aromas das espécies e, por último, o paladar como diferencial entres os outros jardins sensoriais com a colheita das frutas, verduras e legumes. É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza”, explica a engenheira agrônoma e responsável técnica pelo projeto, Carolina Rodrigues.
O projeto é destinado à aproximação dos deficientes físicos e visuais, de crianças com dificuldade de aprendizagem, de idosos e de pessoas que queiram desfrutar dos sentidos de um jardim e aprender sobre o plantio, solo, água e plantas.“É uma forma diferente e muito eficaz de aproximação com a natureza. O projeto foi desenvolvido para receber a visita de todos que queiram aprender práticas agrícolas e entender as dificuldades de deficientes visuais, pois os visitantes passarão pelo circuito com os olhos vendados.”, ressalta Carolina.
O jardim ocupa uma área de 400 m2 e estará aberto a grupos e turmas de escolas da região, mediante agendamento prévio. Além da Agristar e da Carbografite, o projeto ainda conta com a parceria das empresas: Mudas Katsumoto, Astro Irrigações, Trutas do Firmeza, Itaverde, Verdejágua, Empório Bendito Pão, Cetal, Escola Municipal Fábrica do Saber, Erigma Filmes, Hobby Animal, Árvores do Brasil e Brasil Design.
“O Jardim dos Sentidos foi idealizado no mês de julho e sua rápida estruturação só foi possível, devido a parceria de várias empresas de Petrópolis, como a Agristar. Sem estas parcerias, não seria possível estruturamos em um espaço de tempo tão curto, já que dependeriam de recursos financeiros”, finaliza a Coordenadora do Projeto Água, Sylvia Reis Firmeza.
Após a inauguração os participantes assistiram a apresentação do Coral ‘Enxergar Além do Olhar’, do Colégio Paulo Freire, formado por crianças com deficiência visual e, em seguida foram convidados a visitar o Jardim Sensorial.
“O Jardim dos Sentidos foi idealizado no mês de julho e sua rápida estruturação só foi possível, devido a parceria de várias empresas de Petrópolis, como a Agristar. Sem estas parcerias, não seria possível estruturamos em um espaço de tempo tão curto, já que dependeriam de recursos financeiros”, finaliza a Coordenadora do Projeto Água, Sylvia Reis Firmeza.
Após a inauguração os participantes assistiram a apresentação do Coral ‘Enxergar Além do Olhar’, do Colégio Paulo Freire, formado por crianças com deficiência visual e, em seguida foram convidados a visitar o Jardim Sensorial.
http://vidamaislivre.com.br/
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
A reinvenção da felicidade

Como um pai engenhoso e uma mãe dedicada ajudam seu filho com deficiência a seguir o caminho da inclusão
GAZETA DO POVO
Darci Meneguelo jamais aprendeu a dar nó em gravata. Sua esposa Olivia, então, nem se fala. Como estava apressado para chegar cedo à formatura do filho, este caminhoneiro aposentado jogou a indumentária no banco de trás do carro. Ao chegar ao auditório da instituição pela qual Darci Junior colaria grau naquela noite, em Curitiba, trazia a gravata estendida no braço. Uma das professoras se assustou com o suposto desleixo e rapidamente atou-a ao pescoço do homem. “Pronto, seu Darci”, disse ela. “Agora não saiam daqui de perto”.
Algo estava diferente na cerimônia daquela noite. Figurões da instituição, que raramente acompanhavam as colações, estavam presentes. Tinha até uma emissora de tevê a postos. Haviam pedido para que Darci chegasse com antecedência, e reservaram um número extra de lugares aos convidados do filho.
Invenção
Os impulsos criativos de um caminhoneiro chamado Darci
Darci pai nem sequer tinha ouvido falar em cadeiras de roda motorizadas ao bolar o carrinho com o qual o filho iria correr, brincar e até jogar bola. O conceito da invenção, no entanto, é instintivamente aproximado. O caminhoneiro pegou um tico-tico de plástico, instalou um motorzinho de limpador de parabrisa ligado a uma bateria comum de automóvel, conectou à roda traseira com uma correia de bicicleta, ligou a uma tomada de luz e colocou o filho de 5 anos em cima. Junior acionava a chave com o ombro e dirigia com a barriga. Divertia-se enquanto durava a bateria (três dias, em média), e esperava ansioso ela voltar recarregada da oficina.
A habilidade com invenções foi desenvolvida desde a infância de Darci pai. Aos 13 anos, precisava consertar o freio de sua bicicleta, mas não tinha dinheiro para levá-la à oficina. Desmontou o equipamento até achar o problema, e gastou apenas com a peça de reposição. Seu pai, um agricultor do Norte do Paraná, disse a ele que cultivasse o dom. As dificuldades da vida o impediram de cursar uma faculdade de Engenharia Mecânica, porém aprendeu muito com os caminhões velhos que os patrões lhe disponibilizavam, e que de vez em quando paravam no meio do caminho. A casa da família Meneguelo é cheia de protótipos de automação – de varal giratório a descascador de coco. Os amigos lhe deram o apelido de professor Pardal, porém seu olhar lembra o de outro gênio, este da vida real: são olhos miúdos, que parecem sorrir o tempo todo, sobre uma bolsa palpebral enrugada e um basto bigode branco (preste bem atenção na foto e você vai descobrir quem é).
Mas nada de anormal ocorreu durante a entrega dos diplomas. Darci e Olivia aplaudiam Junior, o segundo filho do casal, enquanto o já bacharel em Sistema da Informação subia a rampa com sua cadeira de rodas elétrica. Então, um dos diretores da faculdade começou a fazer um discurso em que listava pessoas notáveis, de Aristóteles a Steve Jobs. E Darcy Ribeiro. Ao ouvir o nome do antropólogo brasileiro, Olivia imaginou ter havido uma confusão entre o nome do marido e o seu sobrenome de solteira. Mas porque ele estaria sendo comparado àqueles famosos. O casal se entreolhou. O discurso seguiu com uma fala ressaltando a importância da família. Até, no final, o marido ser de fato citado e chamado ao palco junto com ela. É o último momento da noite que o casal consegue lembrar com clareza. O resto foi marcado por choro e homenagens.
A mudança
Darci percebeu que algo estava diferente depois de um exame de ultrassom. Os operadores da máquina pareciam confusos. Repetiram o procedimento e saíram da sala sem falar nada. Era 1988 e Olivia esperava o segundo filho do casal. No dia do parto, o obstetra antecipou que o filho nasceria com “um probleminha”: teria o “bracinho curto e a perninha curta”. Darci Meneguelo Junior foi uma vítima anacrônica da talidomida, um sedativo que, quando ingerido por gestantes em início da gravidez, tende a impedir a formação normal dos membros. A anomalia, conhecida como focomelia, foi comum nos anos 1950, quando os efeitos colaterais do medicamento ainda não tinham sido identificados. O caso é considerado um dos maiores erros da história da medicina.
Olivia suspeita de que a talidomida estava presente na fórmula de um remédio para emagrecer que ela tomou até a segunda semana de gravidez. Junior nasceu com pezinhos colados ao quadril e sem os dois braços. Um único dedo funcional é unido ao ombro direito. Fora isso, foi um bebê saudável. Na maternidade, era a criança que mais mamava e menos chorava. “O garoto é forte”, disse uma enfermeira. Assim como todo bebê, foi carregado no colo. Depois, começou a engatinhar de bruços e, mais tarde, caminhar arrastando o quadril no chão. A imagem revelava uma verdade biológica: braços e pernas são – tão e somente – ferramentas a serviço da vida.
Rumo à inclusão
Na terceira série fundamental, Darci Junior saiu da escola especial e foi inserido no ensino regular. Escrevia em um computador instalado na sala, usando o dedo do ombro direito e uma vareta na boca. Desenvolveu então o gosto por informática, que o levou ao curso de Artes Visuais com Ênfase em Computação Gráfica. Desistiu ao entrar nos semestres dedicados a trabalhos em madeira e argila. Mudou para Sistemas de Informação e recomeçou a graduação a partir do primeiro período.
Ainda no ensino fundamental, Junior havia feito amizade com um colega de sala cujo pai era deficiente físico. Este homem o apresentou ao futebol para cadeirantes, que acabou se tornando sua segunda atividade durante o ensino superior. No primeiro treino, amarraram uma banheira de bebê na frente da cadeira para a bola não entrar embaixo do assento e derrubá-lo. Darci pai achou que poderia melhorar o sistema, e construiu uma grade semelhante a dos capacetes de futebol americano. Usou tubos ocos para não pesar a cadeira e atrapalhar o rendimento do filho.
Vida comum
Darci pai percebeu que algo estava diferente com suas pernas, que passaram a doer cada vez mais. Descobriu um aneurisma na aorta, largo a ponto de quase causar uma isquemia. Foi operado. Dois meses depois, foi a vez de Olivia sofrer uma operação, para retirada de pedras na vesícula. Junior chegou a ficar mais de um mês sem frequentar as aulas, mas a oferta de uma bolsa integral pela instituição garantiu que ele concluísse o curso.
Passados seis meses da formatura, os Meneguelo vivem como a mais normal das famílias. Entre uma partida de futebol e outra, o filho recém- formado se debruça sobre o desafio de entrar no mercado de trabalho. Pensa em fazer pós-graduação. O pai e a mãe, com 64 e 56 anos, vivem algumas angústias típicas da meia idade. Temem pelo dia em que não terão forças para proteger a prole. E Darci acredita que a educação será o motor da mudança para o filho caçula. “As pessoas podem tirar tudo dele, mas o aprendizado é algo que fica para sempre.”
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Entrevista com Cristiano Refosco sobre seu projeto" Era uma vez um conto de fadas inclusivo"
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Chapeuzinho vermelho na cadeira de rodas com alguns amigos. |
Os contos de fadas sempre fizeram parte da nossa infância e crescemos lendo e assistindo os contos da Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho entre outros mas ter uma nova visão destes personagens e uma nova história já é possível graças a grande ideia que o escritor e ilustrador Cristiano Refosco teve ao criar uma coleção de 11 livros " Era uma vez um conto de fadas inclusivo"com o diferencial de que o personagem principal tem algum tipo de deficiência.
E o Blog Carol Diversidade apoia este projeto e fez uma entrevista com Cristiano Refosco falando do seu blog Centauro Alado e sobre este projeto.
Cristiano Refosco é fisioterapeuta, atua na área neuropediatria há 11 anos, sendo que atualmente integra a equipe da Kinder de Porto Alegre que atende crianças com deficiência.
Tem uma Empresa Inclus que presta consultoria a escolas e empresas trabalhando especificamente na Inclusão e Acessibilidade.
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Cristiano esta abaixado ao meu lado. |
Entrevista com Cristiano Refosco.
Carol- Porque escolheste o nome Centauro Alado?
Cristiano - Quando pensei em fazer o blog, queria que ele reunisse assuntos relativos ao meu interesse, em diversos aspectos. O nome Centauro Alado vem do fato de eu gostar de mitologia grega e por achar a figura do centauro muito representativa. O centauro é metade homem e metade cavalo, ou seja, tem a inteligência do homem e a força do animal. Um centauro alado poderia voar, o que seria uma combinação perfeita entre força, inteligência, sensibilidade e liberdade. São características que considero fundamentais no ser humano: força para ir adiante mesmo diante das dificuldades e dos preconceitos, inteligência e sensibilidade para nortearmos nossos caminhos e, liberdade, para irmos e virmos, sem barreiras.
Carol- Porque você escolheu falar dos assuntos relacionados as pessoas com deficiência?
Cristiano- Na verdade, o blog aborda vários assuntos, mas o carro chefe são temas relacionados às pessoas com deficiência. Como trabalho com fisioterapia há 13 anos e convivo direto com esse público, achei que seria legal criar um espaço onde pudesse discutir questões relacionadas a esse universo. Porém, senti a necessidade de mesclar outras temáticas, tais como literatura, cinema, música, história, etc. Queria um blog que não fosse interessante apenas para quem tem algum tipo de deficiência, mas para as pessoas no geral. Afinal, Inclusão passa por isso...
Carol- Me fale do seu mais novo projeto" Era uma vez um conto de fadas inclusivo"?
Cristiano- “Era uma vez um conto de fadas inclusivo” é uma coleção de livros infantis composta por 11 contos de fadas onde os personagens possuem algum tipo de deficiência. Chapeuzinho Vermelho é cadeirante, Branca de Neve é cega, Aladim tem Síndrome de Down, Cinderela não tem um pé, etc. A ideia é apresentar o universo das pessoas com deficiências para as crianças através de personagens que já lhes são familiares. Ao longo desses 13 anos em que trabalho como fisioterapeuta, observei que crianças sem deficiência que convivem com crianças com deficiência lidam de uma forma muito natural com questões relacionadas às diferenças. A coleção também conta com um cd com áudio livro e com a audiodescrição das histórias, para as crianças e adultos que possuam deficiência visual.
Os textos e as ilustrações são de minha autoria, o designer gráfico é do artista Leandro Selister e a audiodescrição é da Mil Palavras. O projeto tem o apoio Ministério da Cultura e patrocínio de duas empresa a SAVAR e AGCO .
Como você vê a Inclusão de crianças com deficiência nas escolas e a preparação dos professores?
Infelizmente, a Inclusão de crianças com deficiência nas escolas ainda é muito mais um conceito teórico do que prática. Existe uma legislação que determina que as crianças com deficiência sejam aceitas nas escolas regulares, mas não existe investimento em tecnologia assistiva, adaptações do meio físico e formação de profissionais (educadores e monitores) para receber esses alunos. Por outro lado, já estive em escolas onde havia sim investimento nas questões físicas (rampas, mobiliários adaptados) e formação de educadores, mas onde os professores não se julgavam aptos a trabalhar com essas crianças em sala de aula. Como sabemos, incluir uma criança com deficiência na sala de aula é muito mais do que colocá-la sentada no meio dos seus coleguinhas sem deficiência, mas sim, proporcionar maneiras de que ela interaja com o meio e vice versa e que consiga usufruir do direito de ser educada. E isso, na maioria das vezes, demanda mobilização e criatividade por parte dos professores. Numa sala de aula com trinta alunos que também requerem a atenção (sejam quais forem as suas necessidades) por parte dos educadores, é compreensível que os mesmos sintam-se inseguros quando recebem uma criança com deficiência. Colocar a Inclusão na prática é um grande desafio que requer criatividade, boa vontade e persistência de todos os lados.
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Eu, Josiane e Cristiano. |
Deixo o link da matéria que Cristiano Refosco fez no seu blog dando continuidade deste dia um dia de grande aprendizado para mim, Josiane e Cristiano.
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