terça-feira, 6 de novembro de 2012

SUPER NORMAIS !!AGORA COM AUDIODESCRIÇÃO!!!!


Tiras Super Normais com audiodescrição

Para ouvir a audiodescrição, clique aqui: http://tinyurl.com/an9mbw2

SUPER NORMAIS – O poder da diferença - A tirinha de 29/10/2012, em preto e branco, com três quadros, apresenta um homem cadeirante, com cabelos claros e lisos, um grande topete caído na testa, sobrancelhas pretas, óculos pequenos redondos na ponta do nariz e cavanhaque. Ele usa camisa branca e calça preta.

Q1: O homem, segurando um jornal bem próximo ao seu rosto, diz com a boca aberta e cara de contrariado: Essa tira não muda nada pra mim.

Q2: No jornal aberto, a manchete que diz: ANALFABETISMO ATINGE 9% DA POPULAÇÃO ... e o desenho de uma pequena bandeira brasileira.

Q3: O homem segurando o jornal de cabeça para baixo, no meio da sala, sentado em sua cadeira de rodas, diz: Continuo com deficiência.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS
Narração: Marcelo Sanches
Tiras Super Normais com audiodescrição

Para ouvir a audiodescrição, clique aqui: http://tinyurl.com/an9mbw2

SUPER NORMAIS – O poder da diferença - A tirinha de 29/10/2012, em preto e branco, com três quadros, apresenta um homem cadeirante, com cabelos claros e lisos, um grande topete caído na testa, sobrancelhas pretas, óculos pequenos redondos na ponta do nariz e cavanhaque. Ele usa camisa branca e calça preta.

Q1: O homem, segurando um jornal bem próximo ao seu rosto, diz com a boca aberta e cara de contrariado: Essa tira não muda nada pra mim.

Q2: No jornal aberto, a manchete que diz: ANALFABETISMO ATINGE 9% DA POPULAÇÃO ... e o desenho de uma pequena bandeira brasileira.

Q3: O homem segurando o jornal de cabeça para baixo, no meio da sala, sentado em sua cadeira de rodas, diz: Continuo com deficiência.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS
Narração: Marcelo Sanches

Lei cria programa anti-bullying para alunos com deficiência no Rio de Janeiro


A Lei 6.324/12, publicada no último mês de setembro no Diário Oficial Rio, instituiu o Programa de Combate ao Preconceito contra Pessoa com Deficiência nas escolas da rede pública e privada da cidade. O projeto, que tem como objetivo “ensinar, sensibilizar, conscientizar, capacitar e informar educadores, alunos, e demais profissionais no combate ao preconceito”, foi assinado pelo presidente da Comissão de Defesa da Pessoas com Deficiência da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Márcio Pacheco.
Para Pacheco, presidente da Comissão, ao tratar do assunto com estudantes e professores, o Estado não só evita agressões como ganha "cúmplices" no combate ao preconceito. "Estes jovens podem não saber dimensionar essas agressões. Ao chamarmos a atenção para elas, aumentamos as chances de denúncias, além de inibir a prática ainda comum", argumenta. 
Com informações da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro

Português cria sistema para facilitar comunicação de pessoas com deficiência motora


Interface utiliza computador portátil ligado a eletrodos. Usuário se comunica piscando os olhos.

Gilberto Costa

REDE SACI

Um recurso tecnológico desenvolvido pelo engenheiro eletrônico do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Universidade de Coimbra (UC), Gabriel Pires, permite que pessoas com deficiência, que perderam a mobilidade nos braços e nas pernas, resgatem a possibilidade de se comunicar usando apenas o movimento das pálpebras.
A interface é formada por um computador portátil ligado a eletrodos que captam as ondas cerebrais acionadas com o piscar dos olhos. Os sinais são amplificados e reconhecidos por um software especial. A tecnologia permite ao usuário formar palavras e frases usando um sistema que mostra as letras de forma aleatória, escolhidas com o movimento das pálpebras.
“É como se fosse uma antiga máquina de escrever”, esclarece Gabriel Pires. Segundo ele, o dispositivo ainda permite ao usuário ligar a televisão e as luzes, acionar alarmes via telefone, conduzir uma cadeira de rodas e realizar outras tarefas cotidianas, como conversar pelo computador ou enviar um e-mail.
“É um novo canal de comunicação que se abre para pessoas sem mobilidade e que, apesar da deficiência, estão com a capacidade cognitiva intacta.”
A interface já está sendo produzida por uma empresa austríaca e o ISR trabalha agora no aperfeiçoamento da tecnologia para “diminuir o tempo de comunicação e aumentar a usabilidade”. A pesquisa aproxima Portugal de centros de excelência para pesquisa neurocientífica, como os que existem na Alemanha e nos Estados Unidos.
No Brasil, segundo dados do Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 2% da população é formada por pessoas com deficiência motora severa, como tetraplégicos, com paralisia cerebral ou esclerose lateral amiotrófica. Essas pessoas têm direito a linhas de financiamento para aquisição de produtos e serviços de acessibilidade, conforme o Programa Viver sem Limite.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Boca em boca


GT Acessibilidade web – pesquisa sobre tecnologias assistivas


 W3C Brasil.


O Grupo de Trabalho de Acessibilidade na Web do W3C Brasil lançou no dia 19 de outubro a primeira pesquisa sobre o uso de tecnologias assistivas.
Nessa primeira amostra será investigada a utilização de ampliadores e leitores de tela por pessoas com deficiência.
O objetivo é investigar o emprego das tecnologias assistivas por pessoas com deficiência e obter um panorama do acesso à web.
O formulário ficará disponível para preenchimento até o dia 21 de janeiro de 2013.
Link para o formulario: http://acessibilidade.w3c.br/pesquisa/Site Externo.


Futebol para cadeirantes - Power Soccer



http://www.facebook.com/pages/Futebol-para-cadeirantes-Power-Soccer/101541653294048

Obstáculos!!?

Projeto amplia prazo de duração de estágio para pessoas com deficiência


Projeto de Lei 4443/12 do deputado Márcio Marinho (PRB-BA) quer dobrar de dois para quatro anos o prazo do estágio para aluno com deficiência.
Publicada em 05 de novembro de 2012 - 09:00
Mãos estão digitando sobre teclado
CâmaraSite externo. analisa o Projeto de Lei 4443/12, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA)Site externo., que dobra de dois para quatro anos o prazo doestágio para aluno com deficiência.
A Lei do Estágio (11.788/08) estabelece que o estágio em uma mesma empresa para pessoa com deficiência não pode exceder dois anos.
Segundo Marinho, não há vantagem em limitar a dois anos o período em uma mesma empresa. “A necessidade de troca do local do estágio pode interferir negativamente em trajetória de formação bem sucedida.”
Tramitação
A proposta, que foi apensada ao PL 4579/09, será analisada conclusivamente pelas comissões de Educação e Cultura; Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

domingo, 4 de novembro de 2012

Investigador de Coimbra cria um ‘cérebro-computador’ para pessoas com limitações motoras graves


Gabriel Pires
Gabriel Pires com o interface que desenvolveu
Postado por:  Data: novembro 04, 2012 Em: Ciência E TecnologiaDeficiência Física 
Esta matéria foi extraída do site Ciência Hoje, Portugal.
Gabriel Pires, investigador do Instituto de Sistemas e Robótica, Universidade de Coimbra, criou um interface cérebro-computador para pessoas com limitações motoras graves, nomeadamente doentes com esclerose lateral amiotrófica (ELA), pessoas tetraplégicas e com paralisia cerebral.
O sistema foi validado clinicamente e obteve resultados positivos num grupo de portadores de ELA, seguido no Serviço de Neurologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, em utentes do Centro de Paralisia Cerebral de Coimbra, num tetraplégico e num doente de Duchenne.
Ao permitir uma comunicação baseada apenas em ondas cerebrais e estímulos visuais, o sistema desenvolvido por Gabriel Pires admite restaurar a comunicação, aumentar a mobilidade e o grau de independência dos doentes.
Trata-se de “uma ferramenta de assistência muito poderosa que, quando entrar no mercado, terá um forte impacto social porque permitirá às pessoas com deficiências motoras muito graves obter mais autonomia”, afirma o cientista. “Com a interface cérebro-computador poderão realizar tarefas quotidianas como conversar no Skype, conduzir uma cadeira de rodas, ligar luzes, acionar alarmes via telefone, ligar a televisão, etc.”, exemplifica.
O interface é composto por um conjunto de algoritmos de processamento de sinal e aprendizagem automática que, após a recolha de sinais cerebrais pelo método não invasivo de eletroencefalografia, descodifica os padrões cerebrais e selecciona letras de forma sequencial, permitindo escrever frases.
São algoritmos que se ajustam aos padrões neuronais das pessoas. Por exemplo, “o sistema consegue perceber se o utilizador, no momento, quer ou não efectuar uma dada tarefa. Por outro lado, com um simples fechar de olhos, o utilizador desliga o interface. Para ligar novamente, repete o movimento”, ilustra Gabriel Pires.
O sistema do jovem investigador foi desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos e acaba de obter o segundo prémio no Fraunhofer Portugal Challenge, um concurso que distingue estudantes e investigadores das universidades portuguesas que apresentem ideias inovadoras e de utilidade prática, com potencial de mercado.