sábado, 12 de maio de 2012
Jô Soares entrevista Flávia Cintra 10/05/2012
Publicado em 10/05/2012 por evaldopalestra
https://twitter.com/programa_dojo
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Flávia Cintra é jornalista, repórter do Fantástico e ficou tetraplégica aos 18 anos . Flávia, em parceria com mais duas cadeirantes, lança o livro Maria de Rodas que fala sobre a maternidade de mulheres nessa situação. Flávia é mãe de um casal de gêmeos e foi consultora de Manoel Carlos na novela "Viver a Vida", onde teve a personagem Luciana inspirada em sua história.
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Flávia Cintra é jornalista, repórter do Fantástico e ficou tetraplégica aos 18 anos . Flávia, em parceria com mais duas cadeirantes, lança o livro Maria de Rodas que fala sobre a maternidade de mulheres nessa situação. Flávia é mãe de um casal de gêmeos e foi consultora de Manoel Carlos na novela "Viver a Vida", onde teve a personagem Luciana inspirada em sua história.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Mãe de Xuxa, vai para Argentina fazer cirurgia no cérebro
Da Tribuna Hoje
Como muitos já sabem, Dona Alda Meneghel tem 'Mal de Parkinson', uma doença degenerativa que se agrava com o decorrer dos anos e tende a desorganizar os movimentos de quem a possui.
Por estar em um estágio elevado da doença, a avó de Sacha está indo para Argentina fazer uma cirurgia bastante delicada no cérebro, com o objetivo de retardar ou até mesmo retroceder os avanços do 'Mal de Parkinson'.
Teste com desenho pode prever risco de AVC na 3ª idade
Do Diário Digital
Um teste simples com desenhos e números pode ajudar a prever o risco de morte depois de um primeiro acidente vascular cerebral entre homens mais velhos, de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade de Uppsala, na Suécia.
O teste é feito entre homens saudáveis e pede que os voluntários tracem linhas entre números em ordem ascendente e o mais rápido possível.
Os estudos foram realizados num grupo de mil homens entre as idades de 67 e 75 anos, ao longo de 14 anos.
Os homens que obtiveram uma pontuação mais baixa no teste tinham três vezes mais hipóteses de morrer depois de um AVC, quando comparados com os homens que alcançaram pontuações mais altas.
Dos 155 homens do grupo que tiveram um AVC, 22 morreram dentro de um mês, e mais da metade morreu numa média de tempo de dois anos e meio.
Os cientistas acreditam que este teste consegue captar os danos em vasos sanguíneos do cérebro antes do aparecimento de outros sinais mais óbvios ou sintomas do problema.
O estudo foi publicado na revista especializada BMJ Open.
Para a médica Bernice Wiberg, que liderou a pesquisa na Universidade de Uppsala, o novo teste auxilia o diagnóstico do AVC.
«Como os testes são muito simples, baratos e de fácil acesso para o uso clínico, poderão ser uma ferramenta importante, junto com métodos tradicionais como medir a tensão (e) perguntar sobre hábitos tabagistas, para identificar o risco de AVC, mas também como um possível indicador importante de mortalidade depois do AVC», afirmou.
Deficiência Visual: a cegueira e a baixa visão.
Da Bengala Legal
É considerado cego ou de visão subnormal aquele que apresenta desde ausência total de visão até alguma percepção luminosa que possa determinar formas a curtíssima distância. Na medicina duas escalas oftalmológicas ajudam a estabelecer a existência de grupamentos de deficiencias visuais: a acuidade visual (ou seja, aquilo que se enxerga a determinada distância) e o campo visual (a amplitude da área alcançada pela visão). O termo deficiência visual não significa, necessariamente, total incapacidade para ver. Na verdade, sob deficiência visual poderemos encontrar pessoas com vários graus de visão residual.
A cegueira engloba prejuízos da aptidão para o exercício de tarefas rotineiras exercidas de forma convencional, através do olhar, só permitindo sua realização de formas alternativas. A cegueira total ou simplesmente AMAUROSE, pressupõe completa perda de visão. A visão é nula, isto é, nem a percepção luminosa está presente. No jargão oftalmológico, usa-se a expressão 'visão zero'.
Falamos em 'cegueira parcial' como aquela em que estão os indivíduos apenas capazes de CONTAR DEDOS a curta distância e os que só PERCEBEM VULTOS. o indivíduo é capaz de identificar também a direção de onde provém a luz. Mais próximos da cegueira total, mas ainda considerados com cegueira parcial ou visão subnormal, estão os indivíduos que só têm PERCEPÇÃO e PROJEÇÃO LUMINOSAS. Nesse caso, há apenas a distinção entre claro e escuro.
Pedagogicamente, entretanto, delimita-se como cego aquele que, mesmo possuindo visão sub-normal, necessita de instrução em Braille (sistema de escrita por pontos em relevo) ou por softwares de leitura de textos e como possuidor de visão sub-normal aquele que lê tipos impressos ampliados ou com o auxílio de potentes recursos ópticos. Essa definição fica mais próxima da CIF - Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde.
A CIF toma em consideração os aspectos sociais da deficiência e propõe um mecanismo para estabelecer o impacto do ambiente social e físico sobre a funcionalidade da pessoa. Por exemplo, quando uma pessoa com uma deficiência visual tem dificuldade em trabalhar num determinado edifício ou serviço porque não existem pisos táteis, elevadores que sonorizem os andares a cada parada, onde não exista acessibilidades como leitores de tela para a utilização de computadores, a CIF identifica as prioridades de intervenção, o que supõe, neste caso, que esse edifício possua essas acessibilidades, em vez dessa pessoa se sentir obrigada a desistir do seu emprego. Assim, a deficiência desloca-se da pessoa com deficiência para o ambiente em que vive, pressupondo-se que, estando o ambiente devidamente adaptado, a funcionalidade da pessoa com deficiência pode ser igual ou muito próxima a de qualquer outra pessoa.
Na medicina, uma pessoa é considerada cega se corresponde a um dos critérios seguintes: a visão corrigida do melhor dos seus olhos é de 20/200 ou menos, isto é, se ela pode ver a 20 pés (6 metros) o que uma pessoa de visão normal pode ver a 200 pés (60 metros), ou se o diâmetro mais largo do seu campo visual subentende um arco não maior de 20 graus, ainda que sua acuidade visual nesse estreito campo possa ser superior a 20/200. Esse campo visual restrito é muitas vezes chamado "visão em túnel" ou "em ponta de alfinete". Nesse contexto, caracteriza-se como indivíduo com visão sub-normal aquele que possui acuidade visual de 6/60 e 18/60 (escala métrica) e/ou um campo visual entre 20 e 50º.
POLITÉCNICO DE LEIRIA Engenheiros criam cadeira de rodas autónoma ‘low-cost’
O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) criou um protótipo de uma cadeira de rodas, de baixo custo para o consumidor, que é comandada pela voz e pela íris, disse hoje à Lusa um dos professores responsáveis pelo projeto, Ricardo Martinho.

"A mais-valia deste projeto está no seu baixo custo e no facto do módulo poder ser adaptado à maior parte das cadeiras de rodas que não possuem motorização, como aquelas que se encontram habitualmente num hospital", explica aquele que é o coordenador do curso de Informática para a Saúde, que integra o departamento de Engenharia Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do IPL.
Uma cadeira de rodas autónoma "pode custar entre 10 e 30 mil euros", mas este projeto tem condições de assegurar que a comercialização ronde os 2500 euros, sublinha à Lusa, por outro lado, o coordenador do departamento de Engenharia Informática da ESTG, Patrício Domingues.
"O módulo 'low cost' faz o reconhecimento dos comandos de voz, de movimentos oculares, mas também a análise de imagens para prevenir colisões", conta Ricardo Martinho.
O mesmo responsável revela que o preço de produção deste protótipo não ultrapassou os mil euros. "É uma diferença muito grande em relação aos preços proibitivos a que as cadeiras de rodas autónomas podem atingir", enfatiza.
Para a criação deste protótipo foi utilizado um portátil 'low cost', uma placa de aquisição de dados, dois motores, duas rodas, um microfone com auscultadores, duas 'webcams' e um capacete.
Uma vez concluído o protótipo, a fase seguinte passa por encontrar financiamento, desenvolver o projeto nas áreas da mecânica e da eletrotecnia, bem como avançar para o desenvolvimento do design do módulo, que se transformará num 'kit' portátil.
"Um dos passos importantes passa por fazer um projeto de design industrial para a estrutura física amovível de suporte aos motores, às baterias e ao próprio mecanismo de tração das rodas", explica Ricardo Martinho.
Já o coordenador do projeto, o professor João Pereira, assinala que este "módulo 'low cost', adaptável para uma cadeira móvel autónoma, faz o reconhecimento dos comandos de voz, de movimentos oculares, mas também a análise de imagens para prevenir colisões".
Enquanto a primeira 'webcam' se destina a reconhecer os movimentos oculares, a segunda visa detetar obstáculos, precisa o responsável, sublinhando que o sistema de comando é simultaneamente assegurado por voz e pela íris para garantir maior fiabilidade.
A ESTG é uma das cinco escolas do IPL, instituto que representa atualmente cerca de 95 por cento do ensino superior do distrito de Leiria e abrange uma comunidade de mais de 12.000 estudantes e 900 docentes.
Lusa
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico
terça-feira, 8 de maio de 2012
Maternidade Negada
Não acreditava que estava ouvindo aquilo. Um segredo de família revelado assim a pessoas praticamente desconhecidas.
A proposta do trabalho era simples, colocar mães de crianças especiais para conversarem em grupo e trocar suas experiências. Quando acreditamos que somos únicos ou quando somos minoria, nos sentimos fracos. A compreensão nos fortalece, nos identifica e transforma nossa individualidade em comunidade e é justamente essa identidade comum que nos faz sentirmos bem, nos deslocamos do questionador: porque eu? Para a saudável constatação: também eu.
A proposta do trabalho era simples, colocar mães de crianças especiais para conversarem em grupo e trocar suas experiências. Quando acreditamos que somos únicos ou quando somos minoria, nos sentimos fracos. A compreensão nos fortalece, nos identifica e transforma nossa individualidade em comunidade e é justamente essa identidade comum que nos faz sentirmos bem, nos deslocamos do questionador: porque eu? Para a saudável constatação: também eu.
Talvez por essa razão, algumas pessoas se sentissem tão à vontade para compartilhar suas angústias e até mesmo seus segredos, como surpreendentemente estava acontecendo naquele momento.
“Minha filha não sabe que sou sua mãe, pensa que sou a sua irmã mais velha. Por pressão de meus pais fui obrigada a esconder a gravidez de todos e como morávamos na fazenda, foi fácil para as pessoas acreditarem que minha mãe tinha tido mais uma menina, mesmo com a idade que tinha”. Agora, mais de trinta anos depois, com o nascimento do neto ela se viu ligada à criança de uma maneira especial, era mais que a ligação de uma tia com seu sobrinho, era uma relação de avó.
Com o diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo da criança, aquela que se passava por irmã se viu sem chão, e o pior, não se sentia à vontade para mobilizar a vida dos familiares. Poderia contar com o apoio dos irmãos, mas o enfrentamento das situações desafiadoras do dia a dia dependeria apenas dela e do marido.
As lágrimas corriam abundantes no rosto da relatora deste drama ímpar e todas nós que a ouvíamos mantínhamos um silêncio que denunciava nosso despreparo para nos posicionarmos em uma situação tão inusitada. Estávamos ali para contar das nossas dores, medos, angústias e alegrias da maternidade especial, mas nos deparávamos com uma cena de novela, porém real, se desenrolando à nossa frente.
“Agora que sei do Autismo de meu neto, preciso que ela saiba que pode contar comigo, preciso estar mais próxima, preciso me revelar. Minha mãe, que Deus a tenha, jamais permitiu que eu revelasse este segredo que me corroeu por tantos anos e pelo qual sofri tanto. Nunca fui para a minha filha mais do que uma irmã, velei suas noites, me preocupei e hoje, quando ela mais precisa de mim, tenho que enfrentar o medo da rejeição e me revelar”.
Em momentos assim tão preciosos, que a vida nos traz de presente, podemos ver dor superando dores, dramas que nos ensinam sobre a capacidade do ser humano em suportar o sofrimento. Quantas almas humanas que passam apressadas por nós na avenida não trazem em si também segredos ocultos, dramas sem fim? E se nos dói o dedo que chuta uma pedra nos fazendo mancar e reclamar, como não iremos silenciar ao cruzarmos com alguém que perdeu o pé?
Não tivemos notícias sobre o desfecho da história ouvida naquela manhã, mas cada uma de nós que ali esteve sentiu a força daquele amor de mãe contido por anos, devido a estúpidos preconceitos, que aos poucos nossa humanidade vai superando. E se os ensinamentos bíblicos nos trazem a metáfora da fé que transporta montanhas, não podemos duvidar de que para este caso, o amor iria conseguir conquistar seu espaço e transformar aquelas vidas.
Fausta Cristina
http://vidamaislivre.com.br

Perfil

Fausta Cristina é mãe de Milena, sua terceira filha, hoje com 8 anos. A gravidez de Milena foi normal. Com o passar dos dias, sua filha chamava a atenção por ser muito quieta. Fausta estranhava o fato de ela não olhar, não fixar a atenção e com o tempo, a sensação de que algo estava errado foi aumentando. Com nove meses, foi diagnosticado que Milena tem autismo. Fausta mantém o blogMundo da Mi
.

Deficientes natos ou inesperados dão exemplo de superação
Do Correio do Estado
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Quase um quarto da população sul-matogrossense apresenta pelo menos um tipo de deficiência física ou mental - 525.979 pessoas têm algum grau de dificuldade visual, auditiva, motora ou intelectual. Os dados são do Censo 2010, divulgados pelo IBGE. Por vezes, a deficiência é nata, como a de Shirley Vilhalva, que sendo surda, teve que - além da linguagem de sinais - aprender a exprimir os sons que não podia ouvir para comunicar-se melhor com ouvintes. Ou de Andréia Rocha ZurutuZa da Silva, que é cega e decidiu enfrentar o desafio de ser mãe.
Em outros casos, chega inesperadamente - sem razão ou explicação ou tempo para qualquer tipo de preparo. E é preciso aprender a lidar com uma vida totalmente diferente e encontrar força tamanha que não se sabia ter, a ponto de se tornar para outros exemplo de vitória. Foi assim com Rodrigo Figueiredo, medalha de ouro no Campeonato Brasileiro e prata em canoagem nos Jogos Pan-americanos.
Leia mais no jornal Correio do Estado
Eleitores com deficiência têm até 9 de maio para pedir condições de acessibilidade

Do Guia Inclusivo
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está solicitando que as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida atualizem seu cadastro e informem a necessidade de relocação do espaço, caso seja preciso.
Este ano o prazo para que haja a comunicação termina em 9 de maio e deve ser feita no cartório de sua zona eleitoral. Esta data é válida para todo o território nacional e de acordo com TSE, não haverá prorrogação.
Para que a solicitação seja feita, o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida precisa comparecer ao cartório eleitoral levando um documento pessoal de identidade e comprovante de residência. Devem apresentar o comprovante de quitação do serviço militar os homens maiores de 18 anos que irão tirar o título pela primeira vez.
Entre os pedidos, podem ser solicitadas rampas de acesso ou seção especial em local térreo, conforme as condições de cada local. As pessoas com deficiência visual podem solicitar fones de ouvido.
Nota da reportagem: mesmo que seu local de votação já seja acessível, certifique-se de que todas as condições de acessibilidade estão adequadas. Caso algo atrapalhe e sua votação, procure a direção do local e comunique a situação indevida.
Nas eleições presidenciais de 2010, encontrei dificuldades para votar no primeiro turno, pois, apesar de a escola possuir rampas acessíveis, o portão dessa rampa estava trancado e não pude utilizá-la.
É direito e dever de todo cidadão brasileiro escolher quem irá administrar e legislar o local onde vive. Uma pessoa com qualquer tipo de deficiência não pode ser privada disso por falta de infraestrutura.
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