O tecnólogo mecânico Glauco Mariano e o empreendedor Marcos Mello, se sensibilizaram com a dificuldade dos pais de crianças com deficiência para encontrar brinquedos, que colaborassem com a inclusão de seus filhos. Por isso, resolveram construir um triciclo adaptado. “A inspiração veio por meio de uma família querida que teve um filho, com dificuldades motoras. Fiquei imaginando como poderia ajudar e surgiu a ideia do triciclo”, comenta Mariano.
crédito: divulgação
Impulsionar o brinquedo com as mãos.
Mãodalinho é um triciclo para crianças de 0 a 4 anos, que não tenham mobilidade nas pernas. A adaptação consiste na utilização das mãos para movimentar o brinquedo. A idéia é que a palavra "mãodalar" se popularize como pedalar. “Nosso intuito foi desenvolver um brinquedo que as crianças pudessem brincar conjuntamente, possibilitando sua integração social e minimizando a barreira da exclusão por motivos físicos”, acrescenta Mello.
Para a construção do brinquedo, a dupla está buscando financiamento coletivo para o desenvolvimento de 12 protótipos artesanais que possibilitem a apresentação ao mercado investidor. Se conseguirem patrocínio, os protótipos serão finalizados até julho de 2015 e as parcerias para produção industrial até setembro de 2015.
Clique aqui para apoiar e conhecer mais sobre o Mãodalinho.
O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, recebeu nesta quinta-feira (10) representantes do Rotary Club Curitiba Oeste e do Projeto Lazer, Inclusão e Acessibilidade (Lia) para assinar o termo de doação de um brinquedo adaptado para crianças com deficiência.
O equipamento, doado pelo Rotary Club Curitiba Oeste, Rotary Club Curitiba Brilhante, Rotary Club Curitiba Imigrantes, Rotary Club Curitiba Bom Retiro e Rotary Club Rio Negro, através do Projeto Lia, é um balanço para cadeira de rodas, que será instalado no Passeio Público.
“É o começo de uma nova visão na inclusão da cidade, pois as crianças com deficiência têm direito à diversão e alegria. Curitiba tem uma grande tradição de parques e praças para sua população, mas eles não têm nenhum brinquedo inclusivo, situação que estamos mudando na atual gestão. Agradecemos a doação do Rotary Club e vamos incentivar novas parcerias com outras instituições para que possamos democratizar e implantar esses equipamentos em diferentes áreas da cidade”, disse o prefeito.
Para Shirley Ordônio, do Projeto Lia, todas as crianças, com ou sem deficiência tem o direito a brincar em parques públicos. “A partir desse tipo de projeto é que se inicia a verdadeira inclusão e construímos uma sociedade inclusiva desde a infância. Isso é muito importante para mostrarmos que Curitiba é uma cidade inclusiva, que se preocupa com todas as crianças sem discriminação ou preconceito”, afirmou
Câmara Munipal de Santa Gertrudes recebe doações de lacres de alumínio (Foto: Paulo Chiari/EPTV)
A Câmara Municipal de Santa Gertrudes(SP) está recebendo doações de lacres de latas de alumínio para trocar por cadeiras de rodas e entregar ao Lar dos Velhinhos. Segundo a administração do local, 140 garrafas pet cheias de lacres poderão ser trocadas por uma cadeira de rodas.
De acordo com os organizadores, a campanha tem por objetivo conscientizar a população e mostrar que mesmo atitudes simples podem mudar a vida muitas pessoas, incluindo idosos carentes.
Lacres de todas as cores e latas de alumínio podem ser doados. Eles devem ser colocados dentro de garrafas pet de 2 litros e entregues na Câmara Municipal, localizada na Avenida 1, 217, ou no próprio Lar dos Velhinhos, na Rodovia Constante Peruchi, km 171. Mais informações: (19) 3545-1194.
GENEBRA - Especialistas, organizações não-governamentais (ONGs) e representantes da sociedade civil vão denunciar nesta terça-feira, 25, na Organização das Nações Unidas o Brasil por não garantir acesso ao transporte, educação e saúde a milhões de pessoas com deficiência no País. Hoje, em Genebra, a ONU examina as políticas do governo brasileiro em relação aos deficientes e vai cobrar respostas de Brasília em relação ao que tem sido feito para promover os direitos dessa parcela da população. O Brasil será representado pelo ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Pepe Vargas.
Em um informe apresentado aos peritos da ONU por mais de uma dezena de organizações brasileiras e estrangeiras, as denúncias apontam que uma pessoa com deficiência no Brasil ainda vive com sérias dificuldades para ter acesso aos mesmos locais que o restante da população, seja por falta de infraestrutura adequada ou por falta de treinamento de professores, motoristas e gestores. O governo promete responder às críticas ainda nesta terça.
O exame será o primeiro que o Brasil enfrentará em uma década desde a entrada em vigor da Convenção dos Direitos de Pessoas com Deficiências. "A falta de acesso tem sido a maior barreira a ser superada no Brasil", alertou o informe apresentado pela Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo (Abraça), a Fraternidade Cristã de Pessoas com Deficiência do Brasil (FCD), o Instituto Baresi e a Rede Brasileira do Movimento de Vida Independente, entre outras.
A lei de 2000 estabelecia até 2010 para que todo o transporte público fosse adaptado. "Mas muitas empresas ainda não cumprem a lei", acusaram as entidades. Ônibus interestatais e muitas empresas de transporte urbano ainda não teriam instalado elevadores para cadeiras de roda. Motoristas não foram instruídos a operar o sistema, quando existe, e não são poucos os casos de ônibus de linhas urbanas que "aceleram quando veem um deficiente em um ponto".
Segundo as entidades, o governo tem feito esforços para adaptar os aeroportos. Mas o mesmo compromisso não é visto com metrôs, trens e outros transportes. Os edifícios públicos teriam de ter sido adaptados até 2009. "Mas muitos ainda não estão", alerta o documento.
Com 25 milhões de pessoas com deficiências no Brasil, os grupos apontam que nem mesmo as construtoras têm erguido os novos apartamentos dentro dos padrões exigidos pela lei para garantir a circulação de cadeiras de roda ou acesso aos banheiros.
Nos centros de saúde, a questão do acesso é ainda um obstáculo. Um levantamento apresentado à ONU aponta que, de 241 unidades de saúde avaliadas em sete Estados, 60% delas não estavam adequadas a receber deficientes.
As políticas de emprego tiveram certos avanços. Mas enquanto o Brasil gerou 6,5 milhões de postos de trabalho entre 2007 e 2010, 42 mil empregos para pessoas deficientes foram fechados.
Nas escolas, a falta de assistência especializada é a barreira. Em 2008, 93 mil estudantes com deficiência foram inscritos na rede pública. Em 2014, esse número caiu para 61 mil.
Para as entidades, "o governo tem feito pouco para conscientizar a sociedade e promover os direitos e dignidade das pessoas com deficiências". Apesar das promessas feitas à sociedade civil, até hoje nenhuma campanha tem sido organizada para que se conheça os direitos dos deficientes", completou o informe apresentado pelos grupos.
A direção do Shopping Novo Batel acatou a sugestão da associação União de Pais Pelo Autismo (Uppa) para receber crianças e jovens com deficiência – não exclusivamente com autismo – uma vez por mês para uma sessão de cinema exclusiva para filhos e pais. A ideia surgiu depois do incidente da semana passada em que uma mãe acusou o diretor do shopping de discriminar seu filho em uma cafeteria. No último domingo, pais de pessoas com deficiência fizeram um encontro na praça de eventos do shopping.
A primeira sessão está marcada para o dia 5 de outubro e o filme, de temática infantil, ainda será definido.
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Uma vez por mês uma das salas de cinema se transformará em um ambiente mais acessível, com som mais baixo e maior luminosidade durante a sessão. As crianças também ficarão mais à vontade caso desejem levantar e caminhar pela sala ou entrar e sair durante o filme. Segundo a presidente da Uppa, Adriana Czelusniak, a parceria é um grande ganho para a inclusão cultural, pois a alta sensibilidade e hiperatividade das crianças com autismo não permitem que elas frequentem salas de cinema comuns.
Há meses ela tentava uma parceria com outras redes de cinema, sem nunca receber resposta.
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A União dos Taxistas de Curitiba (UTC) fará hoje a entrega do “Dossiê Uber e Pirataria”, elaborado pela associação, à Câmara Municipal. O material já foi entregue ao Ministério Público estadual, ao Procon e ao secretário de Governo Municipal da prefeitura de Curitiba, Ricardo Mac Donald Ghisi. Os taxistas da UTC também já se reuniram com a deputada federal Cristiane Yared e com deputados estaduais.
Presença vip
O arquiteto carioca Paulo Mendes da Rocha confirmou presença na abertura oficial da exposição “Nos pormenores um universo”, amanhã, no Museu Oscar Niemeyer. A mostra homenageia o centenário de nascimento do arquiteto curitibano João Batista Vilanova Artigas, de quem Rocha é discípulo.
Nesta sexta-feira, 28 de agosto, o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, lança o primeiro posto da Central de Libras, no Centro de Tecnologia e Inclusão, em São Paulo. A ação é voltada à inclusão da pessoa com deficiência auditiva. Outros nove pontos de atendimento serão lançados durante o mês de setembro e complementados com outros 40, até o final deste ano, somando 50, em todo o Estado de São Paulo. A Central de Libras consiste em uma tradução simultânea, por vídeo, para estabelecer uma comunicação entre a pessoa surda e a instituição que está prestando o atendimento, com a mediação remota de intérpretes fluentes em Libras. Na prática funciona assim: o surdo entra no estabelecimento e procura o responsável pelo atendimento. Sabendo que se trata de um surdo, a pessoa é levada à Central de Libras que, por meio de um computador, apresenta sua questão/dúvida em Libras e o intérprete remoto traduz para o atendente. O Atendente responde em Português e o intérprete remoto transfere imediatamente a informação para o solicitante surdo. O primeiro ponto entregue será no Centro de Tecnologia e Inclusão, espaço da Secretaria que disponibiliza cursos para pessoas com e sem deficiência, no Parque Fontes do Ipiranga, mesmo local onde funcionará o Centro Paraolímpico Brasileiro. O Estado de São Paulo conta com 1.893.359 surdos, segundo dados do Censo IBGE/2010.
SERVIÇO Lançamento Central de Libras do Governo do Estado de São Paulo lançada pela Secretaria de Estado dos Direitos da pessoa com Deficiência Data: 28 de agosto Local: Centro de Tecnologia e Inclusão – Parque Fontes do Ipiranga Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 11,5, São Paulo /SP - bairro Jabaquara TODOS ESTÃO CONVIDADOS! http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ultimas-noticias/governo-de-sao-paulo-lanca-central-de-librasacao-pioneira-para-inclusao-de-pessoas-surdas
Programa PlayTable de Acessibilidade oferece até 60% de subsídio para aquisição de mesa digital
Condições especiais são voltadas à pessoa física e instituições sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças com deficiência
Depois de firmar parceria com a Escola Municipal Adelaide Starke, de Blumenau (SC), para a realização de um projeto piloto em educação inclusiva com o uso da PlayTable, primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, a Playmove lança o Programa PlayTable de Acessibilidade. A iniciativa oferece 60% de subsídio à pessoa física e 50% a instituições privadas sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças com deficiência para aquisição da mesa digital desenvolvida pela empresa, além da possibilidade de parcelar a compra em até 6 vezes no cartão de crédito (ver termos e condições no site). O programa, que pretende alcançar 100 instituições em todo o Brasil até o primeiro semestre de 2016, tem como objetivo aumentar a qualidade de desenvolvimento e inclusão digital de crianças com necessidades especiais.
Presente em aproximadamente 350 escolas públicas e privadas de todas as regiões do Brasil, a PlayTable é utilizada como ferramenta ludopedagógica em instituições de ensino que também atendem crianças com deficiência, como é o caso da Escola Municipal Adelaide Starke e as salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) do ensino municipal de Fraiburgo (SC), mas o programa pretende agora atingir instituições específicas para este atendimento. De acordo com o diretor geral da Playmove, Marlon Souza, empresa responsável pela criação e desenvolvimento da mesa digital, desde 2014, quando a solução foi lançada, é possível perceber um aumento no interesse de pais na aquisição da mesa. “As crianças que têm acesso à PlayTable na escola apresentaram um desenvolvimento além do comum. Por isso, queremos facilitar as condições para que essas famílias tenham a ferramenta também em casa e difundir seu uso em insituições especializadas”, conta.
Para o especialista em ludopedagogia da Playmove, Cristiano Sieves, a solução favorece o desenvolvimento motor, cognitivo e psíquico de crianças com diferentes níveis de deficiência motora ou psíquica e, por isso, a mesa digital tem ganhado adesão em escolas de educação especial. “Além de ser resistente, lacrada e totalmente segura porque é feita de plástico e possui cantos arredondados, a tela da PlayTable conta com uma tecnologia de sensor infravermelho, que reconhece objetos de plástico, metal, feltro, além do toque do dedo e de outras partes do corpo”, explica. Todos os jogos exclusivos da mesa possuem diferentes níveis de aprendizado, acompanhando e auxiliando o desenvolvimento da criança. Os aplicativos contam ainda com elementos visuais de fácil compreensão e auxílio auditivo. A longo prazo, a Playmove pretende desenvolver novos jogos e ferramentas específicas para o trabalho com crianças com diferentes tipos de deficiências.
O Programa PlayTable de Acessibilidade é exclusivo para pessoas físicas responsáveis por crianças com deficiência e instituições privadas sem fins lucrativos especializadas no atendimento a crianças deficientes. Para conhecer mais, acesse a página do Programa no site da PlayTable:www.playtable.com.br/acessibilidade
Empresa de Blumenau (SC), fundada em 2013. A Playmove é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções tecnológicas para educação infantil e ensino fundamental. Criadora e desenvolvedora da PlayTable, a primeira mesa digital com jogos educativos do Brasil, utilizada em escolas públicas e privadas no país. A PlayTable é uma mesa interativa e multidisciplinar, com jogos e aplicativos para crianças a partir de 3 anos de idade, voltada ao desenvolvimento das habilidades cognitivas e motoras dos pequenos. A tecnologia touch screen se caracteriza pela fácil usabilidade, inclusive, por ser acessível a crianças com deficiência. (fonte: PlayTable)