segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Brinquedo Adaptado

 

Imagem Brinquedos Adaptados
Pessoas com:
  • deficiência auditiva
  • deficiência intelectual
  • deficiência física
  • deficiência múltipla

Modelo:

Modelo 2009

Finalidade:

Os brinquedos adaptados permitem que a criança com dificuldade motora possa interagir e brincar com autonomia. São excelentes estímulos para iniciar um trabalho com acionador.

Categoria ISO 9999:2007:

30 03 Brinquedos

Empresa/Instituição:


Fabricante:


Distribuidor:


Outra(s) informação(ões) sobre o produto que a sua empresa/instituição considera importante:

Vários modelos de brinquedos que são classificados em:
*Brinquedos com som, luz e movimento
*Brinquedos com som
*Brinquedos com luz

Observações gerais do produto:

*Os brinquedos adaptados são estímulos para iniciar um trabalho com acionador. A criança ao pressionar um acionador e ligar um brinquedo cria uma relação de causa e efeito com o acionador que futuramente pode ser transferida para um acesso a informática, ao controle de ambiente ou até mesmo ao controlar uma cadeira motorizada

*Todos estes brinquedos possuem saída para um acionador que pode ligar e desligar o brinquedo ou mate-lo funcionando enquanto pressionado. Estas funções poderão ser modificadas de acordo com o acionador utilizado
* Todos os brinquedos funcionam com pilhas. (Não inclusas)


Produto publicado em: 10 / 2009
Produto atualizado em: 08 / 2011
Para pessoas:
deficiência visual
Empresa:
Para pessoas:
deficiência intelectual
deficiência visual
Empresa:

Estudo comprova que tablets melhoram as capacidades verbais de crianças com Autismo

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Estima-se que cerca de 30% das crianças com Autismo não desenvolvem fluência para poder ter uma interação verbal funcional em aspectos sociais complexos. Devido a este aspecto, uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), dirigido por Connie Kasari, realizou um estudo de três anos com o objetivo de descobrir se o uso de tablets  potencializava o desenvolvimento da linguagem verbal e como consequência, melhorava a interação social.
O estudo incluiu 61 crianças com Autismo com idades entre 5 e 8 anos. Durante seis meses, cada criança recebeu terapia objetivando a comunicação em uma finalidade social, estimulando a interação por meio do desenvolvimento de jogos. Metade das crianças, também selecionadas aleatoriamente, receberam apoio através de um tablet. Os pesquisadores descobriram que as crianças que usaram tablets eram mais propensas a usar a linguagem espontaneamente desenvolvendo mais habilidades sociais do que as crianças que não usaram. Em ambos os grupos a metodologia foi a mesma, com exceção da introdução ao dispositivo tecnológico.
“Foi notável o quão bem o tablet funcionou para melhorar o acesso à comunicação para essas crianças”, disse Kasari, professor de desenvolvimento humano e psicologia na Faculdade de Educação da UCLA e professora de psiquiatria da UCLA Instituto Semel para Neurociência e Comportamento Humano. “As crianças que receberam a intervenção comportamental com o tablet para apoiar as suas tentativas de comunicação têm avançado muito mais rápido para aprender a se comunicar, e em particular quanto ao uso da linguagem falada.”
Obviamente, o simples uso do tablet por a criança não garante o aprendizado por si só, para resultados como este exige-se uma metodologia que incentive a comunicação verbal e também a interação social. O tablet é apenas uma ferramenta, embora muito poderosa pelo feedback e estimulação visual e auditiva gerada,  e é através desse interesse e atenção que este dispositivo desperta, que existe a potencialidade para usá-lo uma grande ferramenta.
Quem se interessou pelo assunto e quer detalhes, eis a referência:
Connie Kasari, Ann Kaiser, Kelly Goods, Jennifer Nietfeld, Pamela Mathy, Rebecca Landa, Susan Murphy, Daniel Almirall.Communication Interventions for Minimally Verbal Children With Autism: A Sequential Multiple Assignment Randomized TrialJournal of the American Academy of Child & Adolescent Psychiatry, 2014; 53 (6): 635 DOI:10.1016/j.jaac.2014.01.019
Imagem: ebayink

 

domingo, 5 de outubro de 2014

Em PE, paciente com esclerose lateral amiotrófica deixa hospital para votar

Paciente com esclerose lateral amiotrófica deixou hospital para votar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Paciente com esclerose lateral amiotrófica deixou hospital para votar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Há quem não faça tanta questão de exercer o direito do voto neste dia 5 de outubro. Porém em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, uma paciente com esclerose lateral amiotrófica (ELA) deixou pela primeira vez o hospital onde mora há dois anos para ir à urna. Otávia de Pontes Bandeira, 30 anos, não tem movimentos nos braços e nem nas pernas, mas, ainda assim, decidiu que iria votar. Acompanhada da mãe, ela saiu do hospital para a seção.
Otávia de Pontes Bandeira foi auxiliada pela presidente da seção e pelo mesário (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Otávia foi auxiliada pela presidente da seção e pelo
mesário (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Quando chegou ao local de votação, Otávia foi auxiliada pela presidente da seção e por um mesário. A mãe dela, Maria dos Anjos de Pontes, com quem se comunica por leitura labial, digitou os números dos candidatos. "Foi ótimo, foi maravilhoso. É como se fosse o casamento da Otávia", comemora. Maria dos Anjos também reproduziu as palavras da filha: "Eu gostei porque eu exerci minha cidadania".
Emocionada, a médica Rosangela Fonseca comenta que valeu a pena todo o esforço. "A sensação é de dever cumprido. A gente conseguiu realizar o sonho de uma paciente que vive no hospital há dois anos. E, inclusive, ela se emocionou muito durante o trajeto porque foi reconhecendo as ruas, disse que estava com muita saudade. Encontrou as amigas. É muito gratificante".
Caminho da cidadania
Paciente foi acompanhada por equipe médica (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Paciente foi acompanhada por equipe médica
(Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Levá-la ao lugar da votação exigiu plajenamento da unidade de saúde e de profissionais. "Fui verificar se havia condição. Daí eu pensei na estrutura. Em pegar a UTI [Unidade de Terapia Intensiva] Móvel e conduzi-la até o local de votação. Pedi autorização ao hospital e a gente conseguiu. É a primeira vez que ela está saindo. Ela é lúcida, consciente, orientada, tem a memória, a cognição. Então, pode votar e exercer o direito da cidadania", diz a clínica geral e intensivista Rosangela Fonseca.
O trajeto para a escola onde fica a seção de Otávia foi acompanhado também por um fisioterapeuta, que cuidou do equipamento que auxilia na respiração. "Na área da fisioterapia, a gente tentou deixar ela o mais confortável possível para que ela conseguisse chegar tranquila, na parte de aspiração", pontua o fisioterapeuta Diogo Cardoso.
Amigas foram até à escola para espera Otávia chegar (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Amigas foram até à escola esperar Otávia chegar
(Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Na escola, um grupo de amigas aguardava Otávia. "A mãe dela entrou em contato com a gente e viemos aqui para esperar. A gente escolheu um cartaz porque é uma coisa simples e de coração. Ela é uma superação, uma motivação. Quando a gente chega lá [no hospital], ela está sempre rindo. Nunca a vi triste, apesar da situação. Ela é uma superação de vida mesmo. Para quem não gosta ou não quer vir às urnas tem que ver isso, porque é incrível a vontade dela de mostrar a democracia. Ela é uma guerreira mesmo", comenta a vendedora Amanda Barbosa.
Para Maria dos Anjos, a filha é um exemplo para as pessoas. "Eu acho muito importante até porque é o dia da eleição, né? É muito importante você escolher o candidato. Vejo outras pessoas dizendo 'Ah, eu não vou não' e eu pergunto o porquê. Eu acho muito importante você escolher seu administrador. Minha filha é um exemplo de cidadania. Ela tinha que votar. Se ela não votasse, iria ficar muito triste. Quando confirmou [que iria votar], o sorriso foi escandaloso".
Maria dos Anjos de Pontes e Otávia de Pontes Bandeira (Foto: Paula Cavalcante/ G1)Maria dos Anjos de Pontes e Otávia de Pontes Bandeira (Foto: Paula Cavalcante/ G1)
Sobre a doença 
De caráter progressivo e com incidências 10% genética e 90% esporádica, a ELA afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular. Famosos aderiram ao "desafio do balde de gelo”, uma campanha que pretende chamar a atenção para o mal degenerativo. Além de ser uma doença ainda sem cura, a esclerose amiotrófica tem um diagnóstico difícil. São necessários cerca de 11 meses para detectar a doença. Os únicos tratamentos que existem buscam retardar a evolução da doença. No Brasil, há medicação oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas, segundo especialistas na doença, na maioria dos casos, só há fornecimento quando o paciente já perdeu cerca de 50% dos neurônios motores.
G1

sábado, 4 de outubro de 2014

Música e autismo: uma dupla que dá certo!!


  • O autismo é um universo desconhecido por muitas pessoas. É um transtorno que desafia a ciência, por ser complexo, ter causa desconhecida, diferentes graus e diferentes apresentações: pode haver tanto crianças que não conseguem falar, quanto outras que apresentam habilidades extraordinárias. Quando os pais descobrem que tem um filho autista sentem-se bem confusos e temerosos, principalmente em relação ao grau do transtorno.
    Os estudos mostram que a rede de neurônios que coordena a comunicação e os contatos sociais são organizados de uma forma diferente em autistas. O transtorno afeta quase todos os aspectos do comportamento humano: a fala, o interesse por amizades e vida social, os movimentos do corpo, as emoções e as interações.
    O autismo deve ser diagnosticado precocemente, por meio de testes de comportamentos e questionários respondidos pelos pais. Sabemos que a plasticidade cerebral (estrutura cerebral que é capaz de se modificar de acordo com os estímulos recebidos) é muito intensa dos 0 aos 6 anos. Nesta fase inicial, o tratamento apresenta melhores resultados. Depois disso, as deficiências não são mais tão minimizadas, portanto é essencial buscar ajuda cedo, caso a família perceba índícios de autismo na criança. Os pais devem ficar atentos a:
    • Atrasos na fala;
    • Olhar distante. Muitas vezes não responde quando é chamado pelo nome;
    • Não interage a estímulos afetivos, como um olhar, um abraço ou um sorriso. Atitude ausente;
    • Quando bebezinho, não estica os braços para ser tirado do berço. Muitas vezes, faz movimentos repetitivos para chamar a atenção;
    • Brinca de forma sistemática, não lúdica. Ex: Em vez de interagir com o boneco (mundo da imaginação), prefere alinhá-lo a outros brinquedos, enfileirando-os;
    • Na presença de outras crianças se isola, por falta de interesse.
    Ao perceber estes indícios, os pais devem procurar ajuda de um especialista, pois só ele poderá dar o diagnóstico. O tratamento do autismo é multidisciplinar (envolvendo psicólogas, psicopedagogos, terapeutas comportamentais, etc) e deve ser iniciado o mais rápido possível, pois o autismo traz uma série de fatores agregados. É importante a união e colaboração de todos que tem contato com a criança autista, principalmente da família, além de muita paciência e amor pela criança durante o processo, que em geral é lento. Respeitar o tempo e o limite da criança é muito importante, mas sem deixar de trabalhar as dificuldades. É importante ensinar à criança autista que para um relacionamento funcionar, são necessários pequenos gestos de gentileza (contato visual, cumprimentar as pessoas, conversar, etc). Indivíduos autistas não possuem estas habilidades, mas é algo que pode ser aprendido, apesar de para eles não ser algo natural nem prazeroso.
    Apesar de ser um transtorno incurável, as pesquisas mostram que existem muitos autistas que, por terem boa assistência durante a infância, cresceram e se desenvolveram muito bem, e muitos inclusive apresentaram inteligência superior em certas áreas, se destacando no mercado de trabalho.
    O fato de pensar de uma forma muito lógica faz com que muitos autistas tenham muita facilidade em matemática e em música. Aliás, cada vez mais estudos apontam a música como ferramenta poderosa para desenvolver habilidades, inclusive em crianças autistas. Somos estimulados através dos sons (matéria-prima da música), desde o quinto mês de vida intra-uterina, quando nosso sistema auditivo está apto para receber informações. A música é interessante para a criança desde sempre e isso é maravilhoso, porque a motivação (vontade e interesse em querer aprender o conteúdo) é essencial para a construção da aprendizagem. Os pais dos autistas geralmente recebem orientações para que estejam atentos aos interesses do seu filho, porque ao descobri-los poderão utilizá-los como links para desenvolver diversas habilidades. A música é sem dúvida uma destas pontes, que atraem a atenção da criança autista e que é uma facilitadora da aprendizagem. Estudos de ressonância magnética funcional apontam que a música causa um efeito único em pessoas autistas, principalmente como intervenção terapêutica. A música, quando utilizada de forma adequada, é capaz de relaxar, trazer sensação de bem-estar, o que pode auxiliar de forma natural no tratamento em conjunto com outras terapias. Outro fato importante é que pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), apesar de terem grande dificuldade em perceber sentimentos nas expressões faciais, são capazes de perceber sentimentos de alegria e tristeza em uma peça musical, ou seja, os sentimentos de uma peça musical torna-se mais claro para um sujeito com TEA do que a visualização de expressões faciais. A música tem o poder de ser uma facilitadora de comunicação, mas para que o autista seja realmente beneficiado, com resultados a longo prazo, é necessário que a música seja utilizada de acordo com os interesses da criança, com um professor que realmente conheça as especificidades do transtorno e que saiba utilizar técnicas de musicoterapia (terapia alternativa que utiliza a música como ferramenta para desenvolver habilidades e objetivos pré-estabelecidos no indivíduo). Nas aulas, são utilizadas atividades que promovem um vínculo de respeito e confiança entre o aluno e o professor, que planeja as interações de acordo com a maturação biológica do aluno. O espaço onde as aulas acontecem deve ser seguro, livre de distrações e o material oferecido não deve oferecer qualquer perigo.
    Nas aulas de música para autistas, as atividades são diversificadas, com metas bem definidas. Os exercícios são lúdicos, com diversos objetivos, como socializar a criança (através de brincadeiras de roda, brincadeiras em dupla, onde o contato visual é estimulado e valorizado), desenvolver sua psicomotricidade (através de jogos psicomotores, pedagógicos, canções utilizando sons do corpo, manuseando instrumentos musicais), a linguagem (através de jogos cênicos, contação e organização de histórias cantadas com figuras associadas, jogos de tabuleiro), dentre outros. Brincando, a criança associa gestos e movimentos a conceitos musicais mais abstratos, aprende regras sociais, aumenta sua expressividade e descobre o mundo de forma agradável. Além disso, descobrimos através das brincadeiras os interesses e necessidades individuais da criança, o que é de suma importância, pois através destas descobertas as pessoas que interagem com o autista poderão utilizar estes interesses como temas para desenvolver conteúdos específicos. Exemplo: muitos autistas demonstram interesse por animais, dinossauros, outros preferem carrinhos, trens, etc. O professor geralmente percebe estes interesses e utiliza nas aulas, pois a motivação é essencial para a construção da aprendizagem de diversos conteúdos.
    A música é uma arte extremamente acessível a todas as classes sociais. As famílias também podem estimular seus filhos em casa através da música. Existem músicas sobre qualquer tema, para trabalhar diversos conteúdos. É necessário, porém, muita pesquisa, dedicação e muita observação por parte da família em relação à criança, no sentido de descobrir os interesses dela, para fazer com que ela se interesse em interagir com as propostas. Se a criança gosta de pular, procure músicas que estimulem os movimentos corporais. Se a criança demonstra interesse por instrumentos musicais, compre tamborzinhos, clavas, chocalhos e toque com ele, acompanhando diversos estilos musicais. Se ele gosta de brincar com a bola, ligue o som com uma música que ele gosta e brinque de bola com ele olhando nos olhos e toda vez que ele olhar nos seus olhos, comemore com muita animação. Sabemos o quanto é difícil para o autista o contato visual, portanto, devemos criar atividades que estimulem o desenvolvimento desta habilidade.
    Brincar com a música, é muito mais do que diversão. É uma linguagem essencial, onde a criança aprende a se expressar melhor e descobrir o mundo. Ela pode ser a ferramenta que fará grande diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida da criança autista. A música está disponível a todos e é muito poderosa. Que tal experimentar?
 

TOC – Transtorno obsessivo-compulsivo

TOC, ou transtorno obsessivo-compulsivo, é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade descrito no “Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais -DSM.IV” da Associação de Psiquiatria Americana. A principal característica do TOC é a presença de crises recorrentes de obsessões e compulsões.
Entende-se por obsessão pensamentos, ideias e imagens que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira. Como um disco riscado que se põe a repetir sempre o mesmo ponto da gravação, eles ficam patinando dentro da cabeça e o único jeito para livrar-se deles por algum tempo é realizar o ritual próprio da compulsão, seguindo regras e etapas rígidas e pré-estabelecidas, que ajudam a aliviar a ansiedade. Alguns portadores dessa desordem acham que, se não agirem assim, algo terrível pode acontecer-lhes. No entanto, a ocorrência dos pensamentos obsessivos tende a agravar-se à medida que são realizados os rituais e pode transformar-se num obstáculo não só para a rotina diária da pessoa como para a vida da família inteira.
Em geral, os rituais  se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença.
Classificação
Existem dois tipos de TOC:
a) Transtorno obsessivo-compulsivo subclínico – as obsessões e rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;
b) Transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito: as obsessões persistem até o exercício da compulsão que alivia a ansiedade.
Sintomas
Em algumas situações, todas as pessoas podem manifestar rituais compulsivos que não caracterizam o TOC. O principal sintoma da doença é a presença de pensamentos obsessivos que levam à realização de um ritual compulsivo para aplacar a ansiedade que toma conta da pessoa.
Preocupação excessiva com limpeza e higiene pessoal, dificuldade para pronunciar certas palavras, indecisão diante de situações corriqueiras por medo que uma escolha errada possa desencadear alguma desgraça, pensamentos agressivos relacionados com morte, acidentes ou doenças são exemplos de sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo.
Frequência
Em geral, só nove anos depois que manifestou os primeiros sintomas, o portador do distúrbio recebe o diagnóstico de certeza e inicia do tratamento. Por isso, a maior parte dos casos é diagnosticada em adultos, embora o transtorno obsessivo-compulsivo possa acometer crianças a partir dos três, quatro anos de idade.
Na infância, o distúrbio é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, pode-se dizer que o número de casos é igual nos dois sexos.
Tratamento
O tratamento pode ser medicamentoso e não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina. São os únicos que funcionam.
A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem não medicamentosa com comprovada eficácia sobre a doença. Seu princípio básico é expor a pessoa à situação que gera ansiedade, começando pelos sintomas mais brandos. Os resultados costumam ser melhores quando se associam os dois tipos de abordagem terapêutica.
É sempre importante esclarecer o paciente e sua família sobre as características da doença. Quanto mais a par estiverem do problema, melhor funcionará o tratamento.
Recomendações
* Não há quem não tenha experimentado alguma vez um comportamento compulsivo, mas se ele se repete a ponto de prejudicar a execução de tarefas rotineiras, a pessoa pode ser portadora de transtorno obsessivo-compulsivo e precisa de tratamento;
* Crianças podem obedecer a certos rituais, o que é absolutamente normal. No entanto, deve chamar a atenção dos pais a intensidade e a frequência desses episódios. O limite entre normalidade e TOC é muito tênue;
* Os pais não devem colaborar com a perpetuação das manias e rituais dos filhos. Devem ajudá-los a enfrentar os pensamentos obsessivos e a lidar com a compulsão que alivia a ansiedade;
* O respeito a rituais do portador de TOC pode interferir na dinâmica da família inteira. Por isso, é importante estabelecer o diagnóstico de certeza e encaminhar a pessoa para tratamento;
* Esconder os sintomas por vergonha ou insegurança é um péssimo caminho. Quanto mais se adia o tratamento, mais grave fica a doença.
http://drauziovarella.com.br/letras/t/toc-transtorno-obsessivo-compulsivo/

Dica de filme para o fim de semana: Vermelho como o céu




Mirco é um garoto de 10 anos muito sensível, curioso, criativo e apaixonado pelo cinema. Um dia, sofre um acidente em casa ficando parcialmente cego. Rejeitado pela escola pública, que não o considera uma criança normal, Mirco é enviado a um instituto para pessoas com deficiência visual em Gênova. Lá descobre um velho gravador, com o qual passa a criar histórias sonoras.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Sonhe, Acredite.Trabalhe como um louco.

Muito bacana a dança em cadeira de rodas aparecer mais na televisão e mostrar que a dança é possível para todos!!!

Muito bacana a dança em cadeira de rodas aparecer mais na televisão e mostrar que a dança é possível para todos!!! Parabéns as bailarinas Renata Carvalho e Rosangela Bernabé ( trabalhos pioneiros da dança em cadeira de rodas)
http://globotv.globo.com/t/programa/v/fatima-exibe-video-antigo-do-jornal-nacional-sobre-bailarinas-deficientes/3647959/
Bailarinas se apresentam ao vivo no Encontro
globotv.globo.com
 

Menina sem dedos ganha prótese feita em impressora 3D por R$ 200

BBC

    Foto: BBC
    

Um mão biônica de plástico feita por uma impressora 3D mudou a vida da menina escocesa Hayley Fraser.

Hayley nasceu com um problema de saúde congênito na mão esquerda que a deixou sem dedos.

Click AQUI para ver o vídeo:

Médicos chegaram a sugerir uma cirurgia que retiraria um dedo do pé para ser usado na mão - mas os país acharam que ela ainda era muito pequena para esse tipo de procedimento.

Pesquisando na internet, os pais chegaram à prótese, feita por uma empresa americana ao custo do equivalente a R$ 200.

Com a nova prótese, de cor rosa, ela pode andar de bicicleta e pintar as unhas.


Convite Programação Infantil e Acessível - Circuito SP de Cultura



Nosso convite acessível em Libras, com narração e legenda sobre a programação especial do Mês da Criança, que contará com tradução para Língua Brasileira de Sinais em diversos espetáculos. Começa amanhã, dia 04 de Outubro. Mais informações sobre a programação completa, acesse:http://circuitospdecultura.prefeitura.sp.gov.br/


Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida