segunda-feira, 14 de abril de 2014

Dica de Filme: Dança das Cadeiras


  
   Um conto romântico de dois nova-iorquinos, Armando Ortiz e Mia Franklin,  e seu encontro improvável. A história conta como os dois se unem através de seu amor pela dança de salão.

   Mia é uma dançarino profissional bela e vivaz. Armando trabalha no estúdio de dança de Manhattan em troca de lições e fantasia de um momento em que ele vai dançar com Mia. 

    Mas um trágico acidente muda para sempre a vida de Mia. Após um acidente de carro, a dançarina acaba hospitalizada e perde os movimentos das pernas. Ao vê-la devastada e sem perspectivas, o aspirante a dançarino Armando tenta convencê-la a participar de uma competição de dança de cadeiras de rodas.
    Fiel ao seu coração, Armando dedica-se, junto com um grupo de desajustados coloridas, para ajudar a superar seus desafios Mia dolorosas e dançar mais uma vez.
   Assista o trailer do filme:


Infelizmente não achei o filme para ser assistido online. Mas se você achar, por favor nos envie!





Colocar-se no lugar do outro é um ótimo exercício para compreender as suas "necessidades".

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domingo, 13 de abril de 2014

Inclusão também nos parquinhos!!!!



 Esse da foto é o primeiro do projeto Anna Laura Parques Para Todos (ALPAPATO), recém inaugurado em São Paulo, na sede AACD Mooca. Lá tudo é acessível: caminhos, brinquedos e atividades bacanas para crianças com e sem deficiência brincarem juntas. Em breve, o projeto chega a várias outras cidades. #diadepraça
(Foto: ALPAPATO)
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Paranaense com QI de gênio cria tecnologia para deficientes




Michele de Souza tem um QI de gênio e síndrome de Asperger, a mesma que acometeu grandes físicos como Newton e Einstein. Ela cria equipamento de acessibilidade e reabilitação com tecnologia boa e barata para ajudar deficientes de todas as classes sociais.



GAZETA DO POVO

sábado, 12 de abril de 2014

Software educacional de apoio ao ensino de deficientes intelectuais



 

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http://www.minasdown.com.br/software-educacional-de-apoio-ao-ensino-de-deficientes-intelectuais/

O “Projeto Participar”, foi desenvolvido por Tiago Galvão e Renato Domingues sob supervisão do professor Wilson Veneziano como trabalho de conclusão do curso de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB).
O software educacional  é uma ferramenta pedagógica de apoio a professores atuantes no processo de alfabetização de jovens e adultos com deficiência intelectual. 
Para garantir que os alunos se familiarizem com o software, os desenvolvedores convidaram dois jovens, um rapaz e uma moça, com Síndrome de Down para gravar os vídeos que explicam as atividades.”Isso cria um laço com quem usa o programa. Ele se torna menos hostil”, acredita Maraísa Borges. A especialista ressalta que os deficientes intelectuais não se resumem a quem tem Síndrome de Down, mas sim a todos que têm dificuldades cognitivas de aprendizagem.
Para acessar o site do Projeto, Clique Aqui.
Para fazer o download do software Participar, Clique Aqui.
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Educação Inclusiva Pelo Mundo - Londres - Andréa Bonoli


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dispositivo elétrico devolve movimentos a homens com paralisia

Intervenção foi feita em quatro pacientes que haviam perdido grande parte de suas funções motoras há pelo menos dois anos. Com o tratamento, eles conseguiram realizar movimentos voluntários nos pés e quadris

Os pacientes Andrew Meas, Dustin Shillcox, Kent Stephenson e Rob Summers foram submetidos a um tratamento com estimulação elétrica para recuperarem suas funções motoras
Os pacientes Andrew Meas, Dustin Shillcox, Kent Stephenson e Rob Summers foram submetidos a um tratamento com estimulação elétrica para recuperarem suas funções motoras (Louisville University)
Pesquisadores anunciaram nesta terça-feira que quatro homens que haviam perdido a função motora do tórax para baixo há anos recuperaram a capacidade de realizar alguns movimentos voluntários. Isso foi possível após médicos terem implantado um dispositivo de estimulação elétrica na medula espinhal dos pacientes que imita os sinais transmitidos pelo cérebro para iniciar algum movimento.
Embora esses indivíduos não tenham voltado a andar, os especialistas consideram que o feito oferece esperança para o tratamento de pessoas que sofreram paralisia e que ouviram de especialistas que nada poderia ser feito para que os movimentos fossem recuperados.
O caso dos pacientes foi relatado em um artigo publicado no periódico Brain. Os pesquisadores responsáveis pelos testes com o dispositivo elétrico são das universidades de Louisville e da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos, e do Instituto de Fisiologia Pavlov, na Rússia.
Estudo inicial — A pesquisa se baseou em um estudo publicado em 2011 que relatava o caso do ex-jogador de baseball Rob Summers. Ele perdeu os movimentos do tórax para baixo após sofrer um acidente de carro em 2006, mas recuperou parte de suas funções motoras com o implante desse mesmo dispositivo elétrico. A comunidade científica recebeu esses resultados com cautela, considerando que eles precisariam ser replicados em mais pacientes.
O novo trabalho detalhou os efeitos da intervenção em outros três pacientes — os americanos Kent Stephenson, Andrew Meas e Dustin Shillcox —, além de relatar novos testas realizados no ex-jogador.
Todos os quatro pacientes eram classificados como portadores de dor crônica e de deficiência física por lesão medular, e haviam perdido os movimentos há pelo menos dois anos antes da intervenção. Dois deles também apresentavam uma lesão sensorial completa – ou seja, perderam não só os movimentos, mas também a sensibilidade nos membros lesionados — e acreditava-se que não havia chance de eles se recuperarem.
De acordo com os pesquisadores, os pacientes foram capazes de recuperar alguns movimentos voluntários imediatamente após o implante e a ativação do dispositivo, um resultado considerado “muito surpreendente” pelos especialistas. “Devido à estimulação, agora eles conseguem mover voluntariamente os seus quadris, tornozelos e dedos do pé. Isso é inovador e oferece uma nova perspectiva de que a medula espinhal, mesmo após lesões graves, tem um grande potencial de recuperação”, diz Claudia Angeli, professora do Centro de Pesquisa em Lesões da Medula Espinhal da Universidade de Louisville (KSCIRC, sigla em inglês) e uma das autoras do estudo. 
A pesquisa também mostrou que o tratamento ofereceu outros tipos de benefícios à saúde dos pacientes, como aumento da massa muscular, controle da pressão arterial e redução de episódios de fadiga muscular.
Técnica — O dispositivo implantado nos pacientes emite uma corrente elétrica com frequências diferentes em locais específicos da medula espinhal responsáveis por controlar o movimento dos quadris, joelhos, tornozelos e dedos do pé. De acordo com o estudo, conforme os testes foram sendo realizados, os participantes se tornaram capazes de realizar movimentos voluntários cada vez com menos estimulações. Para os autores, isso demonstra a habilidade que a medula tem em aprender e melhorar funções do sistema nervoso. “A crença de que nenhuma recuperação é possível na paralisia completa acaba de ser desafiada”, diz Susan Harkema, diretora do KSCIRC e responsável pelo primeiro estudo sobre o caso do ex-jogador de baseball Rob Summers.


Veja

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O desafio de incluir portadores de TDAH na escola

Por
Acadêmica de Jornalismo do CEULP/ULBRA

O Transtorno do de Déficit de Atenção e Hiperatividade, o TDAH, é geralmente identificado na infância e a maioria dos casos persiste até a fase adulta, segundo o CID 10 (Código Internacional de Doenças) é nominado como F.90 Transtorno Hipercinético. Este transtorno é caracterizado por três aspectos, impulsividade, hiperatividade e desatenção, afetando então de alguma maneira, os aspectos cognitivos, sociais e psíquicos do sujeito. De acordo com o DSM-IV(Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais), o sujeito deve apresentar estes sintomas em um período mínimo de seis meses.
Estudos científicos mostram que portadores de TDAH tem alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro, isto é, a parte responsável pela inibição do comportamento, como a memória, o auto controle, organização e planejamento . Acredita-se também que possa ter influências genéticas, pois perceberam que nas famílias que já tinham algum caso de TDAH. Atualmente não há cura para mas este tipo de transtorno é  tratável, quanto mais cedo  administrar os sintomas , melhor é o desenvolvimento social, acadêmico e emocional da pessoa.
O problema  é geralmente notado pelos professores quando as crianças iniciam atividades na escola a partir dos seis anos de idade, pois antes disso o  comportamento infantil é muito variável, o que não assegura, por si só, a identificação do TDAH. Para ser considerado como TDAH é necessário que estes comportamentos possam ser percebidos em vários ambientes, tais como: escola, casa e trabalho.
“Este transtorno geralmente é reconhecido em crianças do sexo masculino e há críticas em relação a este tipo de diagnóstico diante desta população, compreendendo que as crianças estão em uma fase de descoberta do mundo através de muitas visualizações na internet, televisão, jogos etc, ” diz  Mariana Miranda Borges , psicóloga na clínica Aprimore  e coordenadora do Serviço de Psicologia da Ulbra .
 
“É importante que após o diagnóstico, os pais continuem colocando os limites e os acompanhando” diz Mariana, psicóloga e coordenadora do Serviço de Psicologia da Ulbra.
 
O professor, assim como a escola conhece o dia-a-dia de seus alunos, e sabe qual deles têm dificuldades de aprendizagem ou comportamento prejudicial, podendo alertar aos pais para que busquem ajuda de um especialista.
Mas, o preconceito acerca desse assunto ainda é muito grande. A maioria dos  pais, quando surpreendidos pela sugestão de procurar ajuda, ficam amedrontados, e reagem muito mal, criando uma situação de estresse familiar e matrimonial. E neste caso o  apoio familiar é a base mais sólida para a otimização do tratamento, pois envolve afeto e dedicação.
“Muitos  pais interpretam erroneamente, não aceitam que devem procurar um especialista para ter uma melhor orientação” afirma Kallianna Novais Kós, professora na Escola Municipal Monteiro Lobato, em Palmas. Na unidade, ela dá aulas aos portadores de TDAH desde 2011, e é pós graduada em Atendimento Educacional Especializado (AEE), pela Universidade Federal do Ceará – UFC.
 
Professora Kallianna com os alunos Maria Tereza, 10 anos, e Guilherme M de Oliveira, 7 anos.
 
O diagnóstico do transtorno é realizado por um especialista geralmente (médicos neurologistas, psicólogos  com especialização em neuropsicologia e psicopedagogos)  em uma entrevista clínica, colhendo a historia da vida da criança juntamente com os pais, através  de uma avaliação baseado em uma lista de nove sintomas de hiperatividade e impulsividade.
Mariana acrescenta que é fundamental oferecer exames que observam atividade neuronal com  alguns testes psicológicos que verificam o desempenho cognitivo e a neurologia “ É importante também observar as capacidades visuais e auditivas, pois o comprometimento nestas áreas podem dificultar o foco e a manutenção da atenção durante a realização das atividades educacionais e laborais, podendo elaborar um diagnóstico errôneo.”
Uma vez diagnosticados, o professor tem condições de ajudar o aluno com o TDAH, sem prejudicar o andamento da turma, e através de algumas estratégias para facilitar o cotidiano desta criança na escola, com atividades lúdicas e concretas.
Kallianna diz que o  tratamento envolve uma equipe multidisciplinar, pois requer também aplicação de medidas pedagógicas e comportamentais  “O que criamos são rotinas, regras, procuramos pausas regulares entre as atividades, tempo extra para responder perguntas, estimulação e elogio verbal nas atividades realizadas”, explica  “Usamos  técnicas de organização, estratégias para atrair atenção do aluno na sala de aula.”
Existem alguns autores que acreditam que o uso de farmacológicos é essencial para o tratamento do mesmo, colocando as psicoterapias como algo complementar. Enquanto, outros profissionais acreditam que o uso medicamentoso pode ser substituído por psicoterapia e atividade física.
Mariana  acredita que o medicamento, atividade física e psicoterapia são possibilidades de tratamento “Entendendo que o medicamento irá atuar no nível neuronal, diminuindo as disfunções e tratando a impulsividade e a dificuldade de atenção; atividade física poderá ser uma forma de descarregar a energia, diminuindo a hiperatividade; já a psicoterapia terá o papel de tornar consciente as escolhas que o sujeito está fazendo, bem como orientar os pais e professores a lidarem com estas situações.”
O papel dos pais é dar suporte emocional porque normalmente elas são muito carentes. Sentar, conversar e dar carinho, a criança precisa de troca, de afeto. Isso ajuda muito no tratamento das crianças com TDAH. “É importante que após o diagnóstico deste transtorno em seus filhos, os pais continuem colocando os limites e os acompanhando” finaliza Mariana.

3˚ SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ACESSIBILIDADE

CREA-PR dá continuidade ao debate do assunto que vem norteando ações do Conselho em todo o Estado
Por Daniela Licht/CREIA-PR
IMG_50310O CREA-PR promoverá em março, nos dias 27 e 28, no auditório Gralha Azul da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, o 3˚ Seminário Internacional de Acessibilidade, em parceria com a instituição de ensino e a Prefeitura Municipal, através da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Após duas bem sucedidas edições realizadas em Foz do Iguaçu, em 2011 e 2013, neste ano o evento traz como tema principal Acessibilidade–Uma responsabilidade profissional e a expectativa de reunir mais de 500 pessoas para debater o assunto.
“Creio que está havendo uma conscientização maior das autoridades sobre a importância do tema acessibilidade. O CREA-PR vem alertando prefeitos e vereadores sobre a necessidade de alocar recursos orçamentários para obras de acessibilidade e a contratação de engenheiros em seus quadros próprios”, diz o assessor de acessibilidade do CREA-PR e membro da comissão organizadora do seminário, engenheiro civil Antonio Borges dos Reis. “A maioria dos obstáculos construtivos existentes nas cidades não podem ser quebrados em apenas uma gestão, por isso a importância da reunião de todos para o debate com foco no planejamento e organização de recursos”, completa.
Integram a programação do Seminário palestras proferidas pelo secretário Reginaldo Cordeiro (O Legado da Copa para a Acessibilidade), por Teresa Costa D’Amaral, do Instituto Brasileiro da Pessoa com Deficiência (Direitos da PcD) e pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça Sérgio Luiz Kukina, que abordará o STJ e o direito das pessoas com deficiência (PcD), entre outras.
“Idealizamos um programa que permitirá o acesso a duas vertentes do tema acessibilidade. A primeira são as inovações tecnológicas, voltadas principalmente aos profissionais e gestores que trabalham com a questão. A segunda é a necessidade e urgência da inclusão social intrínseca às diferenças, ponto que proporcionará uma percepção sobre as limitações das PcD e dos indivíduos como um todo e mostrará a importância de preparar nossas cidades para abraçar todos os cidadãos”, acrescenta o coordenador do evento, administrador Claudemir Marcos Prattes.
Também serão promovidas oficinas técnicas sobre Acessibilidade na Educação, Acessibilidade nas Edificações e Acessibilidade e Sustentabilidade, além dos paineis Inovações Tecnológicas e Convivendo com as Diferenças.
As inscrições para o 3˚ Seminário Internacional de Acessibilidade são gratuitas e podem ser efetuadas pelo site do CREA-PR.

Balanço Fórum de Acessibilidade do CREA-PR em 2013
• 24 reuniões
• Público de 1,5 mil pessoas
• Participação em Grupo de Trabalho do CONFEA para formatação de convênio com Ministério Público Federal para fiscalização de obras públicas