domingo, 10 de novembro de 2013

Estação de Acessibilidade promove inclusão social na Feira do Livro

Estação de Acessibilidade promove inclusão social na Feira do Livro Lúcia Righi/Especial
Foto: Lúcia Righi / Especial
Livros em braile, audiolivros, audiodescrição de filmes e cadeiras motorizadas são demonstrados na Estação de Acessibilidade na Feira do Livro. No estande da Associação Gaúcha de Pais e Amigos dos Surdocegos e Multideficientes (Agapasm), Alex Garcia recebe seus leitores com dedicação na 59ª Feira do Livro. Surdocego, ele é presidente Agapasm e acabou de lançar seu segundo livro: A Grande Revolução.

— Creio muito que todos nós, com nossas diferenças em realidade e verdade, somos obras grandiosas. Nesta crença, as lutas encontram ponto de equilíbrio e, assim, sustentando meu ser incompleto, sigo adiante — avalia Garcia, para muitos, um exemplo de superação.

Logo ao lado, o Centro Cultural do Sesi, que oferece um sistema de audiodescrição do local para melhorar a acessibilidade, abriga atividades inclusivas como a Oficina de Poesia Inclusiva, ministrada por Roselaine Funari. Neste evento, os participantes, entre jovens e idosos, fizeram a "leitura de um jardim" a partir de folhas e pétalas e criaram poesias sobre suas sensações que serão recitadas em evento especial.

— As palavras são compostas de imagem. Por trás de todas as coisas existem tantas palavras e sensações. É isso que tentamos transmitir aqui — explica Roselaine, que idealizou o projeto de criação poética acessível a deficientes visuais e também é poeta.

Outras atividades inclusivas previstas na Feira:

— Neste domingo, dia 10 de novembro, no Salão Brigde do Clube do Comércio, será apresentado o Recital de Poesia Inclusiva, no qual os participantes da Oficina de Poesia Inclusiva, ministrada por Roselaine Funari, apresentarão seus poemas criados braile criados em braile.

— A Confraria das Letras em Braile apresenta 12 novos títulos que serão distribuídos no dia 12 de novembro, às 14h, em evento na Casa do Pensamento. Entre eles, o premiado Visita à Baleia, de Paulo Venturelli.

— Sesi realiza o Projeto Praia Acessível, que leva 15 cadeiras anfíbias ao Lami para levar autonomia a deficientes físicos nos dias 26 de novembro e 10 de dezembro.
ZERO HORA

Cupidity - Kismet Diner Subtitulado - Cornetto México

                                                 http://youtu.be/bbK0KqtuyFM

Compartilhar sentimentos, apenas o suficiente para fazer a conexão... Você acha? Unidos aprender de você, seu no meu

Foto: Para compartir sentimientos , solo basta hacer conexión..
¿Tu que piensas?
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Yo de ti, tu de mi
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Artista paraplégica faz acrobacias debaixo d’água com cadeira de rodas


Sue Austin não é uma pessoa comum – ela transforma problemas em grandes propulsores para melhorar sua vida e de pessoas ao redor dela. Depois de ficar paraplégica em 1996, não parou sua vida, e em 2005 fez seu primeiro mergulho de profundidade, e sentiu uma liberdade de movimentos inimaginável, e resolveu fazer o mesmo mergulho também na cadeira de rodas.
Quem disse que não? Com essa premissa, ela criou o grupo Freewheeling, com o objetivo de transformar o preconceito das pessoas com relação à cadeirantes em espetáculo visual e um tanto simbólico, em movimentos que mais parecem voos e acrobacias silenciosas. Como nunca havia sido feito nada parecido, ela pediu ajuda a engenheiros e acadêmicos para ajudá-la a equipar a cadeira com dois propulsores acoplados no banco e duas ‘nadadeiras’ de acrílico para conseguir manobrar. O projeto está ganhando notoriedade e tudo indica que se tornará realidade para possibilitar outros deficientes a vivenciar a mágica experiência do mergulho.
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Nesse vídeo do TEDx, ela fala um pouco sobre a trajetória dela, vale o clique (ativem a legenda em português):
Post por Razões para Acreditar.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Casal supera adversidades e se casa, apesar de debilitação do noivo Postado por Vera Garcia em 05.11.2013 | Arquivado em: Relacionamento e Comportamento, Sexualidade, Superação

O sonho de casar com o namorado da faculdade se realizou para a americana Larissa Murphy. Mas, para isso, o casal precisou enfrentar grandes adversidades. Além de um grave acidente que fragilizou as condições de saúde do noivo e de doenças familiares, os dois tiveram que conseguir permissão da Justiça para poderem ir juntos ao altar. Hoje, levam uma vida muito diferente da maioria dos jovens casais.
Casal antes do acidente Foto: Reprodução/Vimeo
Casal antes do acidente Foto: Reprodução/Vimeo
Larissa e Ian se conheceram em 2005, namoraram por 10 meses e já faziam planos de se casar quando um grave acidente mudou a história dos dois. Em setembro de 2006, uma batida de carro deixou Ian com danos cerebrais e sequelas permanentes.
— Nós vimos nosso futuro colidir junto com ele —escreveu Larissa no site Desiring God, onde conta a história do casal.
Diante dessas circunstâncias, ela fez a opção considerada mais difícil: se mudou para a casa de Ian para ajudar sua família a cuidar dele. Apesar de ele não conseguir se comunicar, eles continuaram namorando.
— Eu fazia tudo que podia para tornar sua vida divertida. Pensar nessa época é estranho, porque ele não podia falar nem comer. Devíamos parecer superestranhos quando saíamos juntos. Mas nos divertíamos, eu ficava falando o tempo todo.
Larissa ajudou a família de Ian a cuidar dele após o acidente Foto: Reprodução/Vimeo
Larissa ajudou a família de Ian a cuidar dele após o acidente Foto: Reprodução/Vimeo
Conforme as condições de saúde dele melhoraram, o pai de Ian começou a adoecer — ele foi diagnosticado com câncer cerebral. Os planos de se casar, que também eram desejo do pai, se fortaleceram ainda mais, mas ele não conseguiu resistir até o noivado do casal.
Larissa ainda teve que levar Ian a um juiz que autorizasse a união, já que ele era considerado incapaz de tomar decisões. Segundo ela, o juiz lhe disse que eles eram o exemplo do que é o amor. Com a autorização, o casal conseguiu realizar o sonho de se casar.
— O sofrimento foi uma marca permanente nos nossos 20 anos. Parece que o resto do mundo aproveita essa fase fazendo coisas muito legais. Nós assistimos aos nossos amigos se casando com saúde. Eu vi minhas amigas e irmãs encontrarem maridos que puderam dançar com elas no dia do casamento e levá-las à igreja no domingo. Mas à luz dos aspectos práticos, é muito simples: nós nos amamos — conclui Larissa.
Ela lançou um vídeo, em inglês, no qual conta a história do casal:
Fonte: Extra / Globo

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Instituto do RS disponibiliza e-books gratuitos e voltados a deficientes



G1

Os e-books, livros digitais, cada vez mais têm atraído a atenção dos leitores. A chance de aprender, de ler histórias e de conhecer um mundo novo pode ser compartilhada. Com o avanço tecnológico, os leitores do Rio Grande do Sul já têm mais de 25 mil e-books em português à disposição. Desses, cerca de 7 mil títulos podem ser lidos de graça.
O Instituto Estadual do Livro no RS é uma das instituições que já disponibiliza os livros digitais gratuitamente. Também são oferecidas obras para deficientes visuais e auditivos. "Na verdade é uma maravilha para todo mundo. A letra pode ficar maior e as pessoas podem preferir ler e não ouvir", explica Laís Chaffe, diretora da entidade.
Para o empresário Eduardo Melo, os e-readers, ou seja, os equipamente exclusivos para a leitura, não caíram no gosto do brasileiro, mas o iPad, por exemplo, todo mundo conhece. Com a entrada dos tablets, vários autores começaram a ter as obras digitalizadas ou publicar direto na internet. "Todas as livrarias grandes que comercializam ebooks em português oferecem opções gratuitas. São coleções de editoras, livros de autores oferecidos gratuitamente", explica Melo.
Para incentivar o gosto pela leitura, uma escola promove desde cedo o contato dos alunos com os tablets. "Assim eles se tornam leitores e também desbravadores de novos conhecimentos, leitores do mundo digital", conta Ana Margarida Chiavaro, coordenadora pedagógica da educação infantil. Já para os alunos maiores, há outra maneira de incentivo.
Além de poderem ler, os estudantes também produzem os ebooks. "Se a gente acredita que a escola é uma experiência para a vida, então isso também faz parte da aexperiêcia. O aluno vai experimentar coisas agora, para que no futuro ele também seja um leitor de ebooks e de outras plataformas", conclui Adriana Gandin, especialistas em tecnologia da educação.

Presidência da República recruta trabalhadores com deficiência

Presidência republica
Presidência da República dá início à ação que visa ampliar a presença de pessoas com deficiência em seu quadro de servidores.
Foi publicado nesta sexta-feira (27/9) no Diário Oficial da União o Edital de Chamada Pública para apresentação de currículos de pessoas com deficiência que sejam servidores federais e possam ser requisitados para trabalhar na Presidência. A chamada publica também investe na acessibilidade e seu texto também está sendo divulgado em um vídeo com interpretação em Libras, locução e legenda. O texto remete para um formulário eletrônico a ser preenchido pelos interessados.
Existem 4.500 servidores com deficiência na Administração Publica Federal, autodeclarados no Siape, segundo levantamento feito pela Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério do Planejamento. No caso da Presidência, como não existe um concurso público próprio e os quadros são formados por servidores requisitados de outros órgãos e por cargos comissionados, a estratégia encontrada para criar uma ação afirmativa própria de aceleração da inclusão de pessoas com deficiência foi a realização dessa chamada publica.
A politica de cotas no mercado de trabalho é uma ação afirmativa que tem acelerado o processo de inclusão de pessoas com deficiência no Brasil. Na iniciativa privada, o percentual obrigatório de pessoas com deficiência nos quadros deve ser aplicado a partir de 100 funcionários e varia entre 2 a 5%, de acordo com o numero de funcionários total da empresa. No setor publico, o percentual é de 5 a 20% de reserva de vagas nos concursos públicos, à medida que eles vão acontecendo. Não é com base no numero de pessoas existentes na carreira ou no órgão e sim por certame.
Neste momento, a chamada pública envolve cerca de 60 perfis diferentes de servidores que poderão ser requisitados, a partir da demanda real apresentada por cada um dos órgãos envolvidos na ação. A meta é que até dezembro de 2013 o Palácio do Planalto conte com 22 novos servidores com deficiência. A ação poderá se repetir em outros anos e deverá contar com um comitê de acessibilidade para garantir as tecnologias assistivas necessárias para que o servidor possa exercer suas atividades com plena capacidade.
"Trazer mais pessoas com deficiência para a convivência dos servidores da Presidência tem uma importância histórica e politica muito grande, pois confirma ainda mais o estreito compromisso do governo brasileiro com os princípios e regras da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, tratado de direitos humanos ativamente negociado pelo Estado brasileiro e ratificado em 2008, com valor de emenda constitucional", diz a assessora especial da Secretaria-Geral, Lais de Figueiredo Lopes.
A Chamada Pública faz parte do Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência na Presidência da República, coordenado pela Secretaria-Geral com o apoio de diversos órgãos da Presidência, em especial, da Secretaria de Direitos Humanos. Lançado na semana passada, em homenagem ao dia nacional de luta das pessoas com deficiência (21), o programa visa assegurar a inclusão, a participação social e os direitos desse grupo de pessoas nas dependências da Presidência da República e na utilização de seus canais de interação. O programa é composto por 59 ações que envolvem desde adaptações nas edificações (especialmente o Palácio do Planalto e seus anexos), aquisição de ajudas técnicas e tecnologias assistivas (como cadeiras de rodas, sinalização tátil e veículos adaptados), além de ações de comunicação, sensibilização e capacitação das equipes para o atendimento adequado a pessoas com deficiência.
Para essa construção, a equipe técnica envolvida visitou programas semelhantes nos outros poderes, destacando-se o STF sem Barreiras, o Senado Inclusivo e o Programa de Acessibilidade da Câmara dos Deputados. Foi feito um amplo diagnostico das condições de acessibilidade do Palácio do Planalto e um consequente plano de ação com 60 produtos, dos quais a maioria já esta em andamento e devem ser concluídos ate o final de 2014.
A inclusão de pessoas com deficiência é uma agenda prioritária do Governo Federal que esta investindo 7,5 bilhões de reais por meio de politicas executadas por diferentes ministérios no Plano Viver sem Limites, coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos. "É uma ação coerente com as demais politicas existentes no Governo Federal que abarcam as peculiaridades das pessoas com deficiência", complementa Laís.
Pessoas com deficiência – Pessoas com deficiência são pessoas como quaisquer outras, com protagonismos, peculiaridades, contradições e singularidades. Pessoas que lutam por seus direitos, que valorizam o respeito pela dignidade, pela autonomia individual, pela plena e efetiva participação e inclusão na sociedade e pela igualdade de oportunidades, evidenciando que a deficiência é apenas mais uma característica da condição humana.
Para dúvidas ou mais informações, entre em contato pelo email
  inclusaopcd@presidencia.gov.br.
Mais informações no Link:

Fonte de informação da assessoria de comunicação do ICEP BRASIL
Site:              www.icepbrasil.com.br

sábado, 2 de novembro de 2013

SEBRAE promove discussão promove discussão sobre ACESSIBILIDADE em hotelaria


O SEBRAE está promovendo dia 12/11 das 8:30 às 11:30 em sua sede no Parolin, Rua Caeté, uma discussão sobre este assunto, procurando alertar o segmento que investir em acessibilidade é um bom negócio, principalmente lembrando que ano que vem teremos a Copa, em 2016 as Olimpíadas e Paralimpíadas, sem contar que o turismo da melhor idade é o único não sazonal e que depende de ambientes seguros e acessíveis.

Participem desta discussão e ajudem a divulgar nas redes sociais e em suas listas de contato.(ver convite em anexo)

Inscrições gratuitas: comercial@abihpr.com.br

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Casa adaptada para pessoas com deficiência

Eline Paz cadeirante poderá ser beneficiada com a nova lei. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A.Press
Elaine Paz Rodrigues, 32 anos, pega três ônibus para chegar ao trabalho. Como é tetraplégica e se locomove com a ajuda de uma cadeira de rodas, tem dificuldades maiores que outros usuários de ônibus para chegar ao trabalho, na Prefeitura do Recife. As dores de cabeça de Elaine não param por aí. Moradora do Jordão Alto, na capital, vive em uma casa sem espaço suficiente, com “excesso de paredes” para sua cadeira, como costuma dizer. Se tivesse dinheiro suficiente, promoveria uma reforma no imóvel para viver mais confortável.
Ontem, a Prefeitura do Recife anunciou a elaboração de um projeto de lei para beneficiar pessoas como Elaine. A ideia é criar o Minha casa sem limites, que prevê a reforma em residências de pessoas com deficiência que tenham baixa renda, adaptando essas habitações populares às normas de acessibilidade. O serviço seria feito pela Prefeitura do Recife.
Caso seja aprovado na Câmara de Vereadores, as pessoas serão selecionadas através de edital, mediante seleção pública, que será organizado pela Secretaria de Habitação do Recife. Recifenses com algum tipo de dificuldade motora, a exemplo de cadeirantes, cegos, vítimas de trombose e outras doenças que prejudicam a locomoção, são o público-alvo.
As intervenções serão realizadas apenas em unidades residenciais já construídas, que tenham pelo menos um residente com deficiência que more no local há mais de um ano. Para participar do programa, os interessados deverão ter renda familiar de até três salários mínimos e também serem proprietários do imóvel, que não poderá estar localizado em área de risco.