Notem que a faixa de orientação tátil ocupa o eixo central da faixa livre para os pedestres. Assim, ficam definidas áreas específicas para os fluxos em sentidos opostos. A calçada portuguesa é um elemento contrastante de cor e textura que margeia a passagem. Nesses locais, tubulações podem ser implantadas sem que fique danificada a integridade da superfície e do perfil do caminho. https://www.facebook.com/Adaptse
Um paciente com paralisia cerebral terá o seu tratamento mensal pago pelo Estado de Mato Grosso e município de Alta Floresta. A decisão foi proferida pela juíza Milena Ramos de Lima Pro, da Seta Vara da Comarca de Alta Floresta. Em caso de descumprimento da sentença o Estado e o município terão que pagar multa diária no valor de R$ 5 mil.
O paciente depende exclusivamente de suplementos alimentares específicos que são ministrados via sonda. Com a decisão, ele receberá por tempo indeterminado uma sonda nasoenteral, fornecimento mensal de 21 unidade de Nutren, 19 unidades de Peptamen adulto, 4 unidades de Whey Protein Isolate, 75 unidades de glutamina, 150 frascos descartáveis de 300 ml, 30 equipamentos específicos para dieta enteral, além de 60 sondas para aspiração de traqueostomia.
“O poder público não pode erguer barreiras burocráticas, ensejando obstaculizar ou mesmo impedir o tratamento adequado ao cidadão carente, notadamente na hipótese dos autos, em que o autor necessita dos suplementos para sobreviver. O usuário do SUS tem o direito a atendimento que possibilite o seu tratamento de forma adequada”, destaca a magistrada em sua decisão.
Conforme ela, o direito à vida e a saúde não pode ser sacrificado pela obediência estrita a procedimentos orçamentários ou a critérios de prioridades estabelecidas pela administração, “pois este direito é assegurado a todos os membros da coletividade pela Constituição Federal”.
Em Brasília tem novidade na área de tecnologia. Em breve, a experiência pode chegar a todo Brasil e, talvez, a Portugal.
É um programa desenvolvido por dois alunos do departamento de computação da Universidade de Brasília. Para facilitar a alfabetização de estudantes com síndrome de Down e deficiência de aprendizagem.
O rapaz que aparece no vídeo tem síndrome de Down. Ele é o orientador virtual do programa "Participar", feito para pessoas com deficiências de aprendizagem. O objetivo é ensinar esses estudantes, com mais de catorze anos, a usar o computador e a internet.
“Nós temos cerca de 600 vídeos, que compõem esse software. Uma parte deles é de comando. por exemplo, que diz que a pessoa não acertou a palavra ou não acertou a letra. Por outro lado se ela acertou. parabeniza a pessoa. Conduz a próxima lição”, explica o professor.
O programa é inédito e surgiu a partir do projeto de conclusão de curso de dois estudantes da UNB.
“Foi uma sensação muito boa ver que a gente estava ajudando pessoas, ver que a gente estava usando o que a gente aprendeu na faculdade para fazer algo bom para ajudar alguém. Foi muito legal mesmo”, conta o estudante Tiago Freire.
O programa ensina também a usar as redes sociais. Ele simula, por exemplo, uma sala de bate papo. Tonico, que é o ator dos vídeos explicativos, conversa com o aluno.
Foram três semanas em estúdio. Os vídeos foram gravados com portadores de síndrome de Down para que os alunos se identificassem com o conteúdo. A educadora Kelly Assunção já usou o software em sala de aula.
“Eles ficaram emocionados por ter um igual a eles dando os comandos. Eles comentavam: ‘Poxa, professora, se ele conseguiu eu também consigo, não é?’. Claro que vai conseguir. Nós já podemos dizer que temos resultados. Nós já temos alunos que não reconheciam letras e eles já reconhecem as letras. Eles já conseguem obedecer o comando. passar pra próxima lição. Isso pra nós é um avanço muito grande”, comenta a professora da APAE.
No Distrito Federal, os 13 centros de ensino especial da rede pública já tem o programa.
“Eles chegavam de cabeça baixa, tiravam as roupas e às vezes eu via lágrimas escorrendo na hora da foto. Sentiam vergonha daquilo”. A cena decorrente no dia a dia de trabalho da fotógrafa Kica de Castro a motivou a mudar as perspectivas daquelas pessoas que haviam perdido a autoestima por serem diferentes. Ao longo de cinco anos, Kica transformou a sala de um centro de reabilitação para pessoas com deficiência, onde tirava fotos para prontuários médicos, em um estúdio fotográfico com espelhos, maquiagens e acessórios. “Comecei a tratar os pacientes como modelos, como se fosse um editorial de moda”, contou.
A iniciativa, criada a princípio para diminuir o constrangimento e tristeza dos pacientes em frente à câmera, foi mais longe. Kica virou empresária e montou uma agência para modelos com deficiência em 2007. A fotógrafa, que começou com apenas cinco agenciadas, hoje já cuida de 80 modelos deficientes físicas, visuais, auditivas e intelectuais em todo o País, que fazem editoriais de moda, campanhas de grifes e desfiles. “Meu sonho não é uma semana de moda, mas a capa de uma revista masculina com uma modelo deficiente nua. Assim terei certeza de que a inclusão foi feita”, afirmou sobre o que quer conquistar.
Meu sonho não é uma semana de moda, mas a capa de uma revista masculina com uma modelo deficiente nua
Kica de CastroFotógrafa e dona de agência
Juliana Caldas, 26 anos, tem 1,22 m de altura. Ela já fez editoriais de moda e desfilesFoto: Fernando Borges / Terra
A “casa” que abriga os sonhos para que “beleza e deficiência não sejam mais palavras opostas” fica em uma sala aconchegante no Tatuapé, em São Paulo, onde Kica recebeu o Terra. É lá onde acontecem testes para integrar o casting e ensaios fotográficos da agência. “Não é mais uma coisa que ela faz apenas para a gente se sentir bem, é um trabalho”, comentou a modelo e atriz Juliana Caldas, 26 anos. Membro da agência desde 2010, Juliana contou que estranhou a proposta de trabalhar como modelo no início: “quando pensamos em moda, vêm à cabeça pessoas com 1,80 m”, afirmou ela que tem apenas 1,22 m de altura. “Mas a Kica mostrou que ser diferente é legal”, acrescentou.
Priscila Menucci, 38 anos, tem 91 cm de altura. Ela já representa duas marcasFoto: Fernando Borges / Terra
A reação da atriz e modelo Priscila Menucci, 38 anos, não foi diferente quando foi convidada pela fotógrafa a fazer parte da agência: “perguntei ‘oi?’”, contou. Mas Priscila, com 91 cm de altura, mergulhou na ideia e hoje já é representante da grife Fator Brasil, de roupas destinadas a pessoas com nanismo, e da marca de sapatos Via Mara. “Somos referência de moda também”, disse ela. Apesar de a maior parte do casting ser composta por mulheres, existe espaço para os homens. “Alguns são mais vaidosos do que todas as mulheres juntas”, comentou Kica.
Diego Madeira, 29 anos, teve má-formação na coluna vertebral. Na imagem, ele posou junto à modelo Rayane Landim, que tem paralisia cerebralFoto: Kica de Castro / Divulgação
É o caso, segundo ela, do jogador de basquete e modelo Diego Madeira. “Não era a pessoa mais vaidosa do mundo, mas sempre procurei colocar uma roupa legal, arrumar o cabelo e deixar o corpo em dia”, contou. Diego usa muletas ou cadeira de rodas para se locomover, pois teve mielomeningocele, má-formação na coluna vertebral. Ele conheceu Kica quando tinha 24 anos, em 2008. Como modelo, fez editoriais ao lado de modelos com e sem deficiência física e desfilou algumas vezes em São Paulo. Para ele, a inclusão dos deficientes no mundo da moda é um "processo natural", pois o público consumidor com o perfil é cada vez maior. O Censo de 2010 do IBGE apontou que o País tem mais 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência.
“Já vi pessoas apontando e rindo. Eu não ligo”. A frase é de Juliana, que nasceu com nanismo. A luta é diária e existem situações em que as pessoas “normais” simplesmente a descartam por acharem que ela não é capaz de fazer algo. E, é claro, que em alguns dias ela acorda para baixo. “A gente trabalha muito para conseguir espaço, mas não é uma coisa impossível, por isso a gente acredita”, disse. Juliana, Priscila e Diego nasceram deficientes e aprenderam a lidar com as diferenças. Eles apostam em uma transformação social que aceite melhor a diversidade e confie na capacidade das pessoas independente de como elas sejam.
O tamanho de Priscila não a impede de conciliar o trabalho de atriz com peças de teatro, os editoriais de moda, desfiles, os quadros que faz no programa de Gilberto Barros e o ativismo em prol da criação de leis para o nanismo. “Ainda tenho dois filhos pequenos e marido”, acrescentou.
De expectadora a deficiente A história de vida de Paula Pereira Ferrari, 29 anos, é um pouco diferente das anteriores. Ela sempre lidou com a deficiência física, mas do lado de fora desse universo. Formada em fisioterapia, ela trabalhava em um centro de reabilitação para deficientes físicos, quando teve que passar por uma cirurgia para a retirada de seis miomas. Ela tomou anestesia raquidiana, fez a operação, no entanto, passou por complicações por causa do procedimento anestésico: “tive uma infecção na medula”. Pouco tempo depois da cirurgia, as pernas de Paula começaram a tremer, a ficarem instáveis e há pouco mais de um ano ela passou a usar uma cadeira de rodas para se locomover.
Bem-humorada ela brincou que precisava de pernas que funcionassem durante ensaio fotográfico para oTerraFoto: Fernando Borges / Terra
“Quando você já nasce com a deficiência é um processo mais natural do que quando você adquire. Existem muitas mudanças na imagem corporal, no corpo e na vida em si”, disse ela. Trabalhar como modelo ajudou a resgatar a autoestima de Paula. “Você olha a foto e pensa que não é tão ruim assim”, disse. Ela já fez editoriais de moda e desfiles depois que entrou parao casting. “A Kica possibilita as pessoas verem a gente de outra forma. Não precisa achar que a gente é igual, mas ninguém é E.T., é só olhar com naturalidade”, afirmou.
Não precisa achar que a gente é igual, mas ninguém é E.T., é só olhar com naturalidade
Paula Pereira FerrariFisioterapeuta e cadeirante
Ciente de que a lesão medular não tem reversão, apenas melhora, Paula busca sempre uma forma positiva de encarar os obstáculos da vida. Bem humorada, ela disse querer pernas que funcionem para fazer poses durante o ensaio para o Terra. “Quando alguém pergunta qual é o meu problema, eu já respondo ‘tenho vários, qual você quer saber?’. Falta de dinheiro é um dos principais”, brincou.
Mercado de trabalho Segundo Kica, quando uma empresa quer contratar um modelo deficiente, prefere que a deficiência seja física, para causar maior impacto. “Querem cadeira de rodas, prótese, nanismo, algo visual”, exemplificou. Os editoriais e desfiles para marcas de roupa, com foco em “moda inclusiva”, são os mais frequentes, segundo a fotógrafa, diferente dos comerciais de TV. Os cachês são equivalentes aos pagos às pessoas sem deficiência, afirmou a dona da agência.
Para fazer parte do casting, Kica explicou que não basta ser deficiente, é preciso passar por um teste de fotogenia, saber lidar com a câmera, se expressar, ter autoestima e não ter timidez. Caso a pessoa seja aprovada, ela faz um book gratuito para compor o material de apresentação. “Quando eu consigo um trabalho para a modelo, fico com uma porcentagem do cachê”, explicou sobre o funcionamento da agência. Kica exige das agenciadas cuidados com a pele, unhas, cabelos e forma física. Ensaio fotográfico para recordação pessoal, sem intenção de atuar como modelo, é cobrado.
Procuramos o SAC novamente para as mesmas questões
encontradas nos banheiros para Pessoas com Deficiência. Realizamos uma
ocorrência dia 1 de julho, colocando dificuldades encontradas naquele momento e
já em outros meses anteriores que continuam
a persistir neste shopping.
Retornando dia
19-07-2013 no teatro Regina Vogue, após a sessão do espetáculo ás 22:00 horas o
banheiro próximo ao teatro encontrava-se
fechado , os demais da área verde e vermelha impossibilitados de uso pela falta
de manutenção e limpeza .O banheiro da área vermelha que ficamos presos na ultima
vez, o bombeiro foi muito solicito verificando que já pode ser fechado sem
perigo de ficarem presos, dispondo-se a ficar de guarda do lado de fora, caso
houvesse algum empecilho. O mesmo pediu que realmente fizéssemos este registro,
pois vem acontecendo com frequência com PCDs ou não.
Viemos para nova notificação no dia 20 e fizemos
algumas fotos que seguem em anexo, dos locais percebendo bastante falta de
limpeza nos mesmos, com sangue na pia, banheiro
respingados com fezes de maneira impossível de uso, necessitando lavar e
desinfetar. Temos consciência que a população do shopping vem fazendo uso dos
mesmos, tendo falta de respeito com esses locais. O mesmo não ocorre com
banheiros regulares sempre higienizados e melhor monitorados. Entendemos o
problema, mas como cidadãos que somos, consumidores
e pagadores de impostos como qualquer outro cidadão, temos direito ao uso de
banheiros acessíveis, monitorados, higienizados com segurança.
Realizamos outro texto similar a este postado no blog
“Futuro Está Aqui”, onde poderão ver pelo link http://futurotaqui.blogspot.com.br/2013/07/o-futuro-procura-o-sac-do-shopping.html. Este também estará
postado como registro e sei que
poderemos contar com vocês para a melhoria de todos e com certeza um post de
resultados e agradecimentos posteriores.
Estamos a disposição para ouvi-los, temos algumas
sugestões a fazer, sendo estas para que analisem. Pôr favor, gostaríamos do
retorno de suas discussões e soluções dos mesmos:
·Aumentar
um funcionário para manutenção de limpeza dos banheiros acessíveis com
monitoramento;
·Deixa-los
todos abertos ou chave com segurança do shopping ou até balcão de informações
para que não houvesse danificações e mesmo gastos desnecessários para
administração de usuários regulares.
·Realizar
Campanha de conscientização através da imprensa do shopping com distribuição de
folders. Aproveitar grupos de teatro de bonecos ou mesmo do Regina Vogue que
divulgassem essa campanha com dinâmicas ao público, para que esta cultura de prevenção,
preservação e manutenção dos prédios públicos obtivesse valorização para o uso
de si mesmo, de seus familiares e de nossa sociedade curitibana, pois Curitiba
um município que se preza e é motivo de identidade Nacional e Internacional. Sabemos
que por aqui passam pessoas do mundo inteiro. Que imagem queremos que levem daqui? Usuários de todo o
mundo tiveram acessos internacionais de qualidade e creio que todos possuem
esses objetivos em comum passar qualidade, respeitabilidade e funcionalidade
nos seus negócios.
Aguardamos vossas colações a
respeito do assunto, de fácil solução. Estamos a disposição para ajuda-los na
divulgação destas melhorias seja pelos nosso
blogs de utilidade pública que possuímos ou pela nossa participação no grupo do
Fórum de Direitos da Pessoa Deficiência da Grande Curitiba.