sábado, 6 de abril de 2013

Cresce a adesão de jipeiros e pessoas com deficiência no 2º Rally da Inclusão



Mais de 150 pessoas com deficiência (PcD), seus familiares e amigos, se divertiram a valer com os jipeiros no 2º Rally da Inclusão, que ocorreu no dia 18 de abril, em Curitiba. A boa surpresa foi que a adesão dos participantes foi maior que a do ano passado. Aproximadamente 70 pilotos levaram PcD de todas as idades, e com diferentes tipos de deficiência, para um passeio de quase duas horas, por uma trilha acidentada. Eles saíram do Parque Barigui, passando por Campo Magro, e voltaram ao parque. Antes da largada, a expectativa era grande por parte de todos. “Estou esperando muita emoção, como no ano passado, e é claro, muito mais adrenalina”, disse Adhelmar Babinski Jr., 26, vinculado à Universidade Livre para a Eficiência Humana (Unilehu). Outra adolescente que freqüenta a Unilehu, Jéssica Batistella, 17, estava ansiosa com o passeio e já assegurou que voltará no ano que vem.
O evento é uma iniciativa da Unilehu, em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS) da Prefeitura Municipal de Curitiba e o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), com o apoio do Jeep Clube de Curitiba, Jeep Clube de Ribeirão Pires (SP) e Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência da Prefeitura de Curitiba. Segundo a presidente da Unilehu, Andréa Koppe, com o sucesso das duas edições, o evento deve entrar para o calendário anual da cidade. “Além disso, queremos convidar outras cidades do Paraná e do Brasil, para fazer com que mais pessoas saibam que a PcD tem potencialidades para o lazer”, explica. “Quem ganha são as PcD e a sociedade, por poder entender a necessidade de se combater a discriminação”, completa Yvy Karla Abbade, diretora-executiva da organização.
Para o presidente do Jeep Clube de Curitiba, Rone Branco, é uma honra abrir esta oportunidade para a PcD. “Esporte é saúde e é importante colocá-lo na vida de todos. Eles vão ter a noção do nosso lazer, de como é andar na trilha do jipe. É bem interessante”, afirma. Já o assessor da Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência, Irajá de Brito Vaz,- que tem deficiência - está muito feliz com a consolidação do Rally da Inclusão. “É um evento que proporciona inclusão, numa atividade que teoricamente não atrairia a PcD. O Rally tira a PcD de casa, com emoção, segurança e adrenalina”, disse ele.
Ver o pessoal chegando da trilha, todo cheio de pó e com um sorriso largo nos lábios, é a resposta para o trabalho do IPCC, segundo sua presidente Helena Pereira Oliveira. “Isso vale o dia, o ano, o nosso trabalho”, diz ela. Segundo Leandro Meller, superintendente da FAS, a expectativa de todos os parceiros é de que o Rally da Inclusão se perpetue como evento do calendário do município, do Amigo Curitibano, para que seja anual e mais jipeiros e PcD possam participar.
Fotos: Rafael Nogarolli

REATECH em um tom encorajador, os organizadores convocam-nos, dizendo “chega de cobranças, chega de promessas”, e que já existem normas e legislações variadas e rigorosas a respeito.


A 11ª edição da Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech) já tem data marcada: vai acontecer de 18 a 21 de abril do próximo ano no tradicional Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com o lema “Desperte para a inclusão”, a Reatech 2013 pretende chamar atenção da sociedade que a questão da inclusão não é apenas de direito, mas de exigência da realidade nos seus diversos segmentos.
Nos quatro dias de exposição, a feira, que já é a maior da América Latina neste segmento, vai reunir várias tecnologias voltadas para estes três tópicos. Os visitantes que já passaram pela feira confirmam que as novidades são interessantíssimas, uma feira onde se concentram muitos surdos, o que é uma surpresa, pois eles se afastam um pouco desta questão de deficiência. Nesta feira se reúnem quem tem um objetivo comum, que é a melhora da qualidade de vida.
Apesar da divulgação já estar sendo realizada, os organizadores ainda disponibilizam um contato para empresas que tem tecnologias para acessibilidade reservarem um estande. Em um tom encorajador, os organizadores convocam-nos, dizendo “chega de cobranças, chega de promessas”, e que já existem normas e legislações variadas e rigorosas a respeito.
Para mais informações, basta acessar http://www.reatech.tmp.br/
Com informações: Reatech

Transtorno Bi Polar de Humor ...


Você sabe.Então só basta ACESSIBILIDADE ATITUDINAL.Oras?!!!!



sexta-feira, 5 de abril de 2013

eBeam InfoComm Movie


Conheça 15 crianças geniais que nasceram nos últimos 25 anos


Arfa Karim Randhawa nasceu no Paquistão em 1995. Em 2004, tornou-se a mais jovem profissional certificada pela Microsoft (MCPs). Por isso, Bill Gates fez questão de convidá-la para conhecer a sede da Microsoft nos EUA. Em 2006, a pedido da empresa, ela palestrou para mais de 5 mil desenvolvedores de software durante um evento. Além disso, Arfa conquistou um prêmio Fatima Jinnah por seu alto desempenho na área de Ciência e Tecnologia, e o prêmio Salam Pakistan Youth Award por suas pesquisas. Ela morreu em janeiro de 2012 devido a complicações causadas por uma crise epilética.
Foto: Sahib Karim Khan's Blog


Sho Yano nasceu em Portland nos Estados Unidos em 1990. Aos 3 anos de idade, ele já sabia ler e escrever. Com 4 anos, começou a tocar piano. Fez sua primeira composição musical quando tinha 5 anos. Por ser superdotado, concluiu o Ensino Médio americano por um curso de correspondência. Yano ingressou na Loyola University Chicago aos 9 anos e se graduou aos 12. Nesta época, começou a cursar medicina na Universidade de Chicago. Em 2009, aos 18 anos, conquistou seu diploma de Doutorado. Atualmente, ele cuida de crianças com paralisia cerebral e transtornos mentais em um hospital de Chicago.
Foto: Divulgação

Jacob Barnett nasceu em 1998 nos Estados Unidos e tem o incrível Q.I. de 170. Mesmo com Síndrome de Asperger, desde bem pequeno, ele mostrava grande interesse em Astronomia. Seus primeiros cálculos de Astrofísica foram feitos aos 3 anos de idade. Entediado por causa das aulas da escola, ele ingressou no curso de Matemática da Universidade de Indiana quando tinha 8 anos de idade. Atualmente, Jacob desenvolve uma teoria para provar, por meio de Matemática Avançada, que o Big Bang não ocorreu.
Foto: Reprodução

CONHEÇA OUTROS GÊNIOS NA SUPER DE ABRIL http://super.abril.com.br/galerias-fotos/conheca-15-criancas-geniais-nasceram-ultimos-25-anos-705543.shtml#0 .Como sabemos além de serem gênios evidentes ligados a artes,astronomia,informatica,física qual área as quais estejam com maior ou maiores habilidades a maioria dedica a tentar solucionar uma questão seja SAÚDE,CONSTRUÇÃO DE SOFTWARES  e perceba como as grandes empresas já estejam de olho nestes super.Bom se nos 25 anos eles surgiram nos próximos 25 teremos boas novidades .E por quê não lançar o desafio para CONSTRUÇÃO DE SOFTWARES LIVRES EDUCACIONAIS NA ÁREA DE TECNOLOGIA ASSSISTIVA.JÁ IMAGINOU COMO ESTE SER HUMANO QUE 
SENTE
PENSA
PODERIA COMUNICAR-SE MELHOR NESTE UNIVERSO EXTERIOR?
  

Entidade assistencial passa por dificuldades financeiras em Biguaçu


A Ong ajuda mais de 70 famílias com cestas básicas
A Ong Casa da Esperança, em Biguaçu, está passando por dificuldades financeiras. A entidade ajuda mais de 70 famílias com cestas básicas, além de apoio para agilizar a realização de exames e cirurgias. O serviço de captação é feito por apenas três voluntários. Doadores ajudam a entidade, mas o auxílio não está sendo suficiente. Saiba como ajudar.

Fibromialgia - Falando de ... 9


quinta-feira, 4 de abril de 2013

04/04/2013 14h24 - Atualizado em 04/04/2013 14h24 Peça no DF mostra pensamentos de catadora com deficiência mental


Ela questiona sociedade com realidade de pacientes na rede pública. 
'Estamira percebe o mundo de maneira mais lúcida', diz atriz Dani Barros.


Atriz Dani Barros dá vida à catadora de lixão no Rio de Janeiro com distúrbios mentais (Foto: Luís Alberto Guimarães/Divulgação)Atriz Dani Barros dá vida à catadora de lixão no Rio de
Janeiro com deficiência mental (Foto: Luís Alberto
Guimarães/Divulgação)
A peça "Estamira – Beira do Mundo" entra em cartaz com curta temporada por Brasília nesta quinta-feira (4) nos teatros Goldoni e do Sesc, em Taguatinga. O espetáculo é uma adaptação do documentário "Estamira", de Marcos Prado, e mostra a vida e os pensamentos de Estamira Gomes de Sousa, uma catadora de lixo no aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, um dos maiores depósitos de resíduos da América Latina.
Vivida pela atriz Dani Barros, Estamira tem deficiência mental e discorre sobre a sociedade nos próprios pensamentos no lixão. Ela questiona o modo de viver das pessoas e de como pacientes são tratados na rede pública de saúde. A verdadeira Estamira morreu em 2011 e completaria 72 anos neste domingo (7). Depois da apresentação, a equipe sempre propõe um debate com o público.

A peça fica em cartaz entre os dias 4 e 7 de abril no teatro Goldoni, na 208/209 Sul. Na quarta que vem (10), o espetáculo vai ter sessão única, às 15h, no teatro do Sesc, em Taguatinga. O ingresso custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A classificação indicativa é de 14 anos.

Sessões especiais
Nesta quinta e sexta, às 15h, no teatro Goldoni,  e na quarta (10), no Sesc de Taguatinga, a peça vai ter apenas 20% da bilheteria disponível ao público em geral. A prioridade será de deficientes mentais crônicos acompanhados de familiares.

Convites foram distribuídos aos grupos dos Centros de Atendimento Psicossocial (Caps), hospitais psiquiátricos e faculdades de Medicina, Psicologia e Pedagogia. No sábado (6), o espetáculo começa às 21h, e no domingo (7), às 20h, com a bilheteria aberta a todos.
Atriz Dani Barros e diretora Beatriz Sayad dão entrevista ao G1 sobre o espetáculo (Foto: Luciana Amaral/G1)Atriz Dani Barros e diretora Beatriz Sayad dão entrevista ao
G1 sobre o espetáculo (Foto: Luciana Amaral/G1)
G1 entrevistou a atriz, Dani Barros, e a diretora da peça, Beatriz Sayad. Veja os principais trechos.
​G1: A peça é um depoimento dos retratos e pensamentos da vida da Estamira. Como vocês a perceberam e lidaram com a doença mental crônica na construção da personagem?
Dani Barros: Eu acho que Estamira percebe o mundo de maneira mais lúcida possível. Quando assisti Estamira [documentário] pela primeira vez fiquei chocada, porque é impressionante como uma mulher do meio do lixão fala da podridão e do lixo em que a gente vive. Ela dá uma acordada na gente. Poderia ter passado batido se não fosse também pelo Marcos Prado: parar para escutar essa mulher.
Beatriz Sayad: O que motivou levar Estamira para o palco foi a fala dela conseguir sintetizar um discurso imponente sobre questões muito complexas. Por exemplo, a rede de saúde pública, saúde mental, o lugar de uma pessoa como ela no mundo – de conseguir não sucumbir ao tratamento psiquiátrico dopante que muitas vezes é oferecido. Ela renasceu a partir de um trabalho à margem da sociedade e criou um centro para a vida dela.

G1: Como você, Beatriz, como diretora, vê a oportunidade de uma catadora de lixo num dos maiores aterros da América Latina ter voz?
BeatrizFeliz a sociedade que pôde ouvi-la. Eu acho que ela alerta a gente para ver tudo o que vem acontecendo na sociedade que preferimos não escutar, porque talvez seja o nosso lixo. Fazendo uma interlocução pode ser mais fácil de perceber. Ninguém fala sozinho. A solidão, aliás, é uma das questões mais tristes da sociedade. Há uma sensação de dificuldade de romper a barreira de ser ouvido. A loucura tem mesmo essa coisa da cápsula.

G1: Dani, o que você trouxe da sua vida para o espetáculo?
Dani: Minha relação com os doutores da alegria, jogos de palhaços e as crianças. Não tinha como não me expor. Não é só sobre a Estamira. A gente pegou o filme e colocou memórias senão não fazia sentido. Minha mãe era bipolar e frequentei hospitais psiquiátricos. Muitas coisas ficaram engasgadas. Ela foi a possibilidade de falar sobre o que precisa ser mudado, gritado, ouvido. Transformar o que vivi.

G1: Pois é, vocês duas já participaram dos Doutores da Alegria. O que trouxeram dessa experiência específica para a peça?
Dani: Indignação. Não tem como entrar num hospital público e não sentir isso. Além da diferença entre os hospitais públicos e privados também causar revolta. Depois de um tratamento cinco estrelas pode-se ficar indignado por saber que poucas pessoas têm acesso a ele. Claro que deve-se agradecer por ter a oportunidade, mas é muito triste pensar que bem todos têm direito a isso.
Beatriz: A alegria e a indignação. A gente vê o poder de transformação da arte na hora, na espera ansiosa das crianças. De onde elas tiram força? Vem da arte.

G1: Vocês também foram se apresentar em hospitais psiquiátricos e Caps?
Dani: Sim, pois é um assunto em que não se fala muito. Tenho recebido depoimentos de pessoas que falam 'ai que bom que você tocou nisso. Minha mãe é esquizofrênica' e outras coisas que não falamos ou não sabemos como falar. Todo mundo transita entre loucura e sanidade. É um tema tão cotidiano.
Beatriz: É uma oportunidade para eles, mas também para a gente, faz a peça crescer. A gente foi atrás desse público. Queríamos que o espetáculo chegasse neles. Tivemos contato com guerreiros dessa luta para que haja um tratamento mais "humano", apesar dessa palavra ser horrível, com maior inclusão, consideração, além de cíclico e menos confinado.  É preciso cuidar dos familiares também. Sabemos que esses tratamentos são mais caros e precisam de profissionais bem pagos. É difícil no mundo da saúde em geral.

G1: Depois da peça vocês vão debater o assunto com o público. Como vai ser esse diálogo?
Beatriz: Depende do público. Normalmente com o público do Caps a gente fala mais sobre a saúde mental. Com o pessoal do teatro, falamos sobre o processo de criação da peça.

G1: Aqui em Brasília, por ser uma cidade política, você acha que a conversa vai enveredar para a questão do SUS, das políticas públicas?
Dani: Eu espero que sim, com certeza. Espero até o Ministério da Saúde e a Dilma para discutir isso com a gente porque a peça fala de coisas tão importantes. Para a gente é muito legal estar aqui e agora em Brasília, onde tudo acontece. Quando olho a Esplanada vejo o Jornal Nacional, é muito forte. Tá todo mundo ali.

G1: O teatro Goldoni é um espaço pequeno. Como vocês acham que isso vai influenciar a percepção da peça sendo um lugar mais íntimo, por assim dizer?
Beatriz: A peça na verdade estreou num espaço bem pequeno, bem menor até que o Goldoni. Eu acho que esse formato dá preferência para climas bem intimistas tanto pela maneira  como a gente ensaiou, que era pequenininho, quanto pelo fato de a Dani precisar olhar nos olhos dos espectadores. Se ela puder ter o alcance deles é melhor, é o que a gente imaginou, pois a peça é uma conversa, um depoimento falado e ouvido.
G1

Quatro anos se passaram depois do diagnóstico


VIA FACE:
Linda Franco


Os dias foram passando, os meses e alguns anos
Para a surpresa de todos nós Gabriel continua sua luta
Continua lutando contra a evolução da Adrenoleucodistrofia
Doença rara e degenerativa
Sabe filho nesses quatros anos
Eu automaticamente me tornei uma mãe de verdade
Não parei para escolher que caminho tomar
Apenas segui o caminho com o coração
Busquei e conquistei muito pra você
E também evolui como pessoa
Fui vencendo cada fase difícil e sempre agradecendo a Deus pelas vitórias recebidas
Foram mais de 50 internamentos até o quadro estabilizar
Foram 4 cirurgias para lhe proporcionar qualidade de vida
Depois de muita luta conseguimos o home care e voltamos para casa
Vieram todos os equipamentos para lhe dar suporte de vida
Enfermagem e uma equipe multidisciplinar
Conseguimos a cama elétrica, o colchão massageador
Nossa história foi divulgada em livro, jornal, TV, revista, palestras, etc
Chegamos agora numa nova fase
E como é difícil esta fase
Porque gostaria de poder continuar correndo atrás de tudo como sempre fiz
Fizemos o possível e muitas vezes o inacreditável para lhe ver bem
Hoje só posso lhe oferecer o AMOR e continuar tendo Fé
Porque neste momento dependemos da evolução da ciência
E do Milagre de Deus
Acredito que neste momento você só deseja isto também
Ser amado e continuar espalhando o amor
Ensinando-nos o verdadeiro sentido da vida
Então nesta nova fase procuro acalmar o meu coração
Deixando de lado toda a angústia que sinto em não poder fazer muito mais
Continuemos a exercer a resiliência e o amor incondicional
Que Nosso Mestre Jesus continue nos gui
ando e nos amparando sempre.

Quatro anos se passaram depois do diagnóstico

Os dias foram passando, os meses e alguns anos
Para a surpresa de todos nós Gabriel continua sua luta
Continua lutando contra a evolução da Adrenoleucodistrofia
Doença rara e degenerativa
Sabe filho nesses quatros anos
Eu automaticamente me tornei uma mãe de verdade
Não parei para escolher que caminho tomar
Apenas segui o caminho com o coração
Busquei e conquistei muito pra você
E também evolui como pessoa
Fui vencendo cada fase difícil e sempre agradecendo a Deus pelas vitórias recebidas
Foram mais de 50 internamentos até o quadro estabilizar
Foram 4 cirurgias para lhe proporcionar qualidade de vida
Depois de muita luta conseguimos o home care e voltamos para casa
Vieram todos os equipamentos para lhe dar suporte de vida
Enfermagem e uma equipe multidisciplinar
Conseguimos a cama elétrica, o colchão massageador
Nossa história foi divulgada em livro, jornal, TV, revista, palestras, etc
Chegamos agora numa nova fase
E como é difícil esta fase
Porque gostaria de poder continuar correndo atrás de tudo como sempre fiz
Fizemos o possível e muitas vezes o inacreditável para lhe ver bem
Hoje só posso lhe oferecer o AMOR e continuar tendo Fé
Porque neste momento dependemos da evolução da ciência
E do Milagre de Deus
Acredito que neste momento você só deseja isto também
Ser amado e continuar espalhando o amor
Ensinando-nos o verdadeiro sentido da vida
Então nesta nova fase procuro acalmar o meu coração
Deixando de lado toda a angústia que sinto em não poder fazer muito mais
Continuemos a exercer a resiliência e o amor incondicional
Que Nosso Mestre Jesus continue nos guiando e nos amparando sempre.