domingo, 13 de janeiro de 2013

Livros em braille são distribuídos gratuitamente para todo o Brasil

Capa dos livros da coleção Itaú, em braille e fonte ampliada

Divulgação
Capa dos livros da coleção Itaú, em braille e fonte ampliada

"Lino", de André Neves; "Poesia na Varanda", de Sônia Junqueira; e "O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado", de Don e Audrey Wood fazem parte da Coleção Itaú de Livros Infantis, que já foi distribuída a sete milhões de pessoas.
Agora essas histórias ganharam edição para deficientes visuais e saem em braille e em fonte ampliada.
"Lino" (ed. Callis) fala da amizade entre o porquinho que dá nome ao livro, a menina Estrela e a coelha Lua, que desaparece de uma fábrica de brinquedos.
"Poesia na Varanda" (ed. Autêntica) conta como nascem as poesias.
"O Ratinho, o Morango Vermelho Maduro e o Grande Urso Esfomeado" (ed. Brinque-Book) mostra a esperteza de um ratinho que tenta esconder um morango de um urso grandalhão.
Para ganhar os livros --estão disponíveis 2 mil exemplares da coleção--, é preciso fazer um cadastro no site do programa Itaú Criança, da Fundação Itaú Social. Eles chegam pelo correio na casa do solicitante. Além dos livros, é enviado um informativo com dicas de como estimular a leitura entre crianças.
As versões em braille e com fonte ampliada foram produzidas pela Fundação Dorina Nowill para Cegos. As histórias são indicadas para crianças de até cinco anos.




http://www1.folha.uol.com.br

Curso “Comunicação Inclusiva – O Conceito Social da Deficiência”


Estamos sempre atentos a evolução conceitual das terminologias ligadas ao segmento das pessoas com deficiência. Contudo, não basta somente aplicar ou não determinados termos técnicos, é preciso construir a comunicação com um olhar que contemple e valorize toda a diversidade humana.
Esse novo conceito, apresentado na Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006), foi denominado como “Conceito Social da Deficiência”.
Ao proceder desta forma, as empresas, profissionais, ONG’s e instituições que primam por disseminar este tipo de comunicação, estão transmitindo uma imagem de credibilidade em consonância com o que é difundido pelo segmento de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
A quem se destina: jornalistas, assessores de comunicação e imprensa, publicitários, promotores de eventos, relações públicas, estudantes de comunicação social e interessados pelo tema em geral.

http://usinadainclusao.com.br/blog/?p=748

Acidente Vascular Cerebral

http://www.acidentevascularcerebral.com


O AVC resulta da restrição de irrigação sanguínea ao cérebro…


Factores de Risco

Factores de Risco
Os factores de risco aumentam a probabilidade de ocorrência de um acidente vascular cerebral, no entanto, muitos deles podem ser minimizados com tratamento médico ou mudança nos estilos de vida.
Os principais factores de risco para a manifestação de um AVC são: a idade, a patologia cardíaca, a diabetes mellitus, aterosclerose, heredietariedade, raça, contraceptivos orais, antecedentes de acidentes isquémicos transitórios (AIT) ou de acidentes vasculares cerebrais, hipertensão arterial, dislipidémia, sedentarismo, elevada taxa de colesterol e predisposição genética (Sullivan, 1993; Weimar, Ziegler, Konig, Diener; Leys, Hénon, Mackowiak-Cordoliani, Pasquier, 2005).
Quanto maior for o número de factores de risco identificados no utente, maior será a probabilidade deste vir a ter um AVC.

Os principais factores de risco para o Acidente Vascular Cerebral:

  • Tabagismo
  • AVC anterior
  • Ataque isquémico transitório anterior
  • Doença da artéria carótida significativa
  • Fibrilhação auricular:
  • Hipertensãp arterial
  • Enfarte do miocárdio, principalmente se ocorreu nos últimos 3 meses
  • Angina de peito
  • Falha cardíaca
  • Anomalias em ECG
  • Diabetes mellitus
  • Hiperlipidemia
  • Trombofilia
  • Doenças das artérias periféricas
  • Doença da célula falciforme Consumo excessivo de alcóol

sábado, 12 de janeiro de 2013

Calvin e Haroldo-charge Diversidade


https://www.facebook.com/CalvineHaroldoBrasil

A origem da vida Jesus- Henry Christ


NOVO FILME ABORDANDO SUPERDOTADO

Postado por Selma Carvalho

http://papoentrepais.blogspot.com.br/2012/12/novo-filme-abordando-superdotado.html


A origem da vida

A origem da vida

Jesus Henry Christ


105 min 2012 - Estados Unidos
Comédia

Henry é um menino superdotado que sempre interroga sua mãe a respeito da identidade do pai. Depois de muita insistência, ela revela que o garoto é fruto de inseminação artificial e que não conheceu o doador. Mesmo assim, Henry vai atrás do pai e um novo conceito de família começa a se formar.

Diretor: Dennis Lee
Atores: Jason Spevack, Michael Sheen, Toni Collette





ASSISTAM O TRAILER:






http://www.adorocinema.com/filmes/filme-144439/trailer-19364005
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Dê a Preferência


Aberta consulta pública sobre acessibilidade nos serviços de telefonia fixa


O objetivo é padronizar o formato e identificação dos telefones
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu com consulta pública sobre promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência visual aos serviços de telefonia fixa. O edital n° 52/2012, tem o objetivo de padronizar o formato e identificação das teclas do telefone. As contribuições serão recebidas via portal na internet, carta, fax ou e-mail, até o dia 25 de janeiro.
Luciano Ribeiro/Ministério do PlanejamentoOs telefones especiais para os deficientes se assemelham a salas de bate-papo da internetAmpliar
  • Os telefones especiais para os deficientes se assemelham a salas de bate-papo da internet
Com os dados coletados, a proposta vai acrescentar dois parágrafos ao artigo 48 do Regulamento da Interface do Usuário, Rede e de Terminais do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), em que estabelece as características técnicas, funcionais, e de sinalização.
A partir da nova resolução, os fabricantes de telefonia fixa deverão dispor as teclas de forma sequencial e uniforme, possibilitando a identificação para o usuário com deficiência visual a partir da tecla 5. O acréscimo estabelece também que, os terminais de vozes que utilizem a tecnologia de tela sensível ao toque, estejam dispensados da obrigação.
No site da Anatel está disponível a íntegra da Consulta Pública, e o endereço eletrônico para envio das manifestações, além de telefone-fax. As manifestações serão recebidas até às 18h do último dia de consulta.
Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o órgão federal que trata da regulamentação do setor, vem ampliando as ações voltadas a aprimorar as relações entre os consumidores e as empresas que atuam na área de telefonia. O principal marco foi a criação, em 2008, do Plano Geral de Atualização da Regulamentação (PGR), que prevê a promoção de parcerias da Anatel com órgãos oficiais de proteção do consumidor, como Ministério Público, Ministério da Justiça, Procons e entidades representativas da sociedade organizada, bem como com os órgãos oficiais de defesa da concorrência.

Fonte:

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O mal dos pequenos enfurecidos

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Crianças desobedientes e de comportamento hostil podem sofrer do transtorno opositor desafiador (TOD). Caso não seja tratado, distúrbio tende a gerar consequências sérias na vida adulta


Cruéis?
Em alguns casos, TOD evolui para transtorno de conduta
Quando não tratado, o transtorno opositor desafiador (TOD) pode se agravar e, na adolescência, se transformar em um transtorno de conduta, caracterizado por atos agressivos e até infrações da lei. “Quando não tratados, cerca de 25% dos casos evoluem para um transtorno de conduta”, diz o psiquiatra João Luiz da Fonseca Martins. Entre os sintomas estão atos como mentir constantemente, intimidar parentes, amigos e estranhos, matar aulas, praticar furtos e vandalismo, maltratar animais, pôr fogo em objetos e até agredir fisicamente as pessoas.
Mesmo que TOD não evolua para um transtorno de conduta, pode persistir após os 18 anos e causar problemas no dia a dia, já que em muitas situações o adulto se depara com a necessidade de obedecer ordens. “Isso pode causar problemas no emprego, por exemplo, já que a pessoa terá dificuldades de seguir as ordens de um chefe”, afirma o médico Gustavo Dória.
Tratamento
Terapia familiar é melhor medida na maioria dos casos
O tratamento do transtorno opositor desafiador (TOD) envolve não apenas a criança, mas também pais, irmãos e em muitos casos até tios e avós. De acordo com o psiquiatra da clínica Uniica (Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida) em Curitiba, João Luiz da Fonseca Martins, a estrutura familiar tem um papel importante no desencadeamento da doença. “São crianças de famílias desestruturadas, com pais divorciados que não se dão bem, ou que vivem juntos, mas que deixam a criança aos cuidados de tios ou avós e se tornam ausentes”, exemplifica.
O psiquiatra Roberto Ratzke explica que quando os pais não exercem a autoridade ou desrespeitam o que foi combinado, o problema pode se agravar - casos em que o pai diz algo e a mãe expressa pensamento contrário, ou vice-versa. “Um não pode sabotar a opinião do outro diante da criança”, diz.
De acordo com os médicos, de nada adiantam os castigos físicos e até mesmo privar a criança de algo, pois ela não entende o próprio comportamento. É preciso aderir à terapia familiar - em torno de 20 sessões. Já a medicação só é prescrita quando o TOD está associado a outros transtornos, como déficit de atenção (o mais comum), hiperatividade ou depressão.
Uma fase de rebeldia é comum a qualquer ser humano. Não aceitar tudo que é imposto às vezes é atitude necessária e até inspiradora, não à toa se tornou um tema recorrente no cinema e na literatura. Na infância e pré-adolescência, esse comportamento costuma ser tratado como normal, uma birra, a famosa “mania de ser do contra”. Em alguns casos, porém, a atitude desafiadora constante na infância pode esconder um problema psiquiátrico – o transtorno opositor desafiador (TOD), que se não for tratado, tende a se transformar em problemas de conduta e até em posturas antissociais.
De acordo com o super­­visor do Laboratório de Psi­­quiatria da Infância e da Adolescência do Hospital de Clínicas da UFPR Gustavo Dória, especialista em TOD, há sinais claros dados pela criança que permitem aos pais diferenciarem a “rebeldia sem causa” de algo mais sério. Em geral, as crianças costumam ficar estressadas quando estão com sono ou fome, ou quando recebem um “não”, mas as que possuem TOD perdem a calma várias vezes ao dia, em situações triviais. Também xingam os pais, falam palavrões e discutem com qualquer pessoa que não concorde com suas atitudes.
“É normal a criança fazer birra perto dos pais, mas a que apresenta o transtorno discute em qualquer ambiente. Com pais, professores, coleguinhas e até estranhos. Não suporta nenhum tipo de frustração e quando há uma mudança de rotina, ela se mostra inflexível, não aceita se adaptar”, resume Dória. Bons parâmetros para saber se é preciso procurar ajuda especializada são a intensidade da oposição aos pais e se o transtorno causa prejuízo nas relações familiares. Mas, principalmente, deve-se observar a persistência do comportamento: se ocorrer várias vezes por semana, por mais de seis meses, é sinal de que um profissional especializado deve ser acionado.
Surgimento
De acordo com o psiquiatra e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria Roberto Ratzke, o diagnóstico de TOD vai dos 7 anos ao início da adolescência. “Entre os 2 e 6 anos, as áreas primitivas do cérebro, responsáveis pelo impulso, ainda são preponderantes, e a criança tem dificuldade de lidar com frustrações. Por volta dos 7 anos, as áreas inibitórias desse comportamento, na região do córtex pré-frontal, começam a se desenvolver, e tais atitudes começam a ser controladas.”
Neste caso, se os pequenos ainda assim querem fazer tudo o que desejam, e não aceitam a autoridade exercida pelos pais, a quem vivem testando, é sinal de que o controle não está sendo exercido, e isso precisa ser trabalhado. Os pais também precisam de ajuda, uma vez que o problema envolve toda a família e, muitas vezes, é desencadeado pela própria estrutura familiar.
GAZETA DO POVO

Como se supera-se?


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