Existem muitos motivos para que a surdez aconteça na infância ou ao longo da vida, e um novo estudo aponta um possível causador de surdez genética. De acordo com pesquisadores do Instituto de pesquisa Scripps, na Califórnia, uma proteína que ajuda na transformação de sons em sinais elétricos pode ser responsável por um tipo da condição.
Em testes feitos com ratos, pesquisadores conseguiram inserir a proteína em filhotes recém nascido e surdos e conseguiram dar a eles alguma forma de audição. Isso mostra que existe potencial para a inserção de genes da proteína em humanos recém nascidos para que células com maufuncionamento possam ser corrigidas.
Como prometemos! Primeiro software de comunicação alternativa e aumentativa em português (PT) e o primeiro desenvolvido em Portugal! Pré-encomendas até 31 de Dezembro de 2012 e não perca a opção com tablet android 10''. :D
O Vox4all é um sistema de comunicação aumentativa e alternativa para smartphone e tablet. Pretende dar voz a quem não tem e colmatar dificuldades de comunicação. Este sistema de comunicação mobile é totalmente configurável e adaptável, para ajudar a ultrapassar as barreiras da comunicação e criar um ambiente adaptado.
Quem não respeitar a lei terá que pagar multa e pode ter a licença cassada. Objetivo é promover a acessibilidade em estabelecimentos comerciais.
Desde a última sexta-feira (7), as lojas que comercializam roupas, acessórios e similares terão que instalar, no mínimo, um provadorpara atendimento das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
De acordo com o decreto 23.734 publicado no Diário Oficial do Estado, quem não respeitar a lei terá que pagar multa no valor de dois salários mínimos e pode até ter a licença do estabelecimento cassada. O objetivo principal do decreto é promover a acessibilidade a pessoas que não conseguem ou têm dificuldades de locomoção.
A partir de agora, cada provador especial destinado ao atendimento de deficientes físicos terão que ter dimensão mínima de 1,20 por 1,50m. O box de giro deve ser espaçoso, com área de giro apropriada. Também deverão ser instaladas barras de apoio. Nos locais onde houver mais de um piso, o proprietário terá que instalar um elevador vertical.
De acordo com a auxiliar administrativo, Juranice Batista, as dificuldades ainda são grandes. “É muito difícil comprar roupa, porque a maioria dos estabelecimentos ainda não têm provadores adaptados. Muitos usam os provadores adaptados como depósito de roupas. Sem falar na hora de assinar quando compro no cartão, que o balcão é muito alto”.
Software com interface gráfica rica em detalhes, mapa tátil do Amazonas e objetos em 3D que proporcionam a criação de um cenário virtual bem próximo da realidade estão sendo desenvolvidos para ajudar na socialização e promover a interação de crianças autistas. Esses são exemplos de projetos comtemplados pelo Programa Estadual de Atenção à Pessoa com Deficiência – Viver Melhor/Edital de Apoio à Pesquisa para o Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva (Viver Melhor/Pró-Assistir).
O programa integra o conjunto de ações estratégicas realizadas pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SECTI-AM) durante o ano de 2012. Esta é a primeira de uma série de notícias a serem divulgadas pela equipe do CIÊNCIAemPAUTA, com o objetivo de tratar sobre as ações que marcaram a atuação da secretaria neste ano que se encerra.
Lançado em abril de 2012, o Viver Melhor/Pró-Assistir foi idealizado pela SECTI-AM e executado em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam) e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped).
Este foi o primeiro programa de tecnologia assistiva lançado no País a estimular a participação não somente de pesquisadores, mas também de inventores. A Fapeam disponibilizou por meio do edital 006/2012 recurso no valor de R$ 2,5 milhões para aplicação em projetos de inovação voltados ao desenvolvimento de produtos assistivos de maneira a contribuir para dar mais autonomia, independência e qualidade de vida a pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida. O resultado foi considerado positivo na medida em que contemplou projetos de alto nível de qualidade.
Seleção de projetos
Após a submissão de propostas, no mês de maio, oito projetos foram selecionados. Desses, metade contemplam os deficientes visuais, enquanto os outros quatro servirão para subsidiar o desenvolvimento de tecnologia voltada às deficiências múltiplas e auditivas.
Pesquisadores e inventores beneficiados pelo programa recebem bolsa e adicionalmente, um auxílio-pesquisa no valor de até 300 mil para uso na aquisição de equipamentos e material.
David Freitas foi um dos inventores que acreditou na sua ideia e resolveu concorrer ao programa, tendo a sua proposta aprovada. Ele desenvolveu um software que pretende promover a socialização de crianças autistas. “O projeto começou a ser pensado para meu Mestrado em Informática. Pensei em criar um ambiente virtual bem parecido com a realidade para ajudá-las a interagir”. O software é bem parecido com um game, deve ficar pronto em janeiro e terá versões para desktop e tablets
Mesatenista foi eleito não só o destaque paralímpico, mas também conquistou o troféu de rendimento esportivo na escolha do público GAZETA DO POVO
Prêmio Orgulho Paranaense, no Teagro Guaíra, prestigiou os melhores atletas paranaenses de 2012
O mesa-tenista paraolímpico Claudiomiro Segatto foi o grande vencedor do II Prêmio Orgulho Paranaense, entregue na noite desta quarta-feira, no Teatro Guaíra, em Curitiba. Escolhido pelo colegiado como o destaque do paradesporto, Segatto também levou o principal troféu da noite, de rendimento esportivo na escolha do público, com 29,68% dos votos.
Na sequência ficaram o nadador Henrique Rodrigues (27,87%) e a ginasta Ethiene Fraco (15,95%) - ambos estiveram na Olimpída de Londres. Nas demais categorias de rendimento esportivo os vencedores foram: a ginasta Ethiene Franco (feminino), o ciclista Gregolry Panizo (ciclismo) e os técnicos de tiro esportivo James Lowry Neto (treinador) e bocha Darlan França Júnior (treinador de paradesporto).
O Prêmio Orgulho Paranaense tem promoção do governo do Paraná e apoio da RPC TV. Confira a lista de ganhadores e homenageados:
Votação popular Claudiomiro Segatto (Tênis de Mesa)
Ser cadeirante é ter o poder de emudecer as pessoas quando passa por elas. É não conseguir passar despercebido, mesmo quando se quer! É ser completamente ignorado quando precisa da ajuda de um andante ao lado.
Ser cadeirante é amar elevadores e rampas. Detestar escadas. Tapetes? Só se forem voadores!
Ser cadeirante é ter alguém falando como se ele fosse uma criança, mesmo que já tenha mais de du
as décadas. É despertar uma cordialidade súbita e estabanada em algumas pessoas. Embora seja engraçado, não ri porque é bom saber que ao menos existem pessoas tentando tratá-lo como igual e uma hora eles aprendem!
Ser cadeirante é conquistar o grande amor da sua vida e deixar as pessoas impressionadas. Mas depois ficar impressionado por não entender o porquê do espanto.
Ser cadeirante é ter uma veia cômica exacerbada. É fato! Pois só com muito bom humor para se tocar a vida, as rodas e o povo sem noção que aparece no caminho.
Ser cadeirante é ficar grávida e ter a certeza de ouvir: “Como isso aconteceu?” E querer responder: “Foi a cegonha. Não há dúvidas! Pois os pés de repolhos não são acessíveis!”
Ser cadeirante é ter repelente a falsidade. Amigos falsos e cadeiras são como objetos de mesma polaridade: se repelem automaticamente.
Ser cadeirante é ser empurrado por aí mesmo quando se quer ficar parado. É saber como se sentem os carrinhos de supermercado! É encarar o absurdo de gente sem noção que acha que porque já estamos sentados podemos esperar.
Ser cadeirante é uma vez na vida desejar furar os quatro pneus e o estepe de quem desrespeita as vagas preferenciais.
Ser cadeirante é se sentir uma ilha na sessão de cinema. Porque os espaços reservados geralmente são um tablado, ou na turma do gargarejo, ou mesmo com uma distância segura para que não entre em contato com os outros andantes, mesmo que um deles seja seu cônjuge!
Ser cadeirante é a certeza de conhecer todos os cantinhos. Porque Deus do céu! Sempre tem um querendo colocá-lo num cantinho.
Ser cadeirante é ter que comprar roupas no “olhômetro” porque na maioria das lojas as cadeiras não entram nos provadores.
Ser cadeirante é viver e conviver com o fantasma das infecções urinárias, e desconfiar seriamente que a falta de banheiros adaptados contribua para isso.
Ser cadeirante é se sentir o próprio guarda volumes ambulante em passeios com amigos ou familiares.
Ser cadeirante é curtir handbike, surf, basquete e outras coisas que deixam os andantes sedentários morrendo de inveja. É dançar maravilhosamente com entusiasmo e colocar alguns “pés-de-valsa” no bolso.
Ser cadeirante é ter um colinho sempre a postos para a pessoa amada. E isso é uma grande vantagem!
Ser cadeirante mulher é encarar o desafio de adaptar a moda para conseguir ficar confortável além de mais bonita.
Ser cadeirante é se virar nos trinta para não sobrar mês no fim do dinheiro. Porque a conta básica de um cadeirante merece ser chamada de “dolorosa”.
Ser cadeirante é deixar muitos médicos com cara de: “E agora o que eu faço”? Ao entrar pela porta do consultório. Isso quando não fica impossível entrar porque a cadeira não passa na porta estreita.
Ser cadeirante é não ver um corrimão ou ver um canteiro de obra no meio de uma rampa. Ou até se deparar com rampas que acabam em um degrau, e nessas horas se perguntar: “Onde estudou a criatura que projetou isso? Será mesmo que estudou?”
Ser cadeirante é ir à praia mesmo sabendo que cadeira + areia + maresia não são uma boa combinação!
Ser cadeirante é sentir ao menos uma vez na vida vontade de sentar no chão e jogar a cadeira na cabeça de outro ser humano que esqueceu a humanidade no fundo da gaveta de casa!
Ser cadeirante é ter que aprimorar os sentidos. Porque com a perda dos movimentos os braços precisam ser mais fortes, a audição mais aguçada que a do Super-Homem, ter a visão de uma águia, poder soltar o verbo a plenos pulmões, ao identificar já de longe a falta de acessibilidade na maioria dos lugares.
Ser cadeirante é “viver e não ter a vergonha de ser feliz”, mesmo quando as pessoas olham para a cadeira e já esperam ansiosas por uma historinha triste.
E se tudo isso não faz sentido para muitos, saibam que se as pernas e os braços não estão funcionando bem, o resto está!
A CIA de Dança Guerreiros estará presente no Espetáculo "Estação Central", da Cenário Espaço Arte!! Será neste sábado, dia 15/12, às 16h e às 20h, no Centro de Convenções de Cuririba! Será muito bom!!! Obrigado pelo convite Cenário Espaço Arte, e obrigado pela parceria JS Company!! ;) http://www.facebook.com/pages/CIA-de-Dança-Guerreiros/224551524307865