terça-feira, 13 de novembro de 2012

Autismo: Quando a normalidade é a diferença


A Associação Portuguesa para Proteção às Crianças Autistas, mais tarde Associação Portuguesa para Proteção aos Deficientes Autistas, foi fundada em 1971 por um grupo de pais que não encontrava respostas educativas para os seus filhos com autismo. Um dos nomes mais referenciados é o do Drº Almeida Gonçalves, médico dermatologista e pai daquele que é considerado por muitos como o primeiro autista diagnosticado em Portugal.

O MUNDO PORTUGUÊS quis saber mais sobre esta deficiência, tendo visitado as instalações da associação no Alto da Ajuda. Fomos recebidos pela ex-presidente da Associação, Isabel Cottinelli Telmo, que falou sobre o passado de uma associação que sempre trabalhou no intuito de prestar serviços às pessoas com Perturbações do Desenvolvimento do Espetro do Autismo e às pessoas com elas significativamente relacionadas, promovendo a defesa e o exercício dos respetivos direitos e a aquisição e melhoria de qualidade de vida e sobre o futuro, muitas vezes uma incógnita neste tipo de patologias.
No início, o maior objetivo da APPCA foi o de fundar uma escola onde se atendessem as necessidades específicas das crianças com perturbações do espectro do autismo. Depois de visitarem a NSAC (National Society for Autistic Children) em Londres, os fundadores decidiram seguir o seu modelo educativo. Uma equipa de investigadores e profissionais da NSAC (hoje National Society for Autism) deslocou-se a Portugal para ajudar a formar os técnicos portugueses, tendo igualmente aberto as suas portas aos pais e técnicos da APPCA.
A APPDA-Lisboa, Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo provém desta associação nacional.
Com instalações no Alto da Ajuda, a APPDA-Lisboa dá apoio a pessoas com autismo de todos os níveis etários e suas famílias. Para isso tem uma clínica de diagnóstico, avaliação e acompanhamento aberta à comunidade na qual tem a colaboração de especialidades como pediatra, geneticista, psiquiatra, psicólogos, psicopedagogos e técnicos de reabilitação.
Também faz parte das suas competências uma escola de Ensino Especial para crianças e adolescentes em idade escolar, o Centro de Recursos para a Inclusão acreditado pelo Ministério da Educação que dá apoio a crianças e jovens com autismo que frequentam o ensino regular.
Uma das suas vertentes é também ser  um Centro de Apoio Ocupacional para adolescentes e adultos com autismo, onde os alunos têm educadores, professores, terapeutas e auxiliares que os acompanham diariamente. Têm também professores especializados e monitores para os ateliês de cerâmica, pintura, música, educação física, jardinagem, agricultura, têxteis, cozinha, tecelagem, natação, remo adaptado, lavandaria e atividades da vida diária.
Isabel Cottinelli Telmo assumiu a liderança da APPDA - Lisboa em 1984. Mãe de sete filhos, um dos quais autista, é reconhecida por todos como uma mulher de luta que nunca baixou os braços na tentativa de melhorar as condições de quem sofre desta deficiência. “É preciso que as pessoas saibam que o autismo é uma deficiência e não uma doença. Tem é associadas várias cormobidades, condições associadas a esta deficiência. E umas são doenças como, por exemplo, a epilepsia. Há estudos que falam em 50 por cento de incidência” refere a ex-presidente da associação em conversa com o MUNDO PORTUGUÊS.
“Também há os comportamentos agressivos que não sendo característica a verdade é que existem. Há muitos com esses comportamentos. Também há as doenças de foro psicológico. Temos quem tenho esquizofrenia por exemplo” acrescenta.
“Já fomos contatados por alguns emigrantes de França, Austrália, Holanda ou Dinamarca que querem regressar a Portugal e querem saber o que podem fazer. Mas infelizmente nesse campo estamos com muito menos soluções. Tentamos fazer com que percebam a diferença. Na Holanda, por exemplo, os apoios são extraordinários. Nós a nível de condições físicas estamos atrasadíssimos. A nível da própria deficiência estamos até mais desenvolvidos, até mais que noutros países” conta, lamentado a longa fila de espera que aguarda quem quer frequentar esta associação: “temos vaga para 60 no Centro de Dia. Assim temos 54 e os outros seis são da escola de ensino especial. Neste momento não entra ninguém. Estamos cheios”.
Os apoios também têm diminuído, algo que preocupa a ex-presidente: “lembro-me que no início uma senhora suíça que nos deu dinheiro e com isso compramos uma casa em Carcavelos onde foi criado o primeiro lar. Hoje os donativos particulares e de empresas diminuíram muito. As grandes não dão e as pequenas já não têm. Está tudo mau! Além de que acabaram os projetos europeus que ajudavam muito”.
Com 92 funcionários, esta associação tem também uma vertente importante no verão que é a Colónia de Férias para crianças com uma média de 9/10 anos.
Ao longo do ano, vivem nestes lares 28 pessoas sendo a maioria do sexo masculino (existem dois quartos para mulheres), sendo que a mais velha tem 52 anos e o mais novo 20 anos.
Conviver com esta realidade não é fácil. “É preciso que as pessoas saibam que o autismo não tem cura. Ninguém descobriu. Depois, não há nenhum medicamento que contribua para diminuir o autismo. O que há é para controlar o que está associado, como por exemplo a epilepsia.
Depois há coisas para controlar os comportamentos que é a chamada “camisa de forças química” que tem efeitos secundários, como nos mais idosos, horríveis” refere Isabel Cottinelli Telmo, lembrando que é uma deficiência complicada e que por isso as pessoas devem pedir ajuda. É também para isso que esta associação trabalha: ser uma referência no que respeita ao conhecimento do autismo e à qualidade dos serviços prestados às pessoas PEA e às pessoas com elas significativamente relacionadas.
Mais informações: www.appda-lisboa.org.pt
Ana Rita Almeida
ralmeida@mundoportugues.org



http://www.mundoportugues.org/content/1/10870/autismo-quando-normalidade-diferenca/

Cadeirantes dão exemplo de superação


O principal objetivo do programa é promover a inclusão social por meio do esporte. Além do tênis, São Caetano do Sul também oferece cursos em outras modalidades, que ocorrem desde o ano passado.
Publicada em 13 de novembro de 2012 - 09:00
Pessoa em cadeira de rodas jogando tênis
Há pouco mais de um mês Beatriz Radomille, 15 anos, vai ao São Caetano Esporte Clubeàs sextas-feiras para ter aulas detênis. A estudante é atleta desde pequena, porque já praticou basquete e natação, além de ter disputado alguns campeonatos.

Cadeirante, Beatriz é uma das alunas do programa de esporte adaptado, promovido pelas secretarias de Esportes e Turismo eDireitos da Pessoa com Deficiência de São CaetanoSite externo.. Além do tênis, a cidade também oferece cursos em outras modalidades, que ocorrem desde o ano passado.

"Fizemos um levantamento com os alunos cadeirantes das escolas da cidade. Eles escolheram os esportes que gostariam de praticar e o tênis foi um deles. As aulas começaram agora porque estávamos esperando as cadeiras chegarem", contou a secretária de Direitos da Pessoa com Deficiência, Lilian Fernandes. O projeto também tem apoio da CR Tênis, empresa que presta serviços para o município.

A prefeitura comprou duas cadeiras de rodas apropriadas para a prática esportiva. De acordo com a secretária, elas são suficientes para a demanda de alunos que são atendidos no momento (duas, mas outros cinco devem começar as aulas nas próximas semanas). As cadeiras são mais baixas, com rodas mais inclinadas, há ainda faixas que seguram as atletas presas à cadeira, além de uma rodinha na parte traseira para dar mais firmeza no chão. 

O principal objetivo do programa é promover a inclusão social por meio do esporte. Apesar disso, Lilian não descarta a possibilidade de investimento em atletas de alto rendimento. "O projeto não serve apenas para o lazer, mas também como um caça-talento", avaliou a secretária.

Segundo Lilian Fernandes, não há restrições de idade para participação no projeto, mas os interessados devem morar em São Caetano. Para participar das aulas, basta fazer inscrição na sede da Secretaria de Esportes e Turismo, que fica na rua Osvaldo Cruz, 2010.

Beatriz aprovou os treinos e já sente reflexo no corpo. "Antes não tinha muita mobilidade, andava mais devagar. Além disso, agora tenho uma cabeça melhor, porque tem pessoas com problemas muito piores do que os meus que conseguem se superar", avaliou a garota, que nasceu com problema na espinha.

ADAPTAÇÃO
O tênis adaptado praticamente não sofre alterações em suas estruturas ou regras. A única diferença, explicou o professor Luiz Otavio Martins França, é que a bola pode dar dois quiques no chão antes de ser rebatida pelo jogador. Isso porque os atletas levam mais tempo para se locomover, pois precisam empurrar a cadeira e ainda segurar a raquete.

O treinador também explicou que não sente diferença na hora da aula. "Para mim, não vejo dificuldade gritante ou acentuada ao ensinar. A única coisa é que passamos por expectativas diferentes com cada um dos alunos. Como qualquer um, eles têm suas dificuldades", disse Luiz.

Além disso, o professor encara as aulas com uma grande troca de experiências. "A própria superação de estarem aqui diz tudo sobre essas alunas. São muito esforçadas, alegres. Depois de uma aula a gente sai diferente da quadra", declarou o treinador.

Modalidade ajuda recuperação de aluna

Modalidade é responsável pela recuperação da aluna Ana Ribas Dalcollina, 53 anos, daquelas pessoas que contagiam qualquer um a sua volta. Quem a vê hoje nas aulas de tênis adaptado em São Caetano nem imagina o que ela passou há 22 anos.

Um acidente de carro no trajeto entre Curitiba e São Paulo foi responsável por impedir que a aposentada voltasse a andar. Na época, ela atuava como instrutora de tênis. A modalidade estava presente em sua vida desde os onze anos, quando começou a jogar. "Passei quatro meses hospitalizada com uma série de problemas para superar."

Ana até esboçou retorno às quadras algumas vezes, mas sem sucesso. "Não tinha tempo porque cuidava da minha mãe que estava doente e também tinha meu filho. Mas agora estou numa fase que posso pensar em mim", comentou. O segredo da superação? Ana explicou: "Todo mundo diz que sou uma pessoa alto astral, mas passei por problemas e fui em frente. Devo tudo isso ao tênis, porque quando fui atleta aprendi a ter disciplina, determinação. Foi isso que meu deu forças para continuar", declarou.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Esporte realiza os sonhos de dois jovens com síndrome de Down



Natação, futsal e atletismo. Além de  modalidades esportivas, elas têm mais uma coisa em comum: são as formas pelas quais dois amigos de Sorocaba com síndrome de Down mostram sua garra e superação e conseguem realizar seus sonhos.
André Toledo tem 22 anos, e Paulo Amaral, na foto ao lado, tem 28. Eles disputam competições pela equipe de Marília - em Sorocaba não há um grupo voltado à prática esportiva para esse tipo de deficiência - e já têm uma lista considerável de prêmios. No atletismo, por exemplo, André já venceu as cinco categorias para atletas com síndrome de Down: 100, 200, 400 metros, 4 x 100 metros e salto em distância.
- Com nove para dez anos, ele já queria ir comigo na academia. Brincava de levantar peso com um chinelo. E começou no esporte por acaso, quando faltou um corredor em uma prova regional da Praia Grande - diz Fernando Ribeiro de Toledo, lembrando da primeira das cinco medalhas de ouro do filho.
Medalhas também não faltam para Paulo. Entre água e quadra, ele ficou entre os três primeiros por 113 vezes. Agora, vai tentar mais uma, em um campeonato mundial de futsal para atletas com síndrome de Down, que acontece em agosto.
- Gosto de nadar e de jogar bola. Mas o André é melhor jogador que eu, porque marca de letra, de bicicleta, de voleio e eu só faço de pênalti. Vamos ser campeões esse ano! - promete ele, que é são-paulino, a exemplo do amigo. André, aliás, aproveitou para 'cornetar' os palmeirenses, possíveis adversários do Tricolor na final da Copa do Brasil.
A dupla, assim como outros jovens que fazem parte do grupo Felicidade Down, vai acompanhar o time do São Bento na primeira partida do time em casa pela Copa Paulista, no dia 21 de julho, contra o São Bernardo, no Estádio Municipal Walter Ribeiro.
- Mas eu gosto dos dois (times da cidade), o São Bento e o Atlético, eu adoro futebol - desconversa Paulo, ao ser indagado se o seu coração é azul e branco ou vermelho e amarelo.
Apoio local
Célia Regina Santos é a fundadora do grupo Felicidade Down, de Sorocaba. Ela lamenta que os dois vistam a camisa de uma cidade distante 350 quilômetros ao invés de defenderem as cores da cidade que vivem.
- Nós formamos esse grupo para proporcionar a felicidade deles. São pessoas comuns e normais, que precisam sair, se divertir, se exercitar. Mas assim com os pais precisam acreditar neles, a cidade também poderia. Por que não formar uma equipe aqui? - indaga.

domingo, 11 de novembro de 2012

Há 3 anos atrás…Puxa!!Niver do Futuro!!!!


Há 3 anos atrás…

Tudo começou com um jornal o Folha Estudantil, víamos  a necessidade de divulgar experiências inclusivas, valorizando os professores e habilidades dos alunos da Escola CEEBJA Paulo  Freire. Pois é! Foi ótimo o processo  de implementação de um jornal no colégio, com  a coparticipação de vários professores, ,belas histórias inclusivas que até hoje recordamos ,uma escola com grandes valores!
Mas não satisfeitos, entramos na era digital e até convidamos muita gente, mas naquele momento o pessoal ainda não entendia essa história de Blog .As pessoas olhavam e diziam “Ai que bonitinho, este blog!!”Era o que queríamos ouvir? Não! Claro! Queríamos pessoas com opiniões, sugestões, participações .
MKreling foi um nome precursor, não combinou com os assuntos abordados ,passou para INCLUSÃO. Opa! Mas já havia no momento uma campanha INCLUSÃO JÁ da revista Sentidos, como usar né? Num dado momento deu um insite, tornou-se ”O Futuro Está Aqui “ queríamos um nome que marcasse ,caracterizasse  o que somos hoje a ”Dupla do Futuro”. As quatro mãos que escrevem, pesquisam, formatam e pensam juntos !Futuro de Tecnologias Assistivas , de uma sociedade que queremos com mais acessibilidade para todos, inclusiva em todos os sentidos no âmbito escolar, social, politico, familiar, profissional enfim ,que o ser humano independentemente de suas especificidades torne-se CONSCIENTE, AUTÔNOMO E RESPEITADO pelo  SER e não pelo TER. Enfim, 12 de novembro oficialmente, faz 3 anos do Blog !O Futuro Está Aqui. 
Crescemos, erramos para acertar e temos muito o que aprender, fizemos novos amigos  e solidificamos uma amizade e parceria ,uma dupla  inserida neste movimento chamado INCLUSÃO!!!

TEXTO DE QUATRO MÃOS como nossa amiga psicologa Olinda nos intitulou!!Hé,hé,hé....

"A esperança é um empréstimo que se pede à felicidade." (Joseph Joubert) Paralisia: Investigação abre caminho à regeneração


Investigadores britânicos descobriram um método capaz de promover a regeneração dos tecidos da espinal medula que poderá abrir caminho à cura de paralisias. A técnica consiste na modificação dos açúcares de cadeia longa que impedem a regeneração destes nervos. A investigação foi publicada no The Journal of Neuroscience mas ainda vai passar pela fase de testes em animais.
O principal desafio no tratamento destas lesões resulta do facto do tecido lesionado da espinal medula criar uma barreira impenetrável que impede a regeneração dos nervos. Isto conduz às paralisias irreversíveis associadas a estas lesões (quadriplegia e paraplegia). 
Uma maneira de reparar estas lesões nervosas é fazer um transplante de células dos nervos periféricos da espinal medula, as chamadas células de Schwann, para os nervos de suporte central. No entanto, a equipa de investigadores britânicos, percebeu que estas células segregam açúcares de sulfato de heparano, que criam cicatrizes que frustram a eficácia da reparação dos nervos danificados.
Ao tentar contornar o problema, a investigação liderada por Jennifer Higginson (Universidade de Glasgow) e Jerry Turnbull (Universidade de Liverpool) conseguiu descobrir um método de inibir esta cicatrização negativa: modificando quimicamente os açúcares de sulfato com outros açucares (as heparinas) que impedem a reação cicatrizante, abrindo assim novas oportunidades para a regeneração dos nervos.
 “Descobrimos que alguns açúcares provocam reações de cicatrização mas através da manipulação em laboratório com a ajuda de outros açucares (as heparinas), podemos prevenir este processo, pelo menos nos modelos computacionais,” explica Jerry Turnbull, acrescentando que agora a investigação tem de ser confirmada através de testes em animais.

Clique 
AQUI para consultar o resumo do estudo no The Journal of Neuroscience (em inglês).
http://educacaoemespecial.blogspot.com.br/

Superação!!

sábado, 10 de novembro de 2012

SE VOCÊ RESPEITA, ENTÃO CLICK AQUI E PARTICIPE

http://www.facebook.com/essavaganaoesuanemporumminuto

GUIA DE ACESSIBILIDADE CULTURAL

banner Guia de Acessibilidade Cultural
http://www.img.org.br/cultura


GUIA DE ACESSIBILIDADE CULTURAL
Produção de Guia com informações sobre a acessibilidade dos equipamentos culturais da cidade de São Paulo avaliados pela equipe do projeto. O Guia impresso será distribuído para Secretarias Estaduais ligadas a Cultura, Educação, Turismo, instituições e órgãos do governo ligados a temática da deficiência, sempre acompanhado com um audiolivro.
 
O Guia está disponível na internet, no endereço http://acessibilidadecultural.com.br, que atende a requisitos de acessibilidade, onde também se pode fazer pesquisa filtrada por tipo de equipamento, região da cidade ou palavra-chave.
 
Durante a pesquisa foram avaliados os seguintes itens:
  • Acessibilidade física
  • Acesso a informações
  • Acesso ao conteúdo e mediação
  • Propostas inclusivas
    • Propostas inclusivas

    OBJETIVOS
    Oferecer um serviço de informação para a população de São Paulo e para os turistas com deficiência que queiram consumir cultura. 
    Avaliar as condições de acessibilidade dos equipamentos culturais
    Sensibilizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade
    Reconhecer as iniciativas positivas como exemplo de boas práticas
     
    Locais avaliados (aproximadamente 320)
    Bibliotecas |  Museus | Cinemas | Casas de espetáculos | Teatros | Centros Culturais

    CLIPPING 
    Matérias e noticias sobre o Guia de Acessibilidade Cultural veiculadas em jornais, revistas, sites e outros meios de comunicação.
     

    EQUIPE
     
    Viviane Sarraf: Fundadora da empresa Museus Acessíveis e atua na FDNC.
    Graduada em Educação Artística - FAAP, especialização em Museologia - MAE-USP, mestre em Ciência da Informação USP e doutoranda em Semiótica - PUC-SP. 

    Silvana Cambiaghi: Arquiteta, mestre em Desenho Universal FAU-USP. Presidente da CPA de São Paulo. Docente dos cursos de Acessibilidade– FAU-USP e SENAC.

    Cláudia Cotes: Fonoaudióloga, doutora em linguística. Presidente da ONG Vez da Voz. Criou o Telelibras, o primeiro telejornal inclusivo do país. 

    Arthur Calasans: Fotógrafo premiado pela OMS e CVI - RJ. Participou de exposições coletivas como o Arte Inclui, promovida pela Prefeitura de São Paulo. Trabalhou nos portais IG e Universia Brasil, e no Instituto Paradigma.
     
    Patrícia Zuvia: Formada em administração, atua na gestão de projetos sociais no terceiro setor e no setor público há mais de 10 anos. 

    Projeto aprovado na Lei Rouanet (art. 18), realizado com o patrocínio da SABESP e o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura. 
     lei roaunet
     

    PATROCÍNIO:
     
    SABESP

    APOIO: 
     

    REALIZAÇÃO:
     
      

CAMPANHA: faça um vídeo pela educação inclusiva!


http://inclusaoja.com.br
Companheiros, professores, mães, pais, gestores, pessoas com e sem deficiência,
Fórum Nacional de Educação Inclusiva lança hoje a campanha #PNEpraVALER SÓ COM EDUCAÇÃO INCLUSIVA!
Prepare a câmera de filmar do seu celular ou da máquina fotográfica! É hora de gravar mensagens aos senadores dizendo com todas as letras: NÃO AO RETROCESSO!
Nossa intenção é impedir que retrocessos – que contrariam a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Conferência Nacional de Educação (CONAE/2010) e o próprio objetivo do Plano Nacional de Educação (PNE) — venham a fazer parte do novo Plano Nacional de Educação, como tentam agora fazer com a Meta 4 (entenda). Queremos o texto ORIGINAL da META 4!
Por isso, convidamos a todos e todas a fazer parte da caminhada e a participar ativamente!
Pedimos que façam pequenos vídeos para os senadores, com duração de 8 a 30 segundos, e nos enviem por e-mail (mecavalcante@gmail.com). Poste também no Youtube e envie para a gente o link. A mensagem pode ser o lema da nossa campanha, mas não se esqueça que estamos tratando do Plano Nacional de Educação e é preciso falar com os senadores! Faça também vídeos com seus filhos, com os colegas da escola, com professores… Imagens de crianças só serão publicadas com autorização expressa de responsável por e-mail, no envio da mensagem com o vídeo.
Divulgaremos todos os vídeos reivindicando palavras de protesto. Veja alguns exemplos:
- PNEpraVALER só com Educação Inclusiva!
- Segregação não é meta, é retrocesso!
- O Senado garante PNE com educação inclusiva!
- Queremos o texto original da Meta 4 do PNE
E assim por diante…
Vamos lá? Estamos aguardando sua colaboração. A mobilização começa agora!
Fórum Nacional de Educação Inclusiva
Rede Inclusiva – Direitos Humanos Brasil
Portal Inclusão Já!

SER FELIZ!!!