O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), e em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), lança, nesta quarta-feira, dia 30, no Palácio Iracema, o Projeto de Inclusão Social e Produtiva, com investimentos no valor de R$ 14,5 milhões e contrapartida dos cofres do Estado no valor de R$ 2,2 milhões. A iniciativa se destina ao desenvolvimento das famílias cadastradas no CadÚnico. Cerca de 13 mil moradores dos 20 municípios beneficiados serão atendidos durante o período de três anos, tempo de duração do projeto.
O projeto vem cumprir o compromisso do Governo Estadual com as ações sociais, no sentido de elaborar políticas públicas de melhoria de renda e geração de postos de trabalho. Em sintonia com o Governo Federal, o Governo do Estado do Ceará desenvolveu atividades que vão abranger Capital e Interior, com ações que contemplam cadeias produtivas nas áreas de Cajucultura, Apicultura, Caprinocultura Leiteira, Reciclagem, Artesanato e Central de Formação Profissional e Inclusão Produtiva. As cidades beneficiadas são: Aracati, Caririaçu, Cascavel, Fortaleza, Fortim, Hidrolândia, Ipu, Iracema, Itaiçaba, Itapajé, Jaguaribe, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Mucambo, Quixadá, Redenção, Russas, Tauá e Viçosa do Ceará.
Dentre as instituições parceiras, destacam-se a Universidade Federal do Ceará (UFC), Instituto Centro Tecnológico do Ceará (Centec), Universidade Estadual do Ceará (Uece), Instituto Federal do Ceará (IFCE) e Instituto do Desenvolvimento do Trabalho (IDT). O projeto foi desenvolvido conjuntamente por essas instituições, visando a fortalecer cadeias produtivas que atendam às famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família, cadastradas no CadÚnico.
Data: Quarta-feira 30 de junho
Hora: 14 horas
Local: Auditório do Palácio Iracema
terça-feira, 29 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Um vencedor não é aquele que nunca falha , mas que nunca pára !
Agir sempre,mesmo que sejamos como a FÊNIX!
O Universo conspira está em movimento.É nós?
Mover não significa utilizar-se de músculos,nervos,ossos.O agir do pensar!O agir do trasformar!O agir de ser feliz!
O Universo conspira está em movimento.É nós?
Mover não significa utilizar-se de músculos,nervos,ossos.O agir do pensar!O agir do trasformar!O agir de ser feliz!
CONFIE SEMPRE
Não percas a tua fé entre as sombras do mundo. Ainda Que Os Teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima De ti mesmo. Crê e trabalha. Esforça-te no bem e espera Com paciência. Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá. De todos os infelizes os mais desditosos são os que perderam a confiança Em Deus e em si mesmo, porque o maior infortúnio é sofrer a privação Da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha. Luta e serve. Aprende e adianta-te. Brilha a alvorada além da noite. Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte. Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.
Chico Xavier
sexta-feira, 25 de junho de 2010
O uso da tecnologia assistiva no processo de inclusão escolar
Inclusão escolar
O sucesso do processo de inclusão está diretamente ligado à possibilidade de reconhecer as diferenças e aceitá-las. Isso não significa ignorá-las, isso não significa colocar crianças com necessidades educacionais especiais na sala de aula regular e esperar que elas aprendam pela proximidade com seus colegas da mesma idade. Respeitar as diferenças é oportunizar os recursos necessários para que a criança aprenda. Muitas vezes esses recursos serão simples como letras soltas ou textos escritos em letras maiúsculas e outras vezes poderá ser o uso de um computador adaptado.
O Brasil tem hoje, segundo o Censo escolar de 2005 (MEC, 2006), 640.317 alunos com necessidades educacionais especiais matriculados nas escolas do país, portanto esse não é um problema que possa ser ignorado.
O uso da tecnologia no processo de inclusão escolar
Ao longo da história, a tecnologia vem sendo utilizada para facilitar a vida dos homens. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia é a diferença entre o “poder” e o “não poder” realizar ações.
No processo de inclusão de crianças com dificuldades motoras, o terapeuta ocupacional poderá coordenar:
Adaptações ambientais como: rampas, barras nos corredores, banheiros e sala de aula, tipo de piso, sinalização dos ambientes, iluminação e posicionamento da criança dentro da sala de aula considerando sua possibilidade visual.
Adaptação postural da criança na classe com a adequação da sua cadeira de rodas ou carteira escolar e adequações posturais nas atividades das aulas complementares ou de lazer.
O processo de ensino-aprendizagem com a confecção ou indicação de recursos como: planos inclinados, antiderrapantes, lápis adaptados, órteses, pautas ampliadas, cadernos quadriculados, letras emborrachadas, textos ampliados, máquina de escrever ou computador.
O recurso alternativo para a comunicação oral com a utilização de pranchas de comunicação ou comunicadores e,
A independência nas atividades de vida diária e de vida prática com adaptações simples como argolas para auxiliar a abertura da merendeira ou mochila, ou copos e talheres adaptados para o lanche.
site:Tecnologia Assistiva x Comunicação Alternativa
O sucesso do processo de inclusão está diretamente ligado à possibilidade de reconhecer as diferenças e aceitá-las. Isso não significa ignorá-las, isso não significa colocar crianças com necessidades educacionais especiais na sala de aula regular e esperar que elas aprendam pela proximidade com seus colegas da mesma idade. Respeitar as diferenças é oportunizar os recursos necessários para que a criança aprenda. Muitas vezes esses recursos serão simples como letras soltas ou textos escritos em letras maiúsculas e outras vezes poderá ser o uso de um computador adaptado.
O Brasil tem hoje, segundo o Censo escolar de 2005 (MEC, 2006), 640.317 alunos com necessidades educacionais especiais matriculados nas escolas do país, portanto esse não é um problema que possa ser ignorado.
O uso da tecnologia no processo de inclusão escolar
Ao longo da história, a tecnologia vem sendo utilizada para facilitar a vida dos homens. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia é a diferença entre o “poder” e o “não poder” realizar ações.
No processo de inclusão de crianças com dificuldades motoras, o terapeuta ocupacional poderá coordenar:
Adaptações ambientais como: rampas, barras nos corredores, banheiros e sala de aula, tipo de piso, sinalização dos ambientes, iluminação e posicionamento da criança dentro da sala de aula considerando sua possibilidade visual.
Adaptação postural da criança na classe com a adequação da sua cadeira de rodas ou carteira escolar e adequações posturais nas atividades das aulas complementares ou de lazer.
O processo de ensino-aprendizagem com a confecção ou indicação de recursos como: planos inclinados, antiderrapantes, lápis adaptados, órteses, pautas ampliadas, cadernos quadriculados, letras emborrachadas, textos ampliados, máquina de escrever ou computador.
O recurso alternativo para a comunicação oral com a utilização de pranchas de comunicação ou comunicadores e,
A independência nas atividades de vida diária e de vida prática com adaptações simples como argolas para auxiliar a abertura da merendeira ou mochila, ou copos e talheres adaptados para o lanche.
site:Tecnologia Assistiva x Comunicação Alternativa
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Educação de surdos será tema em curso sobre inclusão
A educação de surdos sob o enfoque da inclusão e a Língua Brasileira de Sinais (Libras) serão o tema do encontro de junho do Curso de Formação Continuada na Perspectiva da Educação Inclusiva, que acontecerá nesta quinta-feira (24 ). A etapa presencial iniciará às 8h30min, com oito horas de duração, no salão de atos da 24ª Coordenadoria Regional de Educação. Participam do curso 60 professores, equipes diretivas e funcionários de escolas estaduais. Este será o segundo encontro da formação, que terá reuniões mensais até novembro.
As palestrantes desta quinta-feira serão as professoras Ana Raquel Severo Lara e Claudete Tavares, especialistas que desenvolvem projetos pedagógicos de destaque na área da educação de surdos, em Cachoeira do Sul. O curso de Educação Inclusiva, promovido pela 24ª CRE, é voltado ao trabalho com a inclusão em classes regulares das escolas estaduais. Na 24ª CRE, quem coordena a ação são as professoras Elaine Beatriz Dalcin e Cleonice Bankow, do Núcleo de Apoio Pedagógico.
Outros assuntos que ainda serão trabalhados no curso serão abordagens relacionadas aos transtornos globais do desenvolvimento, abordagens e tendências na área de altas habilidades e superdotação, deficiência intelectual/mental e múltipla, uma oficina de confecção de materiais didáticos na área da deficiência visual, tecnologia assistiva e projetos de acessibilidade e promovendo a inclusão de deficientes.
Fontes:
http://www.radiofandango.com.br/archive/valor.php?noticia=17744
As palestrantes desta quinta-feira serão as professoras Ana Raquel Severo Lara e Claudete Tavares, especialistas que desenvolvem projetos pedagógicos de destaque na área da educação de surdos, em Cachoeira do Sul. O curso de Educação Inclusiva, promovido pela 24ª CRE, é voltado ao trabalho com a inclusão em classes regulares das escolas estaduais. Na 24ª CRE, quem coordena a ação são as professoras Elaine Beatriz Dalcin e Cleonice Bankow, do Núcleo de Apoio Pedagógico.
Outros assuntos que ainda serão trabalhados no curso serão abordagens relacionadas aos transtornos globais do desenvolvimento, abordagens e tendências na área de altas habilidades e superdotação, deficiência intelectual/mental e múltipla, uma oficina de confecção de materiais didáticos na área da deficiência visual, tecnologia assistiva e projetos de acessibilidade e promovendo a inclusão de deficientes.
Fontes:
http://www.radiofandango.com.br/archive/valor.php?noticia=17744
Compreender as DIFERENÇAS!!!!
Acessibilidade dentro de casa.




Nada melhor do que chegar em casa e poder desfrutar de conforto e liberdade. A habitação é um ambiente particular, onde cada um impõe suas necessidades e busca sua identidade. Esse é um direito de todos, inclusive daqueles que vivem em cadeiras de rodas
Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.
Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.
Facilite o acesso
Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.
Libere a circulação
Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.
No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.
Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.
Aumente os espaços
“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes.
As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de casa lado”, afirma Thais..
Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.
Garanta a aproximação
A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.
O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto a altura e distancia de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores.
Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.
Conforto individual
Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais.
“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara.
Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.
Acessibilidade também nas áreas comuns
“Aqui no prédio, nós modificamos a calçada da frente e colocamos um elevador para acessar a piscina interna, pois antes só tinha escadas”, diz Lucas Alvarez, arquiteto e síndico do prédio da vereadora Mara Gabrilli.
Sob sua orientação também foi instalado piso antiderrapante sem desníveis na calçada da frente e na área de circulação interna do edifício. “Temos que transformar a realidade para que se tenha mais opções de moradias para usuários de cadeiras de rodas no Brasil”, finaliza.
Fonte- Lívia Alves, iG São Paulo
Referência: Portal Mara Gabrilli
terça-feira, 22 de junho de 2010
Brasileiro cria game que não precisa de controle
Feira de jogos nos Estados Unidos revela novidades do mundo virtual. Tecnologia que captura movimentos humanos e os reproduz na tela é a nova tendência dos games.
Que multidão e o evento não é aberto ao público. Na maior feira de videogames dos Estados Unidos, a E3, com 300 expositores, só entram jornalistas e profissionais da área. Profissionais, aliás, sem a menor pinta de homens de negócios. Mas os caras são do ramo. São feras e são milhares.
Para um evento desse tamanho, e sobre altíssima tecnologia, o Fantástico conta com um guia: Gustavo Petró, repórter que cobre videogames para o G1, o portal de notícias da Globo. O repórter, de 27 anos, visita a feira pela segunda vez e conhece tudo desse mundo, um mundo onde coisas estranhas acontecem.
O repórter Álvaro Pereira Júnior aproveita para testar aquela que é uma das tendências da E3: os jogos 3D, em terceira dimensão. Em um dos jogos de luta, cada vez que o joystick chacoalha significa que o jogador tomou um soco. Chega de apanhar, é melhor tirar os óculos. Mesmo sem eles, continuamos na terceira dimensão.
Um aparelhinho preto é uma das grandes novidades; das grandes revoluções da feira de videogames. O repórter Gustavo Petró explica o que ele tem de novo: “você vai poder jogar games em 3D sem precisar usar os óculos especiais. Em videogame é a primeira vez que se tem algo parecido. Trata-se de outra forma de criar combate e maior interação com o jogador”. Segundo o fabricante, o aparelho deve ser lançado no ano que vem, ao mesmo tempo nos Estados Unidos e no Brasil.
Mais uma caminhada pelos imensos galpões da exposição e, em meio a corridas, brigas, violência e ação, aparece um joguinho que a gente pode chamar de "fofo". Nicolas Doucet, produtor e desenvolvedor do jogo explica que uma câmera fica apontada para o jogador. Assim, a própria sala de casa é o cenário da brincadeira. O bicho adora um carinho. Dá para dar um banhinho nele também. Ele também desenha. O desenho vira real - quer dizer, pelo menos, na tela. O bichinho sai voando.
Mas o grande voo dessa exposição, um salto mesmo para o futuro, são os videogames que fazem de tudo, sem nenhum controle, nada nas mãos: ideia de Alex Kipman, engenheiro de Curitiba, de 31 anos, filho de diplomata, que trabalha nos Estados Unidos, onde também fez faculdade.
Ele conta mais detalhes sobre a invenção: “primeira coisa que você está vendo é que o sistema me scaneou e colocou dentro do sistema. O sistema conhece a minha altura, sabe o meu peso, sabe a distância dos meus braços. Então, você vê que agora todos os menus são acessíveis por mim aqui fora e estão todos bem pertinho da minha mão. Eu sou o carinha de laranja que está se mexendo na TV”.
Mas como a tela sabe o que ele está fazendo? O próprio inventor conta o segredo. “Nós temos um sensor que essencialmente entende fundamentalmente humanos e sabe ver o humano e colocar o humano no mundo virtual”.
Pausa para os autógrafos, e o Alex mostra outro jogo. Neste, usamos o corpo inteiro para jogar e as mãos para dirigir o carro. “Quando entra na curva, para dar um drift, eles colocam a bunda para o lado e usam o corpo inteiro para derrapar o carro, para fazer truque com o carro no ar”, explica Alex.
O repórter Gustavo Petró dá a avaliação final. “Eu acho que essa tecnologia de captura dos movimentos que consegue colocar o jogador para dentro do game, sem aparelho nenhum, vai continuar para a próxima geração de jogos e videogames”.
E essa nova era dos videogames está só no começo. Ano que vem tem mais.
Fontes: Fantástico
Que multidão e o evento não é aberto ao público. Na maior feira de videogames dos Estados Unidos, a E3, com 300 expositores, só entram jornalistas e profissionais da área. Profissionais, aliás, sem a menor pinta de homens de negócios. Mas os caras são do ramo. São feras e são milhares.
Para um evento desse tamanho, e sobre altíssima tecnologia, o Fantástico conta com um guia: Gustavo Petró, repórter que cobre videogames para o G1, o portal de notícias da Globo. O repórter, de 27 anos, visita a feira pela segunda vez e conhece tudo desse mundo, um mundo onde coisas estranhas acontecem.
O repórter Álvaro Pereira Júnior aproveita para testar aquela que é uma das tendências da E3: os jogos 3D, em terceira dimensão. Em um dos jogos de luta, cada vez que o joystick chacoalha significa que o jogador tomou um soco. Chega de apanhar, é melhor tirar os óculos. Mesmo sem eles, continuamos na terceira dimensão.
Um aparelhinho preto é uma das grandes novidades; das grandes revoluções da feira de videogames. O repórter Gustavo Petró explica o que ele tem de novo: “você vai poder jogar games em 3D sem precisar usar os óculos especiais. Em videogame é a primeira vez que se tem algo parecido. Trata-se de outra forma de criar combate e maior interação com o jogador”. Segundo o fabricante, o aparelho deve ser lançado no ano que vem, ao mesmo tempo nos Estados Unidos e no Brasil.
Mais uma caminhada pelos imensos galpões da exposição e, em meio a corridas, brigas, violência e ação, aparece um joguinho que a gente pode chamar de "fofo". Nicolas Doucet, produtor e desenvolvedor do jogo explica que uma câmera fica apontada para o jogador. Assim, a própria sala de casa é o cenário da brincadeira. O bicho adora um carinho. Dá para dar um banhinho nele também. Ele também desenha. O desenho vira real - quer dizer, pelo menos, na tela. O bichinho sai voando.
Mas o grande voo dessa exposição, um salto mesmo para o futuro, são os videogames que fazem de tudo, sem nenhum controle, nada nas mãos: ideia de Alex Kipman, engenheiro de Curitiba, de 31 anos, filho de diplomata, que trabalha nos Estados Unidos, onde também fez faculdade.
Ele conta mais detalhes sobre a invenção: “primeira coisa que você está vendo é que o sistema me scaneou e colocou dentro do sistema. O sistema conhece a minha altura, sabe o meu peso, sabe a distância dos meus braços. Então, você vê que agora todos os menus são acessíveis por mim aqui fora e estão todos bem pertinho da minha mão. Eu sou o carinha de laranja que está se mexendo na TV”.
Mas como a tela sabe o que ele está fazendo? O próprio inventor conta o segredo. “Nós temos um sensor que essencialmente entende fundamentalmente humanos e sabe ver o humano e colocar o humano no mundo virtual”.
Pausa para os autógrafos, e o Alex mostra outro jogo. Neste, usamos o corpo inteiro para jogar e as mãos para dirigir o carro. “Quando entra na curva, para dar um drift, eles colocam a bunda para o lado e usam o corpo inteiro para derrapar o carro, para fazer truque com o carro no ar”, explica Alex.
O repórter Gustavo Petró dá a avaliação final. “Eu acho que essa tecnologia de captura dos movimentos que consegue colocar o jogador para dentro do game, sem aparelho nenhum, vai continuar para a próxima geração de jogos e videogames”.
E essa nova era dos videogames está só no começo. Ano que vem tem mais.
Fontes: Fantástico
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Escola é acusada de dar diplomas que não valem nada
A Paulistec, curso de ensino a distância, prometia a conclusão do primeiro ou segundo grau em 60 dias, por R$ 700.
O anúncio chama a atenção, mas é possível terminar o primeiro ou o segundo grau em apenas 60 dias? A atendente alega que se trata de um curso supletivo a distância. “Em 60 dias, já pega o certificado”, diz a funcionária.
O preço: R$ 700 para concluir o Ensino Médio e o Fundamental. O aluno recebe uma apostila e estuda, sem nenhum tipo de ajuda. “A gente não está tendo um professor”, justifica a funcionária
Uma escola da empresa Paulistec fica na Penha, Zona Leste de São Paulo. Existem outras 23 filiais, em mais seis estados. A de Interlagos, na Zona Sul da capital paulista, nem fachada tem. No local, a atendente reconhece: “aprender mesmo, eu sou bem sincera, ela não vai aprender muita coisa”, diz outra atendente.
A empresa está envolvida em um escândalo. A filial de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, foi fechada no começo do mês. A Delegacia do Consumidor indiciou o dono e mais quatro pessoas por estelionato e formação de quadrilha.
Além de não ter professor, o curso a distância funcionava sem alvará da prefeitura nem autorização das autoridades de ensino para dar aulas ou aplicar provas.
Mas a polícia encontrou exames já preenchidos, faltando apenas o nome do aluno.
Um rapaz fala em outra fraude. Conta que recebeu dez provas iguais. Cada uma com dez questões e quatro alternativas. Segundo ele, a funcionária mandou preencher as provas com respostas diferentes, e a escola só ficava com a que tivesse mais acertos.
“Ela falou: ‘assim não tem nem como você não passar’”, revela o aluno. “Aí, eu só tirava nota alta”.
Segundo as investigações, os diplomas eram emitidos por escolas do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, que também são suspeitas de envolvimento na fraude.
“A escola só pode oferecer o curso se ela estiver credenciada pelo Mato Grosso do Sul. O documento não tem validade aqui no estado”, afirma Maria Luiza Robaldo, presidente do Conselho de Educação do Mato Grosso do Sul.
A Paulistec funcionava no centro de Campo Grande havia três anos. Segundo a polícia, cerca de 1,2 mil alunos saíram de lá com um diploma que não vale nada.
Uma mulher pode ser obrigada a sair da faculdade de pedagogia e já prestou queixa no Procon. “Eu quero receber o meu dinheiro de volta”, declara.
Em depoimento, obtido com exclusividade pelo Fantástico, o dono da Paulistec, Mauro di Nápoli, chegou a admitir que o diploma não serve para nada. “Se não foi feito de acordo com as normas, não tem validade. Essa é a minha opinião”, declara.
No vídeo, o advogado Thiago Balat Barbosa desaprova a confissão. Mas, na entrevista, diz que a Paulistec não cometeu crime. “Ela não emite certificado. Ela é apenas um curso preparatório livre”, justifica.
A Justiça determinou o bloqueio de um R$ 1,8 milhão da conta da família do dono do curso a distância. Também está proibida a venda de nove carros, avaliados em meio milhão de reais. Entre os veículos, há três modelos de luxo.
Em agosto do ano passado, em Goiânia, quatro escolas da empresa já tinham sido fechadas por suspeita de emissão irregular de diplomas. A polícia de Mato Grosso do Sul já pediu a abertura de investigação nos outros seis estados onde a Paulistec atua.
“É um típico estelionatário, e a empresa instalada em Mato Grosso do Sul seria uma fábrica de diplomas”, afirma Adriano Garcia, delegado da Delegacia de Defesa do Consumidor em MS.
Por ano, cerca de 300 mil alunos em todo o Brasil fazem o nível básico em escolas de ensino a distância.
Especialistas dizem que cursos sérios de educação a distância sempre têm professores à disposição dos alunos. O atendimento pode ser feito pela internet ou por telefone.
“O primeiro passo é verificar a situação legal dela, se ela tem o credenciamento, se ela é fiscalizada, se ela tem biblioteca, se tem uma sala de aula”, diz Fábio Sanchez, especialista ensino a distância.
Esta semana, o Conselho Nacional de Educação determinou a duração mínima dos cursos a distância: 1,6 mil horas nos anos finais do Ensino Fundamental - o que representa, em média, cinco horas de estudo por dia, durante dez meses.
Já para conclusão do Ensino Médio, a duração é de pelo menos 1,2 mil horas ou oito meses de estudo.
“Vou fazer de novo, não vou desistir. Agora, vou na escola certa, para não cair em outra fraude”, ressalta um aluno.
O anúncio chama a atenção, mas é possível terminar o primeiro ou o segundo grau em apenas 60 dias? A atendente alega que se trata de um curso supletivo a distância. “Em 60 dias, já pega o certificado”, diz a funcionária.
O preço: R$ 700 para concluir o Ensino Médio e o Fundamental. O aluno recebe uma apostila e estuda, sem nenhum tipo de ajuda. “A gente não está tendo um professor”, justifica a funcionária
Uma escola da empresa Paulistec fica na Penha, Zona Leste de São Paulo. Existem outras 23 filiais, em mais seis estados. A de Interlagos, na Zona Sul da capital paulista, nem fachada tem. No local, a atendente reconhece: “aprender mesmo, eu sou bem sincera, ela não vai aprender muita coisa”, diz outra atendente.
A empresa está envolvida em um escândalo. A filial de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, foi fechada no começo do mês. A Delegacia do Consumidor indiciou o dono e mais quatro pessoas por estelionato e formação de quadrilha.
Além de não ter professor, o curso a distância funcionava sem alvará da prefeitura nem autorização das autoridades de ensino para dar aulas ou aplicar provas.
Mas a polícia encontrou exames já preenchidos, faltando apenas o nome do aluno.
Um rapaz fala em outra fraude. Conta que recebeu dez provas iguais. Cada uma com dez questões e quatro alternativas. Segundo ele, a funcionária mandou preencher as provas com respostas diferentes, e a escola só ficava com a que tivesse mais acertos.
“Ela falou: ‘assim não tem nem como você não passar’”, revela o aluno. “Aí, eu só tirava nota alta”.
Segundo as investigações, os diplomas eram emitidos por escolas do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, que também são suspeitas de envolvimento na fraude.
“A escola só pode oferecer o curso se ela estiver credenciada pelo Mato Grosso do Sul. O documento não tem validade aqui no estado”, afirma Maria Luiza Robaldo, presidente do Conselho de Educação do Mato Grosso do Sul.
A Paulistec funcionava no centro de Campo Grande havia três anos. Segundo a polícia, cerca de 1,2 mil alunos saíram de lá com um diploma que não vale nada.
Uma mulher pode ser obrigada a sair da faculdade de pedagogia e já prestou queixa no Procon. “Eu quero receber o meu dinheiro de volta”, declara.
Em depoimento, obtido com exclusividade pelo Fantástico, o dono da Paulistec, Mauro di Nápoli, chegou a admitir que o diploma não serve para nada. “Se não foi feito de acordo com as normas, não tem validade. Essa é a minha opinião”, declara.
No vídeo, o advogado Thiago Balat Barbosa desaprova a confissão. Mas, na entrevista, diz que a Paulistec não cometeu crime. “Ela não emite certificado. Ela é apenas um curso preparatório livre”, justifica.
A Justiça determinou o bloqueio de um R$ 1,8 milhão da conta da família do dono do curso a distância. Também está proibida a venda de nove carros, avaliados em meio milhão de reais. Entre os veículos, há três modelos de luxo.
Em agosto do ano passado, em Goiânia, quatro escolas da empresa já tinham sido fechadas por suspeita de emissão irregular de diplomas. A polícia de Mato Grosso do Sul já pediu a abertura de investigação nos outros seis estados onde a Paulistec atua.
“É um típico estelionatário, e a empresa instalada em Mato Grosso do Sul seria uma fábrica de diplomas”, afirma Adriano Garcia, delegado da Delegacia de Defesa do Consumidor em MS.
Por ano, cerca de 300 mil alunos em todo o Brasil fazem o nível básico em escolas de ensino a distância.
Especialistas dizem que cursos sérios de educação a distância sempre têm professores à disposição dos alunos. O atendimento pode ser feito pela internet ou por telefone.
“O primeiro passo é verificar a situação legal dela, se ela tem o credenciamento, se ela é fiscalizada, se ela tem biblioteca, se tem uma sala de aula”, diz Fábio Sanchez, especialista ensino a distância.
Esta semana, o Conselho Nacional de Educação determinou a duração mínima dos cursos a distância: 1,6 mil horas nos anos finais do Ensino Fundamental - o que representa, em média, cinco horas de estudo por dia, durante dez meses.
Já para conclusão do Ensino Médio, a duração é de pelo menos 1,2 mil horas ou oito meses de estudo.
“Vou fazer de novo, não vou desistir. Agora, vou na escola certa, para não cair em outra fraude”, ressalta um aluno.
- Clica no título e veja reportaagem do Fantástico!!
sábado, 19 de junho de 2010
http://tetraplegicos.blogspot.com/2010/06/abrir-portas-diferenca-possibilita.html
O «Abrir Portas à Diferença» é um programa criado com o objectivo de facilitar, aos cidadãos portugueses com deficiência e incapacidade permanente em grau superior a 60%,o usufruto do direito a férias.Podem beneficiar do programa: Cidadão individualmente, Associações representativas de cidadãos com deficiências e incapacidades, IPSS, Misericórdias, Autarquias, Juntas de Freguesia, entre outros.
Cada uma das viagens tem a duração de 6 dias (domingo a sexta-feira) e todos os participantes ficam alojados em unidades hoteleiras INATEL, em regime de pensão completa e incluindo o acompanhamento permanente por um animador sociocultural, que será o responsável pela realização da programação lúdica, adaptada às características dos grupos em questão e da zona geográfica de destino.
O transporte não está incluído nos valores de inscrição mas, se necessário, a instituição responsável poderá solicitar o seu provimento através da Fundação INATEL, ficando a primeira responsável pelo pagamento dos respectivos custos.
Quando necessário, cada Participante poderá ser acompanhado por um técnico (Acompanhante) individual ou da instituição responsável pela inscrição e cada grupo que pretenda viajar poderá constituir-se por um número de elementos que deverá situar-se entre os 9 e os 20 (incluindo Participantes e Acompanhantes). Cada Participante pode ser acompanhado, no máximo, por um Acompanhante, que deverá apresentar condições para prestar todo o apoio necessário ao mesmo.
A presente edição de 2010 terá início a partir de 11 de Julho e os valores de inscrição são fixos: Participante: 35 Euros; Acompanhante: 50 Euros.
A realização de viagens em determinado período e para determinada unidade hoteleira estão sujeitas à disponibilidade verificada à data de apresentação da candidatura.
Pela dimensão social desta iniciativa e na expectativa do interesse de V. Exas., informamos que os formulários de candidatura deverão ser enviados para os serviços centrais da Fundação INATEL através do endereço abrirportas@inatel.pt ou por fax (213 127 726).
Posteriormente a Fundação INATEL procederá à selecção dos inscritos e das Instituições que participarão no programa. Sendo essa decisão comunicada a todas as Instituições e individuais, que realizarem a pré-reserva. A selecção dos participantes do Programa será feita tendo em conta: Ordem de chegada da pré-reserva; Número de pessoas para inscrição mencionados na pré-reserva (será factor preferencial apresentarem um grupo de 20 pessoas).
Para o esclarecimento de quaisquer dúvidas, queiram V. Exas. dispor dos nossos contactos mais directos:
INATEL Social
T. 210 027 142 F. 213 127 726 E-mail. abrirportas@inatel.pt
Consulte o programa, lista de hotéis e restante informação no site: INATEL
Publicada por Eduardo Jorge em Quinta-feira, Junho 17, 2010
Cada uma das viagens tem a duração de 6 dias (domingo a sexta-feira) e todos os participantes ficam alojados em unidades hoteleiras INATEL, em regime de pensão completa e incluindo o acompanhamento permanente por um animador sociocultural, que será o responsável pela realização da programação lúdica, adaptada às características dos grupos em questão e da zona geográfica de destino.
O transporte não está incluído nos valores de inscrição mas, se necessário, a instituição responsável poderá solicitar o seu provimento através da Fundação INATEL, ficando a primeira responsável pelo pagamento dos respectivos custos.
Quando necessário, cada Participante poderá ser acompanhado por um técnico (Acompanhante) individual ou da instituição responsável pela inscrição e cada grupo que pretenda viajar poderá constituir-se por um número de elementos que deverá situar-se entre os 9 e os 20 (incluindo Participantes e Acompanhantes). Cada Participante pode ser acompanhado, no máximo, por um Acompanhante, que deverá apresentar condições para prestar todo o apoio necessário ao mesmo.
A presente edição de 2010 terá início a partir de 11 de Julho e os valores de inscrição são fixos: Participante: 35 Euros; Acompanhante: 50 Euros.
A realização de viagens em determinado período e para determinada unidade hoteleira estão sujeitas à disponibilidade verificada à data de apresentação da candidatura.
Pela dimensão social desta iniciativa e na expectativa do interesse de V. Exas., informamos que os formulários de candidatura deverão ser enviados para os serviços centrais da Fundação INATEL através do endereço abrirportas@inatel.pt ou por fax (213 127 726).
Posteriormente a Fundação INATEL procederá à selecção dos inscritos e das Instituições que participarão no programa. Sendo essa decisão comunicada a todas as Instituições e individuais, que realizarem a pré-reserva. A selecção dos participantes do Programa será feita tendo em conta: Ordem de chegada da pré-reserva; Número de pessoas para inscrição mencionados na pré-reserva (será factor preferencial apresentarem um grupo de 20 pessoas).
Para o esclarecimento de quaisquer dúvidas, queiram V. Exas. dispor dos nossos contactos mais directos:
INATEL Social
T. 210 027 142 F. 213 127 726 E-mail. abrirportas@inatel.pt
Consulte o programa, lista de hotéis e restante informação no site: INATEL
Publicada por Eduardo Jorge em Quinta-feira, Junho 17, 2010
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