quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

HOJE DIA 21, INICIOU O ANO EUROPEU DE LUTA CONTRA A POBREZA E A EXCLUSÃO SOCIAL

Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 17% da sua população não tem os meios necessários para satisfazer as suas necessidades mais básicas.

A pobreza é normalmente associada aos países em vias de desenvolvimento nos quais a subnutrição, a fome e a falta de água limpa e potável são desafios quotidianos. Contudo, a Europa também é afectada pela pobreza e pela exclusão social, onde apesar de estes problemas poderem não ser tão gritantes, são ainda assim inaceitáveis. A pobreza e a exclusão de um indivíduo implicam o empobrecimento de toda a sociedade. A Europa só pode ser forte se utilizar ao máximo o potencial de cada um dos seus cidadãos.

Não há nenhuma solução milagrosa para acabar com a pobreza e com a exclusão social mas uma coisa é certa: não podemos vencer esta batalha sem si. É tempo de renovarmos o nosso compromisso para com a solidariedade, justiça social e maior inclusão. Chegou o momento do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão Social.

Um valor fundamental da União Europeia é a solidariedade, particularmente importante em tempos de crise. A palavra “União” diz tudo – enfrentamos juntos a crise económica e é esta solidariedade que nos protege a todos.

Restante informação, no site da Comissão Europeia.

Veja no Jornal Público, um estudo de 2008 sobre os riscos da pobreza no nosso país.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

DICAS PARA LIDAR COM ALUNO DISLEXICO




FONEMAS FRUSTRANTES

Os cérebros dos disléxicos têm conecções diferentes dos cérebros normais, e portanto processam a linguagem com menos eficiência. Em particular, os disléxicos têm dificuldade com as unidades de linguagem chamadas fonemas. Os fonemas são definidos como os menores segmentos compreensíveis da linguagem.(não confundir fonema com letra, o primeiro refere-se a som, o segundo a escrita) Por exemplo, a palavra falada "pato" é constituida de quatro fonemas: pêe, aaa, têe, ooo. Para a maioria das pessoas, o processo de quebrar as palavras em fonemas ocorre autamaticamente, sem pensamento consciente. Assim como nos separamos os fonemas sem pensar nisso, nos também os introduzimos em nossa fala automaticamente: "pato" tem duas sílabas, mas é feito de quatro sons distintos. Entre os 4 e 6 anos, as crianças percebem que os fonemas fazem as palavras.

Dificuldades com Fonemas

Os disléxicos não decodificam as palavras, eles têm dificuldade em acessar a informação pertinente àquela palavra que eles armazenaram. Eles freqüentemente confundem palavras com sons semelhantes como "vaca" e "faca." Quando é mostrada a figura de uma vaca, por exemplo, um disléxico pode chamá-la, uma "faca", embora quando solicitado para defini-la, ele corretamente responde, que é um animal que dá leite e carne. Em outras palavras, o disléxico sabe o que o objeto é, mas ele ou ela não podem acessar a palavra correta para este.
Dislexia a guerra das letras.

Por Suzel Tunes (stunes@edglobo.com.br)

Fábio adora comida esotérica (quer dizer, exótica). Tem uma amiga que fala quatro idiomas, é troglodita (quer dizer, poliglota). Corajoso, ele nunca se adromenta (amedronta). E seu filho vai ser engenheiro mecânico, como o pai, afinal, "peixinho de peixe, peixinho é".

Com o Fábio é assim... Não lhe peça para recitar provérbios ou ditos populares, que ele erra todos. Se pudesse, não leria nem bula de remédio. Vive fazendo confusão de palavras, troca letras e sílabas e tem vocabulário muito pobre, sobretudo na escrita.

Não é piada. Não é ignorância. É dislexia...


Na minha adolescência e início da vida adulta, estudei com uma amiga muito querida que trocava todos os provérbios... "Eu tô com um pé atrás da orelha", "Você ainda vai plantar aquilo que colheu" e por ai afora...

Para a gente era engraçadíssimo, ela era folclórica!

Padinha (o sobrenome dela), na faculdade, levou dp (dependência) de português do 1º ao 4º ano. A gente brincava dizendo que ela tinha feito um curso de especialização em Língua Portuguesa junto com a faculdade.

Hoje, tantos anos depois, relembro do nosso colegial e das aula do ensino superior e tenho certeza: Ela é disléxica!

Sorte que por ser inteligente e bem humorada e ter amigas que lhe davam suporte, nunca sofreu grandes discriminações, mas, o que a gente enchia a paciência dela...

Fernanda M F C Cruz

Disléxicos famosos


O físico alemão Albert Einstein não falou até os quatro anos de idade; não conseguia ler até os nove. Falhou nos exames de admissão para o colegial e só conseguiu passar após um ano adicional de preparatório.

Ao se dedicar à Física, no entanto, seu elevado grau de criatividade permitiu que ele alçasse vôos altos, criando conceitos revolucionários para a época.

Essas características fazem muitos especialistas acreditarem que Einstein era disléxico, assim como o pintor Leonardo da Vinci, do inventor Thomas Edison e até do escritor Hans Christian Andersen...

Como identificar um aluno disléxico?


Mesmo com todas as dificuldades que a dislexia pode trazer para a vida escolar de uma criança, é possível contornar o problema.

O mais importante é que os pais – e principalmente os professores – estejam sempre atentos.

O grau da "doença" varia muito e os sinais costumam ser inconstantes.



A seguir algumas das características mais comuns:


A criança é inteligente e criativa – mas tem dificuldades em leitura, escrita e soletração.

Costuma ser rotulado de imaturo ou preguiçoso.

Obtém bons resultados em provas orais, mas não em avaliações escritas.

Tem baixa auto-estima e se sente incapaz.

Tem habilidade em áreas como arte, música, teatro e esporte.

Parece estar sempre sonhando acordado.

É desatento ou hiperativo

Aprende mais facilmente fazendo experimentos, observações e usando recursos visuais.

Visão, leitura e soletração:

Reclama de enjôos, dores de cabeça ou estômago quando lê.

Faz confusões com as letras, números palavras, seqüências e explicações verbais.

Quando lê ou escreve comete erros de repetição, adição ou substituição.

Diz que vê ou sente um movimento inexistente quando lê, escreve ou faz cópia.

Parece ter dificuldades de visão, mas exames de vista não mostram o problema.

Lê repetidas vezes sem entender o texto.

Sua ortografia é inconstante.

Audição e linguagem:

É facilmente distraído por sons.

Tem dificuldades em colocar os pensamentos em palavras. Às vezes pronuncia de forma errada palavras longas.

Escrita e habilidades motoras:

Dificuldades com cópia e escrita. Sua letra muitas vezes é ilegível.

Pode ser ambidestro. Com freqüência confunde direita e esquerda ou acima e abaixo.

Matemática e gerenciamento do tempo:

Tem problemas para dizer a hora, controlar seus horários e ser pontual.

Depende dos dedos ou outros objetos para contar. Muitas vezes sabe a resposta, mas não consegue demonstrá-la no papel.

Faz exercícios de aritmética, mas considera difícil problemas com enunciados.

Tem dificuldade em lidar com dinheiro.

Memória e cognição:

Excelente memória a longo prazo para experiências, lugares e rostos. No entanto têm memória ruim para seqüências e informações que não vivenciou.



Fonte: Dyslexia The Gift www.dyslexia.com


http://dislexia.zip.net/arch2007-12-16_2007-12-22.html#2007_12-19_21_41_49-3989517-0
CONHEÇA O BLOG DISLEXIA :

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010











Espasticidade



Espasticidade

· Trata-se de uma hipertonia baseada na intensificação das atividades reflexas que utilizam o arco miotático, devido a lesão do neurônio motor superior envolvendo o trato retículo espinhal e o cortiço rubro espinhal.

Fisiopatologia

· É uma manifestação secundária a lesão, devido as alterações causadas na via cortiço-retículo-bulbo-espinhal.

Freqüentemente encontrada em:

· Paralisia Cerebral

· Acidente Vascular Cerebral.

· Traumatismo crânio cefálico.

· Traumatismo raquimedular.

· Neoplasias.

· Doenças desmielinizantes

Quadro Clínico:

· Aumento da resistência do músculo em estiramento.

· Diminuição da resistência muscular após um certo grau de estiramento.

· Distribuição desigual no território muscular afetado.

Vantagens:

· Aumento da espasticidade pode ser uma advertência de dor ou problemas nas regiões sem sensibilidade.

· Ajuda a manter o tônus muscular.

· Mantem a densidade óssea.

· Ajuda a promover a circulação do sangue.

· Em alguns casos é usado para locomoção utilizando seus espasmos extensores para transferir ou caminhar com apoio.

Desvantagens:

· Interfere nas atividades da vida diária, dificulta transferências, no dormir, caminhar com apoio, sentar.

· Pode causar lesões de pele, escoriações ou traumas.

· Pode causar movimento limitante da articulação.

· Contrai a bexiga, impedindo de tornar-se um reservatório útil.

· Facilita a instalação de deformidades.

Tratamento:

· Exercício diário de extensão.( Fisioterapia )

· Evitar fatores estimulantes.

· Proteger para não causar lesões.

· Evitar calor ou frio intenso.

· Relaxar a fim de reduzir o nível de stress ou tensão.

· Iniciar com medicação específicas, Botox.

Minha visão:

. Complexo,né?Na liguagem mais popular, são aqueles movimentos involuntários, principalmente das pernas.A intensidade varia de lesão para lesão.
A minha espasticidade é moderada, não atrapalha no dia dia, Mas já levei alguns sustos de quase cair da cadeira!!!
Antes de tomar qualquer medicamento consulte um Fisiatra.
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Sentidos Universais

Casa Cor 2008 ganha espaço para despertar Sentidos Universais

A área, de 12 metros quadrados, recebeu o nome Espaço Sentidos Universais Mara Gabrilli. A proposta, idealizada por Mara Gabrilli, presidente do Instituto Mara Gabrilli, projetada pelo Instituto Brasil Acessível e patrocinada pela Company S. A., pretende mostrar ao público quais as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia pelas pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Despertar o entendimento do público para a acessibilidade é o principal objetivo do Espaço Sentidos Universais Mara Gabrilli, que aparece pela primeira vez na Casa Cor. Em outras edições da mostra, o quesito acessibilidade já fazia parte dos projetos de arquitetos, designers e artistas, graças à parceria realizada com a Secretaria da Pessoa com Deficiência da Prefeitura de São Paulo, pasta que foi coordenada pela Mara Gabrilli. Mas este ano, a proposta é que os visitantes façam uma experiência sensorial interativa, testando as dificuldades e facilidades do ambiente, inclusive na comunicação. O espaço com piso tátil vai desafiar aqueles que passarem por lá a entenderem - na prática - como é fazer coisas comuns, como caminhar dentro de casa, quando se tem alguma deficiência ou dificuldade de locomoção.

As pessoas vão vivenciar as dificuldades de quem tem alguma deficiência motora ou sensorial. Logo na entrada, os visitantes escolherão qual deficiência pretendem experimentar:
  • se a motora - então passearão pelo espaço em cadeira de rodas;
  • se visual - quando colocarão óculos para diminuir a visão;
  • se auditiva - usando um tampão nos ouvidos;
  • ou se querem ficar como idosos - nesse caso, são colocados pesos nas pernas para mimetizar a perda de força nos movimentos.
  • Com as devidas ferramentas, o visitante faz um passeio e aprende quais são as medidas, por vezes bem simples, que facilitam o cotidiano dessas pessoas. CLIQUE AQUI e faça download gratuito da Cartilha de Desenho Universal e aprofunde seu conhecimento sobre o assunto.
A idéia do espaço nasceu quando Mara Gabrilli esteve no Japão, no ano passado, para conhecer o Desenho Universal, conceito criado em 1987 pelo arquiteto Ron Mace. Esse novo conceito surgiu da necessidade de aproximação dos espaços e produtos que projetamos e produzimos, tornando-as utilizáveis por todas as pessoas, num aspecto realmente UNIVERSAL.
A proposta do Espaço Sentidos Universais Mara Gabrilli é sensibilizar todos os visitantes para que comecem, dentro das suas próprias casas, a tomar medidas mais inclusivas. Ainda, durante a mostra, serão distribuídas cartilhas explicando o que é o conceito do Desenho Universal.

Serviço:
Espaço Sentidos Universais Mara Gabrilli
Casa Cor 2008
Espaço nº 7
Idealizado pelo Instituto Mara Gabrilli, desenvolvido pelo Instituto Brasil Acessível (IBA) e patrocinado pela Company S.A.
Aberto ao público: a partir de 20 de maio a 9 de julho - De terça a domingo das 12hs às 21hs (inclusive feriados)
Jockey Club de SP - Av. Lineu de Paula Machado, 875 – São Paulo
Ingresso: R$ 30,00 de terça a sexta e R$ 40,00 sábados, domingos e feriados. Estudantes e idosos pagam meia entrada. Menores de 10 anos não pagam.

Aparelho lê em voz alta para pessoas com deficiência visual

Postado por: Deficiente Ciente | Categoria(s): , | Postado: Quarta-feira, Novembro 18, 2009

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Aparelho foi criado por Ben Foss, um pesquisador da Intel que tem dislexia e que resolveu ajudar quem tem problema de visão ou dificuldade de aprendizado.

Intel lança dispositivo móvel para pessoas com dislexia, problemas de visão ou cegueira

A Intel anunciou no dia 10/11 o Reader, um dispositivo móvel criado para ajudar pessoas com dislexia, outras dificuldades de aprendizagem ou que tenham problemas de visão, como cegueira parcial ou total, o que torna a leitura de palavras impressas difícil ou impossível.

Do tamanho de um livro, o Reader converte texto impresso em digital e depois o lê em voz alta para o usuário. O design do aparelho combina uma câmera de alta resolução com o poder do chip Atom, permitindo que os usuários escutem o texto impresso.

Grandes quantidades de texto, como um capitulo inteiro de um livro, poderão ser facilmente capturadas para leitura posterior quando o Reader for utilizado em conjunto com o Portable Capture Station.

Os usuários terão acesso confortável e flexível a uma variedade de materiais impressos, ajudando não apenas a aumentar a liberdade deles, mas também a melhorar a produtividade e a eficiência na escola, no trabalho ou em casa.

O conceito original do Reader foi criado por Ben Foss, um pesquisador da Intel identificado na escola elementar como um entre os 20% de pessoas de todo o país que apresentam sintomas de dislexia.

Ao longo de muitos anos, ele dependeu da ajuda dos outros ou de um duro processo para extrair as letras da página sozinho. Quando ele ficou adulto muito do conteúdo que desejava - dos materiais profissionais até leituras só por prazer - não estava disponível em áudio.

Só nos Estados Unidos existem 55 milhões de pessoas que podem ser ajudadas pelo Reader.

O aparelho vai ser lançado nos Estados Unidos. Para o Brasil ainda não há uma data de lançamento nem preço para o usuário final.

Fonte: R7 (10/11/09)

Veja também nesse blog:
Intel Reader – leitor de e-books para deficientes visuais

Dança para surdos

Quem disse que surdos não podem ser dançarinos ou curtir uma música? O Grupo de Dança Surdos Videira é uma prova que tudo é possível através da interação de um trabalho desenvolvido que objetiva a inclusão social.
Liderado pelo intérprete Nilton Câmara, o grupo de 5 pessoas ensaiam coreografias e as apresentam em eventos particulares ou do governo na cidade de Fortaleza - CE. De acordo com Câmara, o grupo é reduzido porque é necessário trabalhar com cada um de forma intensiva e aproveitando melhor as habilidades individuais.
Há uma seleção para ingressar no grupo de dança. Na primeira fase, os candidatos são avaliados pelo histórico escolar e familiar, após essa aprovação há os requisitos técnicos de ritmo e expressão corporal. Essa triagem ocorre em média uma vez por ano.
Antes de qualquer atividade corporal, Nilton prepara seus alunos para conhecer a letra da música que será dançada, compreendendo seu significado e auxiliando nos conhecimentos da Língua Portuguesa. O próximo passo é sentir as vibrações do som e daí aplicar o texto a Libras (Língua Brasileira de Sinais), que é quando os participantes “cantam”. Isso resulta em musicalidade do corpo.
A sala de ensaio é adaptada com objetos simples, como o espelho, o aparelho de som com potência para deixar a música em volume altíssimo e o chão de assoalho de madeira, que facilita o aluno a sentir as vibrações.
Cada jovem apresenta sua facilidade ou dificuldade em demonstrar seus talentos, por isso os ensaios podem chegar até 8 meses, mas o que se busca é o nível possível de cada um, sendo trabalhados as expressões corporal e facial. Isso reflete no comportamento no âmbito social, pois passa a se expressar melhor vencer a timidez.
A proposta principal do projeto é transformá-los em atores com autonomia e não apenas em copistas, que imitam os sinais repassados por um ouvinte.
“Esse projeto é fundamental para a valorização da pessoa surda, que passa a se sentir cidadãos de direitos e além de valorizar a autoestima, acreditando que é eficiente e capaz de qualquer atividade através de outros sentidos que são aguçados, em que se iguala a outras pessoas sem deficiência. Assim ela conquista o seu espaço”, diz Nilton Câmara.
Para obter maiores informações sobre o grupo ligue: (85) 9969-4059
www.niltoncamara.net

Música linguagem Universal!Quebrando BARREIRAS!


sábado, 16 de janeiro de 2010

Empresa cria limusine que também é motocicleta

Fontes: Época & Globo
LimoBike: conforto e luxo de limusine, com o estilo "selvagem" de uma moto Harley-Davidson
Depois que as festas em limusines viraram coisa de adolescente na Europa e Estados Unidos, uma empresa na Austrália decidiu reinventar a brincadeira, criando a primeira LimoBike. Trata-se de um veículo híbrido que tem a parte traseira de uma antiga limusine, mas a frente é impulsionada por uma autêntica moto Harley Davidson.


SAIBA MAIS O “veículo” tem espaço para levar até oito pessoas na parte fechada e, como se pode ver pela foto, o “motorista” pode adotar o mesmo estilo dos famosos motoqueiros americanos, os Hell’s Angels, e dirigir com os cabelos ao vento.

A ideia da empresa, a Wildlife Tours, que já oferece passeios na garupa de uma Harley Davidson para turistas e conta com uma frota de mais de 250 motos, é que esse veículo seja usado para festas, fotos e lançamentos de produtos. Ou seja, além de garantir uma entrada com muito estardalhaço, a LimoBike pode ser uma ferramenta de marketing em eventos - ou mesmo uma maneira de impressionar os colegas na chegada ao escritório.

A expressão limobike vem sendo usada por várias empresas, incluindo a Virgin e mais livremente pelos motoqueiros em Jacarta, mas refere-se geralmente a uma moto-táxi, em que o passageiro vai na garupa. Com essa LimoBike, agora sim se pode falar em transporte de luxo.

Novos painéis a laser usam até 75% menos energia que as telas atuais

LCDs, chegou a hora de dar espaço às LPDs. A Xconomy fala de uma empresa na Califórnia cujos Laser Phosphor Displays (LPD) usam apenas 25% da eletricidade exigida pelas LCDs ou LEDs atuais.

As telas de LPD supostamente podem vir em qualquer tamanho ou formato, seja um quadrado ou uma longa “fita” com imagens. Isso poderia permitir a muito mais cidades terem luzes como as de Times Square ou Tóquio.

A empresa Prysm se mantém bastante quieta a respeito da tecnologia LPD, mas a ideia básica vem de eliminar a cara camada de transistores que ajudam a carregar cada pixel de uma tela LCD em HDTVs, monitores ou smartphones. Em vez disso, as LPDs usam um laser que pisca, ligado ou desligado, enquanto varre um padrão de tiras de fósforo (phosphor).

Não muito diferente das antigas TVs de raio catódico (as CRTs), que usam um feixe de elétrons para ativar um campo de fósforos eletrosensitivos. E em vez dos ímãs usados nas CRTs, são “espelhos scanners” giratórios que direcionam o laser de alta eficiência por dentro de uma tela LPD.

As primeiras gerações de telas LPDs poderão custar mais do que uma LCD ou LED, mas a Prysm enxerga economia de custos com energia, assim como a ausência de lâmpadas que possam quebrar e tenham que ser substituídas. A empresa também diz que as LPDs têm maior resolução, não sofrem de motion blur e podem ser vistas de mais ângulos do que as telas comuns. Assim que a produção de LPDs aumentar, os custos podem cair o bastante para que elas sejam usadas comumente em smartphones e monitores.

O primeiro plano da Prysm é ter como alvo a substituição por LPD dos grandes displays que possam se beneficiar da economia de energia a longo prazo. Então, procure por eles na próxima vez em que estiver passeando por uma grande e iluminada metrópole.

Fonte: Ecoplanet.com

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Hábito 7: Afine o Instrumento (Renovação)

O Hábito 7 significa parar para afiar a serra que assim ela cortará mais rápido.
O Hábito 7 é o seu CP pessoal – preserva e melhora seu bem mais precioso, que é
você. Renova as quatro dimensões de sua natureza – física, espiritual, intelectual e
emocional. As quatro dimensões de sua natureza devem ser exercidas com
regularidade, de forma equilibrada e sensata. Renovar a dimensão física significa
comer os alimentos adequados, descansar e relaxar e praticar exercícios
regularmente. A dimensão espiritual é o seu comprometimento com o sistema de
valores. A renovação vem da oração, meditação e leituras espirituais. A dimensão
mental é o desenvolvimento permanente do intelecto através da leitura, seminários e
da escrita. Estas três dimensões pertencem ao Quadrante II e não podemos recusar
o tempo necessário a elas. A dimensão emocional de nossas vidas está vinculada
aos relacionamentos com os outros, e através deles se manifesta. Esta atividade não
exige tempo, mas requer treinamento.