quinta-feira, 7 de março de 2013

Ele encontrou um caminho suave para o autismo


AUTISMOS/ESPORTES - Educador físico utiliza o judô com Pessoas com Autismo e TDAH


(IMAGEM - O PROFESSOR DE JUDÔ COM SUA ROUPA PRÓPRIA PARA O ESPORTE E SUA FAIXA PRETA ORIENTA DOIS ALUNOS, UM FAIXA AZUL E OUTRO COM FAIXA AMARELA)

NO JUDÔ, WANTUIR ACHOU A ARMA PARA O BULLYING SOFRIDO NA INFÂNCIA; AGORA ELE USA O MESMO ESPORTE PARA TRATAR CRIANÇAS AUTISTAS E COM TDAH

ão havia resposta simples. Para interromper a rotina escolar composta por surras diárias dos colegas – todos maiores e mais fortes do que ele – o franzino Wantuir Jacini, aos 8 anos, precisou escolher um caminho. Arriscou o judô.
A prática do esporte coincidiu com o fim do bulliyng, na época nem conhecido por este nome, mas já comum na sala de aula das muitas escolas que frequentou.
“Nunca precisei revidar o tapa ou o soco. Mas o judô deu a confiança que faltava para dizer ‘chega’. Parei de apanhar e me apaixonei pela atividade”, lembra.
Filho de policial federal, os endereços até chegar à Faculdade de Educação Física foram muitos (São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, são só alguns). Mal se instalava em uma nova casa e já procurava um espaço para praticar a arte marcial. Conquistou a faixa preta na luta antes do diploma universitário. Wantuir só não imaginava que, na profissão, bateria de frente com aquela sensação de não existir resposta única. Sensação que surgiu quando passou a atender alunos autistas e com transtorno de déficit de atenção (TDAH) .
“Na minha formação como educador físico, comecei a pesquisar a área da neurociência”, lembra.
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