" Tenho um filho Asperger.Foi tratado com TDAH desde os 3 anos!!! Descobri sinais da Síndrome nele desde os 4! Falei aos médicos, mas só recebi o diagnóstico correto aos 8!!!! Realmente, nós, mães e pais, sentimos nossos filhos. Busquemos o quanto antes médicos e informações corretas. Nunca é fácil convivermos com diferenças. Mas é um aprendizado de amor. E na vida, estamos aqui para aprendermos a amar direito. Então, nossos filhos autistas são nossas escolas de amor!!!"
___Marlene Silva___
(extraído dos comentários - sugiro que todos os comentários sejam lidos)
https://www.facebook.com/bersonetti?fref=nf
quarta-feira, 9 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
A ABP acredita que ter uma doença psiquiátrica não impossibilita a pessoa de realizar atividades se houver tratamento adequado. A ABP é contra qualquer tipo de preconceito.

A ABP acredita que ter uma doença psiquiátrica não impossibilita a pessoa de realizar atividades se houver tratamento adequado. A ABP é contra qualquer tipo de preconceito.
Apoie, divulgue e participe dessa campanha: A Sociedade contra o preconceito!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Não são só dados e computadores. Prédio da empresa é marcado pela sustentabilidade e estrutura acessível a pessoas com deficiência!!
face Mara Gabrili
Avançam testes com prótese feita em impressora 3D

Ricardo Cesar Coura tem 36 anos e trabalhava em uma metalúrgica de Santana de Parnaíba/SP. Em 30 de dezembro de 2013, depois de 12 anos da atividade, ele perdeu as duas mãos em um acidente com uma prensa. Hoje ele vai semanalmente ao Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas (IOT-HC), em São Paulo/SP, como o primeiro paciente a testar, no Brasil, com acompanhamento, uma mão mecânica confeccionada em plástico por uma impressora 3D.
Na edição anterior - Nº 97 - da Revista Reação (março/abril), falamos da utilização dessas impressoras e das possibilidades de uso para beneficiar pessoas com deficiência. Agora fomos conferir os progressos de Ricardo e da equipe que trabalha no projeto. Afinal, em casos como esse, a engenharia e a terapia ocupacional precisam ter um casamento perfeito: "Produto, sem processo em saúde, não faz sentido", afirma a física Maria Elizete Kunkel, professora e pesquisadora do curso de Engenharia Biomédica da Universidade Federal do ABC (UFABC), parceira do IOT nesse desenvolvimento.
O material escolhido para a confecção é relativamente simples: além do ABS (termoplástico), são usados: linha de pesca (cabo de aço), elástico comum e borracha. Atualmente, o custo estimado é de R$ 400, isso sem contar com a impressora, que ainda é cara, por volta de R$ 15 mil para importação. Um professor da UFABC, Nilo Segundo, criou uma impressora 3D de baixo custo e a equipe vai usá-la também para o projeto, o que diminuirá o preço final da prótese.
Maria Cândida de Miranda Luzo, da Terapia Ocupacional do IOT, acredita que por serem materiais já conhecidos, o plástico, inclusive, tem várias aplicações em centros cirúrgicos, não haveria necessidade de uma aprovação especial para a utilização futura da prótese pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
O modelo original seguido por aqui é da África do Sul. A partir dele, surgiu uma comunidade nos Estados Unidos em que interessados fazem alterações e deixam em aberto na internet com fotos e relatos de toda a evolução. Esse material está sendo aproveitado nas pesquisas.
Vantagens da Utilização

No caso de Ricardo até que o processo demorou, os testes só começaram em fevereiro deste ano. Mariana explica que uma vez o modelo ajustado, prevendo as várias necessidades, será muito mais fácil. "Tivemos que ajustar o tamanho dos dedos e coisas assim, mas a gente já tendo uma ideia de como isso funciona, vamos conseguir produzir muito mais rápido para outros pacientes, será muito útil eles conseguirem colocar cedo essa prótese, até para eles aderirem melhor à prótese definitiva se quiserem", considera.
Na visão da equipe, em relação à prótese mioelétrica, o modelo é muito mais leve e não demanda energia para funcionar. Também é mais leve do que o modelo mecânico convencional. Por causa disso, sua adaptação é mais simples, não demanda tanto esforço. A inspiração é de um modelo de 1830, fabricado por um dentista, totalmente em madeira: "A ideia é continuar usando a construção mecânica, porque ela funciona muito bem, mas aliada às novas tecnologias de hoje. Nós podemos mudar o design, o material que está sendo usado e podemos alterar a forma como testamos isso, com o acompanhamento do pessoal da terapia ocupacional, que dá um feedback bom no sentido de saber o que eu posso modificar na prótese que vai ajudar o paciente em si", garante Elizete.
Testes e expectativas

Elizete chama a atenção para a situação dos amputados no Brasil, que esperam até mais de um ano para receber uma prótese após o acidente e, quando essa se danifica, voltam a ser amputados porque não recebem uma segunda. "Não existe justificativa para que o Brasil esteja tão atrasado em relação ao desenvolvimento de soluções para membro superior, visto que para membro inferior existem muitas possibilidades no mercado", argumenta.
A prótese agora desenvolvida será em breve testada por um grupo de crianças. Essa é uma das vantagens, à medida que a criança cresce, a peça pode ter suas partes reimpressas e adaptadas. "Por conta dessa questão, geralmente uma criança passa toda a infância sem prótese, esperando chegar a uma idade em que ela não cresça mais para receber uma", diz a pesquisadora.
O contato com ela pode ser feito através do e-mail: elizete.kunkel@ufabc.edu.br.
O site do Grupo Bones, a que ela pertence na universidade, é:
www.facebook.com/Bones.ufabc
No You Tube, www.youtube.com/user/pesquisabones
Vem aí uma entidade para amputados !
Está em fase de criação a Associação Brasileira de Apoio Tecnológico aos Amputados, com sede em Promissão/SP. Seu objetivo é ser um centro de referência e excelência no desenvolvimento e na pesquisa de novas tecnologias que atendam à pessoa com deficiência em membros superiores. A iniciativa é de Margareth Maria Rego, cujo filho sofreu amputação parcial de mão devido a um acidente de trabalho. Após o acidente, ela passou a estudar as dificuldades dos amputados e já foi a Brasília/DF várias vezes conversar sobre a aquisição de próteses pelo SUS. Maria Elizete Kunkel, da UFABC, ficará responsável pela parte de pesquisa e desenvolvimento da entidade.
Existe um grupo no facebook que trata do tema, com quase 2 mil pessoas, chamado: "Amputados são diferentes, deficiente é o Sistema".
O endereço é: www.facebook.com/groups/609490262442907/?fref=ts.
http://www.revistareacao.com.br/website/Edicoes.php?e=98&c=9817&d=0
Dr. Ubiali defende a inclusão dos estudantes com deficiência, desde que com qualidade, e busca recursos para as APAES.

Hoje, nós temos as escolas especiais, muito bem feitas e mantidas pelas APAES, com currículos específicos e individualizados para cada aluno. Naturalmente nós somos totalmente favoráveis a inclusão e temos buscado a inclusão nas escolas chamadas regulares da rede pública, só que isso deve ser feito com qualidade.”
http://migre.me/kkmDC
https://www.facebook.com/DrUbiali?fref=photo
Sucesso querido Aécio Neves!

Sucesso querido Aécio Neves!
Ele é candidato à presidência nas eleições desse ano.
Acredito no seu potencial para fazer a mudança que o Brasil tanto precisa.
Tive a honra de ser cogitada como sua vice. Demonstrou que valoriza e acredita nas pessoas com deficiência.
Descrição da imagem: o Aécio e eu da cintura pra cima, com o rosto colado e sorriso radiante. Ele de kimono amarelo e eu de branco.
Mara Gabrilli
Prefeitura abre licitação para contratar serviços de tradutor e intérprete de Libras
Em mais uma ação para promover a inclusão, a Prefeitura de Curitiba está abrindo processo licitatório para a contratação de tradutor e intérprete de Libras, a Língua Brasileira de Sinais. O serviço deverá ser utilizado em parte dos eventos públicos da Prefeitura, garantindo às pessoas surdas a possibilidade de compreensão das apresentações orais.
O pregão eletrônico acontece no dia 15 de julho. O edital está à disposição dos interessados no portal de compras da Prefeitura Municipal de Curitiba e pode ser acessado aqui: www.e-compras.curitiba.pr.gov.br/publico/processos/consulta/frmDetalhesProcesso.aspx?idf=189548).
No mesmo pregão também serão realizadas licitações para prestação de serviços de tradução e versão de textos, de interpretação simultânea e de intérprete receptivo, todos em inglês, espanhol e francês.
Outras informações pelo telefone (41) 3350-8119.
Prefeitura de Curitiba
domingo, 6 de julho de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
Painel RPC TV mostra a superação de quem tem limitações físicas

O tema do Painel RPC TV deste sábado (5) foi a superação. Adriana Milczevsky começou o programa de um jeito diferente para mostrar como é a vida de quem precisa vencer desafios diários por causa de limitações físicas.

A apresentadora foi até a casa da Ana Berthier, que é cadeirante. Adriana acompanhou a Ana até o estúdio do Painel RPC TV, ao lado da irmã dela, a Célia. O caminho teve um trajeto de ônibus e um trecho de caminhada. Mesmo num percurso pequeno foi possível perceber como a locomoção é difícil para a Ana. Por isso, sem a Célia, ela não consegue circular pela cidade.

No estúdio, Adriana encontrou a Dayane e aDiele, que já estavam aguardando para participar do programa. A Dayane tem 28 anos e dois filhos. Há cinco anos, ela acordou cega e teve que se adaptar de novo ao mundo ao redor dela. Diele é coordenadora do programa ver com as mãos, do Instituto Paranaense de Cegos e contou um pouco do trabalho que realiza na instituição e da convivência com os cegos.

Adriana também foi a uma de Libras, a Língua Brasileira dos Sinais. Tentar se comunicar com os surdos não foi fácil para Adriana, que nunca havia se comunicado desta maneira antes. Ela chegou a ficar angustiada por não conseguir se comunicar perfeitamente com os surdos. E como será que é o dia a dia deles, que sentem na pele essa dificuldade de entrar em contato com as outras pessoas?
Outro convidado do Painel RPC TV sobre superação foi o Pe.Wilson, o único padre católico surdo do Brasil. Quem dá voz às pregações dele é o Marcelo Luiz, voluntário da Pastoral dos surdos, que aprendeu Libras para ajudar um amigo surdo.
RPC
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