sexta-feira, 7 de março de 2014

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, uma Edição especial do CONADE



http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/noticias/conade-informa

Compartilhe esse DIREITO!!!


Compartilho com vocês nossa nova campanha. Agora com a personagem 'Marita'. A ideia é divulgar a cada semana serviços públicos em diversas áreas de atendimento à população com e sem deficiência. Compartilhem!

Dica 1- A Defensoria Pública presta assistência jurídica gratuita aos cidadãos que não têm condições financeiras de pagar um advogado. Pessoas com deficiência e idosos podem agendar o horári...o de atendimento. Acesse o portal http://www.stf.jus.br/portal / Acesso à Informação/ Links Úteis.

Encontre o serviço mais próximo de você.#dicasmarita

Descrição da imagem para cego ver: Marita é uma boneca cartoon da Mara Gabrilli. Ela tem olhos grandes verdes, nariz delicado, sorriso feliz, cabelo castanho claro e em sua orelha um brinco vermelho. Veste um vestido azul marinho e botas marron. Sua cadeira de rodas é vermelha, preto e prata. Ao fundo, céu azul e uma cidade ilustrada com prédios, carros, árvores e casas.

Você pode ensinar seu filho sobre crianças com deficiência. Que tal começar por este filme?

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Fica a Dica
O filme espanhol ‘Cordas’ (Cuerdas), ganhador do Prêmio Goya 2014 na categoria ‘melhor curta-metragem de animação’, foi inspirado na vida do diretor, Pedro Solís. Sua filha, Alejandra, tem uma relação muito especial com o irmão, Nicolás, que sofre de paralisia cerebral. Apesar de ter diálogos em espanhol, não é difícil de entender a história contada: María é uma menina alegre, que mora em um orfanato. Lá, ela conhece Nicolás (qualquer semelhança não é mera coincidência) e passa do estranhamento à amizade.
Nos agradecimentos, o diretor dedica o filme à filha, por ter inspirado a obra; ao filho, que ele desejaria nunca ter inspirado o trabalho; e à esposa, Lola, por todas as vezes em que ela não chorou na frente dele. Solís deixa ainda a mensagem: há cordas que não amarram; e sim, libertam. Se você quiser saber mais sobre o filme, visite a página no Facebook e o site: http://cuerdasshort.com/
Cordas encanta, mas oferece mais: uma oportunidade para conversar sobre deficiência com aquelas crianças consideradas ‘normais’. Essa pauta não é colocada com tanta frequência diante dos pais e mães, e isso tem consequências graves, muitas vezes invisíveis; mas que aos poucos ganham mais atenção.
A professora de educação física Maria Luiza Tanure Alves, que em 2013 se tornou doutora pela Unicamp com uma tese sobre estudantes com deficiência visual, ficou surpresa com os relatos de bullying de adolescentes cegos que frequentavam atividades esportivas nos ensinos fundamental e médio em São Paulo. Os alunos de 13 a 18 anos sofriam zombarias constantes, como perguntas do tipo “mas como você não está vendo aquilo?”. Travestidas de brincadeira, as ofensas deixaram marcas nos garotos entrevistados pela pesquisadora.
A pesquisa mostrou que esses alunos não se sentiam incluídos durante as aulas de educação física, pois tinham participação limitada nas atividades e se mantinham isolados do grupo. Luiza Tanure aponta que os professores de educação física têm papel fundamental no processo de inclusão dos alunos com deficiência. “Percebi que existe um círculo vicioso no sistema, uma vez que os alunos não são chamados a participar das aulas e, por conseguinte, não conseguem interagir com a turma. O professor acaba excluindo o aluno do processo quando não oferece a oportunidade de participação”, esclarece. Ou seja: o fato de colocar o aluno em sala não é o suficiente para que ele se sinta incluído no contexto escolar.
A professora destaca ainda que o levantamento apontou a barreira da aceitação por parte dos colegas. Nesse caso, o trabalho depende do envolvimento dos pais. “Durante a pesquisa, foi observado que fatores familiares interferem na aceitação das diferenças em sala de aula. O professor tem dificuldades para realizar uma intervenção mais pontual neste aspecto”, analisa. Na opinião da pesquisadora, que durante sete anos atuou como professora em escolas públicas, as políticas governamentais devem ter como foco a preparação profissional contínua e de qualidade, mas também um trabalho social, com mudança de valores, para mudar a forma de encarar a deficiência.
Mas como ensinar ao meu filho sobre a deficiência?
Ellen Seidman, do blog “Love That Max” traz algumas dicas. Ela revela que, quando jovem, também zombava de um garoto com deficiência. Anos mais tarde, o filho dela, Max, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) durante o parto. Ele tem paralisia cerebral, assim como Nicolás, do filme Cordas. “De repente, eu tinha uma criança para quem outras crianças olhavam e cochichavam a respeito. E eu desejei tanto que seus pais falassem com elas sobre crianças com necessidades especiais”, desabafa.
Diante da escassez de orientações, Ellen conversou com pais de crianças com autismo, paralisia cerebral, síndrome de down e outras doenças genéticas para “ouvir o que eles gostariam que fosse ensinado aos outros pequenos sobre seus filhos”. Como a autora mesmo diz, as dicas que se seguem são baseadas em depoimentos e devem ser consideradas um guia, mas não uma ‘bíblia’ definitiva.
Fonte: http://sites.uai.com.br/

Com 15 anos e 80 cm, adolescente curte a vida: "sou igual a qualquer menina"

Apesar de ser considerada a menor adolescente da Grã-Bretanha, com 80 cm de altura, a adolescente
Georgia Rankin faz de tudo para ter uma vida normal. Recentemente, ela fez questão de ir ao seu baile de formatura e sempre procura estar com as amigas e viajar. As informações são do Daily Mail
Apesar de ser considerada a menor adolescente da Grã-Bretanha, com 80 cm de altura, a adolescente Georgia Rankin faz de tudo para ter uma vida normal. Recentemente, ela fez questão de ir ao seu baile de formatura e sempre procura estar com as amigas e viajar. As informações são do Daily Mail 
Foto: Reprodução/ DailyMail

quinta-feira, 6 de março de 2014

A VIDA DE CADEIRANTE

Abertas as inscrições para a 6ª edição do Concurso Moda Inclusiva

Já estão abertas as inscrições para a 6ª edição do Concurso Moda Inclusiva®. Podem participar estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área não só do Brasil, mas de todo o mundo.
Com o objetivo de produzir looks para pessoas com deficiência, o concurso tem a finalidade de promover o debate sobre a moda diferenciada e acessível. É uma iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e recebe inscrições até 20 de maio.
O Concurso Moda Inclusiva® continua a convidar participantes internacionais a fim de compartilhar soluções inovadoras que possam contribuir para o bem-estar e na qualidade de vida das pessoas com deficiência, além de trazer novos conceitos à moda.
Os 20 melhores trabalhos inscritos serão apoiados com tecido da Vicunha Têxtil para a confecção das roupas e participarão do desfile final em um grande evento em Agosto, na capital paulista. As três melhores colocações serão premiadas.
O Brasil tem hoje cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9 milhões. Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento. 
As inscrições para o concurso devem ser efetuadas exclusivamente pelo site oficial do concurso:http://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br, onde há informações completas sobre o assunto.
Os 20 looks selecionados pela Comissão Julgadora serão apresentados no site do Moda Inclusiva e no Portal oficial da Secretaria (www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br), antes do desfile, em agosto deste ano.

Moda Inclusiva
O concurso tem o objetivo de contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva, na qual todos tenham acesso igualitário aos produtos, bens e serviços disponíveis. A finalidade do concurso é promover importante debate sobre moda diferenciada, além de incentivar o surgimento de novas soluções e propostas em relação ao vestuário para as pessoas com deficiência. 
O Concurso Moda Inclusiva é uma iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e foi o primeiro realizado no Brasil e também inédito no âmbito internacional nesse formato. O concurso culmina com os vencedores desfilando sua criação para autoridades e convidados. A primeira edição foi na sede da Secretaria, em 2009; a segunda, no Museu da Língua Portuguesa, em 2010; sua terceira edição foi realizada no Museu da Casa Brasileira, em 2011; e a quarta e quinta edições, no Museu Brasileiro de Escultura – MuBE, em 2012 e 2013.

SERVIÇO
6º Concurso Moda Inclusiva – Edição Internacional
Data de inscrições: até 20 de maio de 2014
Regulamento e inscrições: http://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br

http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/ultimas-noticias/abertas-as-inscricoes-para-a-6a-edicao-do-concurso-moda-inclusiva

quarta-feira, 5 de março de 2014

QUASE MIL PACIENTES COM DEFICIÊNCIA FÍSICA AGUARDAM NA FILA POR ÓRTESES E PRÓTESES EM SC

O Centro Catarinense de Reabilitação (CCR), referência no tratamento de deficientes físicos, tem o registro de 591 pacientes aguardando na fila por órteses e outros 386 que esperam por próteses não cirúrgicas.

Os equipamentos, utilizados respectivamente na recuperação e substituição de partes do corpo humano, são produzidos na única oficina ortopédica de Santa Catarina que funciona dentro do CCR, que busca atender as necessidades dos pacientes do Sistema Único de Saúde no estado.
Em média, 30 órteses e 30 próteses são fabricadas por mês, número insuficiente para atender as demandas dos novos pacientes e a revisão dos equipamentos utilizados pelos pacientes em tratamento.
Os dados foram apresentados aos deputados da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa durante visita realizada ao CCR, na manhã desta quarta-feira (26).
O centro de reabilitação funciona em Florianópolis desde 1969 e atende pacientes de todas as regiões. A denúncia sobre o grande número de pacientes na fila do CCR chegou aos deputados por meio de um documento do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede/SC).

Problemas estruturais e principalmente a falta de mão-de-obra técnica especializada contribuem para que a fila de espera por órteses e próteses cresça no estado. A solução apontada pelos técnicos do CCR seria a aquisição de um software que faria a leitura tridimensional do paciente para a projeção da peça.
Empresas terceirizadas credenciadas e licitadas pelo SUS fabricariam os membros mecânicos que apenas seriam ajustados na oficina ortopédica do CCR. “Poderíamos acabar com a fila em menos de um ano”, afirmou o médico ortopedista Juliano Manozzo, que coordena a oficina no CCR.
Outro agravante é a capacitação de profissionais. Não há cursos técnicos no Brasil e apenas no último ano o Ministério da Saúde começou a estruturar o currículo do curso.
“Hoje, a Abotec (Associação Brasileira de Ortopedia Técnica) exige a participação em sete capacitações que custam dois, três, sete mil reais; além da experiência mínima de cinco anos em oficina, para a habilitação técnica”, criticou a chefe da oficina do CCR, Denise Lopes Oliveira.
Atendimento em rede
O Centro Catarinense de Reabilitação foi credenciado pelo Ministério da Saúde, em julho do ano passado, para o tratamento de pacientes com deficiência física e mental, dentro da Rede de Proteção das Pessoas com Deficiências. Jaqueline Reginatto, que coordena esta rede em Santa Catarina, explicou que o estado terá nove centros de atendimento – um em cada região.
“Pedimos também a liberação para mais uma oficina ortopédica. Mas, pelo tamanho da população, o Ministério da Saúde não liberou”, disse Jaqueline.
O deputado Volnei Morastoni (PT), presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, acredita que o atendimento em rede proposto pelo governo federal e em implantação no estado deve dar conta da demanda.
“Com o modelo de atendimento em rede, vislumbramos um novo momento, também com os novos centros de reabilitação. Precisamos ampliar a velocidade de atendimento para diminuirmos as filas. Com esse novo modelo isso será possível”, acredita o deputado. Os centros regionais ainda não têm data para iniciar o atendimento. E não previsão para uma nova oficina ortopédica.
Problemas em rede
Os dirigentes do CCR criticam as primeiras instâncias do tratamento. Fisioterapias inadequadas ou ineficientes e coitos (partes que recebem as próteses) mal preparados pelos cirurgiões dificultam a continuidade da recuperação.
“Se tivéssemos condições de zerar a fila hoje, apenas 30% dos pacientes poderiam receber as próteses”, acusou o ortopedista Juliano Manozzo.
O deputado Sargento Amauri Soares (PSOL) acompanhou a visita ao CCR e se disse perplexo com a falta de qualificação e cursos técnicos na área de fabricação ortopédica. “Fiquei triste ao descobrir que uma associação de empresas privadas controla a formação técnica no Brasil. Isso indica o nível de engessamento do sistema público de saúde em nosso país”, disse Soares.
O deputado Serafim Venzon (PSDB) também participou da visita, ao lado do vice-presidente do Conede/SC, José Augusto Meier, e de representantes do SindSaúde. A Comissão de Saúde do Parlamento deve produzir um relatório da visita ao CCR e cobrar providências da Secretaria Estadual de Saúde.
FONTE: ALESC