terça-feira, 11 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Semáforo para ciclistas, em Curitiba, tem resultado positivo, diz Secretário
Essa reportagem sou obrigado comentar! Não vejo razão ter um
sinal para bicicleta. Em quanto o deficiente visual pede ajuda para atravessar
rua, os ciclistas ficam na boa! É tão difícil colocar um sinal sonoro em cada
esquina?
De uma olhada na ultima foto a situação da guia rebaixada
para cadeirante.
CADÊ A CURITIBA MODELO!!
Abraço, Matheus Kreling
Equipamento está em fase de teste na região central da cidade.
Para ciclista, ideal seria implementação de semáforos com ciclofaixas.
Semáforo para ciclistas fica na esquina entre a AvPres Affonso Camargo e Rua Mariano Torres
(Foto: Thais Kaniak / G1)
Um semáforo chama a atenção de quem passa pelo cruzamento das avenidas Mariano Torres e Affonso Camargo, no Centro deCuritiba. O motivo é que em vez de dar passagem aos motoristas, o equipamento libera a passagem de ciclistas. Ele funciona sincronizado com o semáforo para pedestres.
Segundo o secretário de Trânsito de Curitiba, Joel Krueger esse é um experimento que a prefeitura decidiu fazer para melhorar o tráfego urbano na cidade. O equipamento foi instalado no fim do mês de abril e, até agora, o resultado tem sido positivo.
Krueger explica que o equipamento foi adquirido para testar a percepção da comunidade e melhorar o trânsito em pontos onde há pessoas, bicicletas e carros. “Precisavamos acompanhar as condições de funcionamento, qual a percepção do ciclista e dos pedestres. Em paralelo, estamos avaliando pontos da cidade onde seria necessária”, explica o secretário.
De acordo com ele, as avenidas Visconde de Guarapuava e Cândido de Abreu podem vir a receber os semáforos especiais. Para definir todos os pontos, a Secretaria de Trânsito pretende ouvir cicloativistas para ajudar na implantação do projeto.
Ciclistas
A médica veterinária Daniela Serighelli, de 25 anos, usa a bicicleta como meio de transporte desde 2008. Na época da faculdade, fazia o percurso da casa onde morava, em Santa Felicidade, até o Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no Jardim das Américas, em aproximadamente uma hora e quinze minutos. "De 'busão' demorava uma hora e meia. Valia a pena. Mas, claro que, chegando lá, tomava banho".
A médica veterinária Daniela Serighelli, de 25 anos, usa a bicicleta como meio de transporte desde 2008. Na época da faculdade, fazia o percurso da casa onde morava, em Santa Felicidade, até o Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), no Jardim das Américas, em aproximadamente uma hora e quinze minutos. "De 'busão' demorava uma hora e meia. Valia a pena. Mas, claro que, chegando lá, tomava banho".
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“Como tudo na vida, tem dois lados. Quanto mais aparecer a bicicletinha, em qualquer lugar, mais a coisa vai ser incorporada”, acredita. Para Daniela, o ideal seria a implementação de uma ciclofaixa com o sinaleiro para ciclistas.
“É importante até para lembrar o ciclista de que ele não é a peça mais frágil da cadeia”, diz a veterinária sobre o semáforo para ciclistas. Atualmente, ela respeita a sinalização dos sinaleiros para veículos e garante não furar o sinal vermelho.
Na visão de Daniela, hoje os motoristas de carro respeitam mais os ciclistas nas ruas da cidade. “De uma forma geral, vejo mais acolhimento por parte dos carros”. Ela ainda completa que “quanto mais regulamentado o ciclista estiver, mais respeito ele tem”.
“É importante até para lembrar o ciclista de que ele não é a peça mais frágil da cadeia”, diz a veterinária sobre o semáforo para ciclistas. Atualmente, ela respeita a sinalização dos sinaleiros para veículos e garante não furar o sinal vermelho.
Na visão de Daniela, hoje os motoristas de carro respeitam mais os ciclistas nas ruas da cidade. “De uma forma geral, vejo mais acolhimento por parte dos carros”. Ela ainda completa que “quanto mais regulamentado o ciclista estiver, mais respeito ele tem”.
Para o coordenador do Projeto Ciclovida, um programa de extensão da Universidade Federal do Paraná (UFPR), e coordenador técnico da Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçu, José Carlos Belotto, a iniciativa é boa pelo simbolismo que representa e pela questão prática. “Tem um simbolismo de que existe a preocupação com o ciclista, que ele passa a ser reconhecido como um dos atores do trânsito. Na questão prática, ajuda na segurança dos ciclistas. Eles passam a ter um tempo específico para fazer a travessia e, também, favorece o pedestre que aproveita o mesmo sinaleiro”, analisa.
Belotto pondera ainda o aspecto educacional do semáforo para ciclistas, pois,conforme o coordenador, com o equipamento, o motorista começa a perceber o ciclista. “Deve ser respeitado como um veículo”.
Como ciclista e motorista, Belotto percebe que o ciclista está sendo mais respeitado. “Tenho dois adesivos incentivando o respeito a ciclistas no meu carro e vejo vários carros os mesmos adesivos”, conta. De acordo com o coordenador, o aumento do número de ciclistas e o maior espaço da “causa da bicicleta” na mídia são fatores que ajudam na propagação do respeito às bicicletas no trânsito.
“As pessoas estão tomando conhecimento e refletindo sobre o assunto. O ciclista está passando a ser um pouco mais respeitado. Já vemos o reflexo de uma alteração de comportamento. Está melhorando, mas ainda é um trabalho longo”, finaliza.
Secretário de Trânsito disse que equipamento foi adquirido para testar a percepção da comunidade e melhorar o trânsito em pontos onde há pessoas, bicicletas e carros (Foto: Thais Kaniak / G1)Parque Municipal ganha balanço para cadeirante
Vinte e um brinquedos do Parque Municipal de Belo Horizonte continuam interditados. A prefeitura exige dos concessionários, que exploram os brinquedos movidos a eletricidade e os barquinhos laudos de segurança. mas quem for visitar o espaço público, hoje, vai conhecer uma novidade que acaba de ser instalada para crianças que, até então, eram excluídas das brincadeiras em parquinhos assim. É um balanço para cadeirante, veja:
Jornal Alterosa 1ª Edição
App oferece táxis para cadeirantes
Camila De Carli Mobile Time
Com mais de 60 mil clientes cadastrados na cidade de São Paulo, o aplicativo Taxijá ampliou suas funcionalidades, oferecendo, entre as opções de filtros nos pedidos de táxis, o carro "acessível". A novidade é voltada a passageiros que tenham deficiência física ou mobilidade reduzida, e que costumam utilizar os serviços de táxi na capital paulista. "Apostamos neste segmento, pois táxis comuns muitas vezes não conseguem proporcionar o conforto às pessoas com mobilidade reduzida. A ideia do Taxijá é de que todos possam utilizar o serviço”, explica Arthur Pelanda, um dos idealizadores da funcionalidade e sócio do Taxijá.
O serviço conta com 20 táxis acessíveis, que viabilizam o embarque e desembarque por cadeira de rodas, com área reservada para o equipamento e sistema de travamento, conforme normas impostas pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo. Esse número representa pouco mais de 20% de toda a frota da cidade de São Paulo adaptada para deficientes físicos, que soma 93 táxis em um universo total de 33 mil. Pelanda afirma que o Taxijá quer cadastrar pelo menos 45% dessa frota especial. O objetivo, contudo, não está em conquistar mais clientes para o app, visto que é baixa demanda por esse tipo de serviço na cidade. “O volume de pedidos de clientes com dificuldade de mobilidade é bastante pequeno. Criamos essa funcionalidade a fim de incluir essas pessoas com deficiência física”, diz.
Projeto visa entender autismo a partir de dentes de leite
"A Fada do Dente" estuda neurônios de crianças autistas a partir da reprogramação de células da polpa dentária
Jean-Philippe Ksiazek/AFP

Garoto com autismo: projeto arrecada dentes de leite de crianças com autismo
São Paulo - O Projeto A Fada do Dente, desenvolvido pela bióloga Patrícia Beltrão Braga e sua equipe, em parceria com o professor Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia, arrecada dentes de leite de crianças com autismo. Com as células da polpa do dente, a pesquisadora realiza uma reprogramação celular, transformando-as em células-tronco que são diferenciadas em neurônios.
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Esse processo permitiu identificar diferenças biológicas nos neurônios com autismo, estudar seu funcionamento e até mesmo testar drogas. O projeto tem como sede a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP e recebe dentes de crianças de todo Brasil.
A pesquisadora passou o ano de 2008 em contato com Muotri aprendendo a técnica de reprogramação celular desenvolvida pelo médico japonês Shinya Yamanaka, vencedor do prêmio Nobel de medicina de 2012. Yamanaka conseguiu desenvolver um método para reprogramar uma célula já adulta (no caso células da pele), transformando-a em uma célula-tronco semelhante às embrionárias, ou seja, as células maduras são rejuvenecidas até a fase correspondente a 6 ou 7 dias após a fecundação do óvulo com o espermatozoide.
O projeto A Fada do Dente teve início em 2009, após as tentativas de aplicação do método terem sido bem-sucedidas aqui no Brasil. Patrícia escolheu as células da polpa do dente por ter familiaridade no trabalho com elas e pela facilidade de obtenção.
Outros procedimentos para recolhimento de neurônios — como métodos de receptação após o óbito, por células sanguíneas ou até mesmo estudos com modelos animais — não garantem neurônios funcionais ou com a carga genética de um paciente, mas o método da reprogramação permite.
O estudo das características dos neurônios permitiu identificar diferenças morfológicas nessas células das crianças autistas quando comparadas com as mesmas células de uma criança não autista. “Esses estudos permitem que se entenda mais sobre a biologia da doença”, explica Patrícia.
Como os neurônios estão em placas é possível também fazer experimentação com fármacos em busca de alterações nessas diferenças morfológicas, visando uma recuperação. Os testes ainda estão no início, mas já constituem um avanço em comparação com o que se descobriu nos últimos 20 anos.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Novos arquitetos da Prefeitura recebem Certificação em Acessibilidade
O curso capacitou os profissionais para analisarem projetos públicos e privados que atendam as exigências de acessibilidade

Arquitetos da prefeitura durante o módulo de vivência prática
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), por meio da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), ministrou nos dias 4 e 5 de junho o Curso de Educação Continuada e Certificação em Acessibilidade para os novos arquitetos ingressantes no serviço público municipal.
Em sua grade figuraram temas como Desenho Universal, Legislação e Acessibilidade em Edificações e Vias Públicas. Os técnicos da CPA abordaram as exigências relacionadas às medidas de espaços e suas diferenciações antropométricas, informações perceptíveis e o desenho universal de acessibilidade se contrapondo à arquitetura universal arcaica.
Os cerca de 40 novos arquitetos que serão alocados nas diversas subprefeituras terão a responsabilidade futura de trabalharem com a aprovação de projetos públicos e privados acessíveis. Para tanto, o curso incluiu um módulo prático onde todos os participantes tiveram a tarefa de vivenciar as dificuldades constantes na vida das pessoas com deficiência.
O Curso de Educação Continuada e Certificação em Acessibilidade é permanente e oferece 30 vagas por mês. A carga horária é de 16 horas dividida em dois dias e o público alvo são os servidores públicos de áreas técnicas como engenharia e arquitetura.
Em sua grade figuraram temas como Desenho Universal, Legislação e Acessibilidade em Edificações e Vias Públicas. Os técnicos da CPA abordaram as exigências relacionadas às medidas de espaços e suas diferenciações antropométricas, informações perceptíveis e o desenho universal de acessibilidade se contrapondo à arquitetura universal arcaica.
Os cerca de 40 novos arquitetos que serão alocados nas diversas subprefeituras terão a responsabilidade futura de trabalharem com a aprovação de projetos públicos e privados acessíveis. Para tanto, o curso incluiu um módulo prático onde todos os participantes tiveram a tarefa de vivenciar as dificuldades constantes na vida das pessoas com deficiência.
O Curso de Educação Continuada e Certificação em Acessibilidade é permanente e oferece 30 vagas por mês. A carga horária é de 16 horas dividida em dois dias e o público alvo são os servidores públicos de áreas técnicas como engenharia e arquitetura.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Instituto oferece capacitação profissional gratuita para pessoas com deficiência no segundo semestre de 2013
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Mande mensagem para luiz.ventura@estadao.com
O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência
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O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência

Entre os dias 1º de julho e 2 de agosto, pessoas com deficiência física, auditiva e visual parcial podem fazer inscrição no curso gratuito de capacitação profissional oferecido pelo Instituto da Oportunidade Social (IOS).
Os interessados precisam ter no mínimo 16 anos e as aulas serão ministradas exclusivamente na unidade de Santana, que fica na Rua Alferes Magalhães, nº 256, na zona norte de São Paulo.
São 300 horas de treinamento em gestão administrativa em tecnologia, folha de pagamento, automação comercial e CRM (gestão de relacionamento com o cliente), além de regras de negócios, cálculo matemático, softwares de gestão, pacote Office (Microsoft), comunicação e expressão.
O trabalho é feito em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Inscrições e informações no endereço www.ios.org.br ou pelos telefones (11) 2503-2617/2618.
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