sábado, 22 de dezembro de 2012
Clipe da música Até o Fim, de Fantine Tho, direção de Marco Rodrigues, co
Enviado em 08/07/2011
A cantora Fantine Tho lançou dia 07/07/2011, no site da MTV Brasil, um videoclipe da música "Até o Fim", dirigido por Marco Rodrigues, com um tema incomum: o autismo.
“Espaço de Lazer para Cadeirantes – Respeitar as diferenças para viver em igualdade”.

“Espaço de Lazer para Cadeirantes – Respeitar as
diferenças para viver em igualdade”.
Praça com brinquedos acessíveis para cadeirantes na cidade de Dom Pedrito/RS. Observem que os brinquedos foram feitos para serem usados por cadeirantes juntamente com crianças “normais”. Ótima iniciativa! Dando assim opção de divertimento para todos.
Apenas fiquei pensativa quanto a cerca que foi colocada ao redor dos brinquedos, separando a área das crianças deficientes do restante da praça. Não temos a informação do porque os brinquedos foram “isolados”. Talvez para evitar que sejam usados indevidamente por todas as pessoas e assim se estraguem mais rapidamente. O importante é que o pequeno município de aproximadamente 40 mil habitantes está fazendo a inclusão... Enquanto que cidades com muito mais recursos e tendo condições de fazerem grandes investimento se mantém omissas aos direitos das pessoas deficiente.
Foto enviada por Julio Graef para o Mundo D'Eficiente.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
AMIGOS SOMENTE AMIGOS
Somos dupla de amigos que sonham e compartilham juntos
de expectativas para uma sociedade melhor com consciência Inclusiva. Temos
nossas diferenças individuais quanto idade, sexo, formação cultural e até
alguns gostos pessoais, mas o uso de nossa ALTERIDADE sabe separar o que somos do que almejamos ir além do TER para o SER. Queremos além do possamos pertencer, seja alguma instituição familiar,social,educacional... A nossa responsabilidade social está acima de qualquer vaidade
humana, sem méritos, troféus, medalhas, queremos cumprir um papel que exponha a
nossa essência humana ,o valor pessoal que da sentido á vida!
JUNTOS SEREMOS MUITO MAIS, mas já somos!!! Pois
vestimos a camisa do Blog procurando
estar presentes em todos eventos Inclusivos. Sendo inclusivos! Em shows, parques,
shoppings, bares, café acessíveis, para realmente colocar a cara na sociedade
que muitas vezes nos interpretam erroneamente a iniciativa da dupla fazer-se
presente em locais sociais, públicos e institucionais, pois se passou o tempo
de um cadeirante ficar só em casa. É direito dever do cadeirante mostrar a sua cara, ter amigos, não importa
quais sejam. A vida trouxe uma amiga que respeita a pessoa com deficiência ,amiga
com amigo que o destino trouxe de uma forma singular, institucional e a
informalidade causou uma amizade inclusiva com encontro de objetivos em comum
para o bem comum.
E
VOCÊ? TEM FEITO O MESMO?OU VOCÊ É UM DESSES QUE CITAMOS ACIMA?
MOSTRE
A SUA CARA QUEREMOS QUE VOCÊ COMPARTILHE.COMECE A SER PARCEIRO,AJUDE-NOS A
DIVULGAR ESSE TEXTO ,REFLETIR E TEREMOS UMA CONCIENCIA INCLUSIVA!!!

Primeiro aluno com Down na UFG vira exemplo de superação para familiares, professores e colegas
Via Matheus Kreling

Em fevereiro deste ano, o Terra contou a história de um jovem que, aos 21 anos, tornou-se o primeiro estudante com síndrome de Down aprovado no vestibular da Universidade Federal de Goiás (UFG). Passados 10 meses, o fato inédito transformou-se em um exemplo de superação para professores e alunos da instituição. Kallil Tavares está no segundo semestre do curso de geografia no campus de Jataí (GO) e contou, em entrevista por telefone, que está "feliz e com muitos amigos".
A pedagoga Eunice Tavares Silveira Lima, mãe de Kallil, concorda que ele foi bem recebido tanto pelos professores quanto pelos colegas. "Claro que a discriminação existe em todos os lugares, na universidade não é diferente. Algumas pessoas ficam olhando de lado, não se manifestam, mas, em compensação, tem muitos amigos especiais, que participam, ajudam".
Apaixonado por mapas, Kallil decidiu fazer o vestibular para geografia no ano passado, após concluir o ensino médio em uma escola privada de Jataí. Incentivado pela mãe, ele conseguiu a aprovação, sem correção diferenciada - concorreu em condições iguais a todos os demais candidatos.
No primeiro semestre, Kallil conseguiu aprovação em cinco das oito disciplinas. "Em maio eu percebi que ele estava tendo dificuldades em algumas aulas mais teóricas, então resolvemos trancar uma disciplina. Em outras duas ele acabou reprovando", afirma a mãe. Apesar disso, Eunice se diz "surpresa" com o desempenho do filho na faculdade. "A universidade é outro ritmo, bem mais corrido. São muitos textos, conteúdos mais complexos do que ele estava acostumado na escola. Mas estamos muito felizes por ele estar conseguindo acompanhar", afirma ao ressaltar que o filho não tem nenhum tipo de privilégio nas avaliações. "Ele faz a mesma prova que todos os outros".
Questionado sobre o que mais gosta na universidade, Kallil não vacila em afirmar: "astronomia, geologia e dos mapas". Segundo a mãe, as aulas práticas despertam mais interesse do filho. "É mais fácil para ele quando consegue aprender com algo concreto, como vídeos e imagens. Em geologia, por exemplo, ele participou de uma aula de campo e voltou para casa cheio de rochas que coletou", conta.
No começo do curso, Kallil teve auxílio de uma monitora, uma colega de curso que auxiliava o jovem na leitura dos textos e explicava os conteúdos passados pelos professores. No entanto, no segundo semestre ela acabou desistindo da bolsa paga pela universidade e agora a UFG tenta conseguir outro monitor. A mãe espera que o problema seja resolvido logo, já que sem a monitoria fica mais difícil garantir o aprendizado.
De acordo com o professor da Faculdade de Educação e coordenador do Núcleo de Acessibilidade da UFG, Ricardo Teixeira, a faculdade de geografia está empenhada em conseguir, o mais breve possível, um novo monitor para Kallil. Para Ricardo, a história de superação do estudante é um exemplo para a universidade, que tenta incluir cada vez mais alunos com deficiências físicas e intelectuais.
Neste ano, outro jovem com síndrome de Down ingressou na UFG, mas não pelo vestibular. O estudante do curso de matemática, cujo nome a universidade não divulga a pedido da família, conseguiu a aprovação pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Há quatro anos tínhamos apenas 10 alunos com algum tipo de deficiência na UFG, hoje são mais de 100. Esse movimento a gente espera aumentar ainda mais, com exemplos como o do Kallil", diz o professor.
De acordo com ele, não houve resistência por parte dos professores em dar aula para um aluno com Down. "Essa resistência ao novo é algo comum, mas surpreendentemente não enfrentamos isso com os professores da geografia. Não houve nenhuma rejeição e todos tentam se empenhar ao máximo para garantir que ele tenha um bom aproveitamento", afirma. No entanto, Teixeira lembra que a estrutura física e o acompanhamento oferecido aos alunos com alguma deficiência ainda precisa melhorar. "Isso é algo que estamos em constante construção".
Para Eunice, contudo, a família não cria expectativas e não pressiona o jovem para ser aprovado e concluir logo o curso. "Se for em quatro ou em 10 anos, tanto faz. O importante é que ele se sinta feliz".
Planos para o futuro
Na conversa com o Terra, Kallil disse que seu sonho é ser professor de geografia. Ele ainda tem uma longa jornada pela frente, já que as aulas do segundo semestre começaram faz pouco por causa da greve dos professores. Mas determinação e vontade de vencer não faltam, mesmo que alguns ainda duvidem.
"A sociedade tem dito historicamente para essas pessoas (com síndrome de Down) que elas não são capazes, mas essas pessoas estão mostrando que sim, que são capazes. O exemplo do Kallil é muito importante para termos consciência que qualquer pessoa que tenha oportunidade, que é estimulada, consegue", afirma o professor da UFG.
Eunice sempre acreditou que o seu menino era capaz de chegar a universidade e de alcançar muito mais. Mas hoje ela diz que a maior alegria da vida é ver o sorriso no rosto do filho todos os dias enquanto se prepara para a aula. "Ele está feliz, não tem nada melhor para uma mãe que ver um filho feliz".
Por Angela Chagas/Portal Terra
Crédito da foto: reprodução/arquivo pessoal
Professor de informática dá lição de vida
Lembrando de 2008, com eu to veio: http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/178772/
Conteúdo acessível - A história de Cláudio Arruda
http://www.movimentodown.org.br
A Comunicação Acessível facilita a compreensão de pessoas com síndrome de Down, deficiência intelectual ou baixa visão. Para fazer o download deste conteúdo acessível,clique aqui.















quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Projeto brasileiro para cadeirantes vence concurso do Google
http://vidamaislivre.com.br/noticias/noticia.php?id=6267&/projeto_brasileiro_para_cadeirantes_vence_concurso_do_google
Acessibility View usa tecnologia do Google Maps para auxiliar cadeirantes na árdua tarefa de se locomover em uma metrópole.
Publicada em 19 de dezembro de 2012 - 17:15

É muito comum as pessoas acharem que ativistas advogam em causa própria. Defende a descriminalização das drogas? Maconheiro. Acha que pessoas do mesmo sexo podem casar se quiserem? Só pode ser homossexual. Pois é, mas a Humanidade é bem menos óbvia que isso. Ainda bem. O vencedor do Google Creative Sandbox é o exemplo perfeito dessa falta de obviedade. Eduardo Battiston, o cara da foto aí de cima, criou um projeto que vai facilitar a vida dos cadeirantes da cidade de São Paulo. Ele não tem dificuldades para se locomover – sua ideia foi inspirada nos problemas dos outros.
Batizada de Acessibility View, a ideia é criar uma espécie de Google Street View para cadeirantes. Tudo seria mapeado a partir do ponto de vista de quem depende de uma cadeira de rodas para ir de um lugar ao outro: pontos críticos, as melhores vias e assim por diante. Em outubro de 2012, a GALILEU conversou com Eduardo, quando seu projeto era apenas um dos finalistas. Confira abaixo a entrevista e entenda porque o Acessibility View foi o eleito, entre os mais de 4.500 concorrentes, para receber 35 mil reais de incentivo do Google.
Para se inscrever no Creative Sandbox, bastava a pessoa enviar uma ideia que respondesse a seguinte pergunta “Como usar criatividade e tecnologia para melhorar a vida das pessoas?” A única regra é que algum produto do Google tinha que estar no centro da concepção do projeto. No caso da grande vencedora, foi o Google Maps. A prêmio foi dado por um grupo de jurados composto, basicamente, por publicitários.
O que te inspirou a criar o Acessbility View?
Eduardo Battiston: Sempre fui muito sensível em relação ao problema da acessibilidade, principalmente depois de conhecer a realidade das crianças da AACD. Em 2009 tive o prazer de fazer junto com eles um projeto muito bonito: o Unique Types, no qual convidamos designers do mundo inteiro para criar tipografias inspiradas nas crianças atendidas pela entidade.
Se você tivesse que explicar como o Acessibility View funciona na prática, para alguém que nunca ouviu falar dele: o que você diria?
Eduardo Battiston: A ideia é ajudar os cadeirantes a escolherem as melhores rotas para seus trajetos e, também, sensibilizar as autoridades para fazer a manutenção e as adaptações necessárias. Afinal, ajudar essas pessoas a se locomoverem pelas cidades ajuda na sua inserção na sociedade e, por que não, no mercado de trabalho.
Dê o play no vídeo de divulgação do Acessibility View, gravado por um amigo de Eduardo
O objetivo do Acessibility View é fazer as pessoas sentirem na pele como é difcíl para um cadeirante se locomover por conta própria?
Eduardo Battiston: Esse é apenas um dos objetivos. O objetivo principal é ajudar as pessoas com necessidades especiais a se locomoverem com maior facilidade, levando em conta os obstáculos – muitas vezes intransponíveis – que seus trajetos apresentam. Mas claro que, ao acessar o Accessibility View, uma pessoa sem necessidades especiais vai poder ver – em primeira pessoa – como cada pequeno obstáculo pode impactar a qualidade de vida de um cadeirante.
Existe algum tipo de obstáculo que a maioria das pessoas nem se dá conta de que atrapalha a movimentação de um cadeirante? Estamos condicionados a pensar que uma rampa basta. É só isso mesmo?
Eduardo Battiston: Amigos cadeirantes reclamam bastante da quantidade de buracos das calçadas e da falta de padronização das mesmas. Além disso, as rampas – quando existem – muitas vezes contam com uma inclinação exagerada, o que impossibilita o acesso dos cadeirantes sem a ajuda de terceiros.
Você mora em São Paulo, certo? Qual a pior região, o pior trecho para um cadeirante aqui?
Eduardo Battiston: Sou paulistano e atualmente moro em São Paulo. Se nos bairros mais centrais a manutenção das calçadas já deixa bastante a desejar, imagine nas periferias onde a própria topografia muitas vezes não favorece a mobilidade. Mesmo nos bairros mais urbanizados, temos problemas como faixas de pedestres esburacadas, calçadas inclinadas e rampas defeituosas. Acredito que a acessibilidade na nossa cidade melhorou muito nos últimos anos, mas ainda temos muito trabalho nessa área. Espero que essa ideia possa contribuir para que a cidade seja cada vez mais acessível, proporcionando lazer, educação, cultura e diversão para as milhares de pessoas com necessidades especiais.
E, certamente, vou precisar da ajuda de parceiros para que essa ideia saia do papel e vire realidade. Já tenho apoio do representante brasileiro das câmeras GoPro que vai fornecer todo equipamento de filmagem necessário para o mapeamento do Accessibility View. Agora espero que a ideia possa ganhar o concurso do Google (estamos entre os 10 finalistas do Google Sandbox Brasil) para que esse apoio de peso atraia outras empresas para ajudar a viabilizar o projeto.
Fonte: Galileu

Assinar:
Postagens (Atom)