terça-feira, 31 de julho de 2012

Portugueses criam sistema que traduz fala para fala


Portugueses criam sistema que traduz fala para fala

Projecto “faz-nos caminhar em direcção à eliminação das barreiras da língua”

2012-07-30
Por Susana Lage
Grupo L2F do INESC-ID
Grupo L2F do INESC-ID
Investigadores portugueses e da universidade norte americana de Carnegie Mellon terminam amanhã um sistema que traduz automaticamente fala para fala, tentando manter as características da voz da original.

O projecto chama-se ‘PT STAR’ e integra um reconhecedor de fala, um motor de tradução e um sintetizador.
“Na base da tradução de fala para fala estão módulos muito complexos de conversão da fala para texto (reconhecedores), de texto numa língua para texto noutra língua (tradutores) e de texto para fala (sintetizadores), pelo que a nível científico temos abordado problemas fascinantes”, afirma Luísa Coheur ao Ciência Hoje.

De acordo com a investigadora do INESC-ID, uma das principais neste projecto que iniciou em Maio de 2009, os desafios, no entanto, não se restringem a estas áreas: “Temos doutoramentos a decorrer que focam a transformação da entoação de uma língua para outra, a extracção de pares de frases a partir de textos paralelos, o processamento de disfluências em fala espontânea, a combinação de sistemas de tradução simultânea para várias línguas, etc.”, exemplifica.

Em termos sociais, continua, o projecto é “igualmente relevante” pois “faz-nos caminhar em direcção à eliminação das barreiras da língua”.

O funcionamento do protótipo está patente na página do grupo L2F do INESC-ID. O trabalho dos investigadores portugueses no âmbito deste projecto permitiu-lhes integrar o consórcio ‘U-STAR’ (Universal Speech Translation Advanced Research Consortium), no qual são o parceiro que lida com o Português.

Apesar do ‘PT-STAR’ estar agora a terminar, “muito há ainda a fazer” em qualquer das principais áreas de investigação e o trabalho desta equipa que combina investigadores do INESC-ID e do LTI (Carnegie Mellon University), da Universidade da Beira Interior e da Fundação da Universidade de Lisboanão vai parar por aqui.

“Pessoalmente, vou continuar a trabalhar com uma das minhas alunas de doutoramento na tradução de colocações e na proposta de uma taxonomia que captura os diferentes tipos de erros de tradução cometidos quer por máquinas quer por humanos. Adicionalmente gostaria de continuar a explorar tarefas de extracção de informação com vista ao enriquecimento de léxicos bilingues. Esta área, de facto, não se esgota com o final do 'PT-STAR'. Teremos que apostar num 'PT-STAR 2'”, adianta Luísa Coheur.


segunda-feira, 30 de julho de 2012

TECNOLOGIA NA FISIOTERAPIA

Não é de hoje que a tecnologia tem sido aliada aos atendimentos da Fisioterapia.
A maneira mais conhecida é com o video game Wii, onde o paciente joga realizando movimentos com o corpo. Esses movimentos, orientados pelo Fisioterapeuta, possibilitam ótimos resultados na evolução.

Outra tecnologia, que está sendo a sensação na hora de fazer a Fisioterapia, é o uso de tablet. O profissional geralmente usa a marca Apple, por ser mais preciso e mais sensível ao toque do paciente. Da pediatria à gerontologia esse método é bem aceito e facilita muito a Fisioterapia.

O Ipad possibilita melhora da coordenação, força muscular e até equilíbrio, basta achar os aplicativos certos para o treino dessas funções.

Muitas mães relatam que a Fisioterapia tem sido mais prazerosa após seus filhos começarem a usar o tablet: "A Fisioterapia parecia uma luta. Após o início das sessões com o Ipad, tudo mudou. Ele aceita muito mais os exercícios e não chora!", diz uma mãe que leva seu filho 03 vezes por semana à Fisioterapia.

Além de reabilitar, o aparelho possibilita a melhora mental. Em casos de crianças com atrasos e também idosos, o contato com essas tecnologias irá estimular o cérebro, justamente por causa da novidade. O cérebro deve ser estimulado constantemente. A partir do momento que a pessoa começa a realizar sempre as mesmas coisas, o aprendizado pára de acontecer e tudo começa a virar automático!

Dra. Marina Ribeiro

domingo, 29 de julho de 2012

Show de Messi. Duas vezes

Messi voltou de férias no último sábado e já deu show. Dois na verdade. Durante a partida contra o Raja Casablanca, do Marrocos, marcou três na goleada de 8 a 0 do Barcelona (saiba mais sobre a partida aqui)

Depois, deu sua camisa para um torcedor com necessidades especiais. Ídolo!


Por Marcos Felipe

DA GLOBO

Criança Esperança apoia instituto que ajuda jovens cegos em Curitiba

Kleyton tinha apenas três anos quando ficou cego. “Eu pensei que ele fosse ficar quietinho em um canto, não fazendo nada, não”, fala Isaías Maçaneiros, pai do menino. Ele dá risada, porque quietinho em um canto é tudo que ele não faz. Dentro de casa, o menino não para. Na rua, a cena é ainda mais impressionante: lá vai o Kleyton, e quanta segurança!

Como ele reconhece a curva? “Pelo vento do lugar, o mato que é fechado não tem abertura no fundo”, explica Kleyton. Kleyton conquistou esta autonomia com a ajuda dos professores do Instituto Paranaense de Cegos, em Curitiba.

A repórter pergunta: “O que a senhora acha do trabalho que fazem com ele lá na escola?” “Maravilhoso, maravilhoso, porque lá ele aprendeu a viver”, explica a mãe de Kleyton, Marilene Conceição dos Santos, dona de casa.

O menino, que aprendeu a andar sozinho por ruas movimentadas, brinca, e desafia a nossa equipe: “Quer duvidar que eles vão andar?”

“Duvido”, desafia o cinegrafista.

“Depois que eu falar já? Um, dois, três e já! Andaram”, afirma Kleyton.

“Eu ando normal, como qualquer outra pessoa. Como se fosse mágica. Consigo andar pelas ruas sem medo, ando rápido, feliz. Firme”, diz o menino, de 12 anos.

Durante seis anos, Kleyton teve aulas de "uso da bengala". São os primeiros passos para a independência. “É só uma lombadinha, isso, continua”, fala a orientadora.

O projeto dá a oportunidade para crianças e adolescentes cegos irem ainda mais longe. Nas aulas de arte eles aprendem a entender melhor e, de certa forma, ver o mundo que nos cerca. Como? Tudo começa pelo toque.

Primeiro eles identificam as formas geométricas e depois transferem as linhas para o papel: “A mão é como se tivesse um círculo na ponta, para representar a palma da mão”, explica Kleyton.

O método, desenvolvido pela professora Diele Pedrozo de Morais, coordenadora do projeto, permite algo incrível. “Desenhar é uma forma de identificar coisas, que talvez eles não teriam acesso, como uma paisagem, uma árvore, uma casa. A bola que eles vão tocar, o círculo que eles vão tocar, eles vão associar com a cabeça, por exemplo, para construir essa figura humana”, afirma Diele.

“Através do desenho, a gente consegue entender as mesmas coisas que uma pessoa que enxerga, e isso é maravilhoso”, enfatiza uma aluna.


da globo

sábado, 28 de julho de 2012

TODOS SOMOS ESPECIAIS.HÁ VIDA PULSANDO...

Novos caminhos...Um futuro que já está aqui.

Hoje estamos, como disse Chico Xavier, onde nossos 

passos nos levaram e estaremos amanhã 

onde eles nos levarão, portanto vamos levantar

sempre a poeira e vamos calçar novas sandálias e 

andar em busca desses novos caminhos. 

Sempre com Fé, Coragem e Alegria!

Não há noite que dure para sempre, portanto 

fixemos nossos olhos no sol nascente!

Diversão: Balanço “Liberty Swings” projetado para crianças e adolescentes cadeirantes

O balanço “Liberty Swings” foi projetado especificamente para crianças e adolescentes cadeirantes, permitindo-lhes experimentar as emoções de um parque de diversão. A ação oscilante do brinquedo é altamente terapêutica, basta ver nas fotos os sorrisos das crianças...
http://www.deficienteciente.com.br/2012/07/balanco-liberty-swings-projetado-para-criancas-e-adolescentes-cadeirantes.html
fONTE: https://www.facebook.com/deficienteciente

EXCLUSÃO X INCLUSÃO

sexta-feira, 27 de julho de 2012

“Cadeirante tem uma vida normal”, diz ator da novela “Carrossel”


“Cadeirante tem uma vida normal”, diz ator da novela “Carrossel”

“Carrossel”, do SBT, em breve discutirá, por meio do personagem Tom, o cotidiano de um cadeirante. O responsável por isso será o estreante em novelas João Lucas Takaki, nove anos. “Poderemos mostrar que um cadeirante pode ter uma vida normal...

http://www.deficienteciente.com.br/2012/07/cadeirante-tem-uma-vida-normal-diz-ator-da-novela-carrossel.html

Quem é deficiente?