terça-feira, 19 de junho de 2012

LIBERDADE É TER IGUALDADE


[Ignite #6] Ricardo Galante - "Viver e ser feliz com uma deficiência"

Ricardo Galante traz-nos a sua história de vida dando uma verdadeira lição sobre como podemos ser felizes, mesmo se formos portadores de uma deficiência. Uma apresentação emotiva mas também divertida, transmissora da grande força interior que Ricardo possui. Um exemplo para muitas pessoas que não valorizam coisas que dão como adquiridas

Verdade

Sexo em pauta Conversa, toques, óleos... Por uma vida sexual ativa


Da http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/64/artigo215306-3.asp

Paralisia cerebral

O preconceito costuma se multiplicar quando o assunto inclui pessoas com paralisia cerebral. Geralmente confundida com deficiência intelectual, na verdade a lesão é catalogada como deficiência física, que pode gerar ou não danos intelectuais. Quem vê uma pessoa com essa paralisia, com dificuldade de andar ou com fala dificultosa - algumas das características resultantes -, pode achar (erroneamente) que sua vida sexual não existe. "Uma pessoa com paralisia cerebral pode ter as mesmas habilidades e sensibilidades que uma pessoa sem a lesão", explica Fabiano Puhlmann, especialista em acessibilidade e educador sexual. Isto vale também para dificuldades, falhas, decepções... Dependendo do grau, a paralisia pode, sim, trazer dificuldades na hora do sexo. E, de novo: a conversa entre os parceiros pode tornar tudo mais fácil.
Com todos os cuidados necessários que uma transa saudável e gostosa pede, qualquer pessoa pode ter uma vida sexual ativa. Basta que ela se permita e busque as sensações que a vida proporciona. Como bem diz Márcio Linhares: "fundamental na vida da pessoa com deficiência física é nunca desistir de qualquer possibilidade de uma vida integrada. Busque as experiências. Troque com pares, amigos, mentores, médicos, terapeutas, enfim, com o mundo. Tenha certeza que sempre haverá uma porta entreaberta ou uma janela para o mundo comum. Podemos encontrar alguns entraves, mas sempre podemos nos esforçar para superálos. JeanPaul Sartre deixou uma pensata que serve para balizar qualquer um de nós e nos dá força para seguir em frente: "O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós".

Use sua criatividade
Produtos eróticos ajudam a exercitar sua imaginação. Um deles é a cadeira elástica Intimate Rider (www.intimaterider.com). Importada, funciona como uma espécie de mola, que ajuda nos movimentos. Outra dica é o blog Mão na Roda (http://maonarodablog.com.br) traz uma lista com endereços de motéis adaptados das principais capitais das cinco regiões brasileiras, incluindo algumas cidades do interior paulista.
1 Toque- Vela de massagem corporal Germaine de Capuccini: ao derreter, vira um óleo de massagem sedutor. www.germaine.com.br
2 Discrição- Aguce sensações com o vibrador discreto em formato de pincel de maquiagem, que também pode ser usado para realmente aplicar o blush. www.redemel.com.br
3 Aroma- Inside Pheros Black: perfume à base de feromônios que despertam o libido. www.revelateurs.com.br
4 Doce- Óleo de Massagem Corporal Tuttifrutti. www.hotflowers.com.br
5 Sensual- Conjuntos maravilhosos que levantam a autoestima de qualquer mulher (e atiçam o parceiro) www.demillus.com.br

Serviço
Conselho Estadual de Assuntos das Pessoas com Deficiência
(CEAPcD )
http://ceapcd.blogspot.com
(17) 3222-2041

Instituto Paulista de Sexualidade
www.inpasex.com.br
11 3662-3139

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Uma das mais belas orações que já vi!"Oração da Escola "(


   *Oração da Escola - Gabriel Chalita
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"Tenha em mente que tudo que você aprende na escola é trabalho de muitas gerações. Receba essa herança, honre-a, acrescente a ela e, um dia, fielmente, deposite-a nas mãos de seus filhos. " 

(Albert Einstein)




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Homem paralisado consegue tuitar usando os olhos


Desde 2005, ele sofre com a síndrome do encarceramento, que o deixa completamente imóvel, apesar de ter a consciência perfeita

por Redação Galileu

Editora Globo
Tony, usando o equipamento que permite que ele se comunique // Crédito: Reprodução YouTube
Tony Nicklinson, um britânico de 57 anos, sofreu um infarto em 2005 que o deixou completamente paralisado (exceto pela movimentação dos olhos), embora sua consciência esteja em perfeito estado. A condição é conhecida como síndrome do encarceramento, pois a pessoa fica presa em seu próprio corpo. Agora, Tony se tornou a primeira pessoa com esse problema a tuitar, usando movimentos dos olhos para ‘digitar’ sua mensagem.
A primeira frase que aparece em seu perfil - @TonyNicklinson  – é a seguinte “Olá mundo, sou Tony Nicklinson, tenho síndrome do encarceramento e este é meu primeiro tweet”(em tradução para o português).
Confira o vídeo que mostra como o mecanismo que ele usa para tuitar funciona:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI309690-17770,00-HOMEM+PARALISADO+CONSEGUE+TUITAR+USANDO+OS+OLHOS.html
Na próxima segunda-feira, Tony deverá entrar com um apelo na justiça que permite que um médico realize a eutanásia nele. Segundo o paciente, seu estado atual é “chato, miserável, humilhante e intolerável”.
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A Arte da dança na cadeira de rodas







https://www.facebook.com/spinalcordinjury.co.uk

Presidente da APO diz que acessibilidade na Olimpíada é prioridade by Ricardo Shimosakai


A questão da acessibilidade para os Jogos Olímpicos de 2016 é prioritária neste momento, avalia o presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), o ex-ministro Marcio Fortes. “O momento é agora ou nunca. Porque agora, na elaboração dos projetos, você vai dizer o que fazer“, disse ele, em entrevista à "Agência Brasil".
Segundo Marcio Fortes, este ano terão início os projetos básicos das instalações dos Jogos, na Barra da Tijuca, que se estenderão até fevereiro de 2013. Além disso, há os projetos executivos, cuja previsão de conclusão no estado é abril do próximo ano.
O presidente da APO vai discutir com a ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, e representantes dos ministérios públicos Federal e Estadual a necessidade de se fazer algum ajuste na área da acessibilidade para os Jogos Olímpicos.
No dia 4, foi realixada uma reunião com o Ministério Público Federal, em Brasília, sobre o tema. O debate envolveu também as entidades representativas de pessoas com deficiência.
A discussão da acessibilidade durante os Jogos envolve a questão dos percentuais aplicáveis às exigências legais ou aos interesses dos organizadores. Marcio Fortes destacou que a tendência inicial é seguir a lei do país no que se refere às pessoas com deficiência.
A legislação brasileira estabelece que 2% da capacidade dos estádios têm que estar reservados a pessoas que precisam de cadeiras de rodas para se locomover e seus acompanhantes, que não podem estar concentrados em uma única área determinada. No exterior, o percentual estabelecido é 1%. "É preciso discutir os percentuais aplicáveis às exigências legais ou de práticas anteriores", destacou Marcio Fortes.
O respeito aos direitos das pessoas com deficiência está relacionado às instalações, no caso de cadeirantes; ao piso tátil, no caso de pessoas com deficiência visual; e a acompanhantes, para quem tem deficiência auditiva.
Marcio Fortes Fortes informou que a Lei Geral da Copa, aprovada pelo Congresso Nacional, trata da reserva de bilhetes para pessoas com necessidades especiais. “Mas não fala em 2%”. As entidades poderão negociar até 1% do total de bilhetes disponibilizados para esse segmento da população, condicionados à existência de facilidades específicas, entre as quais rampas e banheiros com portas maiores e barras de apoio.
Em Londres, onde serão realizadas as Olimpíadas deste ano, foi definido que 1% dos bilhetes poderá ser vendido para cadeirantes. O pleito dos organizadores dos Jogos no Brasil é que sejam adotadas regras mais flexíveis, com percentual de 1% nas Olimpíadas e 1,5% nas Paraolimpíadas.
Segundo Marcio Fortes, a questão da bilheteria pode estar por trás dos problemas relativos à acessibilidade para pessoas com necessidades especiais. Ele lembrou que alterações nos projetos representam aumento de custos. Por outro lado, disse que é preciso atentar para a segurança das pessoas com deficiência.
Fonte: Portal 2014

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