sexta-feira, 27 de abril de 2012

(Cultura) Maria Gadú faz show em Curitiba em maio

Da http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1231417&tit=Maria-Gadu-faz-show-em-Curitiba-em-maio


A apresentação está agendada para o dia 4 de maio no Teatro Positivo


Divulgação /


O novo CD Mais uma Página deve ser o foco da cantora na apresentação. No novo trabalho, além da canção "Oração ao Tempo" tema da novela "A Vida da Gente", da Rede Globo, há músicas cantadas em inglês, como a bela "Like a Rose".

O repertório da apresentação deve incluir também os sucessos do primeiro trabalho como "Shimbalaiê", “Linda Rosa” e "Sonhos Roubados".
A artista também tem promovido o DVD gravado com o cantor Caetano Veloso. Um show com o cantor foi marcado em Curitiba em novembro do ano passado, mas foi cancelado.
Os ingressos custam a partir de R$ 65.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Deficientes relatam dificuldades e desafios em relacionamentos amorosos.








Deficientes relatam dificuldades e desafios em relacionamentos amorosos.


Em diversos relatos, deficientes físicos e mentais contam as barreiras que têm de superar para conquistar uma vida amorosa bem-sucedida.


Adrian Higginbotham, de 37 anos, conta que para ele, que é cego, as dificuldades começam no primeiro contato, o ponto de partida para qualquer relacionamento.


"Você não pode entrar em uma sala de modo casual e dar aquela olhada. Você não pode sorrir para alguém que você já viu duas vezes anteriormente passando pela rua", diz Higginbotham.


Com um título provocante, o programa "The Undateables" (que poderia ser traduzido como "Os Inamoráveis") conta histórias como a de Higginbotham e virou alvo de discussões acaloradas nas redes sociais principalmente por conta do título.


O programa mostra ainda uma agência de namoros especializada em pessoas com dificuldade de aprendizagem, a "Stars in the Sky", que assegura que seus clientes cheguem seguros ao local do encontro e os ajuda a encontrar "a pessoa certa".


A agência diz já ter organizado mais de 180 encontros desde 2005, com um saldo de um casamento, uma união entre pessoas do mesmo sexo, três noivados e 15 relacionamentos sérios.


O programa mostra que, apesar de muitos deficientes estarem casados e felizes ou não terem dificuldades para namorar, outros enfrentam uma gama variada de reações e, às vezes, atitudes estranhas, principalmente quando o par não sofre de deficiência.


Lisa Jenkins, de 38 anos, relata sua experiência em um encontro com um amigo de um amigo que não sabia que ela tinha paralisia cerebral.


"Nós entramos em um bar e ele imediatamente desceu os degraus diante de nós. Eu tentei descer, mas simplesmente não consegui. Não havia corrimão", conta.


Quando seu acompanhante perguntou se algo estava errado, Jenkins teve de contar sobre sua paralisia cerebral.


"Eu podia ver a mudança em seu rosto. Ele ficou instantaneamente menos atraído por mim", diz.


"Eu já tive homens que se sentiam atraídos por mim, mas achavam que havia algo de errado com eles por isso."


Jenkins conta que já chegou a ouvir de um potencial pretendente que ele "sempre teve interesse por sexo bizarro".


Em uma sondagem feita em 2008 pelo jornal britânico The Observer, 70% dos entrevistados disseram que não fariam sexo com um deficiente.


Shannon Murray, uma modelo na casa dos 30 anos, há 20 em uma cadeira de rodas, conta que, quando era adolescente, alguns rapazes lhe ofereciam uma bebida e em seguida perguntavam se ela ainda podia fazer sexo.


O programa discute também a era dos encontros pela internet e um novo dilema surgido com ela: um deficiente deve revelar sua condição imediatamente ou esperar que as pessoas o conheçam melhor antes de contar sobre sua deficiência.


Murray – que tem sempre em seu telefone uma lista de bares e restaurantes com acesso fácil para cadeiras de rodas, com medo de parecer pouco independente em um primeiro encontro – diz que já fez os dois.


Ela conta que em apenas uma ocasião um pretendente resolveu abandonar a relação após descobrir que ela era deficiente.


Murray diz que tentou também a abordagem oposta, colocando em um site de relacionamentos comum uma foto em que sua cadeira de rodas era bem visível e uma frase bem-humorada, dizendo que, se o interesse da pessoa era escalar o Everest, ela não poderia ir junto, mas ficaria no campo base e tentaria manter a barraca aquecida.


"Esperava que, revelando minha deficiência assim, no início, geraria menos interesse, mas acabei recebendo mais respostas do que quando escondia a cadeira. Fiquei entre as cinco mulheres que receberam mais atenção no site naquela semana", conta.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Resultados projeto Empreendedores do Futuro - ONG Gente de Bem e SEBRAE

Vídeo de apresentação dos resultados do Projeto Empreendedores do Futuro, realizado no Vale do Ribeira, para o SEBRAE-PR
                                                            http://www.gentedebem.org

Políticas de inclusão levam pessoas com deficiência às escolas e universidades


Kalil Assis Tavares, aprovado no vestibular de geografia da UFG, recebe homenagem do ministro Mercadante (Foto: Fabiana Carvalho) Até 2014, o Ministério da Educação deve completar a instalação em todos os municípios brasileiros de salas com recursos multifuncionais, espaços com material pedagógico e de acessibilidade para atendimento a estudantes pessoas com diversos tipos de deficiência. A afirmação foi feita pelo ministro Aloizio Mercadante, durante a solenidade de comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down. O evento foi realizado na manhã desta quarta-feira, 21, no Congresso Nacional, em Brasília.

Para ele, o Brasil tem uma dívida histórica com as pessoas com deficiência que, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), representam 24% da população nacional. “Ofertar ensino a esse público é obrigação do Estado e a dívida com essa comunidade é muito antiga e muito grande”, afirmou.

Presentes em 83% dos municípios brasileiros, mais de 24 mil salas com recursos multifuncionais já foram implantadas em escolas públicas federais, estaduais e municipais. Dominó e memória tátil, lupa eletrônica, calculadora sonora e programas computacionais adaptados estão entre os mais de 30 itens que compõem as salas.

Mercadante anunciou ainda que serão atendidos nas escolas da rede pública de ensino 378 mil crianças e adolescentes com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), administrado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Esse benefício é destinado a idosos ou pessoas com deficiência com impedimentos de longo prazo. 

O ministro citou outras políticas de sua pasta destinadas a permitir maior acesso desse público. “Ainda há no Brasil crianças pobres que não vão à escola por problemas de acessibilidade. Vamos começar a buscá-las em casa, com a distribuição de 2,6 mil ônibus”, afirmou. 

Outra ação que será implementada é a reserva de 150 mil vagas para qualificação profissional de pessoas com deficiência, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec). Desde 1998, o número de matrículas de estudantes especiais em escolas regulares passou de 43,9 mil para 558 mil em 2011.

Down - Comemorado internacionalmente há seis anos, o dia 21 de março é dedicado as pessoas com síndrome de Down, deficiência que decorre da alteração no 21º par de cromossomos do código genético. A data foi incluída no calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU) no ano passado. Senadores, deputados, ministros de Estado e entidades ligadas à prestação de assistência a pessoas com deficiência se reuniram para homenagear personalidades e pessoas com a síndrome que se destacaram em suas áreas de atuação.

Kalil Assis Tavares é um dos 18 alunos com síndrome de Down matriculados em universidades federais. Ele foi um dos homenageados na cerimônia, por superar as dificuldades de aprendizagem e ser aprovado recentemente no vestibular para geografia na Universidade Federal de Goiás (UFG). “Pretendo ser professor de geografia. Estudava algumas horas por dia”, conta. 

A mãe do jovem, Eunice Tavares, lembra que ele estudou no ensino regular e relata a reação do filho ao receber o resultado. “Foi uma opção da família. A gente acreditou nele e o colocou no ensino regular para ver como se comportaria. Quando recebeu o resultado do vestibular, ele ficou bastante emocionado, penso que não esperava.”

De acordo com os dados do Censo da Educação Superior de 2009, a quantidade de estudantes com algum tipo de deficiência intelectual matriculadas em instituições de ensino superior, públicas e privadas, chega a 465. Desse total, 62 estão em instituições federais. 

Assessoria de Comunicação Social

Tecnologia na educação


A tecnologia é concebida, de maneira ampla, como qualquer artefato, método ou técnica criado pelo homem para tornar seu trabalho mais leve, sua locomoção e sua comunicação mais fáceis, ou simplesmente sua vida mais agradável e divertida. 

A tecnologia estende a capacidade de se comunicar com outras pessoas. Mas, acima de tudo, as tecnologias, disponíveis hoje, que aumentam os seus poderes intelectuais: sua capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informação.


FATO NÃO?
E ACESSIBILIDADE? HÁ? ONDE ESTÃO ESTES RECURSOS TECNOLÓGICOS?

25 de abril – Dia Internacional do cão-guia. Artigo de Deborah Prates.





Quais as vantagens de me locomover com o cão ao invés de usar a bengala? Muitas! Sem comparação. Como disse acima, a bengala é tão cega quanto eu! Indubitavelmente um olho quadrúpede é bem melhor. Além da facilidade com a locomoção, já que confiamos um no outro, Jimmy é, na maioria das vezes, um ponto de convergência entre o cego e a coletividade. 
http://www.deficienteciente.com.br/2012/04/25-de-abril-dia-internacional-do-cao-guia.html

Imagem


DO Facebook

"Eu não peço que me entenda,mais exijo que me RESPEITE!"

terça-feira, 24 de abril de 2012

Educação especial Há 10 anos a língua brasileira de sinais promove inclusão

Do http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17703


Há dez anos a língua brasileira de sinais (libras) passou a ser reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela lei 10.436, de 24 de abril de 2002. Passada uma década, observa-se maior inclusão de pessoas com deficiência auditiva nas escolas regulares.

Dominar a libras permite às pessoas com deficiência auditiva ter maior autonomia, independência social e cidadania. A política de educação inclusiva, adotada pelo Ministério da Educação, orienta os sistemas de ensino para garantia do ingresso dos estudantes com surdez nas escolas comuns, mediante a oferta da educação bilíngue, dos serviços de tradução e de interpretação de libras-língua portuguesa e do ensino de libras.

De acordo com Martinha Clarete Dutra, diretora de políticas de educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, o ensino de libras é parte do processo de organização do sistema de ensino inclusivo. “Para que a educação seja, de fato, um direito de todas as pessoas, é preciso que os sistemas de ensino identifiquem e atendam as especificidades educacionais dos estudantes”, disse a diretora.

Para a efetivação da educação bilíngue, o Ministério da Educação desenvolve programas e ações, em parceria com os sistemas de ensino.

O curso de formação inicial de professores em letras-libras, para promover a formação de docentes para o ensino de libras, foi instituído por meio da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e mantém 18 polos. Em 2010, dois novos cursos letras-libras foram criados pelas instituições federais de Goiás e Paraíba, nas modalidades presencial e a distância.

O Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) criou o curso de pedagogia bilíngue libras-língua portuguesa, buscando expandir a educação inclusiva e que conta com a matrícula anual de estudantes surdos e ouvintes.

Programa Nacional para a Certificação de Proficiência no Uso e Ensino da Libras e para a Certificação de Proficiência em Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa (PROLIBRAS). Até 2010, foram realizadas cinco edições do exame, em todo território nacional, certificando 6.100 profissionais.

O panorama da inclusão dos estudantes com deficiência nas escolas comuns da rede pública vem se modificando. O número de matrículas de estudantes, público alvo da educação especial em classes comuns, passou de 28%, em 2003, para 74%, em 2011. No mesmo período, o número de escolas de educação básica com matrículas de estudantes público alvo da educação especial passou de 13.087, em 2003, para 93.641 escolas no ano passado. 

Diego Rocha

Cães e outros bichos-terapeutas ajudam ser humano a cuidar da saúde


DA FOLHA

Nem só de cavalos é feita a terapia com animais. Outros seres de quatro patas (e até os duas asas) são usados para ajudar o ser humano a cuidar de sua saúde e a lidar com suas limitações. O denominador comum a todas as terapias com bichos é a facilidade de estabelecer vínculos com os animais e o conforto emocional que eles trazem, segundo o fisioterapeuta Vinícius Ribeiro, diretor da ONG TAC (Terapia Assistida por Cães).
Juca Varella/Folhapress
Manoelina Santa Lúcia, 81, como a Boston-Terrier Madá, durante sessão de terapia com animais na associação Recanto da Vovó, em Cotia (SP)
Manoelina Santa Lúcia, 81, como a Boston-Terrier Madá, na associação Recanto da Vovó, em Cotia (SP)
As características de cada espécie são usadas para criar diferentes estratégias de tratamento. Por exemplo, aves, como o papagaio, são boas em terapias com autistas.
"A criança faz um ruído e a ave imita. É um retorno sensorial muito grande", diz a psicopedagoga Liana Santos.
Tartarugas entram em jogos de tabuleiro para ajudar casos de agitação excessiva e de ansiedade -e haja paciência para esperar o bicho percorrer as casas até chegar ao ponto estabelecido.
Coelhos anões são usados para desenvolver a coordenação motora: segurar aquela bolinha de pelos macia e que não para de se mexer é um ótimo exercício.
As grandes estrelas, no entanto, são os cães. Além da empatia fácil, o hábito cultural de tratar o cachorro "como gente" faz dele um mediador de conflitos.
"O animal é um catalisador de emoções, a pessoa expressa seus sentimentos por meio dele: diz que quem está triste, cansado, chateado é o cachorro", exemplifica Ribeiro.
Os cães também podem ser adestrados para objetivos terapêuticos específicos -de fazer fisioterapia com o paciente a reconhecer quando a pessoa precisa de afeto.
Em alguns países, há cachorros sendo treinados para serem cuidadores de idosos com Alzheimer. "Eles evitam, por exemplo, que a pessoa saia sozinha e se perca", conta Ribeiro.
A presença de um cão também provoca a liberação de hormônios ligados a sensações prazerosas.
"Estudos com autistas mostram que o convívio com o cachorro aumenta a liberação de oxitocina, hormônio ligado ao afeto e à interação social", diz o fisioterapeuta.
Nesse clima, até uma cansativa sessão de fisioterapia parece ser feita sem esforço. "Que criatura. A gente vê nos olhos dela que está gostando", diz Manuelina de Moraes Santa Lúcia, 81, beijando sua "treinadora", a pug Filó, 3, depois de passar quase uma hora fazendo exercícios com os cães da TAC.

Google testa óculos de realidade aumentada


Por Camilo Rocha
Vídeo mostra par de óculos que projeta informações virtuais no mundo real e é controlado por reconhecimento de voz
SÃO PAULO – O Google confirmou que está mesmo testando um par de óculos de realidade aumentada que transmite dados em tempo real para o usuário. Um vídeo mostrando as possibilidades dos Google Glasses (“óculos Google”)  foi divulgado nesta quarta-feira, 4.

Não há previsão de lançamento do produto. Segundo o New York Times, um dos pesquisadores do projeto, Babak Parviz, é um especialista em bionanotecnologia da Universidade de Washington. Ele já desenvolveu uma lente de contato com componentes eletrônicos embutidos que conseguem mostrar pixels.
Na foto abaixo sugere uma “tela inicial”, com diversas opções aparecendo diante dos olhos do usuário.
O recado de um amigo que quer marcar um encontro. O usuário manda confirmação por comando de voz, que é como devem ser operadas a maioria das funções dos óculos.
Uma olhada pela janela mostra quanto graus faz lá fora (em Farenheit).
Já na rua, materializa-se um mapa indicando o caminho até a livraria onde será o encontro com o amigo.
Dentro da livraria, o amigo é localizado.
Na lanchonete, é hora de dar o check-in.
Fazendo videochat e mostrando o pôr-do-sol para a namorada.