sexta-feira, 2 de março de 2012

Beleza e deficiência não são opostos, diz criadora de agência de modelos


DO G1.COM


Kica de Castro trabalha com 80 modelos com deficiência em todo o país.

Demanda cresce, mas preconceito ainda predomina, afirma ela.


Kica de Castro em seu estúdio (Foto: Giovana Sanchez/G1)
Kica de Castro em seu estúdio
(Foto: Giovana Sanchez/G1)



"Aqui, ninguém usa Photoshop", alerta a fotógrafa Kica de Castro para quem entra em seu estúdio, no bairro do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. "E sou muito grata à tecnologia HD, que mostrou que todos têm defeitos, ajudou a reassaltar a imperfeição". Kica tem 35 anos e há 12 anos trabalha com fotografia para deficientes. Primeiro, num centro de reabilitação, fazendo fotos de prontuários e fichas médicas. "Era tudo muito frio e eles ficavam inibidos de ter que ficar sem roupa e ser fotografados com uma plaquinha, como numa prisão."
[G1 publica, nesta quinta e sexta (1º e 2), a série 'Transformadores', que conta histórias de gente que mudou a própria vida para melhorar a realidade de outras pessoas.Conheça todos os protagonistas da série.]
Foi então que ela resolveu dar mais vida para a sala de fotos. "Fui na 25 de março e comprei tudo que você pode imaginar de quinquilharia. Aí, quando os pacientes vinham, fazia quase um editorial de moda com eles, até ficarem a vontade para a foto médica".
Kica percebeu que tudo mudou no seu trabalho, e os pacientes começaram a pedir books de moda. Vendo a demanda, ela começou a pesquisar e viu que a Europa está avançada na moda para deficientes. Após uma viagem para a Alemanha e muita pesuqisa e contatos, ela abriu, em 2007, a "agência de modelos para profissionais com alguma deficiência" que leva seu nome. Hoje ela trabalha com 80 modelos em quase todo o Brasil - menos no Acre e em Rondônia.
Em suas fotos, os aparelhos ortopédicos aparecem como acessórios. "Acho que agora as pessoas estão conseguindo enxergar que beleza e deficiência não são palavras opostas, mas ainda existe muito preconceito", diz ela. Até hoje, ela diz que a agência faz mais trabalhos para fora do Brasil.
Carolina Vieira, uma das modelos da agência de Kica (Foto: Kica de Castro/Divulgação)Carolina Vieira, uma das modelos da agência de Kica (Foto: Kica de Castro/Divulgação)

Para Priscila Menucci, modelo de 91 cm e a menor atriz brasileira reconhecida pelo Rank Brasil, trabalhar com moda foi uma mudança radical na vida. "Passei a cuidar mais do corpo, da pele e a fazer cursos como automaquiagem". E, ao ser questionada como se sente na passarela, ela é categórica: "com 1,90 m de altura, me sinto um mulherão!"
Confira a entrevista com Kica:
G1 - Como você teve essa ideia da agência?
Kica de Castro - 
Na verdade foi uma coisa muito por acaso. Sou publicitária e estava meio estressada, isso no começo de 2000. Aí, resolvi largar tudo para fazer fotografia. Comecei com os eventos sociais e corporativos, mas a partir de 2002 recebi um convite para ser chefe do setor de fotografia de um centro de reabilitação. E lá o foco era a deficiência física. Fazia os prontuários médicos, artigos científicos. Era da forma mais fria possível. Era uma sala pequena, fundo branco, e as pessoas tinham que ficar de peças íntimas ou em alguns casos nuas. As fotos eram feitas nas quatro posições globais (frente, costas e laterais), acompanhada de uma plaquinha do lado com o número do prontuário. Não tinha nenhum paciente que olhasse para aquela situação e não perguntasse 'Estou sendo fichado, é foto para presídio?'. E eu não tinha experiência, não sabia lidar com aquilo.
Passados os 3 meses de experiência, não sabia se ia aguentar, as pessoas não se comunicavam comigo, algumas choravam quando iam tirar a roupa, era muito invasivo para a autoestima do paciente. Aí tive uma conversa com uma amiga do setor de psicologia que me disse: 'faça o seu trabalho da melhor forma possível e tente se aproximar das pessoas'.
Aí, no dia seguinte fui na Rua 25 de Março (via mais importante de comércio popular de São Paulo) e com R$ 120 fiz a festa. Comprei tudo o que você pode imaginar em quinquilharia, bugiganga, revistas masculinas e femininas de moda. Na segunda-feira cheguei ao trabalho e fui até barrada pelo segurança de tão grande que estava a minha sacola.
Quando os pacientes chegavam e eu pedia para eles tiarem a roupa, dizia que era uma foto para um editorial de moda e deixava tudo ali a disposição para eles se enfeitarem. As fotos mantinham o mesmo padrão científico, mas as pessoas tinham 5 minutos de contato com a vaidade delas. Então eles se maquiavam, se penteavem, se olhavam no espelho.
G1 - Eles ficavam mais a vontade?
Kica - 
Ficavam. Eles passavam pela situação de estar nu, mas não tinha mais aquele comentário de 'estou sendo fichado'. [...] E eles iam me contando a história delas, muitos tinham o sonho de serem modelos e eu incentivava eles a correr atrás do sonho. Para a minha surpresa eles começaram a me pedir books particulares. Como trabalhava na instituição e o espaço era mais acessível, eu só cobrava o preço de custo. Quando eles viam a foto revelada, eles diziam 'nossa, mas essa sou eu sem maquiagem, sem photoshop?'. Com essa produção, com essa luz, as pessoas ficavam motivadas. Elas foram atrás das agências e pra minha surpresa, todas as respostas eram negativas.
As meninas começaram a voltar com a mesma baixa autoestima. Eu dizia: 'isso não pode acontecer!' E elas me falavam que a única pessoa que acredita no potencial elas era eu. Aí, em 2005, comecei a fazer uma pesquisa que me levou para Europa. 
Cleonice Terra, modelo da agência de Kica com paralisia cerebral (Foto: Kica de Castro/Divulgação)Cleonice Terra, modelo da agência de Kica com
paralisia cerebral (Foto: Kica de Castro/Divulgação)
G1 - Eles têm iniciativas assim?
Kica - 
Têm. Na Alemanha tem o concurso 'a mais bela cadeirante'. Na França e na Inglaterra tem um reality show só para pessoas com deficiência, que é mais inclusivo. Na Alemanha, há anúncios publicitários para venda de aparelhos ortopédicos, diferente daqui, que é só um catálogo de cores.
Algumas poucas ações eram vistas aqui, mas nada na passarela, voltado pra fotografia. Era sempre essa coisa de recepção de eventos, coisas pequenas.
G1 - E aí você teve a ideia de trazer para o Brasil?
Kica -
 É. Mas tive que começar lá fora, para poder ser reconhecida aqui dentro. Tive contato com a agência na Alemanha justamente para fazer valer, colocar isso na cabeça do povo. Lá fiz pesquisa e o contato se mantém até hoje.
Em 2007, atribuí as atividades que já tinha como fotógrafa, aproveitei meu CNPJ justamente para poder colocar como Agência de Modelos para Profissionais com Alguma Deficiência. 
G1 - E como foram esses anos, de 2007 pra cá?
Kica -
 Costumo avaliar a partir de 2010. Os 3 primeiros anos foram de implantação do conceito. Ninguém sabia disso, ninguém acreditava no potencial, então exploramos bem esse lado. A partir de 2010, alguns resultados já foram surgindo nas passarelas, em editoriais de moda.
G1 - Vocês fazem trabalhos fora do Brasil também?
Kica -
 Bastante.
G1 - Mais do que aqui?
Kica - 
Sim. Principalmente as amputadas. É a visão brasileira. O brasileiro tem essa coisa de que para ser modelo tem que ser Gisele Bündchen, tem que ter 1,80 m, magra, olho verde e loira de preferência.
Priscilla Menucci, modelo de 91 cm (Foto: Giovana Sanchez/G1)Priscila Menucci, modelo de 91cm (Foto: Giovana
Sanchez/G1)
As modelos plus size hoje são uma releitura do Renascimento. Pessoas com deficiência não tiveram nenhuma referência na história da humanidade. Então você imagina, desde a década de 1960 querer implantar pessoas com deficiência no mercado da moda e você ser praticamente a única a falar do assunto o tempo todo... É complicado mudar a visão. As pessoas colocam as pessoas com deficiência na passarela, mas não na mesma proporção que as modelos contratadas. Coloca-se uma para ficar bem na foto.
Na agência temos 80 profissionais, mas as oportunidades ainda são poucas.
G1 - Como é feita a seleção?
Kica -
 O processo seletivo é feito como um processo convencional. Porque estamos falando de inclusão de mercado de trabalho, de um mecado totalmente ditador. Ou seja, ou você entra na regra do que já existe ou não dá para trabalhar com moda. O processo é feito da mesma maneira de uma modelo convencional, a pessoa passa testes, entevistas, tem que ter curso profissionalizante. É uma exigência básica da agência. A pessoa tem que estar preparada para enfrentar o mercado de trabalho.
Se você não estiver preparado para o mercado de trabalho, aqui não tem espaço para o assistencialismo. Aqui obrigo todo mundo a ter uma primeira profissão, justamente para poder manter a segunda profissão, que é ser modelo, porque infelizmente ainda são poucas as modelos que vivem de modelagem. É o que falo para as meninas: estudar e ter uma profissão que mantenha tudo.
G1 - A sua agência se mantém só com as fotos de moda? Você abandonou a fotografia de eventos que fazia?
Kica - 
Continuo. O mercado está abrindo as portas, mas ainda não está totalmente aberto. Muito pelo contrário. As pessoas estão começando a ver nosso trabalho, dão algumas oportunidades, mas ainda são poucas e precisamos correr muito.
[...] As pessoas estão vendo a inclusão na área de beleza e sensualidade de forma diferente, estão conseguindo enxergar que se pode ser profissional, que beleza e deficiência não são palavras opostas.
G1 - Vocês enfeitam os aparelhos de alguma forma?
Kica - 
Aqui os aparelhos ortopédicos são considerados assessórios de moda. Uma cadeira de rodas é como uma bolsa, uma prótese é que nem um cinto, uma muleta é como um brinco, e assim por diante. [...] Os próprios fabrincates estão investindo nisso. As cadeiras têm ficado mais leve, com um design melhor, o que ajuda a compor o look nas fotos. A pessoa olha e diz: 'nossa que modelo bonita. E é deficiente'. Antigamente era o contrário: 'olha uma deficiente... e até que é bonitinha'.

DIZ TUDO

DA FOLHA.COM

quinta-feira, 1 de março de 2012

PROJETO MINHA CALÇADA!


O projeto Minha Calçada é uma iniciativa da Prefeitura de Porto Alegre que visa revitalizar as calçadas da cidade e conscientizar os cidadãos sobre as suas responsabilidades no processo de conservação dos passeios públicos.

Além de determinar a reforma das calçadas de competência do poder público, o projeto estabelece novos prazos, procedimentos e até mesmo financiamentos para que cada cidadão, indústria, comércio e entidades possam cumprir com seu dever de manter os passeios em boas condições de utilização.

Minha Calçada conta com a parceria do Ministério Público, por meio do projeto Andanças, Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Sindilojas, Sindpoa, Crea, Orçamento Participativo, Banrisul, Setcergs, Associação dos Bancos do Estado, Associação dos Carros Fortes, CEEE e concessionárias que utilizam redes subterrâneas.

Cuidar de sua calçada é um sinal de amor pela cidade e de respeito pelas pessoas.
apoio

Guri de Uruguaiana e a importância da calçada.

video Jão 1 .wmv

Labuta pela Dignidade


Uma porção de gente se identificou comigo em um texto publicado ontem (28/02), na Folha, no qual eu contava um bocadinho da minha aflição em ver minha mãe, que por tantos e tantos quilômetros me empurrou por essa vida, envelhecendo e perdendo, aos poucos, sua presteza, suas habilidades (para assinantes Uol e Folha que quiserem ler, é só clicar na carinha) :)  
Pois hoje, mais uma vez, tenho de colocar a mãe na roda… :D A razão não poderia ser mais nobre, mais legítima. A luta braçal, dolorosa, corajosa e indignante de Maria Elvira para que o filho João, “malacabadinho”, consiga estudar….
As cenas que vocês poderão ver (menos os cegões, evidentemente, que vão apenas ouvir) me remeteram direeeeto para a dureza da minha própria infância, lá na Trelagoa….
Me entristece conhecer o fato que crianças com deficiência ainda precisam penar para conseguir um direto dos mais básicos, mais universal: acesso à educação.
O relato da mãe dá conta que João, que tem uma síndrome rara chamada “Artrogripose Congênita” (má formação que atinge as articulações), não conseguiu vaga em uma escola próxima de casa e, por isso, é preciso padecer até ficar com a língua de fora para levá-lo ao encontro do conhecimento.
Neste caso, a  meu ver, a proteção à criança teria de ser incondicional. Não se trata de dar a ela um privilégio, trata-se de dar ao menino e a mãe um pouco de dignidade.
Não sei se Maria Elvira procurou a Justiça, se ela tentou todos os meios legais antes de botar na rede esse apelo, só sei que a mim, cada pedacinho dessa caminhada dolorosa, me deixou com um amargor na boca.
Peço que me ajudem a espalhar esse vídeo até que ele chegue para alguém da administração pública que se sinta envergonhado ou minimamente comovido para alterar essa realidade…

Fonte Folha .com

IMAGEM DO DIA!!



Uma imagem fala mais que mil palavras!!! Você acredita nisso???


DO FACEBOOK

Aniversário: famosos de fora do Rio dão dicas de passeios na Cidade Maravilhosa

DO R7


Capital encanta quem largou cidade de origem para trabalhar e viver aqui





03montagem
FOTO: Michel Angelo/Record e Getty ImagesGuilherme Berenguer gosta de curtir a praia do Leblon, na zona sul



O apelido de Cidade Maravilhosa já define bem o Rio de Janeiro. Com 447 anos, completados nesta quinta-feira (1º), a capital fluminense se tornou o local escolhido por muitos artistas que vieram trabalhar ou apenas mudar de vida. Para comemorar a data, os famosos de fora do Rio dão dicas de como aproveitar a beleza natural da cidade e unir trabalho com qualidade de vida.

Aniversário do Rio na quinta terá bolo gigante e programação especial de passeios
Foi esta mistura que encantou o ator Guilherme Berenguer, 31 anos, que interpreta o personagem Francisco deVidas em Jogo (Record). O nordestino, de Recife, veio para o Rio trabalhar. Apesar de morar há oito anos na Cidade Maravilhosa, ele ainda não elegeu seu cantinho favorito.

- É difícil responder qual lugar eu mais gosto no Rio. São tantos! Eu adoro as praias e o Jardim Botânico. Sempre levo meus amigos à praia de Grumari, mas também curto muito Ipanema e Leblon. Ali, a gente sempre encontra um bom restaurante, é um cantinho gostoso do Rio.

Outra apaixonada por praia é Mel Fronckowiack, 24 anos, que interpreta a estudante Carla em Rebelde(Record). A gaúcha de Pelotas (Rio Grande do Sul) não esconde o amor pela capital fluminense. Ela conta que sempre sonhou em morar no Rio.

- O Rio sempre foi uma cidade dos meus sonhos. É uma cidade gostosa, tem uma qualidade de vida ótima. Vou correndo todos os dias de casa até a academia para aproveitar a vista da praia. Adoro a Prainha e a vista da avenida Niemeyer para o mar de São Conrado.

Apesar de a praia ser a opção preferida dos artistas, a atriz Bianca Castanho, 33 anos, que viveu a personagem Selima em Rei Davi (Record) no mês passado, escolheu um lugar diferente para os dias de lazer. A gaúcha de Santa Maria (Rio Grande do Sul), que mora no Rio há 14 anos, indica para os turistas a Cadeg (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara), polo comercial que reúne bares, mercados e restaurantes em Benfica, na zona norte.

- Amo a Cadeg. Descobri há pouco tempo. É um lugar excelente para comprar flores. O preço lá é maravilhoso. Além de ter várias opções de restaurantes. É bem legal.

Quem dá um abraço especial no Rio neste aniversário é a Mulher Melão, Renata Frisson, 25 anos. A cantora e dançarina de funk saiu de Balneário Camboriú (Santa Catarina) para conhecer o Carnaval carioca e nunca mais voltou. Ela diz que não se vê morando em outro lugar e elege o Cristo Redentor como ponto turístico favorito.

- Adoro o Cristo Redentor. É lindo ver este monumento de braços abertos olhando pela nossa cidade. Eu amo o Rio e não me vejo morando em outro lugar mais.

Wagner Montes também indica seus pontos turísticos favoritos 
Apesar de ter orgulho em dizer que é caxiense, por ter sido criado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o apresentador da Record Wagner Montes ganhou a cara do Rio. Ele dá dicas de pontos turísticos para todos os públicos.

- Para quem curte a zona norte, o Piscinão de Ramos é uma boa opção. Aquilo lá é o maior barato! Para quem gosta da zona sul, o bom é curtir uma praia e depois parar em algum restaurante. Mas, em minha opinião, o Pão de Açúcar continua sendo a grande atração da cidade. Temos também o Corcovado com a imagem do Cristo Redentor. São passeios imprescindíveis! Quem não quer gastar muita grana pode visitar a Quinta da Boa vista e o zoológico.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

3 Capturar o vento

Capturar o vento?!?!

Este vídeo vale a pena ver...gosto muito dele, pois leva para algumas reflexões tanto para nossa vida pessoal, quanto profissional...aqui irei falar do profissional...assistam...

Muitas vezes queremos atingir alguns alunos dos quais achamos "complicados" não é mesmo?
Assim como neste vídeo precisamos de algumas chaves para conseguir o sucesso, vou listar...
- Paciência; (O menino trilhou quanto para capturar o vento? Muitas vezes o caminho é realmente longo com nosso aluno, por isso requer paciência);
- Criatividade; (Você já viu alguém capturar vento e colocar no vidro? Muitas vezes precisamos ousar, mesmo que para muitos é loucura, se acreditar em você e na potencialidade de seu aluno sua criatividade fluirá, independente do que outros fizeram ou fazem);
- Entusiasmo; (Mesmo estando longe de casa, o retorno foi cheio de entusiasmo; Não podemos perder o entusiamo, mesmo sendo um caminho longo a trilhar);
- Persistência; (Não desista! Mesmo que aquele aluno não responda rapidamente como você gostaria)
- Alegria; (Misture tudo, paciência, criatividade, entusiasmo, persistência e dê uma pitada de bom humor e alegria, essa receita com certeza será deliciosa; Você verá os resultados! 
O menino ajudou seu avô a soprar as velinhas de uma forma criativa e surpreendente! 
Você professor, ajude seu aluno a superar suas dificuldades e valorize suas potencialidades, assim, até você se surpreenderá com os resultados!


abraço!