sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Instituições usam tablets como instrumentos terapêuticos
Owen Cain, um garoto de Nova York que depende de aparelho respiratório e tem dificuldades motoras graves, não é capaz de manejar um mouse. No ano passado, seus pais descobriram na interface sensível a toque do iPad uma alternativa surpreendente a essa limitação.
Um vídeo sobre Owen Cain publicado no site do jornal "The New York Times" foi visto em São Paulo por funcionários do Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).
Desde janeiro deste ano, o instituto usa o iPad como instrumento terapêutico.
"Uma criança, por exemplo, que teve câncer no cérebro e perdeu parte dos movimentos de um lado do corpo pode ter esse lado estimulado pelo iPad", diz Walkyria Santos, terapeuta ocupacional do Graacc.
Há resultados concretos. O paciente Gustavo Souza, 20 anos, tem forte limitação motora no lado esquerdo do corpo, especialmente na mão. Jogando o Flick Kick, game de chute a gol para iPad, ele passou a usar a mão esquerda com mais frequência.
"Com o jogo, foi possível trazer um pouco mais de movimento e, consequentemente, de sensibilidade para essa mão, que antes ficava parada o dia inteiro", afirma Walkyria. "O lado com mais problema foi estimulado por meio da brincadeira
Jogos usados na terapia, como Labyrinth e Flight Control, são escolhidos com base nas necessidades dos pacientes. Levam-se em conta aspectos como a capacidade do jogo de estimular preensão, força e coordenação.
Editoria de Arte/Folhapress
http://www1.folha.uol.com.br/tec/975969-instituicoes-usam-tablets-como-instrumentos-terapeuticos.shtml
Um vídeo sobre Owen Cain publicado no site do jornal "The New York Times" foi visto em São Paulo por funcionários do Graacc (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).
Desde janeiro deste ano, o instituto usa o iPad como instrumento terapêutico.
"Uma criança, por exemplo, que teve câncer no cérebro e perdeu parte dos movimentos de um lado do corpo pode ter esse lado estimulado pelo iPad", diz Walkyria Santos, terapeuta ocupacional do Graacc.
Há resultados concretos. O paciente Gustavo Souza, 20 anos, tem forte limitação motora no lado esquerdo do corpo, especialmente na mão. Jogando o Flick Kick, game de chute a gol para iPad, ele passou a usar a mão esquerda com mais frequência.
"Com o jogo, foi possível trazer um pouco mais de movimento e, consequentemente, de sensibilidade para essa mão, que antes ficava parada o dia inteiro", afirma Walkyria. "O lado com mais problema foi estimulado por meio da brincadeira
Jogos usados na terapia, como Labyrinth e Flight Control, são escolhidos com base nas necessidades dos pacientes. Levam-se em conta aspectos como a capacidade do jogo de estimular preensão, força e coordenação.
Editoria de Arte/Folhapress
http://www1.folha.uol.com.br/tec/975969-instituicoes-usam-tablets-como-instrumentos-terapeuticos.shtml
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O CÉREBRO ENVELHECE?
Instituto da Inteligência
O CÉREBRO ENVELHECE? Claro! Mas nem todos envelhecem da mesma maneira. A maioria segue o destino dos trapos. Cada dia que passa, servem para menos. Outros, envelhecem tão devagar que até confundem os cérebros mais jovens. Cada pessoa tem o cérebro que merece. Se o deixar envelhecer por "maus tratos" não se queixe se o chamarem de senil. Estimule-o com exercício mental, físico e dê-lhe uma alimentação sadia. Pode viver 100 anos e continuar lúcido e esperto!
Claro que há fatores genéticos e doenças a ter em conta. Mas a grande maioria das pessoas pode ter um cérebro cada vez mais ágil. O cérebro é de uma plasticidade espantosa. É pena as pessoas não saberem mais sobre isso.
Oscar Niemeyer está absolutamente lúcido aos 103 anos.
Vejam a frase que ele postou: "PROJETAR BRASÍLIA PARA OS POLÍTICOS QUE VOCÊS COLOCARAM LÁ, FOI COMO CRIAR UM LINDO VASO DE FLORES PRÁ VOCÊS USAREM COMO PINICO. BRASÍLIA NUNCA DEVERIA TER SIDO PROJETADA EM FORMA DE AVIÃO E SIM DE CAMBURÃO."
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O DAR E O RECEBER!!!
É belo dar quando solicitado; é mais belo, porém, dar por apenas haver compreendido...
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande, é a sua sensibilidade sem tamanho. Martha Medeiros
Vale do Sol Encantado: Agressões físicas e morais educam os filhos?
Vale do Sol Encantado: Agressões físicas e morais educam os filhos?: Esse é um assunto bastante delicado, e no passado minha visão era muito diferente, talvez por não ter o conhecimento que tenho hoje. Sempr...
A ciência descobre onde ocorre a impulsividade no cerébro
Descoberta mostra que comportamento impulsivo pode ser controlado
Fonte: notíciasr7.com
http://anacarolinacruz.blogspot.com/2010/09/cientistas-encontram-regiao-do-cerebro.html
O comportamento impulsivo pode ser controlado com treinamento, gerando mudanças específicas no cérebro, revelou um estudo da Universidade Queen, no Canadá.
Os pesquisadores descobriram a área do cérebro que controla o comportamento impulsivo e os mecanismos que influenciam o aprendizado de atitudes tomadas sem pensar.
A descoberta poderá ajudar no diagnóstico e no tratamento de várias doenças e vícios, como o distúrbio do déficit de atenção com hiperatividade e o alcoolismo.
Segundo os pesquisadores, “na sala de aula, os alunos geralmente deixam escapar as respostas antes de levantar a mão; com o tempo, eles aprendem a segurar a língua e a erguer a mão até que o professor os chame”.
Os cientistas queriam saber como esse tipo de aprendizado acontece no cérebro, explicou Scott Hayton, estudante de doutorado do Centro de Neurociências da universidade. A pesquisa revelou que a memória para esse tipo de inibição fica no cérebro e como é codificada.
A equipe treinou ratos para controlar reações impulsivas até que recebessem algum sinal. Os sinais elétricos entre as células do lobo frontal do cérebro ficaram mais fortes à medida que eles aprendiam a controlar seus impulsos.
Isso sugere que a impulsividade é representada, em uma região específica do cérebro, por uma mudança na comunicação entre os neurônios.
Geralmente, a impulsividade é vista como uma característica da personalidade, algo que torna uma pessoa diferente da outra.
As crianças que têm dificuldade em aprender a controlar uma reação geralmente têm problemas de comportamento que continuam na idade adulta, diz Cella Olmstead, principal pesquisadora do estudo.
Ela explica que a impulsividade é uma característica básica de muitas doenças, como o déficit de atenção, a disfunção obsessivo-compulsiva e até o vício no jogo.
Segundo os pesquisadores, a identificação da região do cérebro e do mecanismo que controla a impulsividade é um passo importante no diagnóstico e no tratamento dessas doenças.
O coautor do estudo, Eric Dumont, diz que “quando o aprendizado não acontece de forma adequada, é possível que esse mecanismo tenha sido prejudicado".
Fonte: notíciasr7.com
http://anacarolinacruz.blogspot.com/2010/09/cientistas-encontram-regiao-do-cerebro.html
domingo, 11 de setembro de 2011
Pensamentos para nossas reflexões!!Ações sejam possíveis!!
" A humildade não está na pobreza,
não está na indigência,
na penúria, na necessidade,
na nudez e nem na fome.
A humildade está na pessoa que tendo
o direito de reclamar, julgar, reprovar
e tomar qualquer atitude
compreensível no brio pessoal, apenas abençoa."
"Diz o preguiçoso: "amanhã farei".
Exclama o fraco: "amanhã, terei forças".
Assevera o delinqüente: "amanhã, regenero-me".
É imperioso reconhecer, porém, que a criatura, adiando o esforço pessoal, não alcançou, ainda, em verdade, a noção real do tempo.
Quem não aproveita a bênção do dia, vive
distante da glória do século"
forumespirita.net@gmail.com
sábado, 10 de setembro de 2011
Guilherme Finotti mostra que a inclusão dá certo
Atendo o Guilherme desde os 6 anos de idade. Sempre soube do seu potencial. Estou muito feliz em saber que na classificação geral do vestibular da Feevale, ele obteve a 9ª colocação, o que lhe garantiu uma bolsa integral do Programa Universidade para Todos – ProUni.
Além disso, entre os candidatos que concorreram a bolsas na Feevale, Finotti obteve a 3ª nota mais alta, ficando atrás apenas de um estudante de Biomedicina e um de Direito.
Só que foi necessário apelar para o Ministério Público e principalmente à imprensa, para que conseguisse fazer o ENEM. Após cursar o técnico de informática e os ensinos fundamental e médio utilizando um computador adaptado como meio de comunicação, Finotti foi impedido pelo Inep (Instito Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão responsável pela Enem, de usar o equipamento na prova.
A não realização do exame o impedia de pleitear vaga nas universidades que adotassem o exame como ferramenta de seleção, além de acabar com a chance de concessão de bolsa de estudos.
Desde maio, a família vinha tentando a inclusão do filho no Enem, tendo sido comunicada da autorização do Inep em meados de novembro. Ele obteve média 6,6 no exame, um bom resultado diante da média nacional fixada em 4,7. Hoje ele está atuando no meu projeto Design Inclusivo, como meu bolsista de iniciação científica, onde já desenvolveu um software para auxiliar a alfabetização de Pcs.
Agora iniciará a outra parte da luta que é a de mostrar ao mercado de trabalho que ele é um ótimo programador. Muita água vai rolar ainda....
Postado por Regina de O. Heidrich às Quinta-feira, Fevereiro 25, 2010
http://inclusodepneesnaescola.blogspot.com/2010/02/guilherme-finotti-mostra-que-inclusao.html
Educação para todos, mas ao estiilo indiano!
Naquele que já foi o país dos marajás, barracões viram salas de aula para crianças que precisam ser salvas do trabalho infantil
Texto Alex Fisberg
Sorriso aberto: a turma da professora Revathi Thulo acredita em um futuro melhor!
Educaçãogestao-escolarEducação para todos, mas ao estilo indianoEDUCAÇÃO
Educação para todos, mas ao estilo indianoNaquele que já foi o país dos marajás, barracões viram salas de aula para crianças que precisam ser salvas do trabalho infantil
21/07/2011 14:13
Texto Alex Fisberg Foto: Alex Fisberg
O barracão dentro de um canteiro de obras na cidade de Chennai, no sul da Índia, é abafado, tem paredes de metal e pouco lembra uma sala de aula.Mas abriga uma unidade das chamadas escolas de transição, instituições que acolhem jovens indianos - a maioria vítima do trabalho infantil - que nunca receberam Educação formal. A iniciativa do governo indiano, em parceria com várias organizações não governamentais, pretende universalizar a Educação Básica no país (estima-se entre 8 milhões e 27 milhões o número de crianças de até 14 anos fora da escola, dependendo da fonte consultada).
Antes do início das atividades, um burburinho da garotada falando diferentes línguas toma conta da classe. O único capaz de entender todas as conversas é Ragu (na foto, de camisa branca e mão no queixo), de apenas 10 anos. Nos últimos três, ele perambulou com os pais por seis estados indianos e agora pode se comunicar em cinco dos 26 idiomas oficiais do país. "De todos os lugares por onde passei, esta escola é onde me sinto mais seguro. Posso aprender e não preciso trabalhar." As crianças ficam nas escolas de seis a nove meses. Depois, são encaminhadas paraturmas regulares, em que podem continuar os estudos e, quem sabe, até chegar à universidade.
A turma de Ragu tem 18 alunos, com idades entre 4 e 13 anos. Basicamente, eles estão ali para ser alfabetizados em telugu - o idioma do estado de Andhra Pradesh, de onde todos vieram. Com estratégias variadas, a professora Revathi Thula se vira como pode para ensinar a ler e escrever. Vale tudo: às vezes, ela pede que os estudantes mais adiantados leiam em voz alta para os demais e, em outras ocasiões, promove atividades de escrita no quadro. O desafio de Revathi é entender as necessidades específicas de cada um e dar acompanhamento individualizado a todos. "Eu me divido para ajudar a turma", diz a educadora.
É difícil mensurar o impacto das unidades de transição, pois não há dados estatísticos confiáveis. Mas o sorriso estampado no rosto de crianças como Ragu não deixa dúvidas: elas se enchem de esperança por um futuro melhor.
http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/educacao-todos-ao-estilo-indiano-634431.shtml
Texto Alex Fisberg
Sorriso aberto: a turma da professora Revathi Thulo acredita em um futuro melhor!
Educaçãogestao-escolarEducação para todos, mas ao estilo indianoEDUCAÇÃO
Educação para todos, mas ao estilo indianoNaquele que já foi o país dos marajás, barracões viram salas de aula para crianças que precisam ser salvas do trabalho infantil
21/07/2011 14:13
Texto Alex Fisberg Foto: Alex Fisberg
O barracão dentro de um canteiro de obras na cidade de Chennai, no sul da Índia, é abafado, tem paredes de metal e pouco lembra uma sala de aula.Mas abriga uma unidade das chamadas escolas de transição, instituições que acolhem jovens indianos - a maioria vítima do trabalho infantil - que nunca receberam Educação formal. A iniciativa do governo indiano, em parceria com várias organizações não governamentais, pretende universalizar a Educação Básica no país (estima-se entre 8 milhões e 27 milhões o número de crianças de até 14 anos fora da escola, dependendo da fonte consultada).
Antes do início das atividades, um burburinho da garotada falando diferentes línguas toma conta da classe. O único capaz de entender todas as conversas é Ragu (na foto, de camisa branca e mão no queixo), de apenas 10 anos. Nos últimos três, ele perambulou com os pais por seis estados indianos e agora pode se comunicar em cinco dos 26 idiomas oficiais do país. "De todos os lugares por onde passei, esta escola é onde me sinto mais seguro. Posso aprender e não preciso trabalhar." As crianças ficam nas escolas de seis a nove meses. Depois, são encaminhadas paraturmas regulares, em que podem continuar os estudos e, quem sabe, até chegar à universidade.
A turma de Ragu tem 18 alunos, com idades entre 4 e 13 anos. Basicamente, eles estão ali para ser alfabetizados em telugu - o idioma do estado de Andhra Pradesh, de onde todos vieram. Com estratégias variadas, a professora Revathi Thula se vira como pode para ensinar a ler e escrever. Vale tudo: às vezes, ela pede que os estudantes mais adiantados leiam em voz alta para os demais e, em outras ocasiões, promove atividades de escrita no quadro. O desafio de Revathi é entender as necessidades específicas de cada um e dar acompanhamento individualizado a todos. "Eu me divido para ajudar a turma", diz a educadora.
É difícil mensurar o impacto das unidades de transição, pois não há dados estatísticos confiáveis. Mas o sorriso estampado no rosto de crianças como Ragu não deixa dúvidas: elas se enchem de esperança por um futuro melhor.
http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/educacao-todos-ao-estilo-indiano-634431.shtml
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