terça-feira, 14 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
SER DIFERENTE

Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros que riem de inveja de não serem assim.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas... Esperanças, mortas.
Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou. Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem.
Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual, a inveja do comum, o ódio do mediano.
O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, onde os demais, de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos, por omissão, se unem para transformar o que é potencial em caricatura. O que é percepção aguçada em: "puxa, fulano, COMO VOCÊ É COMPLICADO".
O que é o embrião de um estilo próprio em: "você não está vendo como todo mundo faz?"
O diferente carrega desde cedo apelidos que acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno, agridem e gargalham.
É o que engorda mais um pouco; chora onde outros xingam; estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha ou de malícia .
Alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os pouco capazes de os sentir e entender. E... nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são CAPAZES.
Artur da Távola
sábado, 11 de junho de 2011
Amor

Amor é o sol que não cobra por seus raios. É o ar que preenche todos os recipientes por dentro e por fora. É o oceano que aceita todos os tipos de rios sem questionar suas origens. É a árvore que não se vangloria ao dar sombra e abrigo e curva-se para oferecer seus frutos. É a água do mar que dissolve as rochas da arrogância inflexível. É a água doce do rio que mata a sede de todos que vêm na sua praia. É o chamado do sábio que ama o que sabe e sabe o que ama.Brahma Kumaris
terça-feira, 7 de junho de 2011
Apenas 6,6% dos asilos do País são públicos

Apenas 6,6% dos asilos do País são públicos
Apesar do crescimento da população idosa, Brasil oferece poucas alternativas para
cuidar dessas pessoas
Clarissa Thomé / RIO - O Estado de S.Paulo
A população idosa é a que mais cresce no Brasil, mas há poucas alternativas para cuidar dessas pessoas quando começam a perder a independência. A maioria das instituições brasileiras é filantrópica (65,2%). As particulares correspondem a 28,2% e as públicas, a apenas 6,6%.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) fez o primeiro censo de abrigos e asilos do País - instituições de longa permanência para idosos (Ilpi), no jargão técnico. Descobriu que só 0,5% da população com mais de 60 anos está em uma das 3.548 instituições brasileiras. Mais de dois terços dos municípios não têm abrigo para idosos.
"É má notícia. Põe sobre a família a responsabilidade de cuidar de seu idoso dependente, sem levar em conta se isso é possível", diz a demógrafa Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania da Diretoria de Estudos Sociais do Ipea.
Ela ressalta que a situação não leva em conta as mudanças na família. Hoje, a mulher, a principal cuidadora, participa do mercado de trabalho. Além disso, múltiplos casamentos acabam por enfraquecer laços familiares. "Quem tem muita sogra não cuida de nenhuma."
O estudo mostra que houve crescimento acentuado do número de abrigos e asilos - enquanto nos anos de 1940 e 1950, aproximadamente 20 instituições eram abertas anualmente, na primeira década dos anos 2000 esse número passou para 90. Um terço (1.047) se identifica como lares e tenta reproduzir a vida em família, diz Ana.
Ela reconhece que "nenhum país" tem como oferecer abrigo a toda a sua população idosa dependente, mas defende investimento dos governos no cuidado domiciliar formal. "É preciso oferecer uma rede de cuidados para a população idosa: garantir benefício monetário para o cuidador familiar, a inclusão desse cuidador no sistema de seguridade social, a oferta de centros-dia, nos quais o idoso tenha atividades."
O governo federal tem apenas um abrigo, o Cristo Redentor, em Benfica, no Rio. Ali, entre os 280 residentes está Carlos Bastos, de 73 anos. Na juventude, viajou pela Europa como integrante da Força Internacional de Paz, da ONU. Foi representante comercial de fornecedoras de peças para perfuração de petróleo. Aos 61 anos, aposentou-se e foi viver no abrigo. "O idoso pobre não tem dias felizes. Onde ele está, no abrigo ou em casa, quer ser tratado com alegria, com dignidade, sentir o beijo de um neto", afirma.
Desabrigados: 71% dos municípios brasileiros não têm nenhum centro
Fonte: O Estado de S.Paulo
domingo, 5 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Secretaria discute programação do Dia da Cidadania

O secretário dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Irajá de Brito Vaz, reuniu-se nesta quarta-feira (13) com representantes de instituições públicas e privadas para discutir a programação do Dia da Cidadania Especial -DICES 2011 -, marcado para 4 de junho, no parque Barigui.
O Dia da Cidadania, coordenado pela Secretaria Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, já faz parte do calendário de eventos de Curitiba. A proposta do evento é realizar diversas ações voltadas ao exercício da cidadania para as pessoas com deficiência.
No Dia da Cidadania, serão ofertados vários serviços, entre eles orientações jurídicas, previdenciária, isenções tributarias, verificação da pressão arterial, teste de glicemia e colesterol, corte de cabelo, maquiagem, pintura e outros. Os serviços são gratuitos, mas será preciso fazer inscrição antes, pelo telefone 3362-7284 ou pelo email sedpcd@pmc.curitiba.pr.gov.br.
"O Dia da Cidadania é a uma excelente opção para as pessoas com deficiência aproveitarem os serviços prestados, que estarão concentrados em um só lugar", diz o secretario dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Irajá de Brito Vaz.
O Dia da Cidadania é promovido pela Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência em parceria com as secretarias municipais do Governo, do Esporte, Lazer e Juventude, da Defesa Social, da Saúde, da Educação, do Trabalho e Emprego e Antidrogas, Fundação de Ação Social, Fundação Cultural, Ministério Público, INSS, universidades Tuiuti, Positivo, Unibrasil e Federal do Paraná.
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/noticia.aspx?codigo=22534
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
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