segunda-feira, 7 de junho de 2010

Participem dessa reportagem deixando sua opinião no post:

Tire suas dúvidas sobre inclusão

Neste fórum, a professora Rossana Ramos, da Universidade Federal de Pernambuco, fala sobre como gestores podem transformar a escola para incluir de verdade.


O número de alunos com deficiência incluídos em turmas regulares não para de crescer. Em 2009, mais de 386 mil crianças e jovens com deficiências, Transtorno Global do Desenvolvimento e altas habilidades foram matriculados nas escolas brasileiras. Os dados indicam que o pensamento dos gestores caminha a favor da diversidade, mas incluir de verdade implica mudar princípios, formar equipes e adaptar estruturas no ambiente escolar, garantindo a aprendizagem de todos - o que, na prática, pode tornar-se um grande dilema.

Embora a Lei 7.853 (leia mais sobre As leis sobre diversidade), garanta, desde 1989, que todos os alunos com deficiência devam ser aceitos em salas de aula regulares, criminalizando a recusa a este direito, ainda é comum ouvir expressões como "não é possível" ou "não estamos preparados". A questão está, justamente, em transformar o "não é possível" em "como tornar possível". A escola precisa oferecer atendimento adequado, manter uma boa relação com as famílias e com a comunidade, além de contar com uma estrutura física acessível para que todos os estudantes se desenvolvam.

Para que a inclusão aconteça de fato, é necessário que todos acreditem na sua eficácia. Por isso, Gestão Escolar preparou uma reportagem com 24 respostas para as principais dúvidas sobre inclusão e a professora Rossana Ramos, autora do livro "Inclusão na prática: Estratégias eficazes para a Educação Inclusiva" (Ed. Summus, 128 págs.) participa de um fórum sobre o tema até o dia 9 de julho.

Aproveite este espaço para trocar ideias e tirar suas dúvidas sobre inclusão. Basta enviar seu comentário e acompanhar as respostas da nossa consultora.

Paula Nadal (paula.nadal@abril.com.br)
Revista Nova Escola

sábado, 5 de junho de 2010


" O amor é delicado demais para ser descrito por aqueles que o sentem. Não lhes falo do amor carnal, mas do amor divino, que é perene e imutável."

CHICO XAVIER

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Assim disse La Fontaine

Se se quizer falar ao coração do homem há que se contar uma Fábula.
Dessas que não faltam personagens, animais, deuses e muita fantasia,
Porque é assim suave e docemente que se despertam consciências.”

10 Dicas para se relacionar com uma pessoa PC (Paralisia Cerebral)








1. Não trate a pessoa com PC como se ela fosse doente! Paralisia Cerebral não é doença!

Isso vale até para os médicos, acredite!
Paralisia Cerebral é uma desordem neurológica, um distúrbio do movimento e da postura causado por lesão cerebral ocorrida na gravidez ou nos primeiros meses de vida, normalmente causada por falta de oxigênio.
Perguntas como “ele é doentinho?” ou “qual é o problema dele”, são antipáticas e demonstram falta de sensibilidade.
Pense bem, antes de falar.

2. Antes de abordar uma pessoa com PC, procure saber qual é a deficiência.
Isso é importante especialmente no caso da paralisia cerebral, já que ela pode assumir várias formas.

O que parece, pode não ser. É comum que as pessoas pensem que o tal que está numa cadeira - ou que tem limitações motoras - não entende nada do que está sendo dito e por isso se permitem fazer comentários inadequados, tais como, "Coitadinho!”, “Qual que é problema dele?”, “O que ele tem?”, “Ele nasceu assim?”, “Ela entende alguma coisa?”

3. Não ignore sua presença nem menospreze sua capacidade intelectual!

Paralisia Cerebral não é doença mental.
Algumas pessoas apresentam déficit cognitivo (de entendimento) associado ao quadro motor, mas o que define a paralisia cerebral é uma disfunção motora e não intelectual.

4. Tente descobrir o melhor meio de se comunicar com uma pessoa com PC
Muitos deles apresentam prejuízos na fala, mas isso não significa que não possam se expressar.

Ainda que não fale, isso não quer dizer que não entende o que está sendo dito.
Se estiver interessado, tente se comunicar e observe a expressão da pessoa que tem meios muito eficientes de comunicação: sorrisos, olhares, acenos, gestos.
Basta você querer e ter paciência que a conversa vai se dar.

5. Nem todo PC é cadeirante e nem todo cadeirante tem paralisia cerebral.
Algumas crianças com PC conseguem andar antes dos sete anos e outros nunca andarão.
Depende da extensão da lesão, do tratamento etc.
Se a pessoa diz que tem PC e não usa cadeira de rodas, não diga: “ah, mas nem parece”, como se a lesão fosse algo a ser estampado no rosto de alguém.

6. A Paralisia Cerebral não é contagiosa, portanto não perca a oportunidade de conviver e aprender com a diferença.

Ensine as crianças que estão à sua volta que o simples fato de estar numa cadeira de rodas ou ter expressões diferentes daquelas com as quais se costuma conviver, não faz de um PC um ser com o qual não é possível brincar, conversar, se relacionar
7. Não infantilize as pessoas com paralisia cerebral.
Não se esqueça que na maioria das vezes a PC não acarreta comprometimento cognitivo.
Todos crescem, amadurecem, envelhecem. A pessoa com PC não se mantém criança indefinidamente. É comum ver pessoas mal informadas sobre a deficiência quase fazendo "bilu-tetéia" com homens e mulheres de 20, 30 ou 40 anos.

8. Não olhe alguém com PC como se fosse um ser de outro planeta.
Estima-se que surjam de 30 mil a 40 mil novos casos de paralisia cerebral por ano no Brasil.
Então, eles não são raridade nem bicho de sete cabeças.

9. Não tenha medo de se aproximar de alguém com uma órtese (aparelho ortopédico, bengalinha, etc.).
Algumas pessoas com PC usam aparelhos para corrigir posturas, evitar deformidades e melhorar funções.
Esses aparelhos não tornam seus usuários agressivos ou exóticos. Assim como algumas pessoas usam sapatos especiais, outras usam cadeira de rodas, umas usam próteses e outras usam órteses.
Não mexa em seus aparelhos sem pedir autorização, mesmo das crianças! Se estiver curioso, converse com a pessoa.

10. Sempre vale o bom senso: nada de piedade, mas sim condições iguais e companheirismo!
Normalmente, a pessoa com PC não precisa de tantos cuidados especiais. Aliás, a maioria precisa mesmo é de boas condições de acessibilidade.
Assim, não fique cheio de dedos em convidá-los para festas. PCs também fazem aniversário, vão ao cinema, viajam, estudam, namoram, compram e fazem tudo o mais que todo mundo faz.


Fontes:
COPEB

Retirado do BLOG:O Gato DE Botas

Casa Cor Paraná 2010 investe em acessibilidade

17ª edição do evento apresenta soluções para atender melhor aos idosos e deficientes físicos

CURITIBA, 03/06/2010 – Em 2010 a Casa Cor Paraná implantou um programa para beneficiar todo o seu público, incluindo deficientes físicos, idosos e cadeirantes. O projeto foi desenvolvido pela arquiteta Francielle Henrique Lucena, que é capacitada em Acessibilidade pela FAE Training. “Acessibilidade é sinônimo de autonomia e, é isso que norteia o meu trabalho”, revela.

A arquiteta usa como base a NBR 9050 de 2004, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece critérios e parâmetros técnicos aplicáveis a projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Para a diretora da Casa Cor Paraná, Marina Nessi, a iniciativa é um avanço. “Hoje podemos atender melhor todo o nosso público e fazer com que ele seja tratado com igualdade”.

Quem visitar o evento poderá conferir as adaptações feitas no imóvel, como rampas de acesso adequadas para que um cadeirante possa se locomover sem necessitar do auxílio de outra pessoa. Além disso, três plataformas elevatórias da marca Daiken Elevadores foram instaladas em pontos estratégicos do espaço, onde o acesso também pode ser feito por escadas. “Essas plataformas são especiais para comportar uma cadeira de rodas e mais um acompanhante, suportam até 250 kg. Pessoas com dificuldade de locomoção também podem usá-las”, conta a arquiteta.

As escadas possuem inscrições em Braille nos corrimões que indicam o início e fim do percurso. Também foi utilizado piso tátil de alerta em alguns locais do piso. “Este piso tem linhas especiais que auxiliam na locomoção dos deficientes visuais e, por isso, estão aplicados próximos a degraus e escadas, a fim de orientar sobre o desnível”.

Outra novidade é o trator para escada, uma espécie de cadeira utilizada para descer confortavelmente, sem utilizar os degraus. Ela é de fácil manuseio e ideal para pessoas idosas, com mobilidade reduzida. Para melhor conforto do visitante, também é possível agendar o horário de visita pelo telefone (41) 3029-6956.

A Casa Cor Paraná 2010 acontece na Casa de Retiros Mossunguê, no Ecoville, até o dia 29 de junho. O maior evento de arquitetura, design e decoração de interiores do Estado tem surpreendido e encantado o público que já visitou os 67 ambientes da mostra, resultado do trabalho de 102 profissionais, entre arquitetos, decoradores, designers e paisagistas. Ocupa uma área total de 8 mil m², sendo 3.875 m² de área já existente, e 500 m² de área construída especialmente para a Casa Cor.

Acessibilidade no Consultório Médico

No Consultório Médico, assinado pela arquiteta Francielle Henrique Lucena e pela designer de interiores e paisagista Lucimara Bucalon Xavier, a acessibilidade também é destaque. A dupla criou um ambiente para o profissional cadeirante. Uma área de 17 m² foi projetada para dar autonomia e segurança ao médico e seus pacientes.

O principal objetivo das profissionais é a divulgação e inclusão da pessoa com deficiência. “Curitiba é considerada uma cidade referência em acessibilidade, por isso, mostramos que os profissionais e a população também se preocupam com um mobiliário funcional e seguro a todos”, diz Francielle.

O mobiliário do Consultório Médico foi adequado ao usuário de cadeira de rodas. Uma placa em Braille permite que deficientes visuais leiam a frase que rege o projeto: “Na essência somos iguais, na diferença nos respeitamos” (Padre Agostinho).

Sobre a Casa Cor

A Casa Cor é a maior exposição brasileira de arquitetura e decoração. Criada em São Paulo, em 1987, funciona sob o sistema de franchising em importantes capitais brasileiras e também no exterior. Atualmente, a Casa Cor possui 18 franquias, 16 nacionais (Amazonas, Bahia, Brasília, Campinas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) e duas internacionais (Peru e Panamá).

Em 2010, a versão paranaense do evento chega à sua 17ª edição e está aberta até o dia 29 de junho, na Rua Francisco Juglair, 171, Ecoville, em Curitiba. Na internet: www.casacor.com.br/parana

Serviço:

17ª CASA COR PARANÁ

Endereço: Casa de Retiros Mossunguê.

Rua Francisco Juglair, 171, Ecoville, em Curitiba.

Visitação: De 21 de maio a 29 de junho de 2010.

Special Sale: 28 e 29 de junho.

Horário: de terça a sábado, das 13 às 21h;

domingos e feriados, das 11 às 19h.

Preço: R$ 26 (entrada individual) e R$13 (estudantes mediante apresentação de carteira de estudante da UNE, UPES e UBES; pessoas com mais de 65 anos e crianças de 5 a 12 anos).

Ingresso promocional: clientes Cartão Balaroti, Gazeta do Povo e TVA, pagam preço promocional de R$ 20 mediante apresentação do cartão ou da última fatura. São aceitos todos os cartões de crédito e de débito. Telefone para informações: (41) 3029-6956.

  • Fontes: A Vitrine de Arquitura e Desing de Interiores (ADC)

quinta-feira, 3 de junho de 2010

TRANSFORME-SE


Faça transformações em você.


Mexa-se!



Tome a decisão de promover uma ampla mudança na sua forma de pensar e agir.



Como se faz com uma casa velha, cheia de defeitos, que precisa ser demolida para que, no mesmo local, erga-se uma nova, conforme uma planta bem pensada. Assim proceda à demolição das velhas e surradas maneiras de vida e consciência, e erga a sua nova personalidade!Ponha no lugar das deficiências, o que tem ação eficiente, e dá progresso, alegria e paz.
E não arrede pé na reconstrução de si mesmo
Quando você quer reconstruir, os céus ajudam você em toda a obra.



Lourival Lopes
Blog:Estejamos em Paz

Transforme-se


Cidade do Cabo investe pesado em acessibilidade para a Copa da África do Sul

A realização do Mundial da África do Sul foi aproveitada pela Cidade do Cabo, a mais cosmopolita do país, para renovar-se e oferecer aos portadores de necessidades especiais um entorno sem barreiras.

"Foram feitos notáveis esforços para assegurar aos visitantes incapacitados chegar não só aos estádios, mas também ao transporte público e a outras instalações", disse nesta sexta-feira Mariette du Toit-Helmbold, responsável pelo turismo da cidade, citada pelo jornal "Cape Argus".

Calçadas desde a estação da Cidade do Cabo até o estádio, no centro da cidade e à beira do mar, foram adaptadas para receber cadeiras de rodas. Conforme Toit-Helmbold, o Mundial ofereceu a Cidade do Cabo a oportunidade de melhorar não só para o Mundial, mas para deixar um legado às próximas gerações.

Do campo aos camarotes, passando pelos vestuários, as salas de massagens e as arquibancadas. Há também investimentos em linguagem em braille. O novo sistema de transporte da cidade conta com ônibus acessíveis e, segundo Davies, está ao nível das soluções mais avançadas incorporadas pelas cidades mais desenvolvidas nesse assunto.

O Comitê Organizador do Mundial escutou muitas queixas no mês passado da Aliança de Incapacitados da África do Sul (Sa'adah), que protestou queimando pneus em frente à Federação Sul-Africana de Futebol, em Johanesburgo, pela falta de acessibilidade aos incapacitados nos estádios do Mundial.

Danny Jordaan, diretor-executivo do LOC, foi obrigado a reunir-se com eles para explicar todas as medidas que tinham sido tomadas em cada um dos estádios para que os portadores de necessidades especiais possam ir aos jogos. Uma das medidas mais divulgadas é uma entrada exclusiva para essas pessoas em todos os estádios, que contará com profissionais à disposição para empurrar as cadeiras de rodas.

  • FONTES: ESPN Brasl

segunda-feira, 31 de maio de 2010

“Esse é o meu lema: Vale a pena ser, sorrir,viver e amar!!!”



Inclusão quer dizer, incluir pessoas de todos os jeitos, de todas as pessoas raças,sejam brancas,negras,índias,pessoas de todas deficiências,idosas , gordas ,enfim, aquelas que são tidas como diferentes ou até digamos, excluídas.

Hoje a sociedade está mudando, graças a Deus!Vemos pessoas de todas as idades, raças , dificuldades ou limitações freqüentando todos os setores sociais. Afinal, não somos todos consumidores? Não pagamos impostos?Não somos cidadãos?Então, também temos direito a frequentar todos os lugares, escolas, shoppings,locais em que possamos exercer nossas atividades profissionais e até porque não, nos divertirmos, pois a vida é AÇÃO!

Já foi o tempo das pessoas estarem reclusas nas suas casas. Idosos hoje podem e devem viajar,aproveitar melhor o tempo, encontrar parceiros que lhes amem e dividir suas vidas da melhor maneira possível.
Pessoas com mobilidade reduzida hoje podem tudo!Ir ao cinema, escolher a roupa que lhe agrade, ser fotografado e sentir–se belo,freqüentar praias , realizar diversas atividades que antes julgavam incapazes.

Se hoje somos capazes de fazer tudo aquilo que nos da prazer , de nos sentirmos úteis para nos mesmos e também para a sociedade, devemos ser gratos áqueles que nos compreendem do jeito que somos, não pelo que temos ou poderíamos ser .
Mas ainda, temos muito para alcançar em todos os aspectos sobre inclusão.No meu caso, deficiente motora, é uma questão que está sendo abordada e estudada há pouco tempo.É para quem tem apenas 45 aninhos de vida útil!!? Estamos aprendendo a lidar com as diferenças. O preconceito é muito grande, ainda hoje, em pleno século 21!

E você leitor, qual sua opinião a respeito dessa questão?Deixe seu recado, vamos mobilizar essa ideia!


Texto realizado oralmente pela aluna Jussara Molina ,PC,45.