
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Cidade do Cabo investe pesado em acessibilidade para a Copa da África do Sul
A realização do Mundial da África do Sul foi aproveitada pela Cidade do Cabo, a mais cosmopolita do país, para renovar-se e oferecer aos portadores de necessidades especiais um entorno sem barreiras.
"Foram feitos notáveis esforços para assegurar aos visitantes incapacitados chegar não só aos estádios, mas também ao transporte público e a outras instalações", disse nesta sexta-feira Mariette du Toit-Helmbold, responsável pelo turismo da cidade, citada pelo jornal "Cape Argus".
Calçadas desde a estação da Cidade do Cabo até o estádio, no centro da cidade e à beira do mar, foram adaptadas para receber cadeiras de rodas. Conforme Toit-Helmbold, o Mundial ofereceu a Cidade do Cabo a oportunidade de melhorar não só para o Mundial, mas para deixar um legado às próximas gerações.
Do campo aos camarotes, passando pelos vestuários, as salas de massagens e as arquibancadas. Há também investimentos em linguagem em braille. O novo sistema de transporte da cidade conta com ônibus acessíveis e, segundo Davies, está ao nível das soluções mais avançadas incorporadas pelas cidades mais desenvolvidas nesse assunto.
O Comitê Organizador do Mundial escutou muitas queixas no mês passado da Aliança de Incapacitados da África do Sul (Sa'adah), que protestou queimando pneus em frente à Federação Sul-Africana de Futebol, em Johanesburgo, pela falta de acessibilidade aos incapacitados nos estádios do Mundial.
Danny Jordaan, diretor-executivo do LOC, foi obrigado a reunir-se com eles para explicar todas as medidas que tinham sido tomadas em cada um dos estádios para que os portadores de necessidades especiais possam ir aos jogos. Uma das medidas mais divulgadas é uma entrada exclusiva para essas pessoas em todos os estádios, que contará com profissionais à disposição para empurrar as cadeiras de rodas.
"Foram feitos notáveis esforços para assegurar aos visitantes incapacitados chegar não só aos estádios, mas também ao transporte público e a outras instalações", disse nesta sexta-feira Mariette du Toit-Helmbold, responsável pelo turismo da cidade, citada pelo jornal "Cape Argus".
Calçadas desde a estação da Cidade do Cabo até o estádio, no centro da cidade e à beira do mar, foram adaptadas para receber cadeiras de rodas. Conforme Toit-Helmbold, o Mundial ofereceu a Cidade do Cabo a oportunidade de melhorar não só para o Mundial, mas para deixar um legado às próximas gerações.
Do campo aos camarotes, passando pelos vestuários, as salas de massagens e as arquibancadas. Há também investimentos em linguagem em braille. O novo sistema de transporte da cidade conta com ônibus acessíveis e, segundo Davies, está ao nível das soluções mais avançadas incorporadas pelas cidades mais desenvolvidas nesse assunto.
O Comitê Organizador do Mundial escutou muitas queixas no mês passado da Aliança de Incapacitados da África do Sul (Sa'adah), que protestou queimando pneus em frente à Federação Sul-Africana de Futebol, em Johanesburgo, pela falta de acessibilidade aos incapacitados nos estádios do Mundial.
Danny Jordaan, diretor-executivo do LOC, foi obrigado a reunir-se com eles para explicar todas as medidas que tinham sido tomadas em cada um dos estádios para que os portadores de necessidades especiais possam ir aos jogos. Uma das medidas mais divulgadas é uma entrada exclusiva para essas pessoas em todos os estádios, que contará com profissionais à disposição para empurrar as cadeiras de rodas.
- FONTES: ESPN Brasl
segunda-feira, 31 de maio de 2010
“Esse é o meu lema: Vale a pena ser, sorrir,viver e amar!!!”

Inclusão quer dizer, incluir pessoas de todos os jeitos, de todas as pessoas raças,sejam brancas,negras,índias,pessoas de todas deficiências,idosas , gordas ,enfim, aquelas que são tidas como diferentes ou até digamos, excluídas.
Hoje a sociedade está mudando, graças a Deus!Vemos pessoas de todas as idades, raças , dificuldades ou limitações freqüentando todos os setores sociais. Afinal, não somos todos consumidores? Não pagamos impostos?Não somos cidadãos?Então, também temos direito a frequentar todos os lugares, escolas, shoppings,locais em que possamos exercer nossas atividades profissionais e até porque não, nos divertirmos, pois a vida é AÇÃO!
Já foi o tempo das pessoas estarem reclusas nas suas casas. Idosos hoje podem e devem viajar,aproveitar melhor o tempo, encontrar parceiros que lhes amem e dividir suas vidas da melhor maneira possível.
Pessoas com mobilidade reduzida hoje podem tudo!Ir ao cinema, escolher a roupa que lhe agrade, ser fotografado e sentir–se belo,freqüentar praias , realizar diversas atividades que antes julgavam incapazes.
Se hoje somos capazes de fazer tudo aquilo que nos da prazer , de nos sentirmos úteis para nos mesmos e também para a sociedade, devemos ser gratos áqueles que nos compreendem do jeito que somos, não pelo que temos ou poderíamos ser .
Mas ainda, temos muito para alcançar em todos os aspectos sobre inclusão.No meu caso, deficiente motora, é uma questão que está sendo abordada e estudada há pouco tempo.É para quem tem apenas 45 aninhos de vida útil!!? Estamos aprendendo a lidar com as diferenças. O preconceito é muito grande, ainda hoje, em pleno século 21!
E você leitor, qual sua opinião a respeito dessa questão?Deixe seu recado, vamos mobilizar essa ideia!
Texto realizado oralmente pela aluna Jussara Molina ,PC,45.
sábado, 29 de maio de 2010
Google divulga lista dos 1000 sites mais acessados

O Google liberou essa semana uma lista com os 1000 sites mais acessados da web. Para que isso fosse possível, o buscador se baseou em informações coletadas de seus usuários para chegar a outros sites.
Entre os cinco sites mais visitados estão Facebook, Yahoo, Live.com, Wikipedia e MSN. O Twitter aparece em 18º lugar, enquanto o Orkut está em 45º.
O primeiro site brasileiro a aparecer na lista é o UOL, em 95º lugar.
A lista completa com os 1000 sites mais acessados nos últimos tempos pode ser conferida no Doubleclick ad Planner, do Google.
Entre os cinco sites mais visitados estão Facebook, Yahoo, Live.com, Wikipedia e MSN. O Twitter aparece em 18º lugar, enquanto o Orkut está em 45º.
O primeiro site brasileiro a aparecer na lista é o UOL, em 95º lugar.
A lista completa com os 1000 sites mais acessados nos últimos tempos pode ser conferida no Doubleclick ad Planner, do Google.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Á partir de hoje ...

A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor e renascerei...
Amarei o sol,
pois aquece meu corpo...
No entanto,
amarei a chuva,
pois purifica o meu espírito...
Amarei a luz,
pois me mostra o caminho...
Amarei também a escuridão,
pois me faz ver as estrelas...
Receberei a felicidade,
que engrandece meu coração,
mas tolerarei a tristeza,
pois abre minha alma...
Receberei as recompensas
pois elas me pertencem,
mas também aceitarei de bom grado
os obstáculos,
pois ele são os meu desafios...
A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor e renascerei...
Autor desconhecido
Viva
Agradecer á vida apesar dos obstáculos.
Viva,descubra,ouse,aconteça!
É recomece sem medo de ser feliz e fazer felizes
áqueles á quem os ama.
Renasci e renasço sempre como a Fênix.
Lutar pelo que acredita e resignificar a vida!Então VIVA!!
terça-feira, 18 de maio de 2010
Especialmente
O diferente faz doer os olhos.
Por mais difícil que essa frase seja é a mais pura verdade. É difícil para qualquer um olhar pela primeira vez para uma diferença com total naturalidade, senão impossível. Comigo não foi ao contrário, mas é impressionante como mudou minha visão de mundo depois que comecei a trabalhar com pessoas especiais. Absurdamente clichê ou não, passei a dar mais valor às coisas pequenas - como comer sozinha sem derrubar nada, ou me sentar de forma ereta só com o apoio de minha própria coluna - e desenvolvi muito minha paciência, já que não é possível apressar alguém que malmente mantém-se em pé, numa caminhada de 50m. Comemoro mais, também, cada pequena conquista como, por exemplo, as desse menino da caminhada mesmo, que ao terminar de comer sozinho nos pede beijo e carinho na cabeça.
O que antes berrava como diferente, agora soa como especial.
Sinto, a cada dia de trabalho, que nada do que eu os fizer será pouco. Suas famílias (quase todas, sempre há uma exceção) os amam intensamente, fazem tudo que lhes está ao alcance para prover conforto e estabilidade dentro de suas condições. São pais, mães, irmão, tios e avós cansados, abatidos pelo sofrimento implícito nessas vidas, mas que têm brilhantes os olhos quando se fala neles, os especiais.
Não é a toa o termo, especial. São sim especiais, no sentido enobrecedor do termo, pois vivem à margem de todas as sociedades, convivem socialmente apenas com aqueles que se propõem a trabalhar com eles e com iguais em condição, dependem inteiramente de cuidadores, são frágeis, frequentam somente os poucos locais munidos de acessibilidade, porém ainda assim mantêm um sorriso no rosto, quase que agradecendo qualquer pequeno contato conosco, os 'normais'.
Perto deles me sinto pequena, mas sempre saio de lá maior.

O que antes berrava como diferente, agora soa como especial.
Sinto, a cada dia de trabalho, que nada do que eu os fizer será pouco. Suas famílias (quase todas, sempre há uma exceção) os amam intensamente, fazem tudo que lhes está ao alcance para prover conforto e estabilidade dentro de suas condições. São pais, mães, irmão, tios e avós cansados, abatidos pelo sofrimento implícito nessas vidas, mas que têm brilhantes os olhos quando se fala neles, os especiais.
Não é a toa o termo, especial. São sim especiais, no sentido enobrecedor do termo, pois vivem à margem de todas as sociedades, convivem socialmente apenas com aqueles que se propõem a trabalhar com eles e com iguais em condição, dependem inteiramente de cuidadores, são frágeis, frequentam somente os poucos locais munidos de acessibilidade, porém ainda assim mantêm um sorriso no rosto, quase que agradecendo qualquer pequeno contato conosco, os 'normais'.
Perto deles me sinto pequena, mas sempre saio de lá maior.

sábado, 15 de maio de 2010
O Poder da infomação...
A equipe do Futuro Está Aqui agradece a presença da Engenheira civil do CREA-PR, Vívian Curial Baêta de Faria, que trouxe a palestra sobre acessibilidade no CEEBJA Paulo Freire. Também agradecemos a Patrícia Moskwyn que fez a reportagem.

Por: Patrícia Moskwyn
Por: Patrícia Moskwyn
Foto: Matheus Kreling
Em março, o Programa de Acessibilidade do CREA-PR saiu de sua programação habitual e foi falar com um público diferente. Por iniciativa da professora Eliane Clara Pepino, do Centro Estadual de Educação Básica de Jovens e Adultos (CEEBJA) Paulo Freire, de Curitiba, o programa foi para dentro da sala de aula.
Nas cadeiras, ao contrário de profissionais associados ao CREA-PR, estavam mais de cem pessoas, entre alunos e professores. A escola é voltada para a educação de alunos a partir dos dezoito anos. Também recebe idosos, portadores de deficiência visual, neuromotora e Síndrome de Down. Ou seja, pessoas que enfrentam um desafio diário: a locomoção em ambientes repletos de barreiras, desníveis, degraus. “É importante criar consciência e despertar a sensibilidade de todos sobre a questão da acessibilidade”, afirma Eliane Clara Pepino.
Durante a palestra, o público assistiu a vídeos, recebeu orientações sobre a adequação dos ambientes e participou de vivências. Utilizando recursos como vendas nos olhos, por exemplo, os voluntários simularam situações vividas por portadores de deficiências. “Quem participa da experiência, passa a olhar o lugar onde transita de outra forma, a entender as dificuldades”, afirma a engenheira civil Vívian Curial Baêta de Faria, coordenadora do projeto.
O impacto da palestra foi tão grande que professores de outras turmas já planejam novas ações. “Os grupos que têm especificidades precisam ter autonomia para se sentirem cidadãos completos. E espaços acessíveis trazem benefícios para todos”, conclui a professora.
Para mães e estudantes o debate deve ser constante
O Programa de Acessibilidade do CREA foi criado em 2006. Mais de seis mil pessoas já participaram das palestras. Esta foi a primeira voltada para estudantes que não têm ligação com as áreas de arquitetura e de engenharia.
Para muitos deles, a acessibilidade é um tema constante. “Na escola, eu convivo com pessoas que precisam ser incluídas. Promover mudanças que beneficiem aqueles que têm dificuldades é promover a igualdade”, diz a estudante Maria Aparecida Nadalin, que viu os filhos e o neto crescerem antes de realizar o sonho de cursar o ensino médio.
“Muitas vezes, as pessoas não prestam atenção às barreiras se não possuem alguém com dificuldades de locomoção no seu círculo de relacionamentos. Deveríamos ser educados desde sempre sobre o assunto”, afirma Ceci Strehl, mãe do estudante Otávio, de 24 anos, que é cadeirante.
Segundo Vivian, essa é uma das propostas do programa do CREA-PR. “A ideia é mobilizar a sociedade para que as pessoas entendam que transitar livremente, independentemente das limitações individuais, é um direito de todos”, afirma.
Os Números da inclusão
Segundo dados da Secretaria de Estado da Educação, a rede pública estadual do Paraná contava com 37.086 alunos especiais matriculados em 2009. Na rede conveniada com a SEED, foram matriculados outros 41.529 alunos. No total, 78.615 alunos foram atendidos pela educação especial no Paraná, no ano passado.
Em março, o Programa de Acessibilidade do CREA-PR saiu de sua programação habitual e foi falar com um público diferente. Por iniciativa da professora Eliane Clara Pepino, do Centro Estadual de Educação Básica de Jovens e Adultos (CEEBJA) Paulo Freire, de Curitiba, o programa foi para dentro da sala de aula.
Nas cadeiras, ao contrário de profissionais associados ao CREA-PR, estavam mais de cem pessoas, entre alunos e professores. A escola é voltada para a educação de alunos a partir dos dezoito anos. Também recebe idosos, portadores de deficiência visual, neuromotora e Síndrome de Down. Ou seja, pessoas que enfrentam um desafio diário: a locomoção em ambientes repletos de barreiras, desníveis, degraus. “É importante criar consciência e despertar a sensibilidade de todos sobre a questão da acessibilidade”, afirma Eliane Clara Pepino.
Durante a palestra, o público assistiu a vídeos, recebeu orientações sobre a adequação dos ambientes e participou de vivências. Utilizando recursos como vendas nos olhos, por exemplo, os voluntários simularam situações vividas por portadores de deficiências. “Quem participa da experiência, passa a olhar o lugar onde transita de outra forma, a entender as dificuldades”, afirma a engenheira civil Vívian Curial Baêta de Faria, coordenadora do projeto.
O impacto da palestra foi tão grande que professores de outras turmas já planejam novas ações. “Os grupos que têm especificidades precisam ter autonomia para se sentirem cidadãos completos. E espaços acessíveis trazem benefícios para todos”, conclui a professora.
Para mães e estudantes o debate deve ser constante
O Programa de Acessibilidade do CREA foi criado em 2006. Mais de seis mil pessoas já participaram das palestras. Esta foi a primeira voltada para estudantes que não têm ligação com as áreas de arquitetura e de engenharia.
Para muitos deles, a acessibilidade é um tema constante. “Na escola, eu convivo com pessoas que precisam ser incluídas. Promover mudanças que beneficiem aqueles que têm dificuldades é promover a igualdade”, diz a estudante Maria Aparecida Nadalin, que viu os filhos e o neto crescerem antes de realizar o sonho de cursar o ensino médio.
“Muitas vezes, as pessoas não prestam atenção às barreiras se não possuem alguém com dificuldades de locomoção no seu círculo de relacionamentos. Deveríamos ser educados desde sempre sobre o assunto”, afirma Ceci Strehl, mãe do estudante Otávio, de 24 anos, que é cadeirante.
Segundo Vivian, essa é uma das propostas do programa do CREA-PR. “A ideia é mobilizar a sociedade para que as pessoas entendam que transitar livremente, independentemente das limitações individuais, é um direito de todos”, afirma.
Os Números da inclusão
Segundo dados da Secretaria de Estado da Educação, a rede pública estadual do Paraná contava com 37.086 alunos especiais matriculados em 2009. Na rede conveniada com a SEED, foram matriculados outros 41.529 alunos. No total, 78.615 alunos foram atendidos pela educação especial no Paraná, no ano passado.
FONTES DO CREA-PR
domingo, 9 de maio de 2010
Concordas????
NÃO DESISTAS DO BEM!
SEJA QUAL FOR A DIFICULDADE, PERSEVERA NO BEM.
FRACASSO É LIÇÃO.
O TEMPO TUDO ENCAMINHA E A TUDO CORRIGE.
A FELICIDADE DO AMANHÃ COMEÇA NO PENSAMENTO QUE CULTIVARES AGORA.
SEJA QUAL FOR A DIFICULDADE, PERSEVERA NO BEM.
FRACASSO É LIÇÃO.
O TEMPO TUDO ENCAMINHA E A TUDO CORRIGE.
A FELICIDADE DO AMANHÃ COMEÇA NO PENSAMENTO QUE CULTIVARES AGORA.
sábado, 8 de maio de 2010
Pense:
"Quando o poder do AMOR se sobrepuser ao amor pelo PODER, o mundo conhecerá a PAZ"
Jimi Hendrix
Jimi Hendrix
Desafios Para o Futuro
A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais, não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente.
O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podemos forjar soluções includentes .
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos equitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causa de grande sofrimento.E neste contexto vemos o preconceito gerando a exclusão.
VALORES TRANSFORMADOS. FUTURO DO SER E NÃO DO TER. TEMPOS VIRÃO.ENQUANTO ISSO TRABALHEMOS PARA A TRASFORMAÇÃO.
O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podemos forjar soluções includentes .
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos equitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causa de grande sofrimento.E neste contexto vemos o preconceito gerando a exclusão.
VALORES TRANSFORMADOS. FUTURO DO SER E NÃO DO TER. TEMPOS VIRÃO.ENQUANTO ISSO TRABALHEMOS PARA A TRASFORMAÇÃO.
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