quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

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A LESÃO MEDULAR

A medula espinhal é uma importante via de comunicação entre cérebro e as outras partes do corpo. A medula é uma parte do Sistema Nervoso Central que conecta o cérebro com os nervos responsáveis pela condução das ordens motoras e sensitivas. Além disso, a medula funciona como centro regulador de funções importantes como respiração, circulação, bexiga (micção), intestino (evacuação), temperatura e atividade sexual. Quando a medula é lesada ocorre uma interrupção na condução das ordens motoras e sensitivas em algum nível da coluna vertebral. Quanto mais alto o nível da lesão, maior será o comprometimento, que sempre se dá abaixo do nível da lesão.

As lesões podem ser:
Traumáticas: Decorre de algum tipo de acidente fraturando a coluna com conseqüente ruptura da medula espinhal, afetando seu funcionamento adequado.
Não traumáticas: Geradas fatores diversos como tumores que comprimem a medula ou regiões próximas, acidentes vasculares e hérnias de disco que acabam levando ao corte ou diminuição do fluxo sanguíneo.
Assim os comprometimentos corporais variam de acordo com o nível da lesão desde paralisias (perda da força muscular), até deficiência no controle das necessidades de defecar e urinar, além de sexualidade e respiração.

Ainda podemos classificar a lesão medular em:
Lesão Completa: Onde há comprometimento de todas as vias sensitivas e motoras.
Incompleta: Aqui o comprometimento se dá no nível de algumas vias motoras e/ou sensitivas, havendo retorno parcial ou total da movimentação voluntária e/ou sensibilidade.
Imediatamente após o trauma, inicia-se uma fase chamada de choque medular, onde não haverá a presença de qualquer tipo de reflexo, movimentos involuntários ou espasticidade. Essa fase tem duração média de alguns dias, podendo se estender até alguns meses. Ao término dessa fase, se não houver agravamento maior, gradativamente os reflexos surgirão.

O TRATAMENTO
O tratamento médico inicial tem como principais objetivos a preservação anatômica e a funcionalidade da medula espinhal. Além da restauração do alinhamento da coluna vertebral, estabilização do segmento vertebral lesado, prevenção de complicações gerais e locais e o restabelecimento precoce das atividades do paciente, devendo ser realizado o mais precocemente possível, desde que as suas condições gerais permitam. Enquanto o tratamento cirúrgico é apenas para reduzir e realinhar o segmento vertebral lesado, restaurar a estabilidade do segmento lesado a fim de evitar lesões adicionais da medula espinhal e favorecer a sua recuperação.

QUAL A FUNÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL?
O terapeuta ocupacional participa do tratamento de reabilitação desde a chegada do paciente ao hospital. O paciente chega na fase aguda e é admitido na unidade de terapia intensiva. Esta fase se caracteriza pela paralisia flácida temporária causada pela ausência de reflexos musculares. Neste momento, cabe ao terapeuta ocupacional orientar o correto posicionamento dos membros superiores para enfermagem e familiares, especialmente em pacientes com lesão cervical. Através de movimentos passivos, lentos e suaves, busca-se manter a amplitude do movimento, prevenir quadros de dor aguda decorrentes da falta de movimentação e o fortalecimento muscular.
Na fase de pré-reabilitação, o terapeuta ocupacional indica e orienta exercícios que o paciente pode realizar com o seu acompanhante e independentemente, verifica a possibilidade do paciente realizar atividades de vida prática e diária com independência. De acordo com Priscila, o profissional orienta manobras e/ ou confecciona adaptações, prescreve a cadeira de rodas. Já na fase de reabilitação o objetivo terapêutico ocupacional visa melhorar o potencial funcional do paciente em prol da sua independência. Através de mobilizações para relaxamento e alongamento da coluna cervical, cintura escapular e membros superiores, treino de equilíbrio de tronco e treino funcional dos membros superiores, fortalecimento da musculatura remanescente, prescrição, confecção e monitoração de órteses de posicionamento ou funcional.
Além disso, o terapeuta ocupacional integra a equipe e atua visando não apenas a recuperação funcional da pessoa com lesão medular, mas também como em questões referentes à aceitação da deficiência, da inclusão social, das atividades de trabalho, entre outras.
Para tornar o ambiente do paciente o mais funcional e adequado o terapeuta ocupacional faz uso da tecnologia assistiva. A Tecnologia assistiva é o termo utilizado para identificar todo o tipo de recursos e serviços que visem proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e assim promovendo uma vida independente e inclusiva. Dentro desta área trabalhamos com comunicação alternativa e ampliada, adaptações de acesso ao computador, equipamentos de auxílio para visão e audição, controle do meio ambiente, adaptação de jogos e brincadeiras, adaptações da postura sentada, mobilidade alternativa, próteses, adaptações ambientais, de uso diário e uso prático.
Ainda ao terapeuta ocupacional, cabe avaliar as necessidades do paciente, bem como suas habilidades físicas, cognitiva e sensorial, assim como discutir formas de acesso, desenvolver a funcionalidade de membros superiores e outras partes do corpo e promover atividades de vida diária, envolvendo avaliação e adaptação de posturas para a realização das atividades. Não se esquecendo que ao avaliar o paciente deve-se atentar-se a receptividade do sujeito quanto a modificação ou uso da adaptação, além da sua condição sociocultural e às características físicas do ambiente.
O terapeuta ocupacional instrui o uso apropriado do recurso de tecnologia assistiva e orienta as outras pessoas envolvidas no uso dessa tecnologia. Hoje vemos muito as adaptações de talheres, copos e maquiagem. A No caso da lesão medular o tratamento na água, traz uma diversidade de benefícios onde há uma liberdade de movimentos proporcionada pela terapia na água, a diminuição da força da gravidade possibilita ao paciente posições e atividades que não seriam possíveis de serem realizadas fora da água, além do efeito de relaxamento muscular que a hidroterapia proporciona, tendo em vista as grande contraturas desenvolvidas na musculatura desses pacientes.
Cabendo ao terapeuta ocupacional adaptar o ambiente, resgatar a auto-estima e prevenir deformidades que possam surgir, através de modificações, alongamentos, movimentos passivos, explica a terapeuta ocupacional Priscila.

A tecnologia assistiva como recurso terapêutico ocupacional permite as pessoas portadoras de deficiências e seus familiares possam ter uma vida satisfatória e com maiores possibilidades, como a inserção social.

Por: Priscila Straatmann Mórel – priscilato@espacodomquixote.com.brTerapeuta Ocupacional e Psicomotricista do Espaço Dom Quixote
Fonte: Espaço Dom Quixote


Do blog:SER LESADO

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Turma do Bem - Caldeirão do Huck - 2ª parte

Dente por Dente

Turma do Bem e Vez da Voz


Neste Programa Momento Terceiro Setor, da Rádio Trianon, Cláudia Cottes fala sobre a ONG Turma do Bem, do dentista Fábio Bibancos.
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Equivalente textual do programa veiculado em 24/06/2010.Vinheta: Rádio Trianon AM. 740. Coragem, justiça, cidadania. Microfone Aberto, com Marcos Calazans. Momento Terceiro SetorCláudia Cotes: Quando a gente quer mudar o mundo, fazer o bem, basta a gente começar.


Hoje a gente vai falar da ONG Turma do Bem que é do dentista Fábio Bibancos.Ele tem uma rede de mais de 7.500 dentistas espalhados pelo Brasil. Cada dentista adota uma criança carente, selecionada nas escolas públicas. E aí você tem que se cadastrar e tal, para participar. E esse dentista assume todo o tratamento dentário da pessoa, pela vida inteira. Até 21 anos. Esse modelo de projeto social já está sendo copiado em vários países da América Latina e agora foi para Portugal.E uma novidade muito bacana para todos os ouvintes. A Turma do Bem se uniu com a ONG Vez da Voz que luta pela inclusão da pessoa com deficiência e nós vamos fazer vídeos e materiais educativos para ensinar como os dentistas devem tratar as pessoas com deficiência.


Aliás, vamos fazer aqui Calazans.Calazans:


O que você quer fazer?Cláudia Cotes: Eu quero fazer uns áudios, assim, chamar as pessoas com deficiência para que elas ensinem como elas querem ser tratadas.


Vamos fazer isso?Calazans: Fechado na hora!Cláudia Cotes: Então vamos lá. Semana que vem já vai começar. Vamos aprender como o cidadão que todos nós somos. Como a gente vai tratar uma pessoa com síndrome de down, uma pessoa cega, uma pessoa cadeirante, uma pessoa surda.Calazans: Um autista.Cláudia Cotes: exatamente.Calazans:


E como é o nome do dentista?Cláudia Cotes: Fábio Bibancos.Calazans: Dr. Fábio Bibancos.


Parabéns.Cláudia Cotes: Da Turma do Bem.Calazans: Fábio Bibancos da Turma do Bem, parabéns. Esse é um brasileiro com “B” maiúsculo.


Cláudia Cotes: Tem o site. www.turmadobem.org.brCalazans: Site www.turmadobem.org.br se você quiser alguma informação a respeito, até como se cadastrar, como funciona. Entra no site que você vai encontrar todas as informações.Vinheta: Momento Terceiro Setor.


Alpinista com paralisia escala montanha de 900 metros

A paralisia impede o americano Steve Wampler de falar e se mexer normalmente, mas não tira a energia que ele tem de viver.

Não se preocupe tanto assim com o alpinista. Steve Wampler está passando o maior aperto, ainda não tem certeza se vai aguentar a subida de quase um quilômetro, mas já enfrentou momentos muito mais difíceis.

E isso foi antes mesmo de nascer. Sem oxigênio por quase seis minutos, preso no útero da mãe, o bebezinho chegou muito perto da morte até que foi, enfim, resgatado pelas mãos do médico.

Em sua primeira escalada, Steve foi acompanhado de três alpinistas profissionais. Todos sabiam que não seria nada fácil passar seis dias na vertical, principalmente por que, em condições normais, a subida acontece num único dia.

E, apesar de toda a valentia, por duas vezes, o alpinista pensou em desistir. "Fazia mais de 30 graus, ventava, e eu não tinha água. Não tinha nem saliva na minha boca, não suava mais. De repente, esfriou muito e comecei a pensar: ‘Isso não está nada bem’".

A água estava com os companheiros e Steve precisava escalar ainda uns 30 metros pra chegar até eles.

"Eu nunca fiquei desidratado daquele jeito. Então eu não sabia o que esperar e pensava: 'Ok, se eu não melhorar vou ter que chamar o helicóptero'".

Como dá pra perceber, a paralisia cerebral que resultou das complicações do parto limita os movimentos do corpo, mas não afeta em nada a inteligência do alpinista.

E, por favor, jamais tenha pena de Steve. Ele acharia um absurdo. É um dos caras mais divertidos e felizes que você pode conhecer.

A gargalhada foi só a primeira de muitas ao longo da nossa conversa, na casa dele em Coronado, na Califórnia.

O alpinista riu à beça também quando eu disse que o achava completamente louco por aquela aventura. E, ainda sorrindo, respondeu: "Ah, muito obrigado!".

Como você pode perceber, Steve ri também de satisfação: foi o primeiro homem com paralisia cerebral a escalar a El Capitán. A montanha de 910 metros de altura que fica na parte central do Yosemite Park, na Califórnia e que, na opinião dele, é a mais assustadora do mundo.

Desistir não seria nenhuma vergonha. O esforço era astronômico e o alpinista quase perdeu a cabeça.

"Minha adrenalina subiu tanto, eu estava num estado mental diferente, assustado. Eu estava quase tendo alucinações, mas antes disso eu bebi água, descansei e consegui voltar ao normal".

Steve é pedra dura, jamais se deixa vencer. Durante mais de um ano, malhou em média cinco horas por dia, fazendo até 1,8 mil repetições de um único movimento.

No primeiro dia na montanha, subiu quase 200 metros, enfrentando nove horas de escalada. Nos dois dias seguintes, mais de sete horas. E, nesse ritmo, o alpinista avançou grande parte do trajeto.

Até que… "Teve um momento no quarto dia em que eu tive que pedir ajuda. Eu estava pendurado na encosta e precisava subir uns dez a 15 metros pela corda, o que eu demorei quase seis horas pra fazer".

Perto da exaustão, na véspera da data prevista pra chegar ao cume, Steve reduziu a jornada para apenas três horas e descansou numa lona improvisada, encostado na pedra, como quem relaxa no sofá de casa.

O homem que praticamente nasceu numa cadeira de rodas teve mil desculpas para desistir dos desafios e viver se lamentando.

Mas os pais o trataram exatamente igual aos outros irmãos e Steve nunca se sentiu especial. Fez grandes amigos brincando com os meninos do bairro, estudou em escolas públicas convencionais, se formou em engenharia ambiental pela Universidade da Califórnia e, não satisfeito, o engenheiro inquieto decidiu que estava pronto para casar.

"No começo, eu fiquei muito assustada", conta Elizabeth Wampler. "Não sabia o que dizer pra ele, eu sofria por ele, achava que ele sofria, que ele não tinha amigos e não queria vê-lo nunca mais para não ferir os sentimentos dele. Só que eu tinha acabado de me mudar para cá e encontrei com Steve em três festas diferentes. Então me dei conta de que ele era muito inteligente, divertido e carinhoso. Mas nunca pensei em sair com ele até que, numa noite, ele me convidou para jantar, eu aceitei, gostei e ele começou a me mostrar que poderíamos ter uma vida normal".

Normal? Normalíssima! Steve e Elizabeth têm dois filhos, dois cachorros e um gato. Trabalham juntos no escritório que fica nos fundos da casa. Se divertem e passeiam juntos o tempo todo.

Sábado, 11h40, e o Steve, além de muito ocupado, é um pai extremamente dedicado. Ele sai para cumprir uma missão importantíssima, um compromisso inadiável.

Quem veste a camisa 12 é Charlotte, a caçula da família. Toda vez que tem jogo, o pai coruja fica impaciente. E, diante da filha, fez uma reflexão: "Nunca poderia imaginar que um dia eu ia casar e ter filhos. É um sentimento muito forte".

"Você deve estar orgulhoso", eu interfiro. E, ainda com os olhos marejados, ele diz: "Sim, acho que sim".

No sexto e último dia da escalada, o alpinista deu mais uma prova da persistência que o acompanhou ao longo de seus 42 anos: pegou pesado por quase dez horas até finalmente conquistar a maravilhosa montanha.

Quando já estava lá em cima, recebeu uma forcinha dos amigos. Também, quem aguenta com esse equipamento? E enfim admirou a natureza de um lugar onde poucas pessoas tiveram o privilégio de estar.

Chorar era quase uma certeza pra alguém que se entrega tão intensamente às emoções dessa vida.

Mas se a essa altura da vida Steve já era um homem casado, pai de dois filhos, engenheiro formado, bem sucedido, para que então se arriscar numa aventura tão perigosa, quanto a escalada de uma montanha? Ele tem pelo menos 250 respostas para essa pergunta.

São as 250 crianças com deficiência física, que todos os anos fazem aventuras no acampamento Hawkey Lake. Foi por causa delas que, em vez de desistir, Steve botou ainda mais força na subida.

Com a ajuda dos patrocinadores, depois da conquista da montanha, ele conseguiu arrecadar dinheiro para mais alguns anos de trabalho no acampamento. E acabou conquistando algo que jamais planejou.

"O efeito que eu não esperava foi a reação das pessoas. Muitos pais que agora olham pros seus filhos maneira diferente, sabendo que eles podem fazer mais do que imaginaram. Agora elas podem dizer: 'Esse cara anda numa cadeira de rodas e consegue tudo isso, então não há motivo pra você não ir a uma universidade, se casar e ter filhos, trabalhar, comprar uma casa. Acho que isso abre caminho pra muita gente".

Sem dúvida, Steve, foi um feito impressionante.

Chuva!!!


Sorria,chuva também é benção!
Depende como a olhamos.

Limpeza num dia chuva?

Sim!Não lamente a chuva,e nem deixe de ser feliz,fazer outros felizes e ser útil num dia chuvoso.Aproveite para permanecer em casa ,ler e cuidar-se de si mesmo.Elabore planos positivos,descanse,sossegue,acalme seus pesnsamentos.Limpe,arrume gavetas,aproveite para polir instrumentos,máquinas que você não costuma cuidar no devido tempo,dê brilhosnas portas e no mental ,vá também polindo seus pensamentos ,jogando fora velhos conceitos,estigmas,paradgmas,aprimore o seu amor universal.Busque no silêncio ,na música ,nos cantos da sua casa ,do seu inconsciente organizar as suas idéias, redescobrir novos caminhos que o conduzam a novos conceitos, sem estirpar áquelas idéias que dão certo e então o melhor de ti surge.Mas não esqueça anote e procure sair do MENTAL para o REAL.

Sim, se o ser humano fizesse como os antigos filólosofos já diziam, busque a si mesmo ,lá estão respostas .Tire um dia para você ,você merece,é filho de Deus,Pai todo Poderoso que lhe ama e quer que você ame .E tudo isso compartilhado claro !Só poderá UM BEM MAIOR!!

Contamine essa idéia!!!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Minuto de Sabedoria




A fala só é bonita quando ela nasce de uma longa e silenciosa escuta. É na escuta que o amor começa. E é na não-escuta que ele termina.
Rubens Alves




visite:wwwminutodesabedoria.com.br

MUNDO ACESSIVEL,INCLUSIVO E MELHOR!


POR UM MUNDO MELHOR!
MAIS ACESSIVEL Á TODOS E INCLUSIVO.

Muitos já entenderam essa idéia!



Senhor de si próprio.

Até que enfim férias!!!Dias bons para dormir até mais tarde,preparar um alimento gostoso,visitar quem nós gostamos, apreciar a vida,ler,cantar,dançar,caminhar!!Meu Deus quantas ações que durante o ano não fazemos edeixamos de viver.Esse é o SABOR DA VIDA nas pequenas ações que já vivemos reelaboradas como fossem NOVAS.
Mas também é tempo de REFLEXÕES .Estarei postando alguns textos e deixando que o pensamento tome conta com emoção e razão.
Então, deixa fluir...
O ser humano se apega a algo e passa a acreditar que sua vida não terá razão de ser ,se o objeto de apego vier a lhe faltarPassa a dar mais valor ao objeto do que a própria vida,e assim sucessivamente vai substituindo por outros que passam a ser valiosos,substitíndo-o.
Ser escravo de objetos é perder-se da essência ,busquemos ser SENHOR DE SI PRÓPRIOS,sermos fortes,independentes,autônomos e não mesquinhos amparados em algo no TER .Quando passamos a SER somos grandes e aquilo que praticamos de bem nos FAZ BEM a nós mas o grupo a que nos pertence.
Assim uma idéia de acessibilidade ou idéias criativas e inclusivas pertencem a todos.Não fiquemos pequenos,vivendo mais ou menos , deixemos o individualismo para o coletivismo,sejamos grandes nas pequenas ações construtivas e positivas.
QUER PARTILHAR?ENVIE SUA MENSAGEM REFLEXIVA .
IMAGINOU MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO PENSANDO,IRRADIANDO,ESCREVENDO,MUSICANDO,REZANDO! ENFIM, PENSANDO EM UNÍSSOMO O BEM COMUM?QUE ENERGIA VIBRAREMOS PARA O PLANETA ,ALÉM, DE FAZER UM BEM!