sábado, 22 de março de 2014

What is Alzheimer's Disease? (Portuguese)


Remember When: Alzheimer's Story


alzheimer


Disseram que ele nunca seria capaz de ler nem amarrar os sapatos. Hoje descobriram que ele tem o QI mais alto do que Einstein.

Postado por Erick Quinalha 
Disseram que ele nunca iria aprender a amarrar os sapatos. Hoje, ele está muito próximo de ganhar um Prêmio Nobel. O que aconteceu nesse meio tempo? Esforço da vítima, dedicação da família e a comprovação de um sistema falho de previsão educacional.

A história começa quando Jacob Barnett, nosso gênio, ainda tinha 2 anos. Ele foi diagnosticado com autismo moderado e considerado um caso perdido para os médicos. Segundo eles, o garoto provavelmente nunca teria capacidade de falar, ler ou executar atividades diárias básicas.
Doze anos depois, Barnett é estudande de mestrado, um futuro PdH em física quântica e segundo a BBC, dono de um QI de 170.

Ainda com 10 anos, Barnett surpreendeu os professores e alunos da Universidade de Indiana. Sua inteligência espetacular fez com que os docentes acreditassem que ele seria capaz de, um dia, refutar a teoria da relatividade de Einsten. Essa história tem sido de enorme contribuição para sensibilizar e acabar com mitos sobre o autismo. “Ele trabalha duro. Se supera todos os dias. Espero que ele inspire crianças a realmente fazerem alguma coisa”, diz Kristine Barnett, mãe do garoto, que escreveu um livro sobre essa história.
Vale muito a pena conferir a apresentação de Barnett no TedxTeen, em abril  de 2009. Ele faz tudo parecer muito fácil e transpira confiança, como em frases do tipo “pare de simplesmente pensar e faça!“.

E quando um guri de 14 anos faz isso ter sentido, talvez esteja realmente na hora de fazer.Assista.

domingo, 16 de março de 2014

Na série "Entre Gerações" Jovem repensa relação com a avó após convívio com idosos



Os três jovens que mergulharam no cotidiano de um lar para idosos começam a sentir o peso do desafio. Cuidar de velhinhos debilitados é uma tarefa muito mais complexa e delicada do que eles imaginavam. Mas nada disso é capaz de diminuir o prazer que esses adolescentes estão sentindo. O prazer de ajudar, de fazer o bem.
Cuidar de velhinhos debilitados é uma tarefa complexa, mas não é capaz de diminuir o prazer que os adolescentes estão sentindo ao fazer o bem.
Três jovens foram voluntários de uma casa de repouso em São Paulo. O trio – Bia, Bruna e João - foi convidado para ajudar nos cuidados dos que precisam de atenção especial. Aos poucos eles vão ganhando intimidade com os idosos. Alimentar, levar para dar um passeio e dar banho são algumas das tarefas. Ver o estado dos velhinhos fez a jovem Beatriz Silva de Andrade repensar a relação com a avó materna.
Após cumprir as tarefas, os adolescentes vão conhecer três moradores do condomínio. Eles terão que formar duplas, pois vão viajar juntos. As duplas se formam de acordo com a afinidade de cada um. Vão ser quatro dias dormindo e acordando juntos, longe da tecnologia e perto da natureza. Será que a convivência vai mudar o que eles pensam dos idosos?

Olhem ai primeiro Simpósio Regional sobre Autismo!!!Parque Barigui vamos participar!!!