quarta-feira, 7 de maio de 2014

Movimento Down

Sabemos que o acesso às informações sobre a síndrome de Down é desigual no Brasil. Informações imprescindíveis para a saúde e o desenvolvimento muitas vezes não chegam a todas as cidades. Por isso, o Movimento Down está lançando seu programa nacional de difusão de conhecimentos.
A Rede de Ativadores do Movimento Down vai levar informação a quem precisa em todos os cantos do país. A ideia é formar uma rede de voluntários que articulem em suas cidades a garantia dos direitos da...s pessoas com síndrome de Down e o combate ao preconceito.
Se você quer fazer parte deste movimento, faça a pré-inscrição por este link: www.ativadores.maisdown.com.br

https://www.facebook.com/MovimentoDown?fref=photo

terça-feira, 6 de maio de 2014

Pai de São Paulo consegue mediadora para filha com síndrome de Down

 Educadora acompanha Ana Luíza de perto. Crédito da foto: Repdrodução/TVDiario
O pai de uma menina que tem síndrome de Down, de Mogi das Cruzes (SP), conseguiu na Justiça uma liminar para que a filha, de 9 anos, tenha uma mediadora em uma escola regular do Estado.
Ana Luíza é atualmente aluna do Colégio Estadual Pedro Malozze. Os pais entraram na Justiça no ano passado e conseguiram o acompanhamento diário de uma professora particular para a menina, além da outra educadora que leciona na mesma sala. “É fundamental ter um professor assistente para os alunos com síndrome de down para que eles possam se desenvolver em sua vida escolar”, comenta o pai de Ana Luíza, Alessandro Guedes, que trabalha como gestor de pós-venda.
A professora auxiliar é Regina Célia Venâncio, que leciona há mais de duas décadas e nunca tinha vivido nada parecido em sala de aula. A convivência com a pequena Ana tem sido uma motivação. “Cada passo que ela dá, a cada aprendizagem que ela conquista, é uma vitória e uma satisfação muito grande para nós que somos educadores.” Além da professora, o pai também conseguiu uma cuidadora e transporte, tudo custeado pelo Estado. Na escola, Ana convive normalmente com outros alunos, com deficiência ou não. Na sala de aula não existe nenhum tipo de separação.
Atender alunos com deficiência não é novidade para o colégio, que faz isso desde a década de 60. Os educadores são unânimes em dizer que a inclusão só traz benefícios. “Todos se beneficiam quando você trata da inclusão. Aprende-se a valorizar a diferença. É esse mundo que a gente quer”, opina a supervisora de ensino Marta Terrone.
A mãe de Ana chegou a se surpreender com a evolução da filha em pouco mais de três meses de acompanhamento. “A chegada dela em casa é assim: abre a maletinha, mostra os exercícios… tudo. Se está ensinando na sala, ela faz a tarefa, participa, não foge do foco. Ela sempre fica fazendo de tudo”, conta Ana Maria Guedes, que trabalha como professora.
O pai chegou a pensar em matricular a filha em uma escola especial, uma das entidades mais conhecidas no acompanhamento de pessoas com síndrome de Down, mas depois de pesquisas, optou pela inclusão. “Tem que ser na escola regular porque é onde é feita a verdadeira inclusão”, afirma. “Nós não estamos focados se o aluno com deficiência vai dar conta de um determinado conteúdo no bimestre, mas planejamos estratégias para ele, para que seja capaz de executar as atividades que foram pensadas”, continua a supervisora Marta Terrone.
Com informações do Portal G1
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segunda-feira, 5 de maio de 2014

Ex-BBB e cadeirante, Fernando Fernandes aposta corrida com Veras


Fernando Fernandes definitivamente não para. Ex-BBB e cadeirante, o atleta, que já é tetracampeão mundial de paracanoagem, agora se aventura por outro esporte: a corrida. Neste último domingo, Fernando participou de um evento esportivo pela cura da lesão na medula espinhal, em Florianópolis, Santa Catarina. E no palco do Encontro desta segunda, o ex-BBB chegou ao programa de forma inusitada e divertida: apostando corrida com o humorista Veras, que também estava em uma cadeira de rodas. Claro que não temos dúvida de quem ganhou, né?!Assista no vídeo!
 Já no palco, depois da brincadeira, o gato confidenciou as mudanças que a corrida trouxe em sua vida: "Foi um divisor de águas". O programa ainda mostrou os bastidores do evento em Florianópolis. Confira ao lado!
Taís Araújo, que também estava no Encontro, participou do assunto. A atriz conheceu bem o tema quando gravava a novela Viver à Vida que trouxe à tona as experiências dos deficientes físicos. "O Brasil não está preparado para o cadeirante. Preciso ser dito, tirar essa nuvem em cima do assunto. Temos que tratar de maneira natural", disse.
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10 dicas de como discutir puberdade com crianças com deficiência


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Não é fácil falar com qualquer criança sobre as mudanças que o corpo passa durante a puberdade. Mas o desafio de explicar pode ser maior quando a criança pode ou não entender porque têm disfunções que comprometem a compreensão ou a expressão de dúvidas e opiniões.
Aqui está um passo- a-passo, que é uma sugestão, de como podem ser discutidas as mudanças físicas e emocionais que ocorrem nessa fase:
1 . Escolha um momento privado
Escolha um momento que pode falar com a criança em particular para não gerar uma situação de constrangimento. Prepare-se para qualquer reação, tipo risadas descontroladas. Fique atento porque essa pode ser uma reação que sinalize que a criança não está à vontade e aquele pode não ser o momento. Tenha sensibilidade para reconhecer esses momentos e perceba que essa conversa deve surgir de forma natural.
2 . Pergunte o quanto seu filho já sabe
Esse pode ser um começo! Doug Goldberg, um blogueiro de Educação Especial, recomenda perguntar o que a criança já sabe como um ponto de partida para a conversa.  A maioria das crianças estão conscientes das diferenças físicas entre crianças e adultos por viver momentos simples como a mudança de roupas e por presenciar o banho do papai ou da mamãe.
3. Use termos cientificamente corretos
Crianças com algumas doenças ou deficiências, como Autismo, pode perseverar em uma determinada palavra ou frase e usá-la para o resto de suas vidas. Por esta razão, é importante desde o início usar a terminologia científica para partes do corpo e funções. Muitos adultos nem sabem os termos corretos, então é importante procurá-los de antemão. Por exemplo , as meninas têm vulva, grandes lábios, pequenos lábios , clitóris, uretra e vagina. Os meninos têm testículos , a bolsa escrotal (ou saco escrotal), pênis, glande e uretra.
Alguns pais temem que os termos científicos sejam muito complicados para os seus filhos, mas esses termos realmente podem simplificar as coisas a longo prazo porque não podem ser confundidos com outros conceitos.
4 . Esclareça que cada um tem seu tempo
Um corpo em mudança (rápida ou vagarosa) pode ser motivo de ansiedade ou alarme para algumas crianças. Esclarecer que as mudanças corporais todos vão passar, alguns mais rapidamente do que outros, é normal! Cada um no seu tempo. O importante é esclarecer que o corpo de cada pessoa muda de uma forma que é adequado para aquela pessoa.
5. Ler um livro
Para algumas crianças são mais fáceis explicações visuais que verbais. Histórias sociais podem ser uma forma de criar curiosidades quanto a puberdade, e eles podem ter essas histórias como uma referência sempre que necessário.
Existem também alguns livros ilustrados sobre a puberdade para crianças mais novas aprenderem sobre as mudanças do corpo. (Vocês têm alguma sugestão de livros com esse tema? Comentem e sugiram!)
6. Explique os estágios da puberdade
Os filhos precisam de exemplos específicos para entenderem as mudanças. Mostre como e porque ele deve usar desodorante. Use exemplos práticos ao longo de várias conversas para esclarecer sobre as fases que resultam em mudanças como as de altura, voz , condição da pele e humor. Saliente que tudo não acontece de uma vez – na verdade existem cinco estágios de puberdade durante um período de quase 10 anos.
7. O Corpo é sagrado
Uma coisa que sempre se deve enfatizar para as crianças é que seus corpos são sagrados, e eles são responsáveis pelo cuidado e bem-estar deles. Use exemplo de avôs que são ativos e animados mesmo idosos – um grande exemplo de alguém que tomou conta de seu corpo e que tem uma vida longa e feliz. Enfatize as coisas positivas que a criança faz todos os dias para manter a sua saúde e força – exercício, hábitos saudáveis ​​de alimentação, higiene – todos estes são sinais de sua autoestima e senso de cuidado.
8. Falar sobre o que é inapropriado
As estatísticas sobre o abuso sexual de pessoas com deficiência física e intelectual são surpreendentes e de partir o coração: são de 4 a 10 vezes mais propensos a serem vítimas de violência sexual do que as pessoas sem deficiência, e apenas 3% desses ataques são relatados à polícia.Portanto, é obrigatório fornecer informações sobre o que fazer se alguém tentar algo  impróprio.
Explique que ele tem uma escolha de abraçar e de beijar quem quiser. Se ele não quer participar na partilha de afeto, ele está sempre autorizado a dizer não. (Mesmo se a vovó só quer dar beijo de adeus)
Tenha certeza que ele entendeu que pode dizer não, mesmo para um adulto que respeita e deve obediência. Ninguém ficaria chateado com ele por dizer a verdade  Faça também uma lista dos adultos de confiança que ele pode se aproximar em uma emergência. Isso é algo que nunca deve ser mantido em segredo!
9. Disponibilidade para esclarecer dúvidas
Diga também que nada vai ser surpreendente, que ele pode perguntar tudo e  ainda terá o amor das pessoas, não importa o que ele precisar perguntar ou contar.
10. Repita conforme necessário
Talvez essa seja a mais importante recomendação no caso de crianças com deficiência, a maioria dessas informações podem não ficar na primeira vez que for apresentada, por isso essa é uma conversa que pode durar vários anos. Toda vez que ele vê uma ligeira mudança em seu corpo, volte ao básico novamente. Quando ele começar a esquecer-se de usar desodorante,  lembre que é necessário pelas mudanças no corpo. Se ele percebe um amigo com um novo irmãozinho ou irmãzinha, fale de reprodução. Uma coisa que deve permanecer na mente da criança desde o começo: a certeza que seus pais vão sempre ser honestos e francos com ele e que isso nunca vai mudar.
fonte: friendshipcircle  imagem: cavale
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sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cadeirantes têm desafios diários em SP

Cadeirantes têm desafios diários em SP
O repórter Sérgio Gabriel acompanhou o trajeto diário de três cadeirantes pelas ruas e pelo transporte público de São Paulo, numa rotina de grandes desafios. Veja todos os vídeos do Jornal da Band.
Acesse aqui:
http://videos.band.uol.com.br/programa.asp?e=noticias&pr=jornal-da-band&v=15018686

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Rota mística de mais de 700km, normalmente, é feita a pé ou de bicicleta. Evandro e Josimar usaram bicicletas adaptadas para pedalar com as mãos.



Dois cadeirantes e um plano ambicioso: percorrer o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. Uma rota mística de mais de 700 quilômetros - normalmente feita a pé ou de bicicleta.
Mas para Evandro e Josimar o caminho vai ser diferente.
“Hoje nós pegamos com muito frio, com muita chuva, deu até tremedeira na hora de sair ali”, relatou Evandro Bonocchi.
Evandro e Josimar usaram bicicletas adaptadas para pedalar com as mãos. Também contaram com a ajuda de um grupo de ciclistas.

“Em muitas partes do caminho a gente contou com duas bikes cada um, guinchando a gente”, conta Evandro.
O Evandro ficou paraplégico depois de um acidente de moto, há oito anos. Josimar, depois de um acidente de carro, em 2003. Se conheceram e ficaram amigos em São José dos Campos, cidade onde moram no interior de São Paulo.

Em setembro deste ano, Josimar embarcou no antigo sonho de Evandro. “Eu tive notícia desse caminho há 17 anos. Um amigo contou para mim e eu fiquei encantado”, diz Evandro.

“Ele me convidou e eu aceitei. Eu gosto de fazer força. Eu gosto de desafio”, conta Josimar Sena da Silva.
Nossos viajantes registraram a aventura. Veja no vídeo acima. Descidas perigosas também deram trabalho. Mas nada que desanimasse a dupla. Eles dormiram em albergues - alguns próprios para cadeirantes.
No caminho, eles cumpriram alguns rituais. Teve até uma benção especial, de uma espécie de monge.

Na chegada a Santiago de Compostela, um último imprevisto: uma escadaria, vencida com ajuda dos amigos. E, finalmente, a euforia toma conta.

O Núcleo Curitiba e região do FÓRUM sobre MEDICALIZAÇÃO convida educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e demais interessados para o Encontro Temático Aberto, com a fonouadióloga e doutora em Linguística pela UFPR, Giselle Massi.


O Núcleo Curitiba e região do FÓRUM sobre MEDICALIZAÇÃO convida educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e demais interessados para o Encontro Temático Aberto, com a fonouadióloga e doutora em Linguística pela UFPR, Giselle Massi.
Nossos eventos são gratuitos.

https://www.facebook.com/events/631592940255255/

EMPREGABILIDADE, INFORMAÇÃO, INCLUSÃO E A PESSOA COM DEFICIÊNCIA SECIONAL

AOB SP

Abertura

Dr. Marcos da Costa
Presidente da OAB SP.

Dr. Antonio Rulli Neto
Presidente da Comissão de Direito da Pessoa com Deficiência OAB SP; Doutor em Direito pela USP e Docente do Programa de Mestrado em Direito da Sociedade da Informação da FMU.

Dra.Regina Célia Martinez
Advogada; Doutora em Direito pela PUC SP e Docente do Programa de Mestrado em Direito da Sociedade da Informação da FMU.


1o Painel – 9h30
TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

Expositores
Dr. Antonio Rulli Neto

Dra. Grace Pereira
Radialista; Graduada em Letras e Pós-Graduada em Política, Educação e Sociedade pela Universidade Cidade de São Paulo. E ex-presidente da ABADS.

Dra. Eliana Curatolo
Médica;Mestre em Psiquiatria e Membro da Comissão Científica do Centro de Capacitação e Atendimento Neuropsicológico de Angola – CECANA.


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2o Painel – 11 horas
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Expositores
Dra. Regina Célia Martinez

Dra. Ângela Gonçalves
Médica Neuropediatra na área de deficiência intelectual há mais de vinte anos.


Inscrições / Informações
Mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó – 400g, no ato da inscrição.
Praça da Sé, 385 – Térreo – Atendimento ou pelo site: www.oabsp.org.br


Promoção
Comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB SP


Apoio 
Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP
Diretor: Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso


***Serão conferidos certificados de participação - retirar em até 90 dias***
**Vagas limitadas**


Dr. Marcos da Costa
Presidente em exercício da OAB SP

Data / Horário:5 de maio (segunda-feira) 9 horas

Local:Salão Nobre da OAB SP
Praça da Sé, 385 – 1° andar
 
Inscreva-se aqui

Menino cadeirante supera limitações e descobre paixão pelo taekwondo

Duas vezes por semana, o pequeno Luigi Palumbo, de cinco anos, encontra os coleguinhas na academia de artes marciais em Campo Grande para praticar o taekwondo, seu esporte preferido. A turma aprende os movimentos básicos da modalidade e se diverte com as brincadeiras propostas pelo mestre. Luigi é alegre e esperto como as outras crianças, mas a condição de cadeirante faz dele um exemplo de superação. É por meio do esporte que a família procura dar ao menino uma vida perfeitamente normal.
Luigi Palumbo pratica com o mestre de taekwondo, Tiago Brandão (Foto: Hélder Rafael)Luigi Palumbo pratica com o mestre de taekwondo, Tiago Brandão (Foto: Hélder Rafael)


Luigi nasceu com má formação do tubo neural na espinha dorsal, o que impede o movimento dos membros inferiores. Esse defeito congênito é chamado de mielomeningocele. Logo que entrou para a vida escolar, o menino recebeu incentivo dos pais para praticar esportes e adotar um estilo de vida saudável. Luigi chegou a iniciar no karatê, mas depois que mudou de colégio, conheceu o taekwondo por indicação de uma colega de classe, que também fazia aulas. 

- Nós o incentivamos porque, além de ser uma atividade física, o esporte é um meio de inclusão. Aqui ele é bem recebido pelos colegas, todos o adoram. Ele participa das aulas em iguais condições. Tudo isso trouxe reflexos no aspecto físico e emocional do menino, fez com que ele interagisse mais com todo mundo - conta o pai, o advogado César Palumbo Fernandes.
Embora o taekwondo seja uma modalidade que envolva chutes, isso não impede que Luigi aprenda os conceitos básicos e possa, inclusive, alcançar a faixa preta, como explica o mestre Tiago Brandão, faixa preta 4º Dan (veja no vídeo ao lado a rotina do menino na academia).

- Vi que ele tem bastante interesse e vontade de aprender. Sempre chega animado para as aulas. O importante é que ele faça algo que se sinta bem. Futuramente ele pode até se tornar um mestre, caso queira continuar se dedicando ao esporte.

A academia que Luigi frequenta, na região central da cidade, atende cerca de 100 crianças e adolescentes. O mestre Tiago Brandão tem graduação em Educação Física e ênfase no ensino adaptado para deficientes físicos, o que deu tranquilidade à família do menino.

Nos treinos, Luigi acompanha a turma em todas as atividades, desde a reverência às bandeiras do Brasil e da Coreia do Sul - como é tradição ao entrar ou sair do dojô - até a prática dos golpes de ataque e defesa. E se a hora é de brincar de pega-pega, por exemplo, Luigi também participa. Quando os colegas tentam ajudá-lo empurrando a cadeira a todo instante, os monitores orientam que é melhor para o menino que ele se locomova sozinho.
Menino brinca normalmente com os colegas no dojô (Foto: Hélder Rafael)Luigi brinca normalmente com os colegas no dojô (Foto: Hélder Rafael)
- É bacana que os outros também aprendem a conviver com ele - diz o mestre Brandão.

Luigi frequenta as aulas há pouco mais de um mês. Desde que fez os primeiros testes, se apaixonou e não larga o kimono. Até já ganhou medalha de segundo lugar em um festival por equipes. Perguntado sobre o que pretendia ser quando crescer, adivinha o que ele respondeu?

- Quero ser mestre - diz Luigi.

Incentivo dos pais é o que não vai faltar para o menino.

- A família entende que o esporte é fundamental para qualquer criança, e nós o incentivamos muito. Acho que ele deve ter sempre uma vida esportiva ativa, mas também gostaríamos que ele focasse na formação intelectual. Se o Luigi decidir ser um atleta profissional, vai ser fantástico - diz o pai.
Mosaico Luigi Palumbo taekwondo (Foto: Editoria de Arte/GloboEsporte.com)

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