sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"MALHAÇÃO" Nas grandes cidades, cadeirantes como Jefferson sofrem para se locomover


Fontes: Globo.com
Jefferson na cadeira de rodas (Foto: Malhação/TV Globo)Jefferson precisa da ajuda de Dieguinho e Fôjo para descer o morro (Foto: Malhação/TV Globo)
O direito de ir e vir é garantido a todo cidadão brasileiro, mas alguns não conseguem exercê-lo devido à falta de acessibilidade. Quando falamos em acessibilidade nos referimos às pessoas portadoras de deficiência e a necessidade de condições especiais para que elas possam se locomover de forma independente como: rampas de acesso, elevadores, semáforos sonoros e até piso e caminho tátil. Por mais que as escolas e faculdades estejam se atualizando quanto a isso, ainda existem algumas dificuldades de estrutura em algumas instituições de ensino e nos transportes da cidade.
Em MalhaçãoJefferson (Douglas Sampaio) é cadeirante e sofre diariamente com os acessos limitados nas ruas e a incapacidade de se locomover sozinho na favela onde mora. Será que a acessibilidade na sua região está dando conta do recado?
Valéria de Oliveira, professora de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que também é coordenadora do projeto “Rompendo Barreiras”, explica a importância da pessoa com deficiência conseguir se virar sozinha em qualquer lugar, principalmente na sua escola ou faculdade. “As pessoas com deficiência não se sentem à vontade para ter ajuda o tempo todo. Elas precisam se sentir acolhidas. Quanto mais autonomia elas têm, mais inserida na sociedade elas se sentem”, acredita a professora, que elogia a estrutura da faculdade em que trabalha. Mas também faz um alerta: a manutenção das rampas e elevadores.
Valéria de Oliveira (Foto: Malhação/TV Globo)Valéria de Oliveira é professora de Educação
da UERJ  (Foto: Divulgação/arquivo pessoal)
“A estrutura da Uerj é boa. Existem rampas de acesso interligadas por todos os blocos, além dos elevadores para os teatros e salas. A faculdade possui uma rota acessível com postes de luz. Mas é preciso fazer manutenção em tudo”, diz a professora. Mesmo assim, as formas de acessibilidade na universidade não param por aí.
Valéria e seu grupo também pretendem implantar um projeto de viabilização de um caminho tátil para os cegos na universidade. “Queremos fazer isso para o ano que vem na faculdade de educação”, torce.
Valéria de Oliveira é formada em Letras e Pedagogia e dedicou quase a vida inteira às pessoas com deficiência. A professora, que adotou uma criança cadeirante que tinha na época 6 anos de idade, conta como surgiu a vontade de ajudar essas pessoas. “Na minha infância eu tive uma colega que era surda e que não conseguiu aprender a ler por falta de recursos na escola. Desde então, não consegui parar de pensar nessa situação. Hoje respiro pessoas com deficiência 24 horas por dia”, diz a professora de educação especial para crianças e adultos.
Em seu projeto na web, o “Rompendo Barreiras”, Valéria faz o máximo para alertar as pessoas sobre esse problema e ainda faz protestos contra a falta de recursos na cidade. Tudo isso em forma de artigos e casos reais. “Ainda falta muita coisa. As empresas de ônibus deveriam ter uma frota maior e os profissionais que estão trafegando com essa estrutura deveriam saber mexer nos equipamentos. Muitos não sabem. Tudo melhorou bastante, mas ainda falta”, acredita Valéria, ainda na luta para ajudar as pessoas com deficiência.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

7º BPM e Pestalozzi de Aquidauana encerram as atividades do Projeto Equoterapia 2011 com 35 participantes atendidos





Aquidauana (MS) As atividades do projeto Equoterapia, no ano de 2011, já foram encerradas. O tenente coronel Paulo César Cândido Gonçalves, comandante do 7º BPM, enaltece este projeto como sendo um dos principais, desenvolvidos pelo 7º BPM.

Idealizado em Aquidauana pela empresária Mariza Scaff e pelo então comandante do 7º BPM na época, Coronel QOPM Godoy, este projeto de Equoterapia, que é uma parceria da PM com a Pestalozzi, foi implantado em Aquidauana no ano de 2004. Hoje atende mais 35 pessoas com necessidades especiais ao mês.

São desenvolvidas as atividades no prédio do centro de operações e base de radiopatrulha do 7º BPM, em três dias da semana. Dois policiais militares da cavalaria do 7º BPM trabalham como condutores dos 04 (quatro) cavalos disponibilizados para a execução das atividades.

O coordenador do projeto, Professor Lázaro Antônio Sena, disse que a intenção para o ano de 2012 é de atender mais pessoas com necessidades especiais, consolidando ainda mais a parceria entre o 7º BPM e a Associação Pestalozzi de Aquidauana. 

A equoterapia é um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com necessidades especiais.

Na Equoterapia o cavalo envia informações sensoriais ao praticante que por sua vez busca respostas adaptativas apropriadas a estes estímulos. O objetivo principal deste projeto é o desenvolvimento global da pessoa, fazendo com que consiga uma reabilitação com o auxílio do cavalo, o qual realiza movimentos tridimensionais semelhantes ao do ser humano. A afetividade, o contato da pessoa com um animal grande são pontos positivos para o desenvolvimento. Neste projeto estão envolvidos psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, professores de educação física e pedagogos; cedidos pela Pestalozzi. Em contrapartida o 7º BPM cede o espaço, os policiais militares e também os animais. 

“O Projeto Equoterapia é uma prioridade do 7º BPM. O resultado colhido é de grande satisfação e alegria, pois vemos pessoas com necessidades especiais reabilitarem seus movimentos e demonstrarem grande felicidade no contato com o cavalo. Este resultado que presenciamos é impar e inigualável. Vamos continuar e não medir esforços para ampliar o projeto no ano de 2012” – destacou o tenente coronel Cândido, comandante do 7º BPM.






Fontes: http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=80240

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Casa inteligente obedece a comandos pelo pensamento do morador


A tecnologia é relativamente simples. O sistema usa os mesmos princípios do exame do eletro-encefalograma para ler o cérebro.

Na casa inteligente, você não precisa nem abrir as portas, basta pensar em entrar e elas se abrem. Para isso, o morador tem que usar um capacete que capta as ordens. 

No quarto, um voluntário da pesquisa pensa em abaixar a cama para descansar um pouco, e o sistema obedece. Basta olhar para a tela de um computador que tem os comandos da casa. Depois, você se concentra no desenho que você quer, como abrir a cortina, por exemplo. 

A tecnologia é relativamente simples. O sistema usa os mesmos princípios do exame do eletro-encefalograma para ler o cérebro. 

O cientista Roberto Baldoni, professor de Engenharia Informática da Universidade de Roma, La Sapienza, explica que não é ficção científica. "Olhando as ondas do eletro-encefalograma, conseguimos detectar o foco de atenção da pessoa", diz ele. 

O capacete captura os sinais elétricos do cérebro e os envia a um computador, que reconhece os impulsos e aciona os comandos da casa. Existem sensores em todos os ambientes. O sistema é capaz de informar até se na geladeira ainda tem o prato preferido do morador. A casa ainda está em fase de testes. E o desafio agora é transformar o sistema da casa inteligente em um produto barato para o consumidor. 

No futuro, para enviar os comandos, os cientistas acham que a tecnologia não vai mais precisar de um capacete, mas sim de uma tiara. Pessoas com deficiências até o morador que simplesmente quer economizar energia elétrica: todo mundo poderá se beneficiar quando o cérebro virar dono da casa.


Fontes: G1

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Agradecimentos e viva 2 012!!!

Primeiramente agradecer aquele como seu nome propriamente diz "Presente de Deus"!Nosso blogueiro mor Matheus , peça fundamental para existir O FUTURO ESTÁ AQUI!
Ela que que veio em minha busca como se muito tempo não tivesse me visto e tem sua colaboração com seus textos JUSSARA MOLINA ,nossa Sarinha!!!
Deus na sua infinita bondade estenda toda a sua luz ,graças, num ano cheio de realizações ,discernimento,ótimas tomadas de decisões, á todos que aqui estiveram dando suas opiniões,deixando o seu carinho em palavras, apenas acessando e conhecendo um pouco do FUTURO e outros tomando a atitude de serem nossos seguidores. Á todos vocês o abraço fraterno, desta equipe que possui sonhos compartilhados com vocês!
                                                     Nós somados somos constelações!!

Recadinho de Jussara Molina para FUTURO ESTÁ AQUI!


Deus obrigado pelo brilho deste ano!2 012 possamos brilhar ainda mais!
Sou feliz meu pai, pela oportunidade que tive neste blog, por ter um espaço onde por a minha voz e ser ouvida por tantos que aqui acessam e deixam seus recadinhos para mim carinhosos.
Hoje tenho algo a dizer,uns dias atras postei aqui mesmo que há tempo não via o mar de pertinho,nesta tarde de 30 de dezembro tive uma experiência formidável comprei uma cadeira adaptada para entrar no mar,logo logo irei postar sobre isso.Então pensem sempre:EU POSSO,EU CONSIGO!
Á todos o meu abraço sincero e que tenham um ano e uma vida linda GUERREIROS DA INCLUSÃO!!!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

LEIAM:A Inclusão Começa em Casa...



Autoras: Edson Luiz Defendi, Tatiana Maria Sanchez, Aline Araldi e Eliana Mariani

No processo de desenvolvimento do bebê, da criança, do adolescente, do adulto e do idoso com deficiência visual, o engajamento da família e a disposição para compreender e aprender diante dessa situação é fundamental.
Incluir significa também incluir a família e será nela, base de muitos aprendizados e vivências, que a inclusão demostrará, na prática, com toda a sua força.
O objetivo deste livro é oferecer informações que abram horizontes para que os familiares da pessoa com deficiência se reconheçam e desenvolvam um espírito presente e colaborativo.

Vamos divulgar,vale a pena:Tema igual, aula diferente


O assunto é o mesmo para todos, mas você deve buscar maneiras de torná-lo mais compreensível para quem precisa

Cinthia Rodrigues

Equipamentos necessários instalados, sala de recursos pronta, professor-assistente a postos, estudantes com diferentes desempenhos nas diversas disciplinas. A inclusão está garantida? Não. Independentemente de possuir ferramentas tecnológicas, espaço e estratégias adequados, em alguns casos é preciso adaptar principalmente a essência do que se vai buscar na escola: o conteúdo. O educador tem de refletir com antecedência sobre o tema da aula e as possíveis flexibilizações para permitir que todos aprendam. As exigências na avaliação devem ser tão diversificadas quanto a própria turma.
TUBO DE ENSAIO
 Benjamin participa da prática no laboratório e, na hora da teoria, assiste a vídeos na internet.

"É preciso abrir o leque de opções e ferramentas de ensino", diz Maria Teresa Eglér Mantoan, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo. Ela enfatiza que incluir não significa diferenciar uma atividade para os que têm deficiência, mas aceitar e autorizar que cada um percorra seu caminho para resolver um problema, o que significa pensar em alternativas para quem tem dificuldade de percorrer a via tradicional.


Para ler esta matéria na íntegra, clique aqui 

Espacios accesibles en la comarca

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Accesibilidad para Personas Con Discapacidad

Cadeira de rodas que entra no mar chega a mais 5 cidades de SP



FONTE:www.folha.uol.com.br

A Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência fechou convênio com cidades do litoral de São Paulo para ampliar o programa Praia Acessível, de cadeiras de rodas especiais que permitem a deficientes e idosos tomarem banho de mar.
A formalização do convênio, que envolve as prefeituras de Guarujá, Iguape, Cananéia, Mongaguá, Itanhaém, São Sebastião e Ubatuba, será feita nesta quinta-feira (29).

O programa foi lançado pelo governo do Estado em fevereiro do ano passado, em Santos, Praia Grande e Ilhabela. Depois foram contempladas Guarujá, Bertioga e São Sebastião.
Ele prevê a entrega de cadeiras de rodas anfíbias que não afundam na areia e flutuam no mar --é necessário um acompanhante para auxiliar o usuário.
As cadeiras ficam em postos instalados nas praias. Para usar, o deficiente precisa apresentar documento dele e do acompanhante, e assinar um termo de responsabilidade. Monitores são responsáveis por transferir o deficiente da própria cadeira para a anfíbia e acompanhá-lo na praia.
A promessa do governo era entregar mil cadeiras até 2010, a serem distribuídas para todas as praias do Estado. O número final não foi divulgado.
Entre os critérios para a escolha das praias estão a presença de itens de acessibilidade como rampas, piso tátil, vagas específicas, banheiros acessíveis e postos de salvamento.
Modelo da cadeira de rodas anfíbia, que permite a deficientes tomarem banho de mar