quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Encaminhamento da aula Arvore Manacá-Simbolo de Curitiba

                 Os alunos fizeram passeio no Jardim Botânico


    para comemorarem inicio da Primavera e Dia da Árvore com piquinique.

             Conheceram a exposição ao ar livre de Giant 3


Identificaram as árvores que representam Curitiba, Paraná e Brasil(Manacá,Araucária e Ipês). 
Ao retornarem iniciaram atividade de integração  coletivamente na confecção de cartaz .Ao mesmo tempo outras salas(EJAs e Fundamental), compunham suas arvores com outros encaminhamentos.
 

Divididas as funções a cada turma e seus alunos(recorte,pintura,colagem,pesquisa no not sobre o Manacá  símbolo de Curitiba  na qual ficaram 3 turmas do Fundamental incumbidas. Os cartazes foram expostos no corredores da escola com as pesquisas na Internet e sites na composição





Alguns vídeos do You Tube foram acessados para serem ouvidos durante o processo de facção do cartaz e pesquisa para fazer interdisciplinariedade com áreas de Ciências e Geografia sobre os polinizadores do Manacá,localização nos mapas, perceber formas e cores das flores da árvore .Fizeram comentários sobre as depredações do Meio Ambiente durante o percurso do passeio e mesmo nas exposição ao ar livre.
O uso dos mapas foi de grande relevância tanto os impressos ou mesmo virtualmente acessando os sites para encontra-los(Curitiba,Paraná e Brasil).








E lá fomos nós a procura dos Manacás de jardim da praça 19 de Dezembro,mal sabíamos que encontraríamos mais temas para compor o assunto Cidadania!!!Mas este fica para outro post!!






E finalmente chegam os Manacás!!!Querem saber mais ?Fica para  próxima ,aguardem!!!!Essa história não termina aqui,rs,rs,rs

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES EM TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS,promovido pelo MEC.

Sinto-me orgulhosa de ter sido selecionada neste curso, no qual tem trazido algumas mobilizações nos padrões estabelecidos pelo sistema Educacional e sabemos que futuramente muitas mudanças ocorrerão na Educação Especial.Acompanhem este processo e por enquanto aqui fica um dos planejamentos executados na sala na minha sala de aula numa escola especial com este formato sugerido pelo curso de FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES  EM  TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ACESSÍVEIS

Escola Especial Vivian Marçal
Professora Eliane Clara Pepino
Ensino Fundamental

Descrição:6 alunos com 15 e 16 anos ,5 cadeirantes um com hemiplegia,2 destes não falam e possuem menor mobilidade que os demais requerem o uso da Comunicação Alternativa.
Dados de identificação:
Site: http:
                http://www2.uol.com.br/ecokids/ecossist.htmecossistema
             http://www2.uol.com.br/ecokids/hinos.htm# bandeira


  1. Atividade dos  sites:
·         Textos informativos sobre a planta do Manacá símbolo de Curitiba.
·         Hino do Estado do Paraná.
·         Ecossistema Global animais e plantas
·         Como funciona o nosso meio ambiente
·         Como causamos desequilíbrio ambiental

2 Período de desenvolvimento da atividade: De 9 a 12 de setembro
3-Características sensoriais e cognitivas são exigidas do aluno para a realização da atividade:

·         Identificação do objeto de estudo “a planta Manacá” na qual  representa simbolicamente a cidade de Curitiba.
·         Sentir, ver, apreciar as formas e cores das plantas.
·         Comparações das formas, cores, tamanhos, espessura das plantas.
·          Adquirir conhecimentos sobre plantas e meio ambiente visitando o Jardim Botânico e realizando relações com ecossistema.
4-Habilidade a ser desenvolvida: construir conceitos do objeto para identificar  a espécie da planta focada.
5-Objetivos: conhecer o ecossistema onde o Manacá esta inserido.Identificar os polinizadores do Manacá
6-Conteúdo Ecossistemas \Plantas\Polinizadores
7-Desenvolvimento da atividade:
Passeio Dirigido em parque Ecológico de Curitiba para observação da espécie a ser estudada em data de 13 – 9 -2013.
Percepção do espaço e forma da espécie estudada.
Organização da pesquisa bibliográfica, dos registros imagéticos (fotos) e sites pesquisados.
Confecção de material pedagógico de cartaz coletivo integrando as turmas do Fundamental, que foram no passeio ,com recorte, colagem e tinta guache, formando painel do mesmo, com fotos do processo das atividades para  as demais salas.
Exposição de fotos , painel ilustrativo da atividade em local de circulação de funcionários ,professores e alunos da escola.

Troca de experiências a respeito da pesquisa bibliográfica com apoio de imagens retiradas do You tube com o vídeohttp: //youtu.be/Bav1iIDXUhc  

8-Recursos de apoio-maquina fotográfica digital, notbooks ,internet, teclado adaptado  para alunos com dificuldade de mobilidade e  baixa visão,
9-Estratégias de acompanhamento da atividade:
·         Registros através de fotos das atividades realizadas
·         Anotações no livro de chamada avaliando-os
10-Observações:
Os alunos tiveram bastante participação ,compreendendo através do currículo funcional a necessidade de aprender mais sobre outros assuntos correlacionados como: ecossistemas, meio ambiente, degradação , símbolos ,aquecimento global que estaremos na sequencia se aprofundando de acordo com uso da consulta.


Programa de Inclusão Profissional da FEBRABAN - Belo Horizonte

Deputados de Mato Grosso aprovam residências assistidas para pessoas com deficiência

A meta é proporcionar cuidados amplos e adequados aos integrantes desse público e às suas necessidades, além de proteção e convivência para que eles possam estar plenamente inseridos na sociedade.

Casas de conjunto habitacional
Os deputados aprovaram em plenário, em primeira votação, a criação do programa “Residências Assistidas para Pessoas com Deficiência” em Mato GrossoSite externo.. A meta é proporcionar cuidados amplos e adequados aos integrantes desse público e às suas necessidades, além de proteção e convivência para que eles possam estar plenamente inseridos na sociedade.
A resposta dos parlamentares mato-grossenses à lacuna existente no estado, nesse campo, aconteceu exatos cinco anos após o Brasil ratificar aConvenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU – a Organização das Nações Unidas – e adotá-la com status de Emenda Constitucional. Com isso, Mato Grosso pode reforçar sua posição nesse contexto.
A atenção especial proposta está no Projeto de Lei n° 576/2012, do deputado Wagner Ramos (PR). Ela significa que o atendimento deve ser disponibilizado sempre quando existir situação de vulnerabilidade ou de risco social.
Também, nos casos de semidependência para realização de atividades da vida diária e as famílias não tenham condições de prover esses cuidados ou, ainda, quando pessoas desse grupo não possuam famílias ou tenham sido abandonadas.
“Essa atenção especial também deverá prevenir o isolamento e a institucionalização da pessoa com deficiência, a partir do fortalecimento dos vínculos familiares – quando houver – e da sua reinserção na comunidade da qual faz parte”, alertou Wagner Ramos. O projeto prevê ainda instalação de residências apropriadas nas comunidades que ofereçam ao paciente infraestrutura adequada e inclusão social, com cuidados de profissionais especializados.
A mais recente edição relacionada à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU foi realizada em Brasília entre os dias 03 e 06 de dezembro do ano passado. O PL 576/2012 começou a ser analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação.
Fonte: O documentoSite externo.

Municípios de São Paulo vão receber equipamentos de ginástica adaptados para pessoas com deficiência

Cada município contemplado receberá um kit com dez equipamentos, que terão como objetivo proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas com deficiência por meio das atividades físicas.

Pessoa em cadeira de rodas faz exercício para os braços
Trinta e três cidades da região central e sul do Estado de São PauloSite externo. irão receber da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com DeficiênciaSite externo. equipamentos de ginástica adaptados por indicação do deputado Pedro Tobias (PSDB). Cada município contemplado receberá um kit com dez equipamentos, que terão como objetivo proporcionar uma melhor qualidade de vida às pessoas com deficiência por meio das atividades físicas.
Fazem parte da lista dos municípios contemplados Agudos, Arealva, Macatuba (Apae), Barra Bonita, Bernardino de Campos, Bocaina, Boraceia, Cabrália Paulista, Cafelândia, Dourado, Coronel Macedo, Duartina, Espírito Santo do Turvo, Garça, Getulina, Guaiçara, Guaimbê, Guarantã, Ibitinga, Igaraçu do Tietê, Itapuí, Júlio de Mesquita, Lençóis Paulista, Lins, Mineiros do Tietê, Pirajuí, Piratininga, Pongaí, Sabino, Santa Cruz do Rio Pardo, Trabiju, Bariri e Uru. Arealva receberá dois kits, um deles será instalado na Apae e o outro em uma área indicada pela prefeitura. Os equipamentos deverão ser instalados em uma área mínima de 120 metros quadrados.
Cada kit será composto por uma máquina tríceps, bíceps, supino vertical, remada sentado, abdominal, twist, jogo de barras, jogo de barras paralelas, giro de punho e bicicleta de mão. De acordo com as cláusulas do convênio que será firmado entre município e Estado, cada prefeitura ficará responsável pela indicação de um profissional que irá supervisionar o uso dos equipamentos. A cada dois meses, o município deverá enviar um relatório das atividades e dos resultados obtidos com a miniacademia.
Para o deputado Pedro Tobias, os equipamentos adaptados será de grande ajuda para a inclusão das pessoas com deficiência, auxiliando inclusive na elevação da autoestima, além de possibilitar a prática de exercícios físicos a uma parcela da população que normalmente tem dificuldades para usar os equipamentos convencionais.
Fonte: JCnetSite externo.

Bazar da Amizade


Gente! Olha só o vídeo produzido pela Fundação Volkswagen sobre o projeto Bazar da Amizade, do Pequeno Cotolengo. O projeto foi vencedor dos prêmios Volkswagen na Comunidade e Sustentabilidade.

http://www.youtube.com/watch?v=RcUVguK7EwY&feature=youtu.be

Pessoas com Deficiência pedem respeito quanto à lei de prioridade



Esse vídeo pede respeito aos direitos da pessoa com deficiência, principalmente ao entrar e sair dos ônibus, trens, metrôs, elevadores e etc...
Além de claro, como é que pode ser desenvolvidas políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência:
https://www.youtube.com/watch?v=Y7_oiV8BEUE



Rick Villar Ricardo Vilarinho 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BRADESCO RESOLVE JOGAR DURO COM MENDIGOS E OCUPA CALÇADA COM PEDRAS PONTIAGUDAS

Fotos: JM Catelo / Portal do Holanda

A direção da agência Bradesco Parque 10, Conjunto Castelo Branco, zona centro sul, resolveu  acabar com o "conforto" de uma meia dúzia de desabrigado que, diariamente, ocupavam as calçadas daquela casa bancária para descansar.
Pablo, um morador de rua que dormia no local, estava triste e resumiu com uma frase o seu protesto:   "eles quere que a gente se foda". 
Para tirá-los da área externa do banco, sobretudo no horário do descanso pós almoço, a direção mandou que fossem colocadas pedras pontigudas na calçada com espaçamento de menos de vinte centímetros uma das outras e fim de festa.
Toda calçada, privilegiada com sombra o dia todo, agora é das pedras.
Até mesmo os clientes do banco tiveram seu direito de ir e vir cerceado - logo, impedidos de transitar na calçada do banco.



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Falta de cuidadores para alunos com deficiência preocupa famílias em SP


VIA. MATHEUS KRELING


Um problema que atinge a maioria das escolas públicas brasileiras: faltam cuidadores para alunos com deficiência. Em São Paulo, um menino morreu depois de cair de uma cadeira de rodas. Ele estava sem cuidador.
O Fantástico mostra a última imagem de Sammer, quando saía para a aula. Ele morreu no dia seguinte, depois de uma queda na escola. O irmãozinho, de 3 anos, ainda não entende.
“Aos poucos a gente começou a falar com ele, que o irmão não ia voltar mais, que virou uma estrelinha, que está com o Papai do Céu”, conta Silmara de Cassia Gomes Fernandes, mãe do Sammer.

O menino sorridente, de 11 anos, sofria de um tipo de distrofia muscular. Há um ano, começou a usar cadeira de rodas. Mas fazia questão de frequentar a escola.
“O sonho dele era conseguir continuar estudando e ser um cientista pra no futuro conseguir a cura da doença dele”, diz Silmara de Cassia Gomes Fernandes, mãe do Sammer.

José Carlos vivia em função do filho. Construiu sozinho uma rampa para subir e descer com a cadeira de rodas. Em 23 de agosto, foi ele quem recebeu a notícia.
“Quando eu cheguei, eu encontrei meu filho caído no chão, na parte de fora da escola”, relembra o pai do Sammer.
Sammer estava brincando no pátio da escola com os coleguinhas. Quando ele foi retornar, a cadeira de rodas bateu em um pequeno degrau. O Sammer tombou e foi para o chão, onde ficou por uma hora esperando o resgate. Foi para o hospital, de onde só saiu morto.
A causa da morte: tromboembolismo, que é quando coágulos de sangue se desprenderam das pernas e vão parar no pulmão.
Maria Bernardete Resende, médica do Sammer, acredita que a queda pode ter sido o fator de precipitação do tromboembolismo. “Pela evolução da doença, não era pra a criança falecer nessa faixa etária”, diz a médica.

Sem cuidador no dia do acidente, Sammer brincava na escola com o melhor amigo, Jonathan. “Aí a cadeira enroscou, aí ele foi pra frente, e ele caiu”, conta Jonathan Santos Silva.
Durante o mês de junho, Sammer chegou a ter ajuda de uma cuidadora, contratada por uma empresa que prestava serviço à escola estadual. O Fantástico conversou com ela, que preferiu não se identificar.

A cuidadora disse que não houve treinamento na empresa terceirizada. “Eu fui contratada dia 03 de junho, por telefone”, acrescenta a cuidadora.
No início do semestre, a cuidadora desistiu do emprego e avisou a família e a empresa.
O pai afirma que, mesmo assim, o diretor da escola disse que Sammer poderia continuar frequentando as aulas, porque alguém cuidaria dele.

“Mesmo com a reclamação do pai, a escola se compromete com um inspetor de alunos, com uma pessoa não especializada”, diz Renata Tibyriçá, defensora pública.
Cuidador é o profissional capacitado para atender ao aluno com deficiência que dependa de ajuda para atividades como ir ao banheiro, tomar remédio, locomover-se ou comer.
O atendimento é garantido pela Constituição. Até março deste ano, não existiam cuidadores nas escolas estaduais de São Paulo. Por isso, naquele mês, o Ministério Público fez um acordo com o governo.

“O Estado de São Paulo se comprometeu a garantir a presença desse profissional, o cuidador, com a contratação progressiva ao longo de 2013 e a partir de 2014 a garantia desse profissional em todas as escolas onde haja algum aluno que necessite desse apoio”, explica João Paulo Faustinoli e Silva, promotor de justiça.
A subsecretária de articulação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, Rosania Moralles Morroni, afirma que o Estado vai cumprir a meta.
“Plenamente. Até antes do prazo estipulado, nós atendemos toda essa demanda”, afirma. 
Fantástico: Não há então crianças que precisem de cuidadores e não estão conseguindo?
Secretária do estado de Educação: Não, não há! No Estado, não. Nós atendemos toda a demanda.
Mas, na Defensoria Pública do Estado de São Paulo, existem mais de 100 pedidos de famílias que esperam cuidadores para os filhos, tanto em escolas do estado, como do município.

“Começa um jogo de empurra de que eu município não tenho condições e eu estado não tenho condições. De quem que é afinal a responsabilidade? A responsabilidade é de ambos”, explica a defensora pública Renata Tibiriçá.
O Fantástico visitou três famílias que solicitam cuidador. 

André Ferreira Sales, de 8 anos, tem Síndrome de Down. Sem cuidador, não consegue frequentar a Escola Estadual Cronista Rubem Braga.
Moises de Oliveira Souza, de 9 anos, também com Síndrome de Down, estuda no Colégio Santa Rosa de Lima, mas não tem cuidador.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação diz que "Está reavaliando os dois alunos com Síndrome de Down referidos pelo Fantástico".
Outro caso é o de Suellen, 7 anos, que tem paralisia cerebral. Ela começou o ano na primeira série de uma escola estadual, onde não havia cuidador. A mãe pediu transferência. Em agosto, Suellen foi transferida para o Colégio Municipal Ulisses Guimarães, a oito quilômetros de casa.
A escola prometeu um cuidador para o início de setembro. Mas até agora nada.

O Fantástico acompanhou a Suellen e a mãe até o órgão da prefeitura que cuida da inclusão de alunos com deficiência. São 25 quilômetros da casa da família, em Engenheiro Marsilac, até Veleiros, na periferia da Zona Sul paulistana. Cansada, Suellen vai na cadeira de rodas até o ponto.

Fantástico: Você já pediu várias vezes o cuidador e eles dizem que tá chegando?
Lucilene, mãe de Suelen: Tá chegando. Mas nunca chega.

O produtor do Fantástico registrou tudo com uma microcâmera.
Lucilene: Eu queria ver em que pé que tá o andamento do papel que ela mandou enviar pra AVE.
Atendente: Eu não sei, só com ela, teria que ligar.
Fantástico: E tem previsão de quando vai ter?
Atendente: Não, não tem.
AVE significa auxiliar de vida escolar. Nas escolas municipais, é sinônimo de cuidador.
Uma semana depois, a equipe do Fantástico voltou com a Lucilene.
Fantástico: A gente veio saber se resolveram o problema do cuidador da Suellen.
Segurança: Não pode entrar com a câmera.
Gravação do áudio: Cristiane, nós estamos aqui com um pequeno problema. E eu estou com uma mãe com uma criança que foi pedido para que mandasse para escola uma AVE porque a menina é dependente fisicamente e a Rede Globo está acompanhando.

Fantástico: Tiveram alguma resposta?
Lucilene: Por causa da distância da casa pra escola, ela vai tentar ver se consegue colocar no CEU Parelheiros.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação afirma que está "providenciando a matrícula de Suellen para a unidade mais perto de sua residência na semana que vem". E que lá "a aluna também terá direito a um auxiliar de vida escolar".
Já o caso de Sammer, que morreu ao cair no pátio da escola, sem a supervisão de um cuidador, ainda está sendo investigado. A família espera respostas.

“Não há nada que retire a responsabilidade da escola nesse caso. A fatalidade, não é fatalidade, é uma responsabilidade por parte deles”, explica a defensora pública Renata Tibiriçá.
“Por mais que falem dessa inclusão, é uma inclusão que não inclui ninguém”, desabafa a mãe do Sammer, Silmara de Cassia Gomes Fernandes.