domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
história do Esporte Adaptado no Mundo e no Brasil
O Esporte Adaptado surgiu no início do século XX, de forma muito tímida. Na primeira década do século, iniciaram-se as atividades competitivas para jovens portadores de deficiências auditivas, especialmente em modalidades coletivas. Por volta de 1920, tiveram início as atividades para jovens portadores de deficiência visual, especialmente a natação e o atletismo.
Para pessoas portadoras de deficiências físicas, o início do esporte oficialmente se deu ao final da Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1952, quando os soldados voltaram para os seus países de origem com vários tipos de mutilações e outras deficiências físicas.
As primeiras modalidades tiveram origem na Inglaterra e nos Estados Unidos. Na Inglaterra, por iniciativa do médico Ludwig Guttmann, indivíduos com lesão medular ou amputações de membros inferiores começaram a praticar jogos esportivos em um hospital em Stoke Mandeville.
Nos Estados Unidos, por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of América), surgiram as primeiras equipes de basquetebol em cadeira de rodas e as primeiras competições de atletismo e natação.
Desde então, o esporte para portadores de deficiências físicas não parou de crescer e, desde 1960, ocorrem os Jogos Paraolímpicos, sempre alguns dias após e na mesma sede dos Jogos Olímpicos convencionais.
Este segmento esportivo é muito praticado e muito divulgado em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos e Europa. As Paraolimpíadas e o Esporte Adaptado são nesses países muito divulgados e acompanhados pela mídia e pelo povo, na mesma proporção que acontece com os esportes convencionais.
No Brasil, o esporte adaptado surgiu em 1958 com a fundação de dois clubes esportivos (um no Rio e outro em São Paulo). Nos últimos cinco anos, o Esporte Adaptado brasileiro vem evoluindo, mas por falta de informação e, principalmente, de condições específicas para a sua prática, muitos portadores de deficiência ainda não têm acesso a ele.
Mesmo sem o apoio necessário, nas Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, o Brasil conquistou um número recorde de 22 medalhas, sendo 6 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, quebrando três recordes mundiais no atletismo. E no futebol para amputados, o Brasil sagrou-se tetracampeão.Atualmente, o Esporte Adaptado no Brasil é administrado por 6 grandes instituições: A ABDC (Associação Brasileira de Desporto para Cegos) que cuida dos deficientes visuais, a ANDE (Associação Nacional de Desporto para Excepcionais) que cuida dos paralisados cerebrais e dos lesautres, a ABRADECAR (Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas) que administra as modalidades em cadeira de rodas, a ABDA (Associação Brasileira de Desportos para Amputados) que cuida dos amputados, a ABDEM (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais) que administra os esportes para deficientes mentais e a CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para Surdos) que cuida dos deficientes auditivos e não está vinculada ao Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Fontes Consultadas: site do Comitê Paralímpico Brasileiro, ABDC, ABRADECAR e IBGE e o livro Adapted physical education and sports, de Joseph P. Winnick, da editora Human Kinetics Books, de 1995.
FONTES: ADD ESPORTE
DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O VOLUNTARIADO
1 – Os voluntários, inspirados na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948 e na Convenção sobre os Direitos da Criança de 1989, consideram o seu compromisso como um instrumento de desenvolvimento social, cultural, económico e do ambiente, num mundo em constante transformação. Fazem seu o princípio de que “Todas as pessoas têm direito à liberdade de reunião e associação pacífica”.
2 – O Voluntariado:
É uma decisão voluntária, apoiada em motivações e opções pessoais;
É uma forma de participação activa do cidadão na vida das comunidades;
Contribui para a melhoria da qualidade de vida, realização pessoal e uma maior solidariedade;
Traduz-se, regra geral, numa acção ou num movimento organizado, no âmbito de uma associação;
Contribui para dar resposta aos principais desafios da sociedade, com vista a um mundo mais justo e mais pacífico;
Contribui para um desenvolvimento económico e social mais equilibrado, para a criação de empregos e novas profissões.
Princípios fundamentais do Voluntariado
1 – Os voluntários põem em prática dos seguintes Princípios Fundamentais:
Os voluntários:
· Reconhecem a todo o homem, mulher e criança o direito de se associarem, independentemente da sua raça, religião, condição física, social ou material;
· Respeitam a dignidade de todo o ser humano e a sua cultura;
· Oferecem individualmente ou no âmbito de uma associação, ajuda mútua e serviço, de uma forma desinteressada e com o espírito de partenariado e fraternidade;
· Estão atentos às necessidades das pessoas e comunidades e desencadeiam, com a sua colaboração, a resposta adequada;
· Têm em vista, igualmente, fazer do voluntariado um factor de realização pessoal, aquisição de conhecimentos e novas competências, desenvolvimento das capacidades, favorecendo a iniciativa e a criatividade, permitindo a cada um ser mais membro activo do que beneficiário da acção voluntária;
· Estimulam o espírito de responsabilidade social e encorajam a solidariedade familiar, comunitária e internacional.
2 – Tendo em conta estes princípios fundamentais, devem os voluntários:
· Encorajar a transformação do compromisso individual em movimento colectivo;
· Apoiar, de maneira activa, a sua associação, aderindo conscientemente aos seus objectivos, informando-se das suas políticas de funcionamento;
· Comprometer-se a cumprir correctamente as tarefas definidas em conjunto, de acordo com as suas capacidades, tempo disponível e responsabilidades assumidas;
· Cooperar, com espírito de compreensão mútua e estima recíproca, com todos os membros da sua associação;
· Aceitar receber formação;
· Trabalhar com ética, no desempenho das suas funções.
3 – Tendo em conta a Declaração Universal dos Direitos do Homem e os Princípios Fundamentais do Voluntariado, devem as associações:
Elaborar os estatutos adequados ao exercício do trabalho voluntário;
Definir os critérios de participação dos voluntários, no respeito das funções claramente definidas para cada um;
Confiar, a cada um, as actividades que lhe são adequadas, assegurando a formação e acompanhamento necessários;
Prever e dar a conhecer a avaliação periódica dos resultados;
Prever, de forma eficaz, a cobertura dos riscos a que os voluntários estão sujeitos no exercício das suas funções e os prejuízos que estes, involuntariamente, possam provocar em terceiros, no decurso da sua actividade;
Facilitar a participação de todos os voluntários, reembolsando-os, se necessário, com as despesas efectuadas com o seu trabalho;
Estabelecer a forma de rescisão do vínculo, quer por parte da associação quer do voluntário.
Proclamação
Os voluntários, reunidos por iniciativa da International Association for Volunteer Effort (IAVE), em Congresso Mundial, declaram a sua fé na acção voluntária, como uma força criadora e mediadora para:
Respeitar a dignidade de toda a pessoa, reconhecer a sua capacidade de exercer os seus direitos de cidadão e ser agente do seu próprio desenvolvimento;
Contribuir para a resolução dos problemas sociais e do ambiente;
A construção de uma sociedade mais humana e mais justa, favorecendo igualmente uma cooperação mundial.
Assim convidam os Estados, as Instituições Internacionais, as empresas e os meios de comunicação social a unirem-se a eles, como parceiros, para construir um ambiente internacional favorável à promoção e apoio de um voluntariado eficaz, acessível a todos, símbolo de solidariedade entre os homens e as Nações. Paris, 14 de Setembro de 1990.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Conheça passo a passo o processo de adoção!!
Clica no titulo
Pense nisso!!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
TECNOLOGIA SIM!!!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Pensamentos!!
domingo, 30 de janeiro de 2011
TEM VOZES QUE PRECISAM SER OUVIDAS...

Os dias passam e a sociedade reserva dias específicos para serem lembrados dos seus grupos sociais ,que lutam por dias melhores.
Dia do Donw,
do deficiente,
do idoso...
Por quê? Para quê? Será comemorar?Mas somente este dia? E os demais? Pois a vida continua...Será chamar a atenção para…? Será apontar o dedo?
Será reivindicar? Será incomodar?O que representa uma data especifica, quando não esquecida!
Quantas vezes dizemos sempre as mesmascoisas?!...
Sensibilizar …
Informar …
Alertar…
Integrar …
Incluir …
Intervir…
Criar oportunidades…
Solidariedade…
Tolerância…
Aceitação…
Falamos de quem? Defendemos o que?
Falamos,falamos,falamos...
De pessoas que, 
mesmo no silêncio, têm voz…
O que dizem essas vozes?
“Sou uma pessoa. Estou aqui. Este é o meu
MUNDO. Deixem-me
'
pertencer,estar,
ser,
participar…”
Vamos ouvir atentamente, observar ...
E sim com nossos sentidos,perceber que as suas capacidades,
e contribuições estão muito para além do nosso conhecimento pré-concebido.

“... Elas” surpreendem-nos… sempre
Hoje é realidade o que ontem supunha utopia. 
Hoje há:
mudança,
valorização ...
Acreditemos...o impossível...inexistente é o caminhar no FUTURO.
Esse texto surgiu foi inspirado após ouvir minha amiga PC Jussara ,a sua vontade de por voz no que sente,no que pensa e age ,mas uma ação as vezes sem ser ouvida.Ai pessoal vamos VOZ ,AÇÃO nas nossa conversas.
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
As praias Insensíveis para não dizer inacessíveis!!!
Algumas praias do Paraná não são nem um pouco acessíveis! As prefeituras fazem as adaptações como acham melhor para eles e nem consultam as pessoas que realmente precisam.Percebe-se que não há interferência de técnicos,engenheiros que possuem as normas padrões e não seguem um trabalho multidisciplinar na execução dos projetos de rampas.
Dependemos que alguém nos empurre,isso quando os familiares e amigos mostram-se solidários e conseguimos ir aos calçadões á beira da praia. Olha minha gente,vocês é que são os deficientes desta história toda! Sabiam que deveriam conversar conosco, mais não fazem por puro preconceito, porque quando avistam uma pessoa numa cadeira de rodas pensam:
_ Há! Coitada daquela ali de cadeira de rodas!
Mas não queremos piedade queremos igualdade!Queremos soluções,que muitas vezes há temos,pois quem vive é quem sente e sabe o que é melhor.
Sim, as leis existem, mas como quase tudo, feitas para poucos. Poucos aplicam, poucos cumprem, poucos fiscalizam e muitos outros poucos utilizam. Multas e punições são outra categoria, não se enquadram em poucos, geralmente estão na quantidade zero ou praticamente nada. O post tem a finalidade de protesto literalmente hoje.
Eu Jussara Maria Menezes Molina, 46 anos de praia, cadeirante há doze, sinto muitas dificuldades quando vou passear nas ruas, calçadas irregulares e rampas que mais parecem um tobogã de tão inclinadas!Não só eu sofro com tanta insensibilidade mas também quem me ajuda a enveredar nessa maratona cada vez que vamos passear e toda uma população que precisa de voz para que as nossas dificuldades cheguem até as pessoas certas .E ai ,há quem diga que temos o direito de ir e vir!ONDE?
Vejam algumas as fotos , nítido algumas dificuldades encontradas em apenas alguns metros na condução da cadeira.Constata-se que o piso de travessia até a rampa no passeio é inadequado para circulação de cadeiras de rodas e fica evidente que a inclinação da rampa no passeio está acima do limite legal não aceitável. É há descontinuidade das calçadas.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
MENSAGEM
Nos muros da vidaPichei a mensagem,Detalhei a imagem,Raguei preconceitoE despi a alma.