segunda-feira, 14 de maio de 2012

Internet supera o jornal impresso como segunda mídia mais acessada de 2012



internet
Fabio Coelho, presidente do IAB-Brasil: Internet 'é um meio pujante'

Fabio Coelho, presidente do IAB-Brasil: Internet 'é um meio pujante'
internet assumirá a segunda posição entre as mídias ainda em 2012, deixando o meio jornal para trás. Segundo estimativa apresentada pela seccional brasileira da agência Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), o meio digital crescerá 39%, fechando o ano com 13,7% de participação e faturamento na casa dos R$ 4,7 bilhões. Em 2011, a web representava 11% do polo publicitário.
Para Fabio Coelho, presidente da IAB-Brasil, o crescimento do mercado de buscas será de 50% e o de display (banner) terá incremento de 25%. Coelho – que também preside o Google Brasil, confirma o crescimento da internetno país, em média, quatro vezes mais do que o mercado de publicidade, em geral – e esses números não contabilizam as redes sociais. A agência, em breve, divulgará uma estimativa de faturamento para este ano, em que sites como Facebook e Twitter estarão envolvidos.
As 100 maiores empresas do país investem 13,4% de suas verbas publicitárias no meio digital, segundo Coelho, que considerou a web um mercado “pujante”. Para chegar aos resultados apresentados hoje, o IAB considerou 80 milhões de internautas no país maiores de 16 anos, dos quais 49% pertencem às classes C, D e E e 51%, às A e B.

Primeiro laboratório de robótica do país é inaugurado na Rede Lucy de Reabilitação




Dra. Linamara observa governador Geraldo Alckmin, ao microfone. O ex-governador José Serra prestigiou a importante inauguração.



Nova instalação traz equipamentos de alta tecnologia voltados à reabilitação



Foi inaugurado na manhã dessa sexta-feira, 11 de maio, o laboratório de robótica da Rede de Reabilitação Lucy Montoro, na unidade Morumbi. Na cerimônia estavam presentes a Secretária de Estado Dra. Linamara Rizzo Battistella, o Governador de São Paulo Geraldo Alckmin, o Secretário de Estado da Saúde Dr. Giovanni Guido Cerri, a Dra. MargaridaMiyazaki, diretora da unidade, e também o ex-governador José Serra, que lançou a Rede Lucy, em sua última gestão.
A Dra. Linamara ressaltou a evolução da Rede Lucy Montoro, ao longo dos quatro anos de existência, desde quando foi criada, em 12 de maio de 2008, e frisou o modelo que é o Hospital das Clínicas, ao qual é vinculada desde sua origem. “Com muita garra, com muita competência, leva o programa HC de reabilitação para todo o Estado de São Paulo, um projeto como referência dentro do Brasil. Estamos nos tornando rapidamente uma referência para muitos países latino-americanos”, enfatiza.
A Secretária destacou também a magnitude deste novo laboratório de robótica. “Nós hoje estamos em festa. Estamos inaugurando o maior e mais completo laboratório de reabilitação deste país e da América Latina”, ressaltou.
Revelou, ainda, que mais projetos estão próximos. “E não paramos por aí. Nos próximos meses estaremos ampliando nosso potencial tecnológico, levando estes mesmos equipamentos e mais alguns relacionados com a área da neurociência, para outra unidade da Rede, na Vila Mariana. Esse é o primeiro passo de uma longa jornada”.
Dra. Linamara mencionou também sobre os recursos aplicados pelo Estado. “Os investimentos que São Paulo tem feito ao logo desses anos nessa área são notáveis. Estamos fazendo investimentos sozinhos, sem o apoio do Governo Federal, sem recursos do Sistema Único de Saúde, e conscientes de que cada cidadão com deficiência merece esse olhar diferenciado do Governo do Estado de São Paulo”, ela afirma.
O Secretário de Estado da Saúde Guido Cerri destacou a relevância do trabalho feito nas unidades de reabilitação e a especial dedicação da Secretária, que também é professora e médica fisiatra, à causa da pessoa com deficiência. “Sou testemunha de tudo o que é feito na Rede Lucy Montoro, desse grande avanço”, ressaltou.
O Governador Geraldo Alckmin destacou o fato da instalação ser o primeiro laboratório de robótica do país e fez menção à inauguração de uma unidade do AME, ocorrida nesta quinta-feira, 10 de maio. “Ontem inauguramos o 45º AME de Taboão da Serra, e hoje o laboratório, e vamos ter também na Vila Mariana. Esse laboratório vai ser um grande passo. É um ganho importante para a saúde e para a reabilitação: um conjunto de robôs dentro de um laboratório de robótica para melhorar a recuperação dos nossos pacientes”, destacou o governador.
Também marcaram presença o Secretário-adjunto da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência Marcos Pellegrini e também a Deputada Estadual Célia Leão, além de outros ilustres convidados e autoridades.
Entre os diversos equipamentos, os usuários têm à disposição a gameterapia, em que o paciente se vê dentro do jogo e é estimulado a se movimentar. O centro conta com duas unidades do InMotion, único robô disponível na América Latina que estimula a movimentação dos membros superiores. Já o Armeo Spring, exclusivo no Brasil, é utilizado para melhorar a função do braço, combinando exercícios terapêuticos por meio da simulação de tarefas específicas e jogos. Conheça mais detalhes, a seguir.

NOVOS EQUIPAMENTOS
Conheça os equipamentos inaugurados na Rede de Reabilitação Lucy Montoro - Unidade Morumbi

InMotion
Desenvolvimento clínico do qual a Rede Lucy Montoro é pioneira, este aparelho auxilia o paciente a realizar movimentos de ombro, cotovelo e punho, e é indicado especialmente para pacientes que sofreram acidente vascular encefálico (AVE), esclerose múltipla, paralisia cerebral, entre outras.

Lokomat
Por sua vez, o Lokomat – que antes era exclusivo na Rede SUS - foi desenvolvido na Suíça e agora está na Rede Lucy Montoro. É destinado a pessoas que tiveram também acidente vascular encefálico, lesão medular, traumatismo crânio encefálico, esclerose múltipla, paralisia cerebral e outras condições que podem ser geradas no aparelho locomotor.

Ergys
O equipamento Ergys é semelhante a uma bicicleta e utiliza a estimulação elétrica funcional computadorizada (CFES). Foi feito para que pacientes com pouco ou nenhum movimento nas pernas possam pedalar, o que proporciona que indivíduos com lesão medular e outras condições neurológicas possam beneficiar-se da ativação da musculatura dos membros inferiores e dessa forma gerar melhora da capacidade cardiorrespiratória e qualidade de vida dos pacientes.

Armeo Spring
É o único aparelho que o Brasil possui deste tipo. Ele promove a sustentação dos membros superiores, de forma a facilitar a realização de movimentos ativos dos ombros, cotovelos, punhos e mãos.

O novo laboratório é realizado em parceria com a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e também com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).


REDE DE REABILITAÇÃO LUCY MONTORO
A Rede de Reabilitação Lucy Montoro, criada pelas secretarias de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Saúde, em parceria com renomadas instituições de assistência, ensino e pesquisa, tem como objetivo capacitar plenamente a pessoa com deficiência para o exercício de seus direitos, por meio da saúde e reabilitação.

Em uma primeira fase, a Rede de Reabilitação Lucy Montoro é composta por 19 unidades fixas, construídas em regiões estratégicas do Estado de São Paulo. Essas unidades, quando totalmente implantadas, terão capacidade de aproximadamente 300 mil atendimentos por mês.
As unidades oferecem atendimento por uma equipe de médicos fisiatras, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, entre outros.
O foco é o público com lesão medular, amputação e má-formação, lesões encefálicas do adulto, paralisia cerebral e dor incapacitante, contando com protocolos e técnicas próprias, bem como tecnologias e equipamentos inéditos no Brasil.

Unidades no Interior
Botucatu
Campinas
Fernandópolis
Jaú
Marília
Pariquera-Açu
Presidente Prudente
Ribeirão Preto
Santos
São José dos Campos
São José do Rio Preto
Sorocaba
Unidades na Capital
Clínicas
Umarizal
Lapa
Morumbi
Vila Mariana

Unidade Móvel
Trata-se de uma carreta com 15m de comprimento, 2,60m de largura e 20 toneladas. Possui elevador hidráulico e banheiro totalmente adaptado às necessidades da pessoa com deficiência, além de consultório médico, sala de espera e oficina ortopédica, com salas de prova, de máquinas e de gesso.


Amor Colorido!


Ai vai a dica acessem ,amei!!!!

                       http://vendocomtodosossentidos.blogspot.com.br/

Amor Colorido!

Sabia que o amor é bem colorido?
Ele é muito amarelo com um toque de rosa e manchas vermelha quando ele faz feliz e,cinza,roxo com toques de branco e preto quando ta triste!
Ano passado eu fiquei triste por causa do amor.Eu arrumei uma namorada.A Marina,uma moreninha com a cabeça que parecia um coco.Só que ela começou a gostar do Dudu...e eu fiquei triste!Pedi a ajuda da minha mãe...pensei em 3 coisas...


1° fazer um desenho pra ela com uma música
2° dar uma flor
3° mostrar pra ela o que eu sei fazer,e que posso ensinar pra ela.Eu sei subir na árvore que tem na frente da escola,sei pular com uma perna só,sei braille,sei  fazer conta de matemática de cabeça...


Eu resolvi que não ia fazer nenhuma,o amor já está ali...é só ela fechar os olhos e ver !




Você consegue ver uma voz?Eu consigo ver todos pela voz!!


Por exemplo: a voz da minha tia Dani,é laranja com um toque de branco,e da minha mãe é uma voz cor-de-rosa. A voz do meu avô é verde e da vovó é amarela e branca. Entendeu?


Vou explicar melhor...tudo pra mim tem uma cor,viu,minha vida ao contrário do que pensam é muito colorida!!
Música tem cor,risada,instrumentos musicais,sentimentos,pessoas...


Sabe o que mais eu posso ver? Eu vejo o sol toda manhã,e você?Você ve o sol toda manhã?
Um dia minha mãe me falou como era o sol.Um dia de manhã eu perguntei pra ela como era o sol,ela ficou um pouco sem saber como falar,mas me explicou direitinho como ela via o sol...e até hoje,todo dia de manhã eu posso ver,ele é grande,laranja com amarelo e bem quentinho...ele tem a cor da felicidade,um dia eu vi Deus,eu estava na mão dele e ele parecia muito com o sol!!


Tomara que vocês tenham entendido,a minha mãe que digita pra mim,e eu pedi pra ela escrever exatamente como eu falo,pra vocês entenderem minha vida com as minhas palavras!


Um beijo!
Eu acho que todo mundo deveria saber Braille e Libras...tinha que ser lei!!









jo o mundo...vejo a vida! E voce?
Com apenas algumas horas de vida,eu fui diagnosticado com Glaucoma Congenito,logo,um deficiente visual!
Deficiente Visual? Como? Se eu enxergo!? Sim! Eu vejo tudo...!! Eu vejo as cores,eu vejo as flores,e ate mesmo o vento...sabe como? Eu sinto!! Eu nao sou deficiente visual,eu apenas enxergo mais do que os dito "normais".
Hoje com 8 anos e muitos desafios (pra pouca idade),eu jogo bola,videogame,desenho,toco teclado,violao,corro,escrevo,leio,assisto TV e faco meus proprios brinquedos...ah,eu sei fazer meu cha com torradas sozinho!!
Eu pedi pra minha mae me ajudar a fazer esse blog,pra ensinar as pessoas grandes e pequenas (no tamanho) que nao existe deficiencia,a nao ser a do coracao!
Pra comecar esta bom...tenho um montao de coisas pra contar pra voces...espero que voces tambem me contem um montao de coisas!!!






Quem sou eu

Minha foto
Eu sou o Vinicius,tenho 8 anos e como todo menino dessa idade,gosto de brincar,correr,ver TV,jogar videogame,nadar,adoro livros e também eu tenho uma brincadeira especial,eu faço histórias e faço meus brinquedos com material reciclado,como galhos,plástico,papéis e pedaços de brinquedos velhos.Imagino histórias e faço desses brinquedos meus fantoches,tudo nesse momento é possível,é só usar a imaginação...e isso,ah!eu uso muito!!




domingo, 13 de maio de 2012

Um fantasma na sala de aula Tese mostra que professores se sentem inseguros com relação ao uso de tecnologias ISABEL GARDENAL



Um estudo de doutorado da Faculdade de Educação (FE), realizado pela pedagoga Cacilda Encarnação Augusto Alvarenga sob orientação da docente da FE Roberta Gurgel Azzi, aponta que 85% de uma amostra de 253 professores de ensino médio de escolas públicas estaduais de Campinas ainda não se percebe altamente confiante para utilizar tecnologias no ensino, em situações que envolvem este uso com os alunos. A pesquisa, feita em 27 escolas do município entre 2009 e 2010, mostrou ainda que os professores com menos tempo de formação e de experiência docente têm uma crença mais alta de autoeficácia no uso das novas tecnologias. Alvarenga investigou a autoeficácia do professor frente às tecnologias de informação e comunicação (TIC) no ensino escolar, mais especificamente o computador e seus recursos.
A autoeficácia, segundo a Teoria Social Cognitiva (TSC), a qual foi formulada pelo professor da Universidade de Stanford Albert Bandura, trata da crença do indivíduo na sua capacidade de planejar e executar determinadas ações para atingir determinados resultados ou desempenhos. Essa crença, expõe Bandura, influencia a motivação das pessoas para realizarem tarefas e fazerem suas escolhas, e determina o quanto ela persiste diante de dificuldades ou desafios.
De acordo com a literatura internacional, a autoeficácia para utilizar TIC é um fator que influencia no seu uso. O professor com uma autoeficácia mais alta se motiva mais para ensinar utilizando as tecnologias, sendo o que mais se dispõe a romper desafios que envolvam esse uso.
A pedagoga, com graduação e mestrado na FE da Unicamp, comenta que, ainda conforme Bandura, há quatro fontes principais de informação que ajudam no processo de construção da autoeficácia: as experiências diretas ou vivenciadas pelo indivíduo; as experiências vicárias (experiências de observar outras pessoas executando tarefas); a persuasão social (julgamento, encorajamento verbal e outros tipos de influência social que informam o indivíduo sobre suas capacidades); e os estados fisiológicos e afetivos (por exemplo, cansaço, ansiedade, estresse, estados de humor, a partir dos quais as pessoas podem julgar suas capacidades perante as situações).
Alvarenga exemplifica que “o fato de um professor ter autoeficácia baixa hoje, para usar as tecnologias com seus alunos, não significa que amanhã ou daqui a um mês ela ainda será baixa”, relativiza. Vários estudos atualmente dão destaque aos programas de formação de professores para a construção ou aumento da autoeficácia. Por quê? Ao permitirem que eles participem, por exemplo, de oficinas que os levem a realizar e visualizar atividades pedagógicas com esses recursos, tais atividades tanto podem funcionar como fonte de experiência direta como de experiência vicária.
O presente estudo constatou que 66% dos entrevistados participaram de cursos de informática para aprenderem a usar softwares ou aplicativos, enquanto apenas 27% deles participaram de cursos para uso didático de tecnologias. Professores com computador em casa há mais de três anos (82,21%) demonstraram ter autoeficácia mais alta.
Pode-se entender que muito provavelmente isso ocorre porque eles têm a experiência direta de uso do computador favorecida pelo acesso e exploração dos seus recursos.
Acabam dominando-os e se sentem mais confiantes em elaborar uma proposta de atividades com os alunos. “Os professores com autoeficácia mais elevada são justamente aqueles que se sentem com maior habilidade para usar o computador no ensino, mais preparados e que se sentem mais motivados a ensinar”, descreve a pesquisadora.
Ela relata que há mais de duas décadas no Brasil se fala em informática no espaço da escola pública. Iniciativas surgiram para oferecer computadores a professores e alunos nas escolas e preparar o professor no uso didático das novas tecnologias. “Percebe-se, no entanto, que são poucos os educadores das escolas públicas que de fato consideram o laboratório de informática, quando existente nessas instituições, um espaço de ensino e aprendizagem”, conclui a pedagoga.
A pesquisa foi fruto do seu interesse em obter dados que pudessem ajudar a pensar em estratégias para aumentar a autoeficácia de professores para uso de TIC (o que Alvarenga denominou também autoeficácia computacional docente). Ademais, o Brasil carece de pesquisas que analisem mais especificamente o constructo da autoeficácia. Em sua revisão da literatura, a pesquisadora encontrou apenas um trabalho sobre o assunto, o qual foi desenvolvido com professores de escolas do município de Salvador, Bahia, porém conduzido por pesquisadores da Universidade de Lugano, Suíça.
O problema de pesquisa da pedagoga foi localizado durante uma de suas experiências profissionais na área de Tecnologia Educacional, que lhe possibilitou o contato com a realidade das escolas públicas quanto ao uso pedagógico do laboratório de informática.
Infraestrutura
Embora tenha ocorrido uma grande ampliação do acesso às TIC nos últimos anos, o estudo de Alvarenga revela que 73% dos professores participantes da pesquisa avaliaram a infraestrutura de informática disponível nas escolas como insuficiente para o trabalho pedagógico e muitos a mencionaram como o principal fator desmotivante para o uso de tecnologias com os alunos.
A pesquisadora acredita que, pelo fato da grande maioria das escolas estar passando por um processo de reforma de seus laboratórios de informática desde o semestre anterior, a coleta dos dados do estudo, e no período em que os coletou (agosto de 2009 a abril de 2010), levou os professores a sinalizarem a questão da infraestrutura como um problema.
As reformas surgiram sobretudo para atender ao Programa Acessa Escola, uma iniciativa do governo do Estado de São Paulo desenvolvida pelas Secretarias de Estado da Educação e Gestão Pública, sob coordenação da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), criada em 2008. Entre as finalidades do programa, está a intenção de transformar a escola em um espaço de inclusão digital, aponta a pedagoga.
Campo
A coleta de dados foi feita pela própria pesquisadora nas escolas, por meio de três instrumentos, um questionário de caracterização do participante da atividade docente e duas escalas voltadas a investigar o constructo de interesse do trabalho – a autoeficácia computacional docente. Para investigar o nível da crença de autoeficácia de professores em empregar tecnologias no ensino, buscaram-se evidências de validação para uma escala norte-americana publicada pelos professores Wang, Ertmer e Newby, em 2004.
Tal instrumento, explica a autora, apresenta 21 itens – em uma escala de 1 a 6 pontos, na qual 1 significa muito pouco confiante e 6 muito confiante – que requerem do professor informar o seu grau de confiança na sua capacidade de realizar algumas tarefas ou lidar com situações relacionadas ao uso de tecnologias no ensino. Solicita-se ao professor, por exemplo, que informe o quanto ele se sente confiante em sua capacidade em avaliar softwares educacionais ou o quanto se sente confiante em sua capacidade de motivar seus alunos a participarem de projetos que envolvem o uso de TIC.
Conforme os dados de estudos efetuados sobre a temática e também obtidos na pesquisa de Alvarenga – que vão para além da autoeficácia computacional docente – na opinião dos professores, entre os fatores que interferem no uso didático de tecnologias no espaço da escola, estão a infraestrutura insuficiente e a falta de preparação e de tempo para se apropriarem de novas metodologias. Os professores graduados há mais tempo, no caso, podem precisar de mais tempo para se inteirarem sobre elas do que os que se formaram há pouco e talvez tenham tido a oportunidade de discutir e vivenciar atividades ligadas ao uso de tecnologias em sua formação.
Mas, no geral, notou-se que a autoeficácia do professor é moderada, significando que há situações que merecem ser “trabalhadas” (a pontuação média obtida na escala foi de 3.60, em uma escala de 1 a 6 pontos), a priori mediante cursos de formação dirigidos a ele, para se sentirem mais confiantes ao usarem as tecnologias com os alunos e terem uma autoeficácia mais alta.
Cursos de formação ou o próprio acesso às tecnologias podem colaborar para que os professores se percebam com mais habilidade para usar o computador e mais preparados a ensinar com tecnologias, consequentemente contribuindo também, de acordo com os dados do estudo, para a construção ou aumento da autoeficácia.
Já a motivação para ensinar com tecnologias exige repensar as condições de trabalho docente, seja em relação à infraestrutura disponível ou ao tempo que o professor possui para preparar as aulas ou participar de cursos de formação.
Contudo, quando se pensa num curso de formação, é importante que se considere quem é esse professor, quanto tempo ele tem de formado e de experiência docente, e quais as habilidades que acredita ter ao usar o computador, a ponto de avaliar o que precisa ser feito para ajudá-lo a fazer um uso efetivo dos recursos tecnológicos disponíveis, sugere a pedagoga.
Alvarenga verifica que o estudo trouxe contribuições ao ser realizado sobre uma temática carente de pesquisas no Brasil, que é a autoeficácia para utilizar TIC no ensino; ao envolver a adaptação semântico-cultural  de um instrumento de medida para identificar a crença de autoeficácia; e ao identificar fatores de ordem pessoal ou do contexto docente que podem influenciar na crença de autoeficácia e, portanto, interferir no uso de tecnologias no ensino, como o tempo de graduado e de experiência docente.
Uma das etapas finais do trabalho de Alvarenga consistiu na promoção de um evento para divulgar os resultados da pesquisa com as escolas participantes, que ocorreu recentemente no anfiteatro da Biblioteca da FE. Ainda que a adesão dos professores tenha sido baixa, lamenta Alvarenga, ela não impediu que a pesquisadora abordasse a preocupação que o Núcleo de Estudos Avançados em Psicologia Cognitiva e Comportamental (Neapsi) – coordenado pela professora Azzi – demonstra com o tema e com a interpretação dos resultados dele decorrentes.
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Publicação
Tese de doutorado:
 “Autoeficácia de professores para utilizarem tecnologias de informática no ensino”
Autora: Cacilda Encarnação Augusto Alvarenga
Orientadora: Roberta Gurgel Azzi
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
Financiamento: Fapesp
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Mãe tigre e marcos meier.mp4

Uma crítica do educador Marcos Meier ao método de educar que uma americana de origem chinesa defende. Segundo ela, chamar o filho de lixo não é errado se ele não atingiu a excelência.
Contatos com o professor pelo site www.marcosmeier.com.br
Seus livros estão no site: www.kapok.com.br

Jornal da Unicamp - Campinas, 9 a 15 de abril de 2012 – ANO XXVI – Nº 522 Software melhora leitura e escrita de criança disléxica


Fonoaudióloga desenvolve programa que pode ser usado em qualquer computador

Pesquisa realizada pela fonoaudióloga Cíntia Alves Salgado Azoni no laboratório de Distúrbios de Aprendizagem e Transtornos da Atenção (Disapre), da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, resultou no desenvolvimento do Programa de Remediação Fonológica (Prefon) para melhorar o desempenho da leitura e escrita em crianças com dislexia.
Trata-se de um software utilizado como ferramenta de comunicação que funciona em qualquer computador. Os resultados foram tão positivos, conforme descritos na tese de doutorado “Programa de remediação fonológica, de leitura e escrita em crianças com dislexia do desenvolvimento”, que Cintia solicitou à Agência de Inovação Inova Unicamp a proteção da tecnologia por meio de registro de programa de computador. A tese foi orientada pela neuropsicóloga e coordenadora do Disapre, Sylvia Maria Ciasca.
As queixas de dificuldades de aprendizagem são comuns na infância e adolescência e motivam grande parte dos encaminhamentos por professores aos profissionais da saúde, com objetivo de avaliação, diagnóstico e intervenção. Em 1968, a World Federation of Neurology utilizou o termo dislexia do desenvolvimento para definir um transtorno manifesto por dificuldades na aprendizagem da leitura, apesar da instrução convencional, inteligência adequada e oportunidade sociocultural.
O comprometimento da aprendizagem em crianças com dislexia relaciona-se principalmente a alterações de linguagem decorrentes de déficits no processamento da informação fonológica, acarretando atraso na aquisição e desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita. Assim, a criança com dislexia encontrará dificuldade, principalmente na escola, onde permanece boa parte de seu tempo.
As principais características observadas nestas crianças são: dificuldades na velocidade de nomeação de material verbal e memória fonológica de trabalho; dificuldades em provas de consciência fonológica (rima, segmentação e transposição fonêmicas); nível de leitura abaixo do esperado para idade e nível de escolaridade; escrita com trocas fonológicas e ortográficas; bom desempenho em raciocínio aritmético; nível intelectual na média ou acima da média; déficits neuropsicológicos em funções perceptuais, memória, atenção sustentada visual e funções executivas.
O Prefon traz estratégias de linguagem nas quais a criança com dislexia tem maior dificuldade como, por exemplo, a rima. Por ser o computador um atrativo motivador, foi feita uma parceria com alunos de mestrado do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp para o desenvolvimento dos paradigmas das atividades por meio de jogos para manter a atenção e o desempenho da criança.
Participaram deste estudo 62 crianças, divididas em três grupos. O primeiro, com 17 crianças com dislexia, foi submetido ao programa de remediação. O segundo grupo de crianças, também com dislexia, não foi submetido ao Prefon. O terceiro, denominado de controle, foi composto por 31 crianças sem dificuldades de aprendizagem. As crianças do primeiro grupo passaram pelas etapas de pré-testagem, treino e pós-testagem. O programa de remediação foi realizado em 20 sessões.
A avaliação mostrou melhora significativa no tempo de nomeação automática rápida, em consciência fonológica, na velocidade de leitura e habilidades de escrita. Muitos pais também relataram aumento do interesse dos filhos pela leitura, que antes não existia.
“O software tem atividades que podem ser utilizadas com uso de palavras do contexto cultural da criança. Pretendo fazer outras versões do programa para professores e pedagogos”, disse Cíntia. Segundo a fonoaudióloga, há também possibilidade do programa ser disponibilizado online na internet. O foco é a inclusão digital.
Segundo o neuropsicólogo Ricardo Franco de Lima, os disléxicos apresentam também dificuldades em outras habilidades cognitivas, como a atenção e funções executivas. A atenção, segundo Ricardo, é a capacidade do indivíduo em selecionar no ambiente interno ou externo o que é mais relevante.
As funções executivas se referem a um conceito multidimensional que envolve as habilidades cognitivas de áreas frontais do cérebro, como controle inibitório, flexibilidade mental, planejamento e uso de estratégias. Elas são ativadas quando o indivíduo tem que realizar qualquer atividade com um objetivo, como por exemplo, montar um quebra-cabeça.
Lima é autor de dissertação, apresentada no ano passado, que revela que crianças com dislexia são mais propensas a ter depressão. O estudo avaliou 61 crianças com idade entre 7 e 14 anos, dividas em dois grupos: um com diagnóstico de dislexia e outro sem dificuldades de aprendizagem.

Dia de Nossa Senhora de Fátima


Dia de Nossa Senhora de Fátima

Obrigado Nossa Senhora de Fátima por estar sempre ao meu lado,  intercedendo por mim junto ao seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Obrigado por tua proteção e por todas as graças alcançadas. 
Mãe querida te amo eternamente !
 A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima.
Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma 'Senhora mais brilhante que o sol', de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a 'Senhora do Rosário' e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado 'Segredo de Fátima'.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de quatro milhões.

  (Fonte: fatima.com)

sábado, 12 de maio de 2012

MENSAGEM PARA O DIA DAS MÃES - AH, ESSAS MÃES


Jô Soares entrevista Flávia Cintra 10/05/2012


Publicado em 10/05/2012 por 
https://twitter.com/programa_dojo

Acesse a maior comunidade do Programa do Jô no Orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=136645

Flávia Cintra é jornalista, repórter do Fantástico e ficou tetraplégica aos 18 anos . Flávia, em parceria com mais duas cadeirantes, lança o livro Maria de Rodas que fala sobre a maternidade de mulheres nessa situação. Flávia é mãe de um casal de gêmeos e foi consultora de Manoel Carlos na novela "Viver a Vida", onde teve a personagem Luciana inspirada em sua história.